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domingo, 29 de janeiro de 2017

Associação Chapecoense de Futebol


Associação Chapecoense de Futebol (ACF) é um clube de futebol brasileiro, sediado na cidade de Chapecó, Santa Catarina. Foi fundado em 10 de maio de 1973, com o objetivo de restaurar o futebol na cidade de Chapecó. Sua origem está ligada ao fato de que, na década de 1970, a região possuía apenas alguns times amadores, sendo inexpressiva em relação ao futebol profissional. Com o propósito de reverter esta situação, alguns desportistas, jovens apaixonados pelo esporte, decidiram se reunir para criar um time de futebol profissional para a cidade. Entre os presentes nos primeiros encontros, destacam-se Alvadir Pelisser, Heitor Pasqualotto, Altair Zanella, representante do clube Independente, Lotário Immich e Vicente Delai, representantes do Clube Atlético de Chapecó. De maneira geral, pode-se dizer que a Associação Chapecoense, posteriormente um dos grandes do futebPara o deslocamento até a cidade de Medellin, onde seria disputada a primeira partida da final da Copa Sul-Americana de 2016, a equipe iria de Guarulhos para Santa Cruz de la Sierra a bordo de um voo comercial, depois seguiria de Santa Cruz de la Sierra até Medellin a bordo de um voo fretado pela companhia aérea boliviana LaMia. Porém, às 1:15 (UTC-2) do dia 29 de novembro de 2016, a aeronave de registro CP-2933 acidentou-se enquanto efetuava a aproximação para pouso no Aeroporto Internacional José María Córdova, próximo ao local conhecido como Monte Gordo, com 77 pessoas a bordo, incluindo jogadores, dirigentes e comissão técnica da Chapecoense, além de jornalistas.[22] As operações de resgate iniciaram-se imediatamente após o acidente, porém, logo no início da manhã, foi informado pelas equipes de resgate que 71 pessoas haviam morrido.[23] Apenas seis pessoas sobreviveram: os jogadores Alan Ruschel, Jakson Follmann e Neto, o jornalista Rafael Henzel, e os tripulantes Erwin Tumiri e Ximena Suarez.[24] Segundo as investigações preliminares, o acidente teria sido causado por uma pane seca, quando há falta de combustível nos tanques para serem bombeados aos motores, causando a parada dos mesmos.[25] A pane seca teria sido causada pelo planejamento incorreto do voo, já que a autonomia da aeronave era para 3000 quilômetros, enquanto o trajeto tinha 2 975 quilômetros, tendo uma margem de apenas 25 quilômetros, considerada baixíssima na aviação.[26] Tributo pelas vítimas do Voo 2933 na Arena Condá. O acidente causou comoção nacional e internacional. Grandes equipes, como Real Madrid e Barcelona, respeitaram um minuto de silêncio antes dos seus respectivos treinos no dia 29 de novembro.[27] A Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) cancelou a final da Copa Sul-Americana de 2016.[28] A Confederação Brasileira de Futebol adiou por uma semana a segunda partida da final da Copa do Brasil e a última rodada do Campeonato Brasileiro.[29] O presidente do Brasil Michel Temer decretou luto oficial no Brasil de três dias logo após a notícia do acidente.[30] Por todo o mundo, os principais jornais imediatamente repercutiram o acidente, bem como as principais redes de notícia de todos os países; logo redes como CNN e BBC e jornais como The New York Times, El País e Le Monde passaram a cobrir a tragédia.[31] Já na manhã do dia 29, as redes sociais da mesma forma exibiram reações que de forma unânime manifestavam apoio às vítimas da tragédia. Em suas contas pelo Twitter, os atletas Pelé, Maradona, Messi e Neymar Jr., entre muitos outros, manifestaram pesar e solidariedade; os times de futebol de todo o mundo também usaram este meio para expressar o luto e apoio ao time brasileiro e às famílias das vítimas, além de suas páginas oficiais.[32] Logo hashtags como "#forçachape" ou "#fuerzachape" se tornaram as trending topics em todo o mundo e o vídeo que exibia a equipe rezando unida tornou-se o mais compartilhado. A equipe contra quem jogaria a Chapecoense, Atlético Nacional, imediatamente também manifestou sua solidariedade e a intenção de ceder o título ao adversário vitimado.[33] No mesmo dia do acidente, dirigentes do Atlético Nacional enviaram um pedido formal à CONMEBOL pedindo que o título da Copa Sul-Americana de 2016 fosse entregue para a Chapecoense:[34] “ O Atlético Nacional pede para a Conmebol que o título da Copa Sul-Americana seja entregue à Associação Chapecoense de Futebol como louro honorário pela sua grande perda e em homenagem póstuma às vítimas do fatal acidente que deixa o nosso esporte de luto. Da nossa parte, e para sempre, a Chapecoense é a campeã da Copa Sul-Americana.[35] ” — Atlético Nacional da Colombia, 02 de Dezembro 2016. No dia 30 de novembro, no horário que seria disputada a Final da Copa Sul-Americana, o canal Fox Sports 1 entrou em silêncio no período que estava reservado para a transmissão do jogo. A tela ficou toda preta em sinal de luto, com a hashtag #90minutosdesilencio e um cronômetro para marcar o tempo que a cobertura da partida duraria.[36] No Twitter um usuário simulou uma partida intitulada "Final dos sonhos" e o assunto ficou entre um dos mais comentados nos trending topics na rede.[37] Neste mesmo dia, no estádio Atanasio Girardot, a equipe do Atlético Nacional organizou uma homenagem aos mortos no acidente, no mesmo horário em que seria disputada a partida de ida da final. Em 5 de dezembro, os dirigentes da CONMEBOL reuniram-se por teleconferência e decidiram declarar a Chapecoense campeã da Copa Sul-Americana de 2016. Além do título, a equipe conquistou uma vaga na Copa Libertadores da América de 2017 e irá disputar o título da Recopa Sul-Americana de 2017 contra o próprio Atlético Nacional, que conquistara a Copa Libertadores da América de 2016. Reconstrução (2016–presente)[editar | editar código-fonte] Duas semanas após o acidente, a equipe da Chapecoense iniciou os esforços de reconstrução do clube, obtendo jogadores diversos clubes brasileiros, que emprestaram ou negociaram os atletas. Entre os novos jogadores, estão o goleiro Elias, emprestado pelo Juventude,o zagueiro Douglas Grolli, emprestado pelo Cruzeiro,[42] e o atacante Rossi, vendido pelo Goiás,] além da contratação do técnico Vagner Mancini.[44] No início de 2017, eram 15 os reforços contratados pela Chapecoense. Títulos[editar ol catarinense, surgiu da união dos clubes Atlético Chapecó e Independente.

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