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MANÉ GARRINCHA

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O CARTEIRO E A LOIRA

Muito cuidado se você for casado com Loira.
Era o último dia de Rubens como carteiro.
Após 35 anos de serviço ele levava as correspondências por toda vizinhança
e tratava a todos de uma forma bastante carinhosa.

Quando chegou na primeira casa de sua rota, foi recebido pela família que
ali estava. Todos gritavam seu nome, e ainda presentearam-no com uma
linda camisa.

Na segunda casa, presentearam-no com uma caixa de charutos finos.

A família da terceira casa entregou-lhe uma caixa com iscas para pesca.

Na quarta casa foi recebido na porta por uma loira deliciosa, vestida com
uma camisola transparente e minúscula.

Ela segurou sua mão, gentilmente fechou a porta, colocando-o para dentro,
subiu as escadas em direção ao quarto e transou com ele de uma forma que
ele jamais tinha experimentado.

A mulher fazia de tudo, literalmente tudo, realmente parecia insaciável.

Quando ele já não agüentava mais, os dois desceram para a cozinha, onde
ele foi novamente surpreendido com um café gigante: frutas, geléias,
bolos, pães e um suco de laranja.

Quando estava saciado, a loira ofereceu-lhe um copo de café expresso.
Enquanto ela preparava, ele percebeu uma moeda de 25 centavos ao lado da
xícara.

Tudo isso foi tão maravilhoso, mas por que a moeda de 25 centavos,
perguntou o carteiro?

Bem, ontem à noite, eu avisei ao meu marido que hoje era seu último dia
de trabalho, e que nós deveríamos fazer algo especial pra você.

Perguntei o que deveríamos lhe dar e ele disse:

- Fode com ele: Dá um a moeda de 25 centavos!

- Mas o lanche foi idéia minha!

VIVA AS LOIRAS!

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