domingo, 5 de maio de 2013

Anatel multa TIM


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou nesta quinta-feira (2) que multou a operadora TIM em R$ 9,6 milhões por má qualidade no serviço de telefonia celular prestado, dentro do processo que apurou suspeita de que a empresa provocava a queda de chamadas de seus clientes. De acordo com a agência, a TIM pode recorrer da decisão. Apesar da multa, a investigação da Anatel não conseguiu comprovar a suspeita de derrubada proposital de ligações. “Com base nessas informações, não é possível concluir que a TIM estaria conferindo tratamento discriminatório aos usuários do plano Infinity pré-pago”, diz nota divulgada pela Anatel na noite desta quinta. O documento informa, entretanto, que a investigação demonstrou que a operadora descumpriu regulamentos que determinam padrões mínimos de qualidade na prestação do serviço de telefonia celular, além de normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC). De acordo com o relatório final do processo, a infração foi considerada "grave" uma vez que houve "usuários prejudicados pela não prestação do serviço de forma ininterrupta, pela falta de informação adequada sobre condições de prestação do serviço, pela comunicação de caráter publicitário inteira ou parcialmente falsa e pela prestação de serviço com qualidade inferior à regulamentar". TIM diz que irá tomar as 'medidas cabíveis' Em nota, a TIM afirmou que a decisão da Anatel “derruba as alegações noticiadas” sobre queda proposital de chamadas “e, finalmente, confirma os fatos que a empresa sempre sustentou e demonstrou com transparência e colaboração com a agência.” A TIM não informa se vai recorrer da multa, mas aponta que pode adotar “medidas cabíveis.” “Em relação à multa aplicada por motivos de não atingimento de uma meta de qualidade, associada à taxa de queda de chamada do dia 8 de março de 2012, a TIM esclarece que vai analisar o processo para verificar os fundamentos e tomar as medidas cabíveis, assim como acontece com todas as sanções inerentes ao setor de telecomunicações.” A operadora diz ainda na nota que “reafirma seu compromisso com a melhoria dos serviços e com a transparência do seu negócio” e destacou que, entre 2013 e 2015, vai investir cerca de R$ 10,7 bilhões no país, “sendo mais de 90% desse valor destinado para aprimoramento e ampliação da cobertura.” Processo No ano passado, um relatório preliminar da fiscalização da Anatel apontou “indícios” de que a TIM promovia o desligamento proposital de chamadas de clientes do plano Infinity pré-pago. Como nesse plano o valor da ligação é o mesmo, independente da duração, o objetivo da medida seria obrigar os clientes a fazer novas chamadas, o que elevaria os ganhos da operadora. De acordo com o relatório, o volume de quedas de chamadas tarifadas por ligação dos planos pré-pagos era quatro vezes superior ao dos demais usuários no plano Infinity (pos-pago). O relatório, somado a outras suspeitas de irregularidades, serviu de base para uma ação de consumo contra a TIM ajuizada em agosto do ano passado pelo Ministério Público do Paraná. Fabio Amato

sábado, 4 de maio de 2013

Facebook diz que irá apagar vídeos de decapitação



Reprodução de página do Facebook que mostra
vídeo de mulher sendo decapitada. Vídeo saiu
em 27 de abril (Foto: Reprodução/Facebook)


O Facebook disse que irá apagar vídeos de decapitações que estão sendo compartilhados na rede social, reavaliando sua política que afirma que este tipo de conteúdo é aceitável no site. "Nós removeremos vídeos como esse que são denunciados a nós, enquanto avaliamos nossa política e nossa abordagem a esse tipo de conteúdo", disse a empresa em comunicado enviado ao G1. A mesma resposta foi enviada mais cedo à agência de notícias AFP. A decisão divulgada na quarta-feira (1º) mostra que o Facebook voltou atrás em sua decisão de manter vídeos com violência explícita nas páginas da rede social, afirmando que este conteúdo "não viola as políticas da rede social". A mudança de posicionamento do Facebook ocorreu depois de que um membro da comissão de segurança da rede social criticou a decisão do site de manter este tipo de conteúdo, diz reportagem da rede britânica "BBC". O Instituto de Segurança On-line da Família dos Estados Unidos (Fosi, na sigla em inglês) divulgou um comunicado que afirma que este tipo de material de violência explícita "passou dos limites", informa a "BBC". quando um vídeo de uma mulher decapitada se espalhou pela rede social, que não o retiraria do ar porque as pessoas que comentam e compartilham o vídeo estão fazendo isso "para condená-lo". O vídeo, contudo, foi retirado do ar no dia 27 de abril pelo Facebook. "Analisamos o vídeo denunciado. Como ele viola nossos Padrões de comunidade em violência gráfica, incluindo sinais de danos a alguém ou a algo, ameaçadas à segurança pública ou roubo e vandalismo, foi removido. Informaremos (...) de que o vídeo dele foi removido, mas não divulgaremos quem o denunciou. O Facebook nunca divulga o nome de quem enviar uma denúncia”, dizia a mensagem. Na ocasião, o Facebook disse que "da mesma forma como programas jornalísticos na televisão usam imagens inquietantes mostrando atrocidades, as pessoas podem compartilhar vídeos inquietantes no Facebook com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre ações ou causas". O que pode e o que não pode Segundo os termos de direito e responsabilidades do Facebook, a rede social está autorizada a remover qualquer conteúdo que infrinja os direitos autorais de alguém. Os usuários estão proibidos ainda de publicar conteúdo que "contenha discurso de ódio, seja ameaçador ou pornográfico; incite violência; ou contenha nudez ou violência gráfica ou desnecessária". É vedado também aos usuários publicarem conteúdo que "infrinja ou viole os direitos alheios ou a lei", informações financeiras confidenciais de ninguém no Facebook e que contenham quaisquer atos ilegais, equivocados, maliciosos ou discriminatórios.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

exposição "Sonhos e Pesadelo"


"Quando é que as artes visuais ganham espaço na primeira página dos grandes jornais? Quando alguma exposição de escala monumental ­ uma mostra de Rodin ou Picasso ou a Bienal de São Paulo ­ chega à cidade, talvez? Contanto que não hajam outros assuntos prementes a noticiar, certamente. Pois uma intervenção do artista estampou a primeira página no mesmo dia da quebra da Bolsa de Nova York, em 2008. Neste trânsito sem precedentes entre a primeira página e os cadernos de cultura, cidades e política dos grandes veículos de comunicação reside a prática artística singular de Srur. Uma prática tão difícil de rotular quanto a de Nelson Leirner, que foi celebremente definida pelo crítico Tadeu Chiarelli como "arte e não­arte", devido ao uso prosaico que o artista faz de objetos banais do universo do consumo e que possibilita, no limite, que qualquer pessoa faça obras de arte idênticas às de Leirner. Srur flerta abertamente com este limite entre arte e não­arte. Prova disso é seu livro, recém­publicado, Manual de Intervenção Urbana, que oferece ao leitor um retrato honesto e detalhado de cada um de seus projetos como a sugerir "você também pode fazer igual". Outrora marcados por uma visão pictórica da intervenção urbana, como se transpusesse do suporte­tela para o suporte­cidade seu entendimento do mundo (como em Acampamento dos Anjos, Caiaques, Pets, ou no laranja típico de Sobrevivência e A Arte Salva), os trabalhos cada vez mais parecem buscar o anonimato característico das metrópoles. O próprio vocabulário de Srur, convocado a explicar reiteradamente a burocratas (para obter autorizações) e diretores de marketing (para conseguir patrocínio) seus projetos e melhores intenções, se adaptou plenamente à filosofia de aproximar arte e vida urbana. Nada de discursos grandiloquentes e carregados de jargões do campo da arte. Ele fala em "reciclagem do olhar", em "ativar as áreas inertes da cidade" ou em "chamar a atenção para o que se tornou invisível". Atualmente, seguir Eduardo Srur pelo centro de São Paulo é como estar escoltada pelo dono da cidade. Ele conhece todos os caminhos, todos os códigos e todas as contravenções necessárias. É na região central que acontece sua mais recente tomada de assalto à cidade ­ porque todas as intervenções de Srur têm um pouco esse sabor de "a vida era assim até que, um belo dia, a cidade amanheceu diferente". Utopicamente, servem a um belo propósito, mas ­ como é constitutivo da arte ­ não servem para nada. Seus moinhos de vento, Srur instala desta vez na região mais devastada e desolada da capital: a Cracolândia. A obra Cataventos produz energia eólica, que alimenta, por sua vez, um mecanismo que faz o objeto mudar de cor. Espécie de tautologia em forma de escultura, a energia se consome a si mesma, em outras palavras. Porém, do ponto de vista simbólico, o artista quer que um tal campo de força criativa contamine positivamente o entorno do terreno destinado a, um dia, sediar um complexo cultural. Na estação Júlio Prestes, ali perto, o artista instalou 50 bicicletas suspensas, como que alçando voo em direção a uma realidade menos bruta do que a do entorno da construção à la Luís XIV. A dez minutos a pé das duas intervenções, como que desassociada das outras ­ mais anônima, portanto ­ uma obra assombra o Vale do Anhangabaú, talvez a mais realista de todas. O já etmologicamente assombrado local vê irromper do subterrâneo um farol negro: o pesadelo metropolitano da população de ratos, com a qual as pessoas compartilham a cidade, emerge do chão para cobrir esse farol desprovido de luz, que não organiza nem serve de alento a ninguém. O que, de qualquer maneira, estas três intervenções ­ como todas as da carreira de Srur ­ alcançam, mesmo sem almejá­lo, é uma existência em tudo oposta à dos monumentos públicos. Em vez de permanentes, são breves. Em lugar de impor ao cidadão uma versão altamente ideológica dos fatos históricos, são experimentadas como alternativas poéticas ­ abertas a interpretações variadas que são. Em vez de cristalizar e apaziguar um determinado conflito, são lampejos disruptivos da complacência e do anestesiamento urbano." Juliana Monachesi 14 Abril 2013

quinta-feira, 2 de maio de 2013


Uma noite eu tive um sonho. Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e através do Céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; Um era meu e o outro do Senhor. Quando a última cena da minha vida passou Diante de nós, olhei para trás, para as pegadas Na areia e notei que muitas vezes, no caminho da Minha vida havia apenas um par de pegadas na areia. Notei também, que isso aconteceu nos momentos Mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso entristeceu-me deveras, e perguntei Então ao Senhor. "- Senhor, Tu me disseste que, uma vez que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre comigo, todo o caminho mas, notei que durante as maiores atribulações do meu viver havia na areia dos caminhos da vida, apenas um par de pegadas. Não compreendo porque nas horas que mais necessitava de Ti, Tu me deixastes." O Senhor me respondeu: "- Meu precioso filho. Eu te amo e jamais te deixaria nas horas da tua prova e do teu sofrimento. Quando vistes na areia, apenas um par de pegadas, foi exatamente aí que EU, nos braços...Te carreguei."

quarta-feira, 1 de maio de 2013

História do Dia do Trabalho


O Dia do Trabalho, comemorado no Brasil e em várias partes do mundo em 1º de maio, é uma homenagem a uma greve ocorrida na cidade de Chicago (EUA) no ano de 1886. A data foi marcada pela reunião de milhares de trabalhadores que reivindicavam a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas diárias. Dias depois, em 4 de maio de 1886, outra manifestação aconteceu em Chicago e resultou na morte de policiais e protestantes. O evento também foi um dos originários do Dia do Trabalho e ficou conhecido como Revolta de Haymarket. Três anos mais tarde, em 1889, o Congresso Internacional Socialista realizado em Paris adotou como resolução a organização anual, em todo 1º de maio, de manifestações operárias por todo o mundo, em favor da jornada máxima de 8
horas de trabalho.

Reproduzida da Revista da Semana
 
Manifestação operária em 1919 no Rio de Janeiro

No ano seguinte, milhões de trabalhadores da Alemanha, Áustria, Hungria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Grã-Bretanha, Itália e Suíça fizeram valer as decisões do Congresso de 1889. O dia 1º de maio foi marcado por uma greve geral, onde os operários desfilaram pelas ruas de suas cidades para mostrar apoio à causa trabalhista. O dia passou a ser chamado de “Dia do Trabalho” e passava a comprovar o poder de organização dos trabalhadores em âmbito internacional. Dia do Trabalho no Brasil A chegada dos imigrantes europeus ao Brasil trouxe ideias sobre princípios organizacionais e leis trabalhistas, já implantadas da Europa. Os operários brasileiros começaram a se organizar. Em 1917 aconteceu a Greve Geral, que parou indústria e comércio brasileiros. A classe operária se fortalecia e, em 1924, o dia 1º de maio foi decretado feriado nacional pelo presidente Artur Bernardes. Mesmo tendo sido declarado feriado no Brasil, até o início da Era Vargas o 1º de maio era considerado um dia de protestos operários, marcado por greves e manifestações. A propaganda trabalhista de Getúlio Vargas habilmente passou a escolher a data para anunciar benefícios aos trabalhadores, transformando-a em “Dia do Trabalhador”. Desta forma, o dia não mais era caracterizado apenas por protestos, e sim comemorado com desfiles e festas populares, como é até hoje. http://www.brasil.gov.br/

terça-feira, 30 de abril de 2013

Eu e o meu melhor amigo


O meu melhor amigo não sabia ser indiferente. Viveu o tempo todo recolhendo os que estavam caídos e desacreditados. Ele foi um ser humano inesquecível. Entrava em lugares proibidos e dormia na casa de pessoas abomináveis. Trocou santos por Zaqueu, doutores por Mateus. Não se preocupava com o que os outros estavam achando dele, mas ocupava-se de sua vida como se cada instante vivido fosse o último. Meu melhor amigo tinha o poder de ser irreverente. Ele olhava nos olhos dos fracassados e lhes restituía a coragem perdida. Segurava nas mãos dos cansados e os convencia que ainda lhes restavam forças para chegar. O meu melhor amigo era desconcertante. Tinha o dom de confundir os sábios e encantar os simples. Eu, certa vez, também me encantei com ele. Chegou num dia em que eu não sei dizer qual foi. Chegou numa hora em que não sei precisar. Sei que chegou, sei que veio. Entrou pela porta da minha vida e nunca mais o deixei sair. Somos íntimos. Minha fala está presa à dele. Eu o admiro tanto que acabo tendo a pretensão de querer ser como ele. Já me peguei cantando para ele os versos de Tom Jobim: “Não há você sem mim e eu não existo sem você!” Ele sorri quando eu canto. Meu melhor amigo me ensina a ser humano. Ele me ensina que a vida é uma orquestra linda, mas dói. Ele me ensina a apreciar os acordes tristes... e aí dói menos. A beleza distrai a tristeza. Foi assim que eu assisti à sua morte na Sexta-feira Santa. Eu sabia que era passageira. Era apenas um interlúdio feito de acordes menores, dilacerantes de tão tristes. Meu amigo não sabe ser morto. Ele gosta é de ser vivo, vivente! E é assim que eu entendo a dinâmica da Ressurreição. Quando digo: “Ele está no meio de nós!” eu estou convidando o meu amigo a ser vivo através de mim. Quem ama, de verdade, leva sempre a criatura amada por onde vai. E é assim que o amor vai se tornando concreto no meio de nós. É assim que a vida vai ficando eterna... e a gente vai ressuscitando aos poucos... As pessoas olham para mim... eu espero que elas não me vejam... eu espero que vejam o meu melhor amigo, em mim. Padre Fábio de Melo

domingo, 28 de abril de 2013

SER FELIZ


Hoje eu quero ser feliz, quero ignorar quem não deixa eu me demonstrar, cansei de maquiagem , fachada não é comigo. Quer saber? hoje eu quero dançar, pular, sem coreografia, quero cantar sem melodia.Hoje eu quero deixar de lado quem me questiona, e falar com meus inimigos, observar o lado criativo deles, suas qualidades e não mais seus defeitos. Quer saber mesmo? hoje que quero ser eu mesma, não quero mais disfarçar a minha pureza, é , sou pura, cresci mais continuo inocente, inocente de perigos, e ciente de consequencias.Hoje vou me importar menos com o que vão falar, vou me arrumar diferente, vou esperimentar novos estilos, novas tendencias. Hoje eu quero ser feliz, hoje eu quero minha independencia, hoje quero mudar. Luciana

sábado, 27 de abril de 2013

Inversão de papéis na cama pode esquentar relações heterossexuais


Ter a fantasia de inverter os papéis na cama não significa que um homem tenha desejos homossexuais Acessório erótico geralmente associado ao sexo entre lésbicas, a cinta peniana permite que o corpo feminino proporcione o prazer provocado pela penetração e vem sendo adotada também por casais heterossexuais que buscam sensações diferentes na cama. De formatos, texturas, dimensões e tecnologias variadas –algumas contam com vibrador–, a cinta traz um pênis artificial acoplado e serve basicamente para que homens e mulheres possam trocar de papéis na transa. A brincadeira não interfere na sexualidade e nos papéis de cada um no cotidiano familiar, social ou profissional, e pode incrementar a intimidade e o relacionamento. No entanto, algumas questões merecem ser analisadas antes de tentar a prática. Segundo Oswaldo Rodrigues Junior, terapeuta sexual e diretor do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade), culturalmente aprendemos a enxergar os homens como viris, seres que dão ordens e são obedecidos, e as mulheres como submissas. Para muitas pessoas, entretanto, seguir os papéis que a sociedade impõe tem um custo emocional alto. Por isso, em algumas situações elas buscam exercer o papel oposto ao exigido, o que se denomina inversão de papéis. "Isso leva alguns casais a usarem as cintas penianas nas atividades sexuais", explica o psicólogo. Os homens podem se deixar conduzir, enquanto as mulheres se sentem mais poderosas, masculinizadas, no comando da situação. Heloísa Noronha Do UOL, em São Paulo

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Simples é olhar pra um dia que se foi


A gente cresce achando que tudo é tão simples, sem saber que simples era nossa capacidade de pensar... Então tudo o que nos fazia alegre era acordar cedo no outro dia e assistir desenho animado na TV, depois colorir algum arco-íres em um pedaço de papel, e pouco nos importávamos se amanhã iria ser a mesma coisa ou não, porque estávamos tão felizes que achávamos que nada se acabaria assim e éramos tão invencíveis. Simples é olhar pra um dia que se foi e lembrar quanto era bom um afago antes de dormir, na hora do medo aquela proteção, sentir o enrolar do cobertor em uma noite de frio e um beijo de boa noite! Isso tudo não tem preço... Mas aí crescemos e passamos a nos responsabilizar por nós mesmos, as coisas mudam, já não temos tempo pra assistir TV e tão pouco desenhar a vida como sonhamos, mas tentar segui-la conforme a sua música. As pessoas que amamos tomam seus rumos, encontram seu próprio destino, e muitas vezes deixam pra trás muita coisa boa que passou, sem se importar mais no que ainda existe. E logo tudo sai do seu lugar, tudo fica menor, tudo fica tão triste... E são a que mais amamos que de tanto magoamos, de uma maneira como se nunca tivesse existido ali o AMOR... Passando a olhar somente para o próprio umbigo, manipulada por roubadores de sonhos. Será que o amor é cego, ou a gente que é cego de mais pra ver o que está diante dos nossos olhos? Que visão é essa que não enxerga o que é tão precioso? Deixamos tanta coisa passar e na maioria das vezes só percebemos quando já não a mais tempo de ver, quando já é tarde de mais... Catia Martins

quinta-feira, 25 de abril de 2013

CRIANÇA BIRMANESA MUÇULMANA MAMA AO PEITO DE SUA MÃE MORTA


Mas quem se importa, três americanos foram mortos em Boston e o mundo inteiro soube disso. Milhares de pessoas são torturadas, massacradas e mortas todos os dias na Birmânia, Palestina, Iraque, Afeganistão, Paquistão e na Síria e todos sabemos por quem, bem, a maioria são vítimas muçulmanas e quem se importa? Apenas um exemplo, no Iraque desde 2003 até hoje, meio milhão de crianças iraquianas morreram. São 50,000 mil crianças por ano, são 137 crianças por dia, uma criança é morta a cada meia hora, mas você está preocupado(a)?

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ditadura gay


#DitaduraGay, profana Santa ceia, inaceitável!!! como podemos respeitar estas atitudes? até quando vamos tolerar esse desrespeito aos símbolos da nossa fé e ao nosso Deus? como podemos respeitar quem nos desrespeita dessa forma? Como Cristã estou revoltada com mais esse desrespeito e vou começar a gritar também, paciência tem limite.Não vos conformeis...

terça-feira, 23 de abril de 2013

AMOR VIRTUAL

Amor de forma diferente!... Mas quem sabe a cor ou forma do vento? Nem por isso deixa de existir Amor sempre será um sentimento em toda forma de amar Te amei não no primeiro olhar e sim no primeiro sorriso Teu jeito lindo e encantador Todo prosa cheio de amor, carinho ,atenção Ganhou o meu amor e coração me apaixonei Agora de mim se afastou... ficou esse vazio e solidão De ti nada pedi só tua presença me fazia feliz Mil e uma desculpa deu-me Aos poucos afastou-se, me esqueceu Levou minha alegria e fantasia Acreditei representar algo pra você Meu coração se entregou, não pensou ser ilusão Amor virtual é normal traz alegrias, faz bem ao coração Mas também traz tristezas, faz sofrer com seu termino Não te esqueci amor ,sinto sua falta....