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sábado, 20 de fevereiro de 2010

A crise do Palmeiras e a demissão de Muricy


A crise do Palmeiras e a demissão de Muricy


Por PAULO MASSINI*
O jornal "O Estado de S.Paulo" publicou, no dia 28 de dezembro de 2009, um estudo sobre a saúde financeira dos clubes brasileiros, referente ao ano de 2008, realizado pela Casual Auditores.
Confesso que fiquei surpreso com o resultado: o Palmeiras é o clube grande de São Paulo que tem a menor dívida, R$ 55 milhões.
O São Paulo deve R$ 143,2 milhões, o Santos R$ 134,2 e o Corinthians R$ 118,2.
Este é o problema palmeirense que reflete dentro de campo: má qualidade de gestão dos seus recursos.
O clube tem um estádio muito bem localizado, dois centros de treinamento, um clube de campo inútil, e o seu maior patrimônio, 15 milhões de torcedores.
Mesmo assim, os seus dirigentes não conseguem transformar os bons números, inclusive o da sua dívida em recursos financeiros para as devidas contratações.
Em janeiro de 2011 o Palmeiras complerá seis anos de gestão pós Mustafá Contursi e o resultado é ruim.
Luiz Gonzaga Beluzzo foi eleito presidente e trouxe com ele uma idéia de modernização, não só do futebol, mas também do clube social.
Até o momento a Arena Palestra não saiu do papel e a gestão do futebol sob o comando de Gilberto Cipullo e Toninho Cecílio cometeu muitos equívocos.
Começou com a contratação de Vanderlei Luxemburgo.
Um ex-técnico ainda em atividade e muito centralizador.
Luxa mandou contratar Edmilson e Mozart. Eles custaram R$ 500 mil reais por mês enquanto vestiram a camisa palmeirense inflacionando a folha de pagamento.
Com eles vieram outros:Jumar, Sandro Silva, Jeferson e Marcão.
Luxemburgo não fez questão de segurar o zagueiro Henrique, afinal ele tinha um substituto pronto para jogar.
Indicou e a direção contratou Gladstone.
Valdívia não queria sair, foi negociado a preço de banana porque Luxa acreditava que o chileno e Diego Souza não poderiam jogar juntos.
Kleber foi embora e o Palmeiras não fez o esforço devido para segurá-lo.
O presidente Beluzzo, renomado economista, mandou diminuir o orçamento do futebol em 30%.
Manda quem pode obedece quem tem juízo.
Com menos recursos, o torcedor do Palmeiras segue sendo iludido com as promessas de Kleber, Valdívia e outros nomes.
Quando Beluzzo demitiu Luxemburgo e arrumou a casa com Jorginho, o título brasileiro estava próximo.
Nova mudança de rumos com a contratação de Muricy Ramalho.
O time caiu de produção também pela falta de planejamento do elenco
O técnico no momento decisivo, não encontrou substitutos para Pierre, Cleiton Xavier e Maurício Ramos que se machucaram.
O resultado vocês já sabem qual foi: Muricy Ramalho demora muito para acertar os times que dirige.
Não teve e não terá este tempo no Palmeiras, pois foi demitido e levou com ele o gerente de futebol Toninho Cecílio.
Mais uma multa para a surrada folha de pagamento.
Muricy tem responsabilidade na queda do time em 2009 e no futebol ruim deste início de temporada.
No tempo em que permaneceu deixou claro, honesto como sempre foi, que não queria jogador meia boca da Traffic e afastou Marquinhos e outros.
Na base abriu diálogo com os técnicos do Junior e do Palmeiras B, aproveitou Gualberto que estava de saída , João Arthur e Gabriel Silva bons jogadores e no final perdeu a guerra fria com o Cipullo.
Como já vimos os dirigentes da Sociedade Esportiva Palmeiras não conseguem transformar em recursos, seja humano ou financeiro, os seus valiosos bens.
Estádio próprio e bem localizado, a menor dívida dos grandes times de São Paulo, dois centros de treinamento, um clube social e outro de campo totalmente inútil, além do seu maior capital, os 15 milhões de torcedores ávidos por uma gestão decente e competente.
Ainda há tempo para correção de rumos.
Este grupo que comanda o futebol hoje, denominado MUDA PALMEIRAS, que nasceu com a marca da esperança de reorganização de um clube e de luta contra a tirania, precisa refletir, se unir e agir com inteligência e rapidez, para que o mal e seus asseclas mustafianos não retornem como um tsunami.
Mama mia!
*Paulo Massini é comentarista da Rede CBN de rádio.

SELEÇÃO BRASILEIRA

A Edição do meu blog agora vai se chamar ACONTECE, falaremos das atualidades e tudo o que esta contecendo de mais importante, como estamos no ano de copa do mundo, eu vou falar hoje sobre a seleção brasileira, a imagem que temos da seleção da ultima copa, de 2006, é extremamente negativa.
Quatro anos após o fiasco da Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, quando aseleção brasileira foi eliminada pela França, nas quartas de final da competição, o atacante Robinho, do Santos, garante que a equipe canarinho chegará muito mais bem preparada para a Copa de 2010, na África do Sul. O Mundial começa no dia 11 de junho. O Brasil estreia dia 15, contra a Coréia do Norte. 
E Robinho tem autoridade para dar a sua opinião sobre esse assunto polêmico. Afinal, era um dos caçulas do grupo de 2006 e, agora, é titular absoluto do técnico Dunga. Consegue estabelecer a comparação. Em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM e à Rádio Globo, nesta sexta-feira à tarde, no CT Rei Pelé, o Rei das Pedaladas afirmou que, em 2006, o time chegou à Alemanha mal preparado fisicamente. 

- Agora, é diferente. O grupo está fechado, focado e bem preparado. O Dunga conseguiu isso. Quando a seleção brasileira está unida, fica muito difícil de ser batida. Os erros de 2006 não serão cometidos - afirma o jogador. 

Um ponto bastante criticado na Copa de 2006 foi a badalação. Os treinos abertos em Weggis, na Suíça, onde a seleção se preparou, transformaram-se em eventos confusos, tumultuados inclusive com invasão de campo. Para Robinho, o assédio hoje em dia está mais controlado, mas ele não acha que esse questão tenha sido responsável pela queda da equipe na Alemanha. 

- Seleção brasileira é assim mesmo, arrasta muita gente. Não acho que isso tenha atrapalhado tanto, a gente se acostuma. Para mim, o maior problema mesmo foi que não estávamos tão bem preparados para a disputa de uma Copa do Mundo. Trata-se de um torneio curto, com sete jogos. Por isso, o principal fator é físico mesmo. Temos de chegar inteiros. 

Ronaldinho Gaúcho 

Robinho é fã do meia do Milan, faz muitos elogios ao gaúcho, mas não se mete a fazer lobby pela convocação do jogador. 

- Olha, o Ronaldinho é um craque, gosto muito dele. Agora, quem decide é o Dunga, né? Ele é quem tem de convocar.
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