Dizem por aí que uma pitada de ciúme faz bem. Não duvido disso. Na medida certa, o sentimento pode esquentar o relacionamento. Um pouquinho de ciúme revela cuidado, desejo, vontade, querer… Mostra que não quer perder, que se importa, que o outro é o seu bem maior.
Entretanto, diferente do ciúme existe a desconfiança. E a desconfiança não faz bem. Afasta, separa.
A desconfiança pode surgir por dois motivos. A primeira, quando o parceiro tem um comportamento que gera o sentimento. Ou seja, dá ou deu motivos. Quem sabe já tenha sido infiel, vive um relacionamento desapegado, perdeu o interesse em algum momento do romance. O segundo motivo é de ordem particular. Muito pessoal. Está na cabeça do desconfiado. Pode até ter uma razão externa: ter sido machucado, traído noutro relacionamento, por exemplo. Entretanto, não tem a ver com o parceiro atual. Não se curou. A insegurança é dele.
Esse sentimento é bastante perigoso. Geralmente, gera brigas, enfrentamentos e muita mágoa. O alvo da desconfiança pode fazer tudo, tentar mostrar-se confiável, fiel, mas nada põe fim ao problema. O sentimento está ali, corroendo a ambos. Os dois sofrem.
Outras vezes, a desconfiança se dá de maneira silenciosa. Pode não haver o confronto, mas existe a vigia constante. O desconfiado sente necessidade de ter as senhas do email, facebook, twitter e todas as redes sociais. Quer ver o extrato bancário. E o celular é objeto de constantes “investigações”.
Com ou sem brigas, a vítima sente-se acuada. Aos poucos, entristece e, por mais que ame o outro, vai se afastando. Passa a viver tenso, começa a ver fantasmas; acorda no meio da noite assustado. Tem medo até de si mesmo. Da pior maneira, descobre que não há graça naquelas crises. No início, talvez, até se sentia bem com as discussões motivadas por tanto “cuidado”. Entretanto, o tempo acaba roubando o “encanto” do que parecia ser inofensivo e revela o monstro da desconfiança que envenena o romance, tira a paz, a segurança, a felicidade do relacionamento.
Relacionamentos são baseados na confiança. Quando o laço é quebrado ou não existe, dificilmente se sustentam. Ainda que haja o desejo de tentar, de investir, enquanto houver dúvida, não haverá espaço para um amor pleno.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Quando a desconfiança mata o relacionamento
Dizem por aí que uma pitada de ciúme faz bem. Não duvido disso. Na medida certa, o sentimento pode esquentar o relacionamento. Um pouquinho de ciúme revela cuidado, desejo, vontade, querer… Mostra que não quer perder, que se importa, que o outro é o seu bem maior.
Entretanto, diferente do ciúme existe a desconfiança. E a desconfiança não faz bem. Afasta, separa.
A desconfiança pode surgir por dois motivos. A primeira, quando o parceiro tem um comportamento que gera o sentimento. Ou seja, dá ou deu motivos. Quem sabe já tenha sido infiel, vive um relacionamento desapegado, perdeu o interesse em algum momento do romance. O segundo motivo é de ordem particular. Muito pessoal. Está na cabeça do desconfiado. Pode até ter uma razão externa: ter sido machucado, traído noutro relacionamento, por exemplo. Entretanto, não tem a ver com o parceiro atual. Não se curou. A insegurança é dele.
Esse sentimento é bastante perigoso. Geralmente, gera brigas, enfrentamentos e muita mágoa. O alvo da desconfiança pode fazer tudo, tentar mostrar-se confiável, fiel, mas nada põe fim ao problema. O sentimento está ali, corroendo a ambos. Os dois sofrem.
Outras vezes, a desconfiança se dá de maneira silenciosa. Pode não haver o confronto, mas existe a vigia constante. O desconfiado sente necessidade de ter as senhas do email, facebook, twitter e todas as redes sociais. Quer ver o extrato bancário. E o celular é objeto de constantes “investigações”.
Com ou sem brigas, a vítima sente-se acuada. Aos poucos, entristece e, por mais que ame o outro, vai se afastando. Passa a viver tenso, começa a ver fantasmas; acorda no meio da noite assustado. Tem medo até de si mesmo. Da pior maneira, descobre que não há graça naquelas crises. No início, talvez, até se sentia bem com as discussões motivadas por tanto “cuidado”. Entretanto, o tempo acaba roubando o “encanto” do que parecia ser inofensivo e revela o monstro da desconfiança que envenena o romance, tira a paz, a segurança, a felicidade do relacionamento.
Relacionamentos são baseados na confiança. Quando o laço é quebrado ou não existe, dificilmente se sustentam. Ainda que haja o desejo de tentar, de investir, enquanto houver dúvida, não haverá espaço para um amor pleno.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
A formaçao de feiras livres
Este foi o estímulo à expansão, que fez com que os produtos do Extremo Oriente fossem distribuídos via mediterrâneo com grandes lucros, tais como especiarias, perfumes, jóias e sedas, muito procurados em tal época.
A abertura para o Oriente fez com que os grandes comércios fossem implementados fundamentalmente nas cidades de Veneza, Gênova e Pisa; e, desta forma, aumentando a concorrência entre os vendedores da época das grandes aventuras em busca de compra e vendas de produtos supérfluos e necessários, nos longínquos pontos da terra. Com a missão dos mercadores da Idade Média, estimulou-se a transação de compra e venda, e por extensão, a formação das feiras, envolvendo drogas, musselinas, sedas, especiarias e tapetes, expostos em feiras livres. Nesta estrutura comercial, determinam-se os preços pelas forças competitivas do mercado, surgindo lentamente a concorrência entre os comerciantes medievais.
Na Bíblia Cristã notam-se sinais de feiras já no período em que Jesus Cristo viveu na terra, pois mesmo reconhecendo a fúria do Senhor, verifica-se a existência já naquele período histórico, a presença dos mercadores como coloca MARCOS[2] (11:17) quando diz que
chegaram a Jeruzalém, e, entrando no templo, começou a expulsar os que ali vendiam e compravam; derrubou as mesas dos cambistas e os bancos dos vendedores de pombos, e não permitia que se transportasse qualquer objeto através do templo.
Isto são sinais fortes da influência das feiras convencionais, fundamentalmente, as livres, na formação da era comercial dos tempos hodiernos e que aos poucos estão desaparecendo, lastimavelmente.
Os ingênuos comerciantes do início da era cristã buscavam negociar seus excedentes e conseguir os produtos que lhes faltavam. Todavia, como ponto mais movimentado do povoado ou cidade onde viviam, escolheram a igreja, por ser um lugar de maior fluxo; e, conseqüentemente, maior possibilidade de vendas de seus produtos, Lá era negociado todo tipo de produto que a população necessitava, foi quando apareceu Jesus CRISTO, e expulsou-os bravamente, porque ali era casa de orações e não feiras livres, causando as maiores badernas em frente da casa do Senhor. Além do evento comercial, obviamente, aconteciam outros fatos obscenos que não eram do agrado do líder dos cristãos.
Retornando a Idade Média, observa-se a importância das feiras, num pedido da população de Poix ao Rei, para o funcionamento de um mercado semanal, e duas feiras; e, eis o que respondeu o Rei:
recebemos a humilde petição de nosso querido e bem amado Jeham de CRÉQUY, Senhor de Canaples e de Poix... informando-nos que a mencionada cidade e arredores de Poix estão localizados em terreno bom e fértil, e a mencionada cidade e arredores são bem construídos e providos de casas, povo, mercadores, habitantes, e outros, e também lá afluem, passam e tornam a passar, muitos mercadores e mercadorias das vizinhanças e outras regiões, e isto é requisito, e necessário à realização das duas feiras anuais e um mercado cada semana... Por essa razão é que nós... criamos, organizamos e estabelecemos para a mencionada cidade de Poix... duas feiras por ano e um mercado por semana.
Como se observa, as autoridades tinham grande interesse quanto a colocação de feiras em suas regiões, porque, em verdade, aumentaria o fluxo de recursos para aquele ambiente, como da mesma forma se negociariam os da própria localidade.
Por isso, ao pensar em mercados, fala-se em feiras. Disto surge uma diferença entre estes dois pontos de análise, qual será?
os mercados eram pequenos, negociando com os produtos locais, em sua maioria agrícola. As feiras, ao contrário, eram imensas, e negaciavam mercadorias por atacado, que provinham de todos os pontos do mundo conhecido. A feira era o centro distribuidor onde os grandes mercadores, que se diferenciavam dos pequenos revendedores errantes e artesãos locais, compravam e vendiam as mercadorias estrangeiras procedentes do Oriente e Ocidente, Nordeste e Sul
cujo pensamento foi extraído dos comentários de Leo HUBERMAN (1959) [3] que trabalhou esta questão com muita eficiência e propriedade.
Ainda com este autor[4] faz-se referência a uma das mais importantes feiras, com a seguinte conclamação de 1349, sobre as feiras de Champagne; pois,
todas as companhias de mercadores e também os mercadores individuais, lianos, transalpinos, florentinos, milaneses, luqueses, genoveses, venesianos, alemãs, provençais e os de outros paises, que não pertencem ao nosso reino, se desejarem comerciar aqui e desfrutar os privilégios e os impostos vantajosos das mencionadas feiras... podem vir sem perigo, residir e partir - eles, sua mercadoria, e seus guias, com o salvo-conduto das feiras, sob o qual os conservamos e recebemos, de hoje em diante, juntamente com sua mercadoria e produtos, sem que estejam jamais sujeitos a apreensão, prisão ou obstáculos, por outros que não os guardas das feiras.
É importante salientar que as feiras, desde os tempo das verdadeiras feiras livres, os governos, ou mandatários de uma localidade incentivavam aos participantes das feiras para conseguirem seus benefícios.
Nos tempos modernos, as feiras têm diversificado ao máximo possível o seu lastro de comércio, possuindo desde produtos sofisticados até mínimas coisas que a classe mais pobre precisa. As feiras constituem realmente o princípio fundamental que define mercado e como já se viu anteriormente, serem diferentes, contudo, hoje se confundem. Numa abordagem econômica, as feiras constituem um ponto de encontro entre compradores e vendedores para trocarem seus produtos, se bem que hoje em dia, dadas as concentrações oligopolísticas e cartelizações, as feiras que hoje coincidem com os mercados, passam a ser apenas um contexto, por causa dos meios de comunicação.
O que se nota nos tempos modernos, não são as feiras tradicionais ingênuas; mas, as grandes bienais, que constituem as feiras mais sofisticadas ou uma maneira de preservar os primeiros modos de formação dos preços. Paralelamente com as bienais, existem também as exposições de animais, muito comuns no mundo inteiro, que buscam claramente, os grandes comércios de animais e produtos agrícolas situados particularmente, nos interiores dos Estados brasileiros. No Nordeste, por exemplo, são famosas as feiras de gado de Feira de Santana, a feira de Caruaru, cantada em prosa e versos, as feiras de gado da Paraíba que originaram muitas cidades do interior nordestino, especificamente.
Inegavelmente, as feiras contribuíram para o desenvolvimento e até mesmo da formação dos mercados, quer seja oligopolístico ou mesmo monopolístico; e, neste sentido, é que se ver o desaparecimento das tradicionais feiras que determinam preços ingenuamente, entre compradores e vendedores. A falência das feiras é devido ao que previu MARX, já no século XVIII, o poder de concentração e centralização da economia industrial, tornando os ricos mais ricos e os pobres mais pobres. Portanto, o movimento voluntário entre compradores e vendedores é a melhor forma do mercado atender a todos, sem prejuízo de alguém; mas, com ganhos para todos os agentes participativos da economia.
No mundo dos oligopólios, as feiras livres ficam no segundo plano do convívio comercial, tendo em vista que, o que predomina hoje em dia é a formação de supermercados. Os supermercados substituem as feiras livres e até mesmo, o comércio natural da cidade, ao se considerar que tudo que se busque para o dia-a-dia do ser humano, encontra-se nos supermercados. Dentro deste complexo de comércio existem as subdivisões que funcionam como empresas individualizadas, com todas as funções próprias e independentes, trabalhando a sua própria realidade. Portanto, nesta estrutura de mercado já não existe a pichincha (pedir para baixar os preços) e nem a competição acirrada na busca de conseguir consumidores, como no mercado livre.
terça-feira, 29 de julho de 2014
A VIDA ANTES
Chorei por não ter sapatos de marca, mas vi um homem agradecendo a Deus mesmo sem ter pés.
Queixo-me por Deus não ter me dado olhos azuis, mas vi um cego dando graças a Deus pela luz que ilumina um novo dia.
Fico com raiva quando caminho e me canso, mas vejo muitos cadeirantes felizes nas suas cadeiras de rodas.
Tenho preguiça de me levantar da cama,enquanto existem pessoas lutando para sair de uma cama de hospital.
Parei para refletir e vi que devemos agradecer por cada coisa que temos seja ela nos momentos maus ou bons. Porque existem pessoas passando por dificuldades maiores na vida..
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Espécie rara de peixe ornamental se reproduz em cativeiro no Pará
14 filhotes de Acari Zebra nasceram no Pará medindo pouco mais de 1 centímetro (Foto: Divulgação / Norte Energia)
Filhotes de Acari Zebra nasceram em cativeiro neste mês de julho no laboratório ambiental da Norte Energia, que fica em Vitória do Xingu, sudeste do Pará. Os animais da espécie Hypancistrus zebra habitam águas rasas da região do Xingu e, de acordo com o Instituto Chico Mendes, a espécie é vulnerável à extinção: os peixes são ameaçados pela destruição do habitat provocada pelo garimpo e desmatamento, além da captura indiscriminada pela sua beleza, já que a espécie é considerada ornamental.
Pesquisadores vão acompanhar desenvolvimento dos animais (Foto: Divulgação / Norte Energia)
domingo, 27 de julho de 2014
5 alimentos que previnem o câncer de próstata.
A vitamina E é uma substância quimioprotetora e pode ser encontrada em vários tipos de alimentos como gérmen de trigo, óleo de soja, arroz, algodão, milho, entre outros. Por exemplo, um estudo realizado com homens finlandeses mostrou uma redução significativa de câncer de próstata nas pessoas que receberam essa vitamina.
Por que a alimentação é importante?
Existem alimentos que são comprovados por meio de estudos científicos que atuam na prevenção contra o câncer de próstata e muitos outros tipos. Além disso, eles podem ajudar durante o tratamento convencional. Mas a pessoa precisa saber consumir, sendo que são necessárias porções diárias de frutas, verduras e legumes.
A alimentação saudável destes alimentos protetores precisa virar hábito e fazer parte da rotina. Além de auxiliar na proteção conta o câncer, uma dieta equilibrada contribui para a prevenção de diabetes, hipertensão arterial e outros tipos de câncer, além do de próstata.
Quais são os alimentos importantes?
Tomate: ele contempla uma substância chamada de carotenoide licopeno, que atua na proteção do câncer de próstata.
Brócolis: esta verdura contém um tipo de enxofre denominado “sulfrofano”, que atua nos danos celulares e desta forma fornece a proteção.
Linhaça e soja:
agem no controle da dosagem da testosterona.
Azeite:
ele atua devido à presença de ácido oleico, que é uma substância anticancerígena. Por isso, não se esqueça de temperar a sua salada com muito azeite!
Mamão e melancia:
contemplam o carotenoide licopeno.
Alimentos que devem ser evitados!
Existem alimentos que não podem faltar no cardápio, mas têm outros que devem evitar ser consumidos como açúcar e todos os outros tipos de adoçantes, batatas, arroz branco, massas, produtos alimentares refinados, óleos refinados, fast food, gorduras saturadas, café e álcool.
Incidência do câncer de próstata.
No Brasil, o câncer de próstata é considerado o segundo mais comum entre os homens e o sexto comum no mundo mais prevalente no sexo masculino. De acordo com informações do INCA, a maioria deste tipo de câncer atinge homens com mais de 65 anos, sendo caracterizado com um crescimento silencioso e lento.
Por isso, é fundamental que as pessoas tenham o hábito de fazer exames e ter uma boa alimentação. Mas, qualquer dúvida sobre o consumo destes e outros tipos de alimentos, assim como, a quantidade correta, converse com o seu médico.
sábado, 26 de julho de 2014
PSA E TOQUE RETAL

O câncer de próstata é o tipo de câncer mais prevalente em homens com mais de 50 anos.
No passado, o diagnóstico costumava ser feito quando o tumor já invadia órgãos vizinhos ou formava metástases ósseas. A introdução do PSA e do toque retal rotineiro, nos anos 1990, permitiu identificar lesões em fases precoces e diminuir a probabilidade de morrer por complicações da doença.
O tratamento desses tumores iniciais através da cirurgia ou radioterapia, no entanto, está associado a complicações intestinais, urinárias e da função sexual, que podem comprometer a qualidade de vida.
Enquanto alguns tumores apresentam comportamento agressivo, outros são tão indolentes que dificilmente chegarão a provocar complicações nos pacientes mais idosos, mesmo que não sejam tratados. Nestes casos, o simples acompanhamento clínico e laboratorial pode ser a opção mais adequada.
Depois de rever os estudos publicados de 1950 a junho de 2009, a American Cancer Society acaba de publicar um novo consenso sobre as indicações para a realização dos exames preventivos: PSA e toque retal.
Atualizados pela primeira vez desde 2001, os principais pontos das novas normas são os seguintes:
1) Os exames preventivos devem ser oferecidos a todos os homens com mais de 50 anos que tenham uma expectativa de viver pelo menos 10 anos. Caso contrário, o benefício de um possível tratamento não compensará as complicações associadas a ele;
2) A idade para iniciar os exames depende do risco de apresentar a doença:
*Aos 50 anos, nos homens de risco igual ao da média;
* Aos 45 anos, naqueles que correm risco mais alto: descendentes de negros ou homens com parentes de primeiro grau que receberam o diagnóstico de câncer de próstata antes dos 65 anos;
* Aos 40 anos, nos casos de risco muito alto: diversos familiares com câncer de próstata diagnosticado antes dos 65 anos.
3) Nos casos em que os níveis de PSA estão abaixo de 2,5 ng/mL, o exame pode ser repetido apenas a cada 2 anos (ao contrário da repetição anual recomendada anteriormente);
4) Quando os níveis estiverem acima desse valor, o exame deve ser anual;
5) Quando o PSA está entre 2,5 e 4,0 ng/mL a conduta deve ser individualizada:
* Indicar biópsia quando houver risco mais alto: ascendência negra, história familiar de câncer de próstata, idade mais avançada e toque retal alterado;
* Biópsia anterior com resultado negativo reduz, mas não elimina, a possibilidade da doença.
6) PSA e toque retal estão associados a resultados falso-negativos e falso-positivos. Os falso-negativos retardam o diagnóstico. Os falso-positivos, encontrados em 23% a 42% dos casos, aumentam os custos, os riscos de procedimentos desnecessários e deixam os pacientes angustiados;
7) Os efeitos adversos da prostatectomia radical incluem complicações cirúrgicas da ordem de 22% nos primeiros 30 dias de pós-operatório, sangramentos, morte em 0,1% a 0,2% dos casos, estreitamentos da uretra e da bexiga em 5% a 14%, incontinência urinária em 12% a 16% e disfunção sexual em 19% a 27%;
8) Os efeitos adversos da radioterapia incluem toxicidade aguda (digestiva e urinária) em 50% dos doentes tratados e toxicidade tardia (digestiva, urinária e disfunção sexual);
9) A estratégia de apenas observar o crescimento nos casos de tumores indolentes pode levar à obstrução das vias urinárias, mas seu impacto na qualidade de vida é desconhecido;
10) O tradicional valor de 4,0 ng/mL para o PSA ainda é considerado como o limite a partir do qual deve ser indicada a biópsia de próstata, apesar de não haver segurança de que esse seja o ponto de corte ideal;
11) Embora o risco de câncer de próstata guarde relação com os valores do PSA, não é possível ter certeza absoluta de que uma biópsia não pudesse detectar a presença de um tumor em fase inicial de crescimento mesmo quando o PSA está abaixo de 2,5 ng/mL.
Drauzio Varella
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Menopausa
Vamos falar sobre menopausa o que é eo sintomas...
O que é Menopausa?
Climatério é o período de transição em que a mulher passa da fase reprodutiva para a fase de pós-menopausa. Dessa forma, a menopausa (última menstruação) é um fato que ocorre durante o climatério.
No climatério há uma diminuição das funções ovarianas, fazendo com que os ciclos menstruais se tornem irregulares, até cessarem por completo. Estatisticamente, a menopausa ocorre, em média, aos 50 anos. O climatério tem início por volta dos 40 anos e se estende até os 65 anos.
Sintomas de Menopausa
Algumas mulheres nesta fase podem sentir ondas de calor, acompanhadas de transpiração, tonturas e palpitações; suores noturnos prejudicando o sono; depressão ou irritabilidade; alterações nos órgãos sexuais, como coceira, secura da mucosa vaginal; distúrbios menstruais; diminuição da libido; desconforto durante as relações sexuais; diminuição do tamanho das mamas e perda da firmeza; diminuição da elasticidade da pele, principalmente da face e pescoço; aumento da gordura circulante no sangue; aumento da porosidade dos ossos tornando-os mais frágeis.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Gengibre faz bem?
Vegetal nativo da Ásia, o gengibre é uma raiz tuberosa usada tanto na culinária quanto na medicina. A planta assume múltiplos benefícios terapêuticos: tem ação bactericida, é desintoxicante e ainda melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. O gengibre também é um reconhecido alimento termogênico, capaz de acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura corporal.
Principais nutrientes do gengibre
O gengibre apresenta uma substância chamada gingerol, dotada de propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que protegem o organismo de bactérias e fungos. O gingerol é responsável pelo sabor picante do gengibre.
As propriedades terapêuticas do gengibre se devem à ação conjunta de várias substâncias, principalmente encontradas no óleo essencial do gengibre, rico nos componentes medicinais cafeno, felandreno, zingibereno e zingerona.
O gengibre também é rico em substâncias termogênicas que ativam o metabolismo do organismo e potencializam a queima de gordura corporal.
A raiz é composta por vitamina B6, assim como nos minerais potássio, magnésio e cobre, mas tais propriedades se tornam pouco relevantes levando-se em conta o consumo diário da planta. Como trata-se de uma especiaria, bastam pequenas quantidades do gengibre no chá ou preparações culinárias para aromatizar as preparações. Note que a tabela de valores nutricionais abaixo considera 100g de gengibre, porém o uso numa receita pode não alcançar a 2g.
O gengibre é referência quando se fala em problemas estomacais, pois combate enjoos, gases, indigestão, náuseas causadas pelo tratamento do câncer e perda de apetite. Também auxilia na digestão de alimentos gordurosos. Não é à toa que uma substância presente na raiz do gengibre é usada na fabricação de medicamentos laxantes, antigases e antiácidos.
A raiz também é bastante utilizada para combater o mau hálito, cólica menstrual e até ressaca. Graças ao poder anti-inflamatório, o gengibre ainda é usado para aliviar dores decorrentes da artrite, dores musculares, infecções do trato respiratório, tosse e bronquite. A planta integra a formulação de xaropes por causa de sua ação anti-inflamatória e antibiótica.
O óleo extraído do vegetal é apontado como eficaz no tratamento de queimaduras. Além disso, o gengibre desempenha um importante papel na dieta, pois estimula olfato e paladar, contribuindo com a diminuição do uso do sal para temperar os alimentos. O chá, por sua vez, aumenta o consumo de líquidos, favorecendo a hidratação e ajudando a eliminar as toxinas.
Por que o gengibre ajuda a emagrecer
Todas as atividades realizadas pelo corpo consomem energia. Isso inclui o processo digestivo, que pode ser usado a seu favor para emagrecer quando o que está em questão são os alimentos termogênicos, como o gengibre. Esses alimentos são capazes de aumentar o gasto calórico do organismo durante a digestão e o processo metabólico.
Quanto mais difícil for a digestão do alimento, maior será o seu poder termogênico. As substâncias termogênicas contidas no gengibre têm a capacidade de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e aumentando a queima de gordura. A termogênese é um processo regulado pelo sistema nervoso e interferências neste sistema podem favorecer o emagrecimento.
O gengibre pode aumentar o gasto calórico em mais de 10%. No entanto, sabe-se que não existem milagres quando o assunto é perder peso. Para que o consumo de gengibre com este objetivo mostre resultado, é necessário aliá-lo à dieta regrada e exercícios físicos.
Onde encontrar o gengibre
O gengibre pode ser encontrado em supermercados e lojas de produtos naturais.
Como consumir o gengibre
O gengibre pode ser consumido cru, em conserva, como chá ou como óleo. Ele ainda é usado em alimentos e bebidas como agente aromatizante
Chás: a infusão de pedaços frescos de gengibre é utilizada no tratamento de gripes, tosses e resfriados. Além de ser um relaxante eficaz, hidrata o corpo e ajuda a eliminar as toxinas, ajudando também no emagrecimento, devido à sua ação termogênica. O preparo consiste em deixar raízes, cascas ou talos de molho por cerca de 30 minutos e, após esse período, acrescentar água e levar o gengibre ao fogo por mais de 30 minutos
Na panela: o gengibre pode ser utilizado no preparo de pratos doces e salgados da culinária. Pode ser encontrado desidratado, fresco, em conserva ou cristalizado. Cuide para não substituir uma forma pela outra nas receitas, pois seus sabores são distintos
Sucos: tem ação anti-inflamatória, favorecendo a eliminação de toxinas do organismo. O suco gera mais disposição para o corpo, melhora a aparência da pele e o funcionamento do intestino. Para ficar mais saboroso, bata no liquidificador com abacaxi, hortelã ou raspas da casca do limão.
Pedaços: mastigar as lascas de gengibre, assim como chupar a bala, ajuda a aliviar a rouquidão e irritações na garganta, mas é preciso atenção, pois, elas somente mascaram a dor. O gengibre irá aliviar os sintomas até que o corpo se encarregue de curar a doença.
Contraindicações para o consumo de gengibre
A princípio, o consumo do gengibre é seguro para a maioria das pessoas. A ingestão da raiz por gestantes é controversa. Alguns especialistas defendem que o gengibre pode afetar os hormônios sexuais do feto e até favorecer um aborto. Estudos sugerem, entretanto, que o risco de malformação em recém-nascidos de mulheres que faziam uso de gengibre não se mostrou mais elevado do que o normal.
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quarta-feira, 23 de julho de 2014
O perigo de estar vivo
terça-feira, 22 de julho de 2014
Receitas caseiras para curar essas e outras doenças
Esta época do ano, mesmo nas regiões onde o inverno não é rigoroso, aumenta bastante a ocorrência de gripes e resfriados. Cuidar da saúde da família vira uma tarefa bem complicada porque quando um sara o outro fica doente, e esse revezamento pode durar até a entrada da primavera, em setembro. Mas não precisa ser assim.
A nutricionista e fitoterapeuta Vanderlí Marchiori, de São Paulo, indica alimentos que tratam e previnem esses males. Mas atenção: eles não dispensam a vacina contra a gripe H1N1. Se você perdeu a vacinação gratuita, deve procurar os hospitais ou as clínicas particulares - o que não dá é ficar sem proteção!
Maçã com mel
Quem está com a garganta inflamada deve evitar consumir líquidos gelados ou muito quentes, pois as temperaturas extremas causam irritação instantânea e pioram o incômodo. Para aliviar a dor, fatie uma maçã, cubra com mel e deixe descansando por três minutos. A fruta reduz a inflamação local enquanto o mel tem ação lubrificante e calmante. Coma cerca de duas unidades por dia.
Água de coco e gengibre
Às vezes, a dor de cabeça que surge com a gripe é provocada por alguns alimentos. Queijos, carne vermelha, gordura, fritura, leite, vinho e bebidas à base de cola podem ser considerados gatilhos para esse mal, pois têm corantes e desencadeiam reações alérgicas. Uma maneira de aliviar o problema é beber um copo de água de coco com uma colher (chá) de gengibre em pó quando a dor começar. A mesma receita previne o incômodo, basta tomar três vezes por semana. O gengibre inibe a formação de substâncias produzidas pelo organismo que causam peso na cabeça.
Purê de frutas
Depois que o resfriado vai embora, geralmente chega a tosse (isso se ela já não tiver aparecido antes). É possível diminuir o desconforto na garganta consumindo três vezes por dia um purê de frutas: amasse e misture manga, abacaxi, maçã, caqui e banana e adoce com mel. Também é importante beber pelo menos 2 litros de líquido por dia. Pode ser água pura ou chá feito com cascas de frutas, como maçã e abacaxi. Deve-se evitar a ingestão de pimenta, açúcar, fritura e álcool, de efeito irritante.
Xarope para a família inteira
Esse preparado caseiro é gostoso, barato e não tem contraindicações para adultos e crianças a partir de 2 anos. É expectorante, por isso alivia a coriza e a tosse.
Ingredientes
1 xícara (chá) de mel
1 xícara (chá) de talos de agrião
1 xícara (chá) de abacaxi picado
1/2 xícara (chá) de gengibre ralado
1/4 de xícara (chá) de água
Preparo
Ferva todos os ingredientes durante 10 minutos. Em seguida, triture o que ainda ficou sólido e coe, se necessário. Tome 1 colher (sopa) a cada 6 horas, durante, no mínimo, uma semana.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
COMO TRATAR DE PEQUENAS QUEIMADURAS
Quando a pele entra em contato com o calor excessivo , ele pode ser queimado e danificado. As queimaduras são classificadas por grau . A queimadura de primeiro grau é uma pequena queimadura . A pele é dolorosa e vermelha e inchada pode aparecer , mas não há a formação de bolhas . Dada a devida atenção , queimaduras leves podem ser tratados em casa. Instruções
1
Executar água fria por alguns minutos sobre a área queimada imediatamente após o acidente para reduzir ainda mais prejuízo para a pele e os nervos . Use água fria em vez de água gelada ou cubos de gelo para evitar mais prejuízos à pele.
2
Use uma pomada ou creme de aloe vera na pele para aliviar a queimadura. Escolha um produto com um anestésico tópico como lidocaína ou xilocaína para adormecer a pele para aliviar a dor .
3
tomar paracetamol ou ibuprofeno para dor. Siga as instruções do fabricante para a dosagem adequada. Consultar com um farmacêutico ou médico sobre a combinação de acetaminofeno ou ibuprofeno com outros medicamentos de prescrição.
4
Monitorar a área queimada de perto para observar bolhas ou feridas na pele . Aplicar um creme antibiótico e cubra a área com uma almofada anti-aderente e , em seguida, envolvê-la em gaze.
5
contato com um médico da atenção primária , se a dor persistir ou se bolhas ocorre imediatamente.
6
Deixe bolhas sozinho a menos que eles quebram por conta própria. Limpe a área com água e sabão , aplicar uma pomada antibiótica e cubra com bandagens estéreis. Lave bem as mãos antes de tender para a área de bolhas.
7
Mantenha um kit de primeiros socorros e bem abastecido com suprimentos para tratar queimaduras leves . Incluir números de telefone para o seu médico de cuidados primários no kit de primeiros socorros .
domingo, 20 de julho de 2014
BEBÊ NASCE DENTRO DA ESTAÇAO DO METRÔ
A grávida Maria José da Silva, de 37 anos, tentava chegar a uma maternidade em São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, na noite desta quinta-feira (17) para o parto de seu terceiro filho quando começou a passar mal. Acompanhada do marido, saiu do vagão do metrô na República e logo foi auxiliada por funcionários da estação, que a levaram para um canto. Poucos minutos depois, a filha Kaiane estava em seu colo, saudável e com 2,640 quilos.
O parto de emergência foi realizado pela agente de segurança Flávia Souza, que acreditava que aquele seria um dia normal no trabalho. "A rotina aqui é bem corrida, acontece muita coisa diferente, mas isso eu nunca esperava. Quando vi a mãe, já disse: vai ter que ser aqui mesmo. Em menos de um minuto a bebê nasceu." Em todas as estações há um "kit parto", com grampos para colocar no cordão umbilical, panos, gaze, tesoura, pulseirinha de identificação e até manta. Os funcionários também passam frequentemente por treinamentos no Hospital das Clínicas que incluem instruções para o caso de nascimentos.
De acordo com Flávia, o que mais lhe preocupava era o pai, que estava extremamente nervoso. "Assim que nasceu, ela já chorou, limpei e dei no colo da mãe. Quando o pai viu que a bebê estava bem, me agradeceu e falou que se não fosse a gente, não saberia o que fazer." O casal já tinha ido a um hospital em Franco da Rocha, que estava em greve e tentava chegar a outra unidade, em São Mateus. Depois, mãe e filha foram levadas para a Santa Casa, em Santa Cecília. Segundo o hospital, as duas deram entrada às 21h40, continuam internadas e passam bem.
A segurança Flávia e outros funcionários do Metrô acompanharam as duas até o hospital para garantir que tudo estivesse bem. Na manhã desta sexta-feira (18), colegas de Flávia brincavam com ela, dizendo que deveria ser madrinha da menina. "É bom ser conhecida assim, por trazer uma vida ao mundo", disse.
sábado, 19 de julho de 2014
Misteriosa epidemia de bocejos
O que há por trás dessa misteriosa epidemia de bocejos? Primeiro, vamos ver o que é o bocejo. Trata-se de uma ação involuntária que nos faz abrir bem as nossas bocas e respirar fundo. Sabemos que é involuntário porque o fazemos mesmo antes de termos nascido: algumas pesquisas mostraram que fetos de 11 semanas bocejam.
Há muitas partes do corpo que participam do bocejo. Primeiro, sua boca abre e o queixo cai, permitindo que você inale a maior quantidade possível de ar. Ao inspirar, o ar enche seus pulmões, seus músculos abdominais flexionam e seu diafragma é empurrado para baixo. O ar que respira faz seus pulmões se expandirem ao máximo, e depois uma parte deste ar é expelida para fora do seu corpo.
Embora o dicionário nos diga que o bocejo é causado pela fadiga, sonolência ou tédio, os cientistas estão descobrindo que há mais por trás do bocejo do que imaginamos. Não se sabe muito sobre o motivo de bocejarmos ou se ele serve para algo de útil, e também não foram feitas muitas pesquisas sobre o assunto. Mas há muitas teorias. Veja abaixo as três mais comuns.
Teoria física - nossos corpos induzem o bocejo para obter mais oxigênio e retirar um acúmulo de dióxido de carbono. Esta teoria ajuda a explicar o motivo de bocejarmos quando estamos em grupos. Grupos grandes de pessoas produzem mais dióxido de carbono, o que significa que nossos corpos criam o bocejo para conseguir mais oxigênio e se livrar do excesso de dióxido de carbono. No entanto, se nossos corpos nos fazem bocejar para obter o oxigênio de que precisamos, por que não bocejamos durante os exercícios? Robert Provine, um psicólogo da Universidade de Maryland, no Condado de Baltimore (em inglês), e um dos maiores especialistas em bocejo, testou esta teoria. Dar oxigênio a pessoas e diminuir a quantidade de dióxido de carbono no ambiente onde elas estavam não diminuiu a quantidade ou impediu que os bocejos acontecessem.
Teoria da evolução - há quem ache que o bocejo começou com nossos ancestrais, que costumavam bocejar para mostrar seus dentes e intimidar os outros. Um desdobramento dessa teoria é a idéia de que o ato de bocejar se desenvolveu nos primeiros homens como um sinal para que mudassem o que estavam fazendo.
Teoria do tédio - o dicionário diz que o bocejo é causado por tédio, fadiga ou sonolência. Embora tenhamos a tendência de bocejar quando estamos entediados ou cansados, esta teoria não explica o motivo pelo qual os atletas bocejam antes de uma competição. Não parece provável que eles fiquem entediados com o mundo inteiro os assistindo.
A verdade nua e crua é que, embora os seres humanos provavelmente bocejem desde que foram criados, ainda não temos a mínima idéia do motivo. Talvez sirva sim para algum propósito saudável, pois é verdade que nos faz obter mais ar e nossos corações batem mais rápido do que o normal, mas os exercícios fazem a mesma coisa. Ainda há muito que não entendemos sobre nossos próprios cérebros, o que torna possível que o bocejo seja disparado por alguma área do cérebro que ainda não descobrimos. Mas uma coisa que sabemos é que bocejar não é algo limitado ao homem. Cachorros, gatos e até peixes bocejam, o que nos leva de volta à idéia de que o bocejo é alguma forma de comunicação.
Já fizemos você bocejar? Se sim, esperamos que não tenha sido por tédio, mas pelo poder do estímulo.
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