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segunda-feira, 5 de maio de 2014

É possível manter a vida sexual ativa após perder o pênis, dizem médicos


A amputação total do membro pode ser resolvida com uma neofaloplastia, ou seja, a criação de um novo tubo peniano com pele da região lombar, por exemplo Desde que não tenha afetado órgãos vitais ou provocado complicações infecciosas graves, uma amputação peniana não oferece risco de morte e, ao contrário do que o senso comum indica, não inviabiliza uma vida relativamente normal. Situações como essas geralmente estão relacionadas com problemas de saúde, como o câncer de pênis. Porém, o problema também pode ser resultado de acidentes e até de atos criminosos. Recentemente, com a prisão da suposta mandante do crime, veio à tona o caso de um homem que teve o pênis decepado em 2002. Contrariada com o rompimento do noivado, a ex-noiva da vítima teria encomendado a mutilação, segundo acusações. Independentemente do fator causador, uma amputação total do membro pode ser resolvida com uma neofaloplastia, que consiste na criação de um novo tubo peniano, com retalhos de antebraço ou de pele da região lombar, explica o urologista e andrologista Paulo Egydio, especialista em cirurgia reconstrutiva urogenital que atua no hospital Sírio-Libanês. A uretra também é refeita cirurgicamente e, dependendo do caso, possibilitará até que o paciente continue urinando em pé. Em outros casos, o indivíduo terá de fazer isso sentado. Quanto à manutenção da vida sexual, o especialista explica que em uma segunda cirurgia é possível inserir uma prótese peniana para possibilitar firmeza e viabilizar uma penetração com o novo pênis. Dependendo das condições, tanto o prazer sexual como o orgasmo podem ser alcançados com a estimulação erótica da região genital residual, formada pelo escroto, testículo e região perineal. Com técnicas de reprodução assistida, mesmo a geração de filhos não está descartada. veja mais em:

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