quarta-feira, 8 de maio de 2013
Especialistas criticam uso de armas de guerra na caçada a Matemático no Rio
terça-feira, 7 de maio de 2013
DIVÓRCIO
Arnaldo Jabor.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Globo e seus Absurdos!!!
Aisha que Aishou sua família biológica ficou frustrada ao saber que elas moram em uma favela ... Mas em uma outra ocasião teve orgulho ao saber que iria encontrar suposta mãe (Wanda) em uma cadeia , sabendo que era uma pessoa perigosa que usava mais de três nomes falsos , pagou sua fiança , deu dinheiro a ela e ficou muito feliz com isso! Ou seja ... Uma menina estudada , culta e inteligente e do bem, fica orgulhosa com uma mãe bandida , e frustrada com uma mãe humilde!!!
REDE GLOBO E SEUS VALORES INVERTIDOS!!!
domingo, 5 de maio de 2013
Anatel multa TIM
sábado, 4 de maio de 2013
Facebook diz que irá apagar vídeos de decapitação
O Facebook disse que irá apagar vídeos de decapitações que estão sendo compartilhados na rede social, reavaliando sua política que afirma que este tipo de conteúdo é aceitável no site.
"Nós removeremos vídeos como esse que são denunciados a nós, enquanto avaliamos nossa política e nossa abordagem a esse tipo de conteúdo", disse a empresa em comunicado enviado ao G1.
A mesma resposta foi enviada mais cedo à agência de notícias AFP.
A decisão divulgada na quarta-feira (1º) mostra que o Facebook voltou atrás em sua decisão de manter vídeos com violência explícita nas páginas da rede social, afirmando que este conteúdo "não viola as políticas da rede social".
A mudança de posicionamento do Facebook ocorreu depois de que um membro da comissão de segurança da rede social criticou a decisão do site de manter este tipo de conteúdo, diz reportagem da rede britânica "BBC".
O Instituto de Segurança On-line da Família dos Estados Unidos (Fosi, na sigla em inglês) divulgou um comunicado que afirma que este tipo de material de violência explícita "passou dos limites", informa a "BBC".
quando um vídeo de uma mulher decapitada se espalhou pela rede social, que não o retiraria do ar porque as pessoas que comentam e compartilham o vídeo estão fazendo isso "para condená-lo".
O vídeo, contudo, foi retirado do ar no dia 27 de abril pelo Facebook. "Analisamos o vídeo denunciado. Como ele viola nossos Padrões de comunidade em violência gráfica, incluindo sinais de danos a alguém ou a algo, ameaçadas à segurança pública ou roubo e vandalismo, foi removido. Informaremos (...) de que o vídeo dele foi removido, mas não divulgaremos quem o denunciou. O Facebook nunca divulga o nome de quem enviar uma denúncia”, dizia a mensagem.
Na ocasião, o Facebook disse que "da mesma forma como programas jornalísticos na televisão usam imagens inquietantes mostrando atrocidades, as pessoas podem compartilhar vídeos inquietantes no Facebook com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre ações ou causas".
O que pode e o que não pode
Segundo os termos de direito e responsabilidades do Facebook, a rede social está autorizada a remover qualquer conteúdo que infrinja os direitos autorais de alguém. Os usuários estão proibidos ainda de publicar conteúdo que "contenha discurso de ódio, seja ameaçador ou pornográfico; incite violência; ou contenha nudez ou violência gráfica ou desnecessária".
É vedado também aos usuários publicarem conteúdo que "infrinja ou viole os direitos alheios ou a lei", informações financeiras confidenciais de ninguém no Facebook e que contenham quaisquer atos ilegais, equivocados, maliciosos ou discriminatórios.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
exposição "Sonhos e Pesadelo"
"Quando é que as artes visuais ganham espaço na primeira página dos grandes jornais? Quando alguma exposição de escala monumental uma mostra de Rodin ou Picasso ou a Bienal de São Paulo chega à cidade, talvez? Contanto que não hajam outros assuntos prementes a noticiar, certamente. Pois uma intervenção do artista estampou a primeira página no mesmo dia da quebra da Bolsa de Nova York, em 2008. Neste trânsito sem precedentes entre a primeira página e os cadernos de cultura, cidades e política dos grandes veículos de comunicação reside a prática artística singular de Srur.
Uma prática tão difícil de rotular quanto a de Nelson Leirner, que foi celebremente definida pelo crítico Tadeu Chiarelli como "arte e nãoarte", devido ao uso prosaico que o artista faz de objetos banais do universo do consumo e que possibilita, no limite, que qualquer pessoa faça obras de arte idênticas às de Leirner. Srur flerta abertamente com este limite entre arte e nãoarte. Prova disso é seu livro, recémpublicado, Manual de Intervenção Urbana, que oferece ao leitor um retrato honesto e detalhado de cada um de seus projetos como a sugerir "você também pode fazer igual". Outrora marcados por uma visão pictórica da intervenção urbana, como se transpusesse do suportetela para o suportecidade seu entendimento do mundo (como em Acampamento dos Anjos, Caiaques, Pets, ou no laranja típico de Sobrevivência e A Arte Salva), os trabalhos cada vez mais parecem buscar o anonimato característico das metrópoles.
O próprio vocabulário de Srur, convocado a explicar reiteradamente a burocratas (para obter autorizações) e diretores de marketing (para conseguir patrocínio) seus projetos e melhores intenções, se adaptou plenamente à filosofia de aproximar arte e vida urbana. Nada de discursos grandiloquentes e carregados de jargões do campo da arte. Ele fala em "reciclagem do olhar", em "ativar as áreas inertes da cidade" ou em "chamar a atenção para o que se tornou invisível".
Atualmente, seguir Eduardo Srur pelo centro de São Paulo é como estar escoltada pelo dono da cidade. Ele conhece todos os caminhos, todos os códigos e todas as contravenções necessárias. É na região central que acontece sua mais recente tomada de assalto à cidade porque todas as intervenções de Srur têm um pouco esse sabor de "a vida era assim até que, um belo dia, a cidade amanheceu diferente". Utopicamente, servem a um belo propósito, mas como é constitutivo da arte não servem para nada.
Seus moinhos de vento, Srur instala desta vez na região mais devastada e desolada da capital: a Cracolândia. A obra Cataventos produz energia eólica, que alimenta, por sua vez, um mecanismo que faz o objeto mudar de cor. Espécie de tautologia em forma de escultura, a energia se consome a si mesma, em outras palavras. Porém, do ponto de vista simbólico, o artista quer que um tal campo de força criativa contamine positivamente o entorno do terreno destinado a, um dia, sediar um complexo cultural. Na estação Júlio Prestes, ali perto, o artista instalou 50 bicicletas suspensas, como que alçando voo em direção a uma realidade menos bruta do que a do entorno da construção à la Luís XIV. A dez minutos a pé das duas intervenções, como que desassociada das outras mais anônima, portanto uma obra assombra o Vale do Anhangabaú, talvez a mais realista de todas. O já etmologicamente assombrado local vê irromper do subterrâneo um farol negro: o pesadelo metropolitano da população de ratos, com a qual as pessoas compartilham a cidade, emerge do chão para cobrir esse farol desprovido de luz, que não organiza nem serve de alento a ninguém.
O que, de qualquer maneira, estas três intervenções como todas as da carreira de Srur alcançam, mesmo sem almejálo, é uma existência em tudo oposta à dos monumentos públicos. Em vez de permanentes, são breves. Em lugar de impor ao cidadão uma versão altamente ideológica dos fatos históricos, são experimentadas como alternativas poéticas abertas a interpretações variadas que são. Em vez de cristalizar e apaziguar um determinado conflito, são lampejos disruptivos da complacência e do anestesiamento urbano."
Juliana Monachesi 14 Abril 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Uma noite eu tive um sonho.
Sonhei que estava andando na praia com o Senhor
e através do Céu, passavam cenas da minha vida.
Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados
dois pares de pegadas na areia;
Um era meu e o outro do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou
Diante de nós, olhei para trás, para as pegadas
Na areia e notei que muitas vezes, no caminho da
Minha vida havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também, que isso aconteceu nos momentos
Mais difíceis e angustiosos do meu viver.
Isso entristeceu-me deveras, e perguntei
Então ao Senhor.
"- Senhor, Tu me disseste que, uma vez
que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre
comigo, todo o caminho mas, notei que
durante as maiores atribulações do meu viver
havia na areia dos caminhos da vida,
apenas um par de pegadas. Não compreendo
porque nas horas que mais necessitava de Ti,
Tu me deixastes."
O Senhor me respondeu:
"- Meu precioso filho. Eu te amo e
jamais te deixaria nas horas da tua prova
e do teu sofrimento.
Quando vistes na areia, apenas um par
de pegadas, foi exatamente aí que EU,
nos braços...Te carreguei."
quarta-feira, 1 de maio de 2013
História do Dia do Trabalho
horas de trabalho.
Reproduzida da Revista da Semana

Manifestação operária em 1919 no Rio de Janeiro
No ano seguinte, milhões de trabalhadores da Alemanha, Áustria, Hungria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Grã-Bretanha, Itália e Suíça fizeram valer as decisões do Congresso de 1889. O dia 1º de maio foi marcado por uma greve geral, onde os operários desfilaram pelas ruas de suas cidades para mostrar apoio à causa trabalhista. O dia passou a ser chamado de “Dia do Trabalho” e passava a comprovar o poder de organização dos trabalhadores em âmbito internacional. Dia do Trabalho no Brasil A chegada dos imigrantes europeus ao Brasil trouxe ideias sobre princípios organizacionais e leis trabalhistas, já implantadas da Europa. Os operários brasileiros começaram a se organizar. Em 1917 aconteceu a Greve Geral, que parou indústria e comércio brasileiros. A classe operária se fortalecia e, em 1924, o dia 1º de maio foi decretado feriado nacional pelo presidente Artur Bernardes. Mesmo tendo sido declarado feriado no Brasil, até o início da Era Vargas o 1º de maio era considerado um dia de protestos operários, marcado por greves e manifestações. A propaganda trabalhista de Getúlio Vargas habilmente passou a escolher a data para anunciar benefícios aos trabalhadores, transformando-a em “Dia do Trabalhador”. Desta forma, o dia não mais era caracterizado apenas por protestos, e sim comemorado com desfiles e festas populares, como é até hoje. http://www.brasil.gov.br/
terça-feira, 30 de abril de 2013
Eu e o meu melhor amigo
Padre Fábio de Melo
segunda-feira, 29 de abril de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
SER FELIZ
Hoje eu quero ser feliz, quero ignorar quem não deixa eu me demonstrar, cansei de maquiagem , fachada não é comigo.
Quer saber? hoje eu quero dançar, pular, sem coreografia, quero cantar sem melodia.Hoje eu quero deixar de lado quem me questiona, e falar com meus inimigos, observar o lado criativo deles, suas qualidades e não mais seus defeitos. Quer saber mesmo? hoje que quero ser eu mesma, não quero mais disfarçar a minha pureza, é , sou pura, cresci mais continuo inocente, inocente de perigos, e ciente de consequencias.Hoje vou me importar menos com o que vão falar, vou me arrumar diferente, vou esperimentar novos estilos, novas tendencias. Hoje eu quero ser feliz, hoje eu quero minha independencia, hoje quero mudar.
Luciana
sábado, 27 de abril de 2013
Inversão de papéis na cama pode esquentar relações heterossexuais
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Simples é olhar pra um dia que se foi
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