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Juninho Pernambucano

quarta-feira, 14 de junho de 2017

FORA CRACOLÃNDIA

O ator Fábio Assunção está tentando criar um grupo composto por artistas e ativistas para levar críticas ao prefeito João Doria (PSDB-SP) por conta das atitudes do governo municipal na região da Cracolândia. As informações são da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. "Se a gente só polarizar com ele, não vamos conseguir nada", contou Fábio à coluna, ressaltando a necessidade de estar aberto ao diálogo para tentar contornar a situação. O ator chegou a ter problemas com a dependência de drogas no passado, que o levaram a ficar sete anos afastado do mundo das novelas. Hoje em dia, porém, considera o assunto encerrado. Atualmente, a região chamada de Cracolândia em São Paulo vem chamando atenção por conta de ações realizadas pela Prefeitura para tentar combater o tráfico e consumo de drogas na região. Algumas das medidas fizeram com que o Ministério Público Estadual (MPE) e a Defensoria Pública destacassem o risco de uma "caçada humana". As polícias Civil e Militar realizaram por volta das 6h30 deste domingo (21) uma grande operação na região da Cracolândia, no Centro de São Paulo. O objetivo da ação é identificar pontos de venda de drogas, apreender entorpecentes e localizar e prender traficantes. A intenção da prefeitura e do governo estadual é limpar e revitalizar a Cracolândia, inclusive com a instalação de habitações populares. Mais de 500 policiais participam da operação, que começou a ser organizada nesta madrugada. Dois helicópteros das polícias OPINIÃO: DA PRA ENTENDER QUE AS PESSOAS QUE JA SE ENVOLVERAM OU AINDA SE ENVOLVE COM DROGAS VÃO SEMPRE DEFENDER, SABEMOS QUE VARIAS PESSOAS GANHAM MUITO COM DEPENDENTE DE DROGAS, TEM QUE ACABAR COM ISSO PRA MIM A CRACOLANDIA E O MUNDO SUJO E DEMOROU PRA QUE SE TOMASSE UMA ATITUTE AI VEM OS BONITINHOS DEFENDER TRAFICANTE USUARIOS DE DROGAS, E POR ISSO QUE NAO VAMOS PRA FRENTE. O Jornal da Record registrou a ousadia dos traficantes na Cracolândia, centro de São Paulo. Para não perder a venda, eles usam uma espécie de 'vale-crack'; um papel, comprado de um intermediário, que pode suar usado na troca pela pedra ou cachimbo. Além disso, como forma de pagamento, os criminosos aceitam até cartão de débito.

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