Enquanto muita gente acha graça em beber até cair, o assunto é sério: o coma alcoólico é o resultado dos excessos e pode matar. Entenda neste texto o que é e o que fazer em casos de coma alcoólico.
É importante que você entenda o processo do álcool no organismo. O fígado é o órgão responsável por metabolizar a ingestão da bebida alcoólica. Em média, é preciso de uma hora para cada dose, podendo variar este tempo conforme o peso, altura, tipo físico e gênero (mulheres levam mais tempo). Se há a ingestão rápida e contínua de bebidas alcoólicas, o fígado não aguenta metabolizar o álcool. Aí, então, é questão de tempo para entrar em coma alcoólico.
No coma alcoólico, a pessoa perde os sentidos, ficando com a consciência mais lenta e com dificuldade para respirar. Por isso, pode ocorrer a parada respiratória e/ou cardíaca. Outra perigosa consequência é a sufocação pelo vômito, pois, para defender-se, o próprio organismo provoca o vômito e, por a pessoa estar inconsciente, ela pode aspirar o líquido e o mesmo parar nos pulmões.
Para evitar a morte ou sequelas, é importante que a pessoa seja rapidamente socorrida. No atendimento hospitalar há hidratação intensa para que o fígado consiga voltar ao seu funcionamento, o uso de glicose para normalizar a queda de açúcar no sangue e o monitoramento do quadro clínico do paciente (pressão arterial, batimentos cardíacos, etc).
Como socorrer?
O primeiro passo é ligar para o SAMU através do telefone 192 ou ambulância local.
Enquanto aguarda, deixe a pessoa deitada de lado. Isso evita a asfixia por vômito.
Não faça a pessoa ingerir algum alimento ou medicação. Aguarde o socorro médico.
Afrouxe as roupas e deixe a vítima confortável.
Se a vítima tiver uma parada cardíaca, aplicar a respiração boca a boca e massagem cardíaca até a chegada dos socorristas.
fonte:alcoolismo.com.br
segunda-feira, 7 de maio de 2018
Coma alcoólico
Enquanto muita gente acha graça em beber até cair, o assunto é sério: o coma alcoólico é o resultado dos excessos e pode matar. Entenda neste texto o que é e o que fazer em casos de coma alcoólico.
É importante que você entenda o processo do álcool no organismo. O fígado é o órgão responsável por metabolizar a ingestão da bebida alcoólica. Em média, é preciso de uma hora para cada dose, podendo variar este tempo conforme o peso, altura, tipo físico e gênero (mulheres levam mais tempo). Se há a ingestão rápida e contínua de bebidas alcoólicas, o fígado não aguenta metabolizar o álcool. Aí, então, é questão de tempo para entrar em coma alcoólico.
No coma alcoólico, a pessoa perde os sentidos, ficando com a consciência mais lenta e com dificuldade para respirar. Por isso, pode ocorrer a parada respiratória e/ou cardíaca. Outra perigosa consequência é a sufocação pelo vômito, pois, para defender-se, o próprio organismo provoca o vômito e, por a pessoa estar inconsciente, ela pode aspirar o líquido e o mesmo parar nos pulmões.
Para evitar a morte ou sequelas, é importante que a pessoa seja rapidamente socorrida. No atendimento hospitalar há hidratação intensa para que o fígado consiga voltar ao seu funcionamento, o uso de glicose para normalizar a queda de açúcar no sangue e o monitoramento do quadro clínico do paciente (pressão arterial, batimentos cardíacos, etc).
Como socorrer?
O primeiro passo é ligar para o SAMU através do telefone 192 ou ambulância local.
Enquanto aguarda, deixe a pessoa deitada de lado. Isso evita a asfixia por vômito.
Não faça a pessoa ingerir algum alimento ou medicação. Aguarde o socorro médico.
Afrouxe as roupas e deixe a vítima confortável.
Se a vítima tiver uma parada cardíaca, aplicar a respiração boca a boca e massagem cardíaca até a chegada dos socorristas.
fonte:alcoolismo.com.br
domingo, 6 de maio de 2018
Cai predio em Sp
sábado, 5 de maio de 2018
Copa do Mundo de 1990 - Itália
sexta-feira, 4 de maio de 2018
Rodrigo o craque do peixe
Além da derrota para o uruguaio Nacional por 1 a 0, na noite de terça-feira, pela primeira fase da Copa Libertadores, o Santos deixou Montevidéu lamentando a lesão sofrida pelo atacante Rodrygo. Responsável pelo contusão, o lateral do Nacional e da seleção uruguaia, Jorge Fucile, admitiu que precisou apelar para a violência para parar o jovem jogador de 17 anos.
“Tive que me cuidar porque levei três dribles no meio das pernas pela primeira vez na história. Devemos aplaudir Rodrygo, porque tem uma personalidade e um talento inato muito grande, poucos jogadores podem arrancar de 0 a 100 em espaços curtos como ele. Eu não tinha mais o que fazer a não ser tirá-lo do campo e aí acabou o jogo (para o Santos)”, afirmou o jogador em entrevista a rede Sport 890, destacada pelo Ovación, a editoria esportiva do jornal uruguaio El País.
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Cefaléia Orgásmica
A dor de cabeça que surge durante a relação sexual, é chamada de cefaleia orgástica, e embora afete mais os homens que já sofrem com enxaquecas, as mulheres também podem ser afetadas.
Ainda não se sabe exatamente porque essa dor aparece mas a teoria mais aceite é que isso aconteça porque durante o contato íntimo os músculos se contraem e a energia liberada durante o ato sexual aumenta a largura dos vasos sanguíneos dentro do cérebro, o que pode causar alterações graves como aneurisma ou AVC, por exemplo.
Como reconhecer os sintomas
A dor de cabeça orgásmica surge especialmente durante o orgasmo, mas também pode surgir alguns instantes antes ou depois do clímax. A dor surge de forma repentina e afeta principalmente a parte de trás da cabeça e a nuca, com uma sensação de peso. Algumas pessoas relatam que sentem muito sono quando esta dor aparece.
Como é feito o tratamento
O tratamento para dor de cabeça que surge depois do sexo é feito com o uso de analgésicos como o Paracetamol mas dormir num local escuro também ajuda a descansar e ter um sono mais profundo e restaurador, e a pessoa acorda bem e sem dores. Uma compressa fria na nuca também costuma ser eficiente para aliviar o desconforto.
A cefaléia orgásmica é uma doença rara e até mesmo as pessoas afetadas apresentam esse quadro, apenas tem 1 ou 2 vezes na vida. No entanto, há relatos de pessoas que apresentam esse tipo de dor de cabeça em praticamente todas as relações sexuais, e nesse caso deve-se buscar ajuda médica para iniciar o tratamento com uso de remédios.
Quando ir ao médico
A dor de cabeça que surge durante ou logo após o sexo geralmente passa em poucos minutos ou algumas horas, mas pode ser indicado buscar ajuda médica quando:
A dor de cabeça é muito intensa ou surge de forma frequente;
A dor de cabeça não cessa com analgésicos, e não melhora com uma boa noite de sono;
A dor de cabeça acaba gerando uma enxaqueca, que se manifesta com dor intensa localizada numa outra parte da cabeça que não seja a nuca.
Nesse caso o médico pode pedir exames como a tomografia cerebral para verificar se os vasos sanguíneos do cérebro encontram-se normais ou se pode haver o rompimento de um aneurisma ou AVC hemorrágico, por exemplo.
Como evitar a cefaleia causada pelo orgasmo
Para quem sofre com esse tipo de dor de cabeça de forma frequente, a melhor forma de evitar esse tipo de desconforto é não ter relações sexuais, mas como isso pode não ser uma opção, o neurologista poderá receitar remédios usados contra enxaqueca para prevenir o surgimento da dor. Esses remédios podem ter que ser tomados diariamente por aproximadamente 1 mês para depois avaliar se teve o efeito esperado ou se é preciso substituir os remédios por outros.
Outras estratégias que também contribuem para o sucesso do tratamento, e cura da cefaleia orgástica, são bons hábitos de vida como dormir e descansar de forma adequada, fazer exercícios de forma regular e se alimentar bem, comendo carnes magras, ovos, laticínios, legumes, verduras, grãos e cereais, diminuindo o consumo de alimentos industrializados, processados, ricos em gordura, açúcar e aditivos alimentares.
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Copa do Mundo de 1986 - México
domingo, 29 de abril de 2018
Vírus influenza (vacina contra gripe)
Segundo um balanço preliminar divulgado nesta sexta, 29,59 milhões de pessoas dos grupos prioritários receberam a dose, o que equivale a 94,53% da meta, que era vacinar 31,3 milhões.
O público-alvo é formado por idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, doentes crônicos — diabéticos, por exemplo — indígenas, presidiários e profissionais de saúde. A meta estabelecida pelo Ministério corresponde a 80% do público-alvo total.
A campanha teve início em 15 de abril e, segundo a previsão inicial, deveria ter terminado em 26 de abril. No entanto, o Ministério da Saúde optou pela prorrogação para aumentar a imunização, já que a procura tinha ficado bem abaixo da meta.
De acordo com os números divulgados nesta sexta-feira, dez estados já atingiram a meta de cobrir pelo menos 80% do público-alvo: Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – que atingiu a maior cobertura do país, com 90,79% do público-alvo imunizado.
Nos demais estados, o Ministério da Saúde recomenda que as secretarias locais estendam mais uma vez a campanha até que a meta seja atingida — Mato Grosso do Sul, Pernambuco e São Paulo já anunciaram a medida.
Vírus influenza
A imunização protege contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no inverno passado: A (H1N1) – conhecido popularmente como gripe suína –, A (H3N2) e B.
Foram distribuídas, neste ano, 43 milhões de doses da vacina para 65 mil postos de saúde, segundo a pasta. Em 2012, 26 milhões de pessoas foram imunizadas, número equivalente a 86,3% do público-alvo naquele ano. O índice superou a meta prevista, de 80% do público.
O objetivo deste ano era de atingir cerca de 80% do público-alvo da ação, que inclui idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, indígenas, presidiários e profissionais de saúde. Doentes crônicos e mulheres no período até 45 dias depois do parto também devem receber a vacina.
“A vacinação é segura e feita com o objetivo de diminuir o risco de ter doença grave e evitar o óbito. Ao mesmo tempo, as pessoas que apresentarem os sintomas de gripe devem procurar o posto de saúde, porque tem tratamento”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em nota oficial divulgada pelo ministério.
Reduzir internações
O principal objetivo da campanha é ajudar a reduzir as complicações, internações e mortes decorrentes da gripe. A meta é reforçar o atendimento às pessoas com doenças crônicas, independentemente da faixa etária. Isso inclui quem tem problemas cardíacos, pulmonares, transplante de rim, obesidade, deficiência mental e pacientes que usam medicamentos imunossupressores, entre outros.
A novidade de 2013 foi que os doentes crônicos tiveram acesso ampliado a todos os postos de saúde, e não apenas aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Cries). Para isso, é preciso apresentar apenas a prescrição médica no ato da vacinação.
Pacientes já cadastrados em programas de controle de doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão inscritos. Caso a unidade de saúde que oferece atendimento regular não tenha um posto de vacinação, a pessoa deve solicitar uma prescrição médica.
Os pacientes da rede privada ou conveniada também devem ter prescrição médica e apresentá-la nos postos durante a campanha.
Vírus inativo
O vírus usado na vacina é inativo e, por isso, não causa gripe. Porém, ao se vacinar, a pessoa pode pegar outros tipos de vírus capazes de provocar um resfriado ou uma gripe mais fraca. Existe, ainda, a possibilidade de o indivíduo se vacinar no momento em que já se contaminou com o vírus. Nesse caso, a dose não terá efeito.
Dúvidas mais comuns
Veja as perguntas mais comuns sobre a vacina e sobre a gripe. As informações são do Ministério da Saúde e da diretora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato.
1) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses público-alvo?
Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como pneumonia, e morrer pela doença.
2) Quem se vacinou no ano passado precisa tomar a dose novamente?
Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após a aplicação da vacina. E também porque sua composição é feita conforme os vírus que mais circularam no ano anterior.
3) O que é influenza?
A influenza é o nome científico do vírus da gripe. É uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório. É de alta transmissão, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, comuns no outono e no inverno.
4) Gripe e resfriado são a mesma coisa?
Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus influenza (A, B ou C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado por um rinovírus (com seus vários tipos).
Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores (congestão nasal e coriza), tosse, rouquidão, febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo. Mas, enquanto a gripe pode deixar a pessoa de cama, o resfriado geralmente não passa de tosse e coriza.
5) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?
A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.
6) A vacina contra a gripe imuniza contra o resfriado?
Não. A vacina contra a gripe protege apenas contra os três principais vírus influenza que estão circulando no país.
7) A dose tem alguma contraindicação?
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.
8) Posso ficar gripado(a) após me vacinar?
Não, isso é um mito. A vacina contra influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe.
Na época em que a vacina é aplicada, circulam vários vírus respiratórios, que podem não ser o da gripe em questão, e as pessoas podem ser infectadas por eles. Além disso, é possível pegar um resfriado.
9) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses.
10) Fora do período da campanha é possível me vacinar?
Não pelo SUS. Depois da campanha, só serão vacinados os presidiários e indivíduos que apresentem problemas de saúde específicos. Clínicas as privadas poderão oferecer a vacina a toda população – inclusive para quem não faz parte do grupo prioritário – desde que as doses compradas estejam registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
11) A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito de um antigripal?
Não. A vacina previne contra a gripe, e o antigripal é um medicamento usado para reduzir os efeitos causados pela doença.
12) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável passar por uma avaliação médica antes da vacinação.
13) É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não, mas o documento é necessário para atualizar outras vacinas do calendário anual. Para quem não apresentar a caderneta no momento da aplicação da dose, será feito outro cartão para o registro, que deve ser guardado para comprovar o histórico vacinal.
14) Pessoas que tomam corticoide podem ser vacinadas?
Sim, o uso não impede a imunização.
15) Quanto tempo após a vacinação eu posso doar sangue?
Uma portaria do Ministério da Saúde publicada em 2011 declarou que o doador fica inapto para doar sangue pelo período de um mês a partir da data em que foi vacinado contra o vírus da gripe. Depois desse prazo, está liberado.
Fonte: G1.com
sábado, 28 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1982 - Espanha
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1978 - Argentina
sábado, 21 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1974 - Alemanha
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Auto Hemoterapia Funciona? O que é, para que serve e Riscos
A cada novo dia surgem depoimentos de pessoas dizendo que foram curadas ou tiveram os sintomas de suas doenças diminuídos através dessa terapia. Assim, surgem dúvidas do tipo “O que é Auto Hemoterapia?” ou “Para que Serve a Hemoterapia?”. Nesse artigo você poderá tirar suas dúvidas uma vez por todas!
O que é Auto Hemoterapia?
A Auto Hemoterapia é tratamento o qual primeiro é removido o sangue do paciente a partir de suas veias, posteriormente voltando a injeta-lo de volta ao corpo, dentro do tecido muscular, geralmente no braço, pernas ou nádegas.
Segundo pessoas que defendem o tratamento, tal prática estimula a proliferação de Macrófagos, células que entram reações defensivas no corpo, circulando constantemente em todos os órgãos com o único objetivo – para encontrar e remover elementos indesejados de nosso organismo.
Auto Hemoterapia, ou terapia auto-sangue, foi descrita pela primeira vez pelo médico francês Paul Ravaut em 1913 e tem sido empregado em uma ampla gama de condições de doenças crônicas.
Para que Serve a Hemoterapia?
Pessoas que fazem uso da Hemoterapia defendem que a terapia é capaz de curar diversas doenças. Como o aumento do poder do sistema imunológico, é defendido por tais pessoas que a Auto Hemoterapia participa da Destruição e inibição do crescimento de bactérias, fungos, vírus e na corrente sanguínea assim como pode ajudar no aumento da tolerância do corpo no sentido de radiação ou quimioterapia.
As pessoas buscam a terapia para combater sintomas de doenças como:
Acne, Furunculose, Eczema
Depressão,
Alergias em Geral,
Psoríase,
Doenças Respiratórias,
Esclerodermia,
Asma Brônquica,
Psoríase,
Doença De Crohn,
Artrite,
Rinite,
Entre outras…
Quais os Riscos e Efeitos Colaterais?
A auto hemoterapia não é aprovada pelos conselhos médicos e a ANVISA, assim sendo, não pode ser praticada por médicos e profissionais da área. Jamais deve-se deixar de lado qualquer tratamento médico para iniciar terapias, quais quer que seja.
Por que pessoas busca de auto-hemoterapia?
Realizamos algumas pesquisas na internet em busca de depoimentos de pessoas que disseram ter tido problemas através do tratamento e realmente é difícil de encontrar. A maioria absoluta dos testemunhos de pessoas que realizaram o tratamento são a favor dos resultados obtidos. Além disso, talvez outro motivo da busca das pessoas pela Hemoterapia seja o fato de que é muito mais barato do que o tratamento convencional.
Em grupos e sites, onde quer que você olhe, há apenas pessoas dizendo como auto-hemoterapia fez por eles o que a medicina convencional não podia.
A História desse tipo de Terapia
vida como nós a compreendemos certamente não poderia ter evoluído, não fosse pela habilidade, mesmo tendência, de seres vivos se recuperar de lesões e doenças. De alguma forma, mesmo que as primeiras linhas de defesa corporal possam ser violadas por algum agente estrangeiro, o invasor tende a ser identificado, isolado, resistido, repelido e / ou conquistado, ou pelo menos suficientemente restringido. No entanto, quando isso não ocorre, o ser vivo pode ser condenado, consumido pelo inimigo microbiano dentro.
Durante a primeira metade do século XX, desenvolveram-se dois tipos principais de terapias que englobavam a remoção de um invasor de um “refúgio seguro” no ser e a sua reinjeção em tecidos onde uma resposta adequada poderia ser obtida – auto-hemoterapia e vacinas autógenas.
Desde o início do século XX, tanto a auto-hemoterapia como a terapia de vacina autógena (esta última muitas vezes associada à remoção de focos orais infectados) foram relatadas como úteis em uma vasta e comum gama de condições de doença.
Tratamento através de sangue…
Cerca de meados do século 20, em grande parte na sequência da era da droga-droga-mania que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, ambos caíram um pouco fora de moda, embora elementos essenciais de ambos são encontrados em práticas médicas contínuas.
O procedimento evoluiu em parte da tradição de “terapia sérica” de Kitasato e von Behring, que envolveu soro “imunizado” injetado intravenosamente e uma presumível transferência passiva de imunidade ao paciente. Ao longo do caminho, alguém tentou o soro de uma mãe, e outros, incluindo Spiethoff, usaram o próprio soro do paciente.
Assim, enquanto a auto-hemoterapia, desde o início, foi agrupada com “soroterapia”.
Benefício da auto-hemoterapia
O benefício da auto-hemoterapia não depende de fornecer certos elementos faltos, mas de um princípio mais amplo que inclui o soro do indivíduo . Tal “princípio mais amplo” poderia logicamente abarcar o que está subjacente à ação da terapia vacinal autógena.
Enquanto a auto-hemoterapia como uma entidade distinta desfrutou de um período bem documentado de popularidade durante a primeira metade do século XX, período esse que é particularmente enfatizado aqui, também representa a culminação de um fio fundamental de tecelagem através das artes de cura por pelo menos alguns milênios.
quarta-feira, 18 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1970 - México
sábado, 14 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1966 - Inglaterra
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