terça-feira, 29 de janeiro de 2013

‎"FIM DO DIA"


“Era naquela esplanada que vinham acabar os dias, conversar, sonhar com o futuro a dois. Recorda todos os momentos como se fosse hoje, mas hoje ela já não está” Da esplanada do café à beira-rio vê-se a outra margem, vê-se um castelo de nuvens baixas e o céu alaranjado por cima destas. Sentado a uma mesa ao fim de um dia sol, mas a ameaçar chuva, ele vê mais do que isto, vê-a sentada à sua frente a falar animadamente, a contar-lhe como foi o seu dia, a comentar o livro que está a ler, o filme que gostaria de ver, as sandálias que viu numa loja e está a pensar comprar para o Verão mas não já porque o dinheiro não abunda e terá de esperar pelo próximo ordenado. Ouve-a falar, saltando de uns assuntos para os outros a uma velocidade estonteante e adora ficar a escutá-la, bastando-lhe fazer um comentário ou uma pergunta aqui e ali para ela embalar outra vez. É divertida, fá-lo rir. Adora as suas expressões faciais, é muito expressiva, e gira. Vê-a feliz, a fazer gestos engraçados enquanto lhe conta as peripécias do trabalho. Baixa os olhos a abanar a cabeça, a sorrir, retira um cigarro do maço de tabaco, acende-o com o isqueiro, deita para o ar uma baforada de fumo. Uma criança na mesa ao lado solta uma gargalhada estridente, atraindo a sua atenção. O miúdo roubou as chávenas de café dos pais e deita o que sobrou no seu copo de leite quase vazio, fazendo uma mistela a que acrescenta pacotes de açúcar. Aquela imagem fá-lo lembrar-se de que ela gosta de crianças e que lhe disse que queria ter muitos filhos. Chegaram a falar da possibilidade de terem um. Ao longe, soa o ribombar de uma trovoada saudosa. Estiveram ali em tantos dias iguaizinhos àquele. Quando começaram a vir? Um ano, um ano e meio? Nessa época tinham a certeza de que precisavam um do outro, por muitas contrariedades que tivessem. Conheciam-se perfeitamente, ele mais tranquilo, mais resoluto; ela mais caprichosa, mais insegura. Nessa altura ele não tinha qualquer dúvida de que ficaria com ela para sempre, nem hesitaria em dizer que era a mulher da sua vida. Nem agora, pois continua a pensar que é a mulher da sua vida, que não há outra que o faça sentir a mesma felicidade. Vê-a ali, à sua frente, tal como costumava estar. Era naquela esplanada que vinham acabar os dias, conversar, sonhar com o futuro a dois. Recorda todos os momentos como se fosse hoje, mas hoje ela já não está e o lugar dela vazio traz-lhe uma imensa tristeza. Ela foi-se embora sem remorsos, sabe que a perdeu, que não a terá de volta. Chama o empregado, paga a conta, solta um suspiro surdo, pensa que está na hora de regressar à realidade e vai-se embora. Amanhã virá novamente acabar o dia na esplanada, ou, quem sabe, se já se sentir capaz de largar o passado e seguir em frente, talvez vá a outro sítio qualquer. Entra no carro e fica ali sentado durante um bom bocado a olhar para a esplanada que o fez sentir muitos dias feliz hoje triste, quando o telemóvel dá sinal de mensagem pega no aparelho olha para o número e sorri. E é naquele momento que volta a sentir que é, o homem mais feliz do mundo… 25/01/2013: Joaquim Rodrigues:

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013


‎''Festa bonita, festa bacana não é? Olha só quanta gente, a iluminação tá demais e a banda está realmente um show. Não sou da área vip, afinal nem gosto disso, prefiro ficar aqui na frente, junto com o povão, perto do palco, sempre foi o melhor lugar pra mim. Mas de repente, em questão de segundos, começaram a gritar e eu sem entender nada comecei a gritar também, no começo pensei ser apenas um alvoroço de um grupo de amigos ou até mesmo uma briga, mas quando olhei pra cima, vi que tinha fogo, e não parecia fazer parte da apresentação pirotécnica. Quando me dei conta, estava ali sozinha, minhas amigas já não estavam do meu lado, e então toda aquela alegria de antes se transformava em euforia e medo. Naquele momento, toda minha vaidade se perdeu, sem se importar com nada, tirei o salto, perdi minha bolsa, e sai como uma louca em direção à porta que entrei. Mas acontece que era praticamente impossível passar por la, tinha tanta gente, e cada vez mais a fumaça tomava conta do local, tudo tava tão nebulado que resolvi tentar outra saída. Nesse momento já era possível ver pessoas caídas, deviam estar desmaiadas somente, devido a fumaça, era a minha mais ingênua esperança. Corri para um corredor junto com outras pessoas que pensavam o mesmo que eu, tinha que ter uma saída ali, era minha ultima chance, não havia mais o que se fazer. Ainda sem saber aonde estava, escutava gritos ensurdecedores que cada vez chegavam mais perto, mas as chamas não estavam ali, pensei estar segura. Mas aquela sala que antes tinha somente algumas pessoas ficou lotada e a fumaça começou a entrar. Queria sair dali mas não dava, fiz o que sempre fazia quando estava com medo, não ria de mim, mas eu liguei pra minha mãe. Não escutava nada do que ela dizia, mas eu tentava aos berros dizer pra ela vim me ajudar, que me tirasse dali, como se ela fosse uma super-heroína que viesse voando me salvar. Já estava praticamente impossível de enxergar algo e a respiração ficava abafada. Lembro de ter dito EU TE AMO para minha mãe antes de desligar o telefone, se é que cheguei a desliga-lo. Como num passe de mágica, tudo começou a se acalmar, os gritos ficaram mais baixos e inaudíveis, meu corpo já não sentia dor nem medo, fiquei paralisada e apenas fechei os olhos, como se fosse dormir. Acho que nesse momento eu morri, não sei descrever a morte, mas em meio à tanto tormento, ela foi uma calmaria, sei que nem sempre é assim, mas comigo foi. Em um dia aparentemente normal, aonde só queria me divertir, com todos os planos pela frente e com o futuro ao meu alcance, tudo pode acontecer.'' */Dedessa

domingo, 27 de janeiro de 2013

Trajédia em Santa Maria no RS


O alvará de funcionamento da boate Kiss, que pegou fogo na madrugada deste domingo (27) e deixou pelo menos 232 mortos, em Santa Maria (RS), estava vencido desde agosto do ano passado, segundo comandante do Corpo de Bombeiros da Região Central do Rio Grande do Sul, tenente-coronel Moisés da Silva Fuchs. Ele disse que o documento serve para atestar as condições de prevenção e combate a incêndios. "Está vencido desde agosto. O alvará é necessário para o funcionamento da casa na sua normalidade", disse ao G1. Mais cedo, a Brigada Militar havia dito que 245 pessoas haviam morrido na tragédia, mas o número foi revisto no início da tarde. O retirada dos corpos foi concluída no final da manhã. Outras 131 pessoas ficaram feridas e foram levadas para atendimento em hospitais da região. Segundo informações preliminares, o fogo teria começado por volta das 2h30, depois que a banda que se apresentava teria utilizado sinalizadores durante uma espécie de show pirotécnico. As faíscas teriam atingido a espuma do isolamento acústico, no teto da boate, e iniciado o fogo, que se espalhou pelo estabelacimento em poucos minutos. O incêndio provocou pânico, e muitos presentes não conseguiram acessar a saída de emergência. O número de pessoas que estavam na boate ainda não foi confirmado. A festa "Agromerados" reunia estudantes da Universidade Federal de Santa Maria, dos cursos de Pedagogia, Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia e dois cursos técnicos. A polícia e o Corpo de Bombeiros ainda trabalham no local em busca de mais informações sobre as circunstâncias da tragédia. A investigação vai ficar a cargo da 1ª Delegacia de Polícia de Santa Maria. Testemunhas já estão sendo ouvidas. Polícia busca mais corpos com cães farejadores Embora a polícia tenha anunciado que havia retirado todos os corpos do local do incêndio em Santa Maria, as buscas seguem no interior da boate. De acordo com major Ávila, da Brigada Militar, o trabalho agora é feito com a ajuda de cães farejadores. "Vamos fazer mais algumas vezes. Mas, em princípio, não se encontraram mais corpos", disse à Rádio Gaúcha. Ainda de acordo com o major, a polícia também se preocupa em manter intacta a estrutura da boate para o trabalho da perícia.

Quando os meus lábios tocarem tua pele e minhas mãos percorrerem todo teu corpo. Mergulharei nos mais profundos desejos de tua alma e sentirás dentro de ti todo o meu amor. Seremos neste momento uma só pessoa. Tu verás que todas as nossas fantasias ganharão asas e nos conduzirão a um universo só nosso, e, como cometas em rota de colisão, Nos encontraremos extasiados em extremo prazer. Neste instante o silêncio, Por frações de segundos, será absoluto, sendo apenas vencido por gemidos e palavras sussurradas docemente. E nossos corpos, como nascentes de rios, embargados em suor, deslizarão mansamente sobre lençóis em movimentos de carícias e cumplicidade, Então te beijarei com toda intensidade de meu ser e olhando dentro de teus olhos, Direi... Te amo! Autor: Desconhecido

sábado, 26 de janeiro de 2013

construção de ponte suspensa


A cada dia que passa vimos nos noticiários sejam eles televisionados, impressos ou mesmo por aqui, na Internet, notícias que chegam a nos deixar pasmados diante do tamanho da inteligência humana. Uma delas que me chamou à atenção foi a construção de uma ponte suspensa sobre o rio Yangtze, na Província de Jiangsu, China. A tal ponte terá cabos de sustentação de chegarão a quase 1.100 metros de comprimento! Na minha avaliação com leigo, é muita coisa. Mas, se os engenheiros responsáveis acham que a estrutura consegue suportar, palmas para eles. Abaixo você pode ter uma noção da “Ponte Sutong”, cuja extensão medirá 8.206 metros. Clique nas imagens para ver em alta-resolução.
Cada vez que vejo um avanço significativo na Ciência, me lembro de um versículo bíblico, onde Deus, O Todo Poderoso diz a Si mesmo diante da construção da Torre de Babel, que os homens estavam construindo: “agora não haverá restrição para tudo o que eles [nós, homens] intentarem fazer.” Gênesis 11:6b Mais sobre a ponte você pode ler (em inglês) no site Road Traffic Technology.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013


Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz: - Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério… Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro… O médico então perguntou: Muito bem. O que a senhora quer que eu faça? A mulher respondeu: - Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda. O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher - Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora. A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. Ele então completou: Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco… A mulher apavorou-se e disse: Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime. - Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno. O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!! Juntos podemos salvar uma vida! Você sabe desde quando Deus te ama? DESDE O VENTRE DA TUA MÃE!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013


Se você gosta, então não vale ler as piadas abaixo. Agora, se você tem o "amor" que um amigo meu tem pela dele, vá fundo... 1) A sogra do cara morreu. Um amigo perguntou: - O que fazemos? Enterramos ou cremamos? - As duas coisas. Não podemos facilitar! 2) Na sala de espera de um grande Hospital, o médico chega para um cara muito nervoso e diz: - Tenho uma péssima noticia para lhe dar… A cirurgia que fizemos em sua mãe… - Ah!, ela não é a minha mãe… É a minha sogra, doutor! - Nesse caso, então, tenho uma boa noticia para lhe dar! 3) O cara chega pro amigo e fala: - Minha sogra morreu e agora fiquei em dúvida. Não sei se vou trabalhar ou se vou pro enterro dela… O que é que você acha? E o amigo: - Primeiro o trabalho, depois a diversão!!! 4) A mulher comenta com o marido: - Querido, hoje o relógio caiu da parede da sala e por pouco não bateu na cabeça da mamãe… - Maldito relógio! Sempre atrasado!!! 5) O cara voltava do enterro de sua sogra quando, ao passar por um prédio em obras, um tijolo caiu lá de cima e quase acertou a cabeça dele… O homem olhou pro céu e gritou: - Já chegou aí, sua desgraçada!!! 6) Um cara foi à delegacia e disse: - Eu vim dar queixa, pois a minha sogra sumiu. O delegado pergunta: - Há quanto tempo ela sumiu? - Duas semanas - respondeu o genro. - E só agora é que você me fala? - É que custei a acreditar que eu tivesse tanta sorte! 7) - Querido, onde está aquele livro: ‘Como viver 100 anos?’ - Joguei fora! - Jogou fora? Por quê? - É que a sua mãe vem nos visitar amanhã e eu não quero que ela leia essas coisas! 8) A garota chega pra mãe, reclamando do ceticismo do namorado. - Mãe, o Mário diz que não acredita em inferno. - Case-se com ele, minha filha, e deixe o resto comigo! 9) O sujeito bate à porta de uma casa e assim que um homem abre ele diz: - O senhor poderia contribuir com o Lar dos Idosos? - É claro! Espere um pouco que eu vou buscar a minha sogra! 10) Qual a punição por bigamia? Duas sogras… Bem, eu sou suspeito em falar de sogras, pois amo a da minha mulher! Fonte: www.copiameufilho.com

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Consumo e Relação com o Câncer


O consumo de bebidas alcoólicas é tão aceito socialmente que muitas pessoas não imaginam que elas são drogas potentes. A relação entre álcool e câncer tem sido avaliada, no Brasil, por meio de estudos de caso-controle, que estabeleceram a associação epidemiológica entre o consumo de álcool e cânceres da cavidade bucal e de esôfago. O uso combinado de álcool e tabaco aumenta ainda mais o risco de câncer nestas e em outras localizações, como a faringe e a laringe supraglótica. Além de agente causal de cirrose hepática, em interação com outros fatores de risco, como, por exemplo, o vírus da hepatite B, o alcoolismo está relacionado a 2 - 4% das mortes por câncer, implicado que está, também, na gênese dos cânceres de fígado, reto e, possivelmente, mama. Os estudos epidemiológicos têm demonstrado que o tipo de bebida (cerveja, vinho, cachaça etc.) é indiferente, pois parece ser o etanol, propriamente, o agente agressor. Esta substância psicoativa tem a capacidade de produzir alteração no sistema nervoso central, podendo modificar o comportamento dos indivíduos que dela fazem uso. Por ter efeito prazeroso, induz à repetição e, assim, à dependência. Os efeitos do álcool variam de acordo com a rapidez e a frequência com que ele é ingerido, com a quantidade de alimentos consumidos durante a ingestão de bebidas alcoólicas, com o peso da pessoa, com o estado de espírito desta pessoa etc. O álcool atinge rapidamente a circulação sangüínea e todas as partes do corpo, inclusive o sistema nervoso, provocando mesmo em doses pequenas a diminuição da coordenação motora e dos reflexos, o estado de euforia e a desinibição. Recorde-se que muitas doenças são causadas pelo uso contínuo do álcool: doenças neurais, mentais, musculares, hepáticas, gástricas, pancreáticas e entre elas o câncer. Isto sem falar nos problemas sociais que estão associados à ingestão de bebidas alcoólicas: acidentes de trânsito, homicídios, suicídios, faltas ao trabalho e atos de violência. O conselho para as pessoas que optarem por beber álcool é que limitem o consumo para menos de dois drinques por dia para homens e menos de um para mulheres. Mulheres grávidas, crianças e adolescentes não devem ingerir bebida alcoólica. Ministério da Saúde

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Mapa de riscos


O mapa de riscos ambientais permite aos trabalhadores identificar os riscos no ambiente de trabalho. É feito pela Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) com a ajuda de técnicos ou engenheiros de segurança no trabalho e no maior número de trabalhadores possível. Na construção civil, os canteiros evoluem conforme a obra avança. Por isso, recomenda-se a elaboração de pelo menos um mapa para cada fase de construção (escavação e fundação, estrutura, vedação e acabamento), no caso de obras comerciais e residenciais, ou frente de serviço, na construção pesada. A elaboração de um mapa de riscos obedece, de modo geral, às seguintes etapas: 1) Desenho da planta baixa do canteiro de obras; 2) Identificação, junto com os trabalhadores, dos riscos em cada setor e de sua intensidade. Os riscos podem ser biológicos, ergonômicos, físicos, mecânicos ou de acidentes e químicos. A intensidade - pequena, média ou grande - não precisa ser medida, ela expressa a percepção das pessoas sobre a gravidade de cada risco; 3) Marcação dos diferentes tipos de riscos no mapa. Cada empresa pode adotar símbolos (cores e formatos) próprios para a elaboração dos mapas. O importante é que eles sejam mantidos nos diferentes espaços ou empreendimentos. Algumas, por exemplo, incluem a quantidade de pessoas expostas a cada risco e uma tabela com ações preventivas para neutralizá-los. Jamila Venturini

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Notebook


Um laptop (no Brasil, também é chamado de notebook) ou computador portátil (em Portugal, abreviado frequentemente para portátil) é um computador portátil, leve, projetado para ser transportado e utilizado em diferentes lugares com facilidade. Geralmente um laptop contém tela de LCD (cristal líquido), teclado, mouse (geralmente um touchpad, área onde se desliza o dedo), unidade de disco rígido, portas para conectividade via rede local ou fax/modem, gravadores de CD/DVD. Os mais modernos não possuem mais a entrada para discos flexíveis (disquetes), e, havendo necessidade de utilizar um desses dispositivos, conecta-se um adaptador a uma das portas USB. Segundo o dicionário Aurélio, existe uma pequena distinção entre Laptop e Notebook, sendo o notebook aproximadamente do mesmo tamanho de um caderno universitário e necessariamente menor que o laptop. Apesar disso, não existe uma convenção oficial sobre a nomenclatura e na linguagem popular o uso dos dois nomes se faz de forma aleatória, sendo os computadores portáteis pequenos são ocasionalmente chamados de notebooks, e os computadores portáteis grandes são ocasionalmente chamados de laptops. A expressão laptop deriva da aglutinação dos termos em inglês lap (colo) e top (em cima) significando computador portátil, em contrapartida aos desktop (em cima da mesa). Laptops podem ser divididos em duas categorias: os portáteis, voltados especialmente aos que necessitam de um computador como acessório de trabalho, mas que locomovem-se com frequência entre um lugar e outro, e os desktops replacements, voltados a pessoas que querem computadores com alguma mobilidade, e com performance semelhante a de um computador de mesa. Laptops portáteis são pequenos e leves, projetados para que suas baterias sejam capazes de abastecê-los por um longo período de tempo (quatro a cinco horas ou mais). Isto ao custo de configurações de hardware mais simplificadas, como pouca memória RAM (raramente superior a 4 GB), placa de vídeo na maioria das vezes integrada ao chipset ou processador, velocidade do processador raramente superior a 3,00 GHz, e hard drive quase sempre limitado a 500 GB de capacidade . As telas mais comuns são as de 14" (ou 14,1" em widescreen) e 15" (ou 15,4" em widescreen).
Toshiba T1100. Osborne 1. Atuais substitutos de desktop, por outro lado, são projetados de modo a possuir performance comparável a bons computadores de mesa (4 GB ou mais de RAM, placa de video dedicada, 250 GB de espaço ou mais e até 2,8 GHz (Core 2 Duo, Core i3, Core i5, Core i7) de velocidade do processador. Tais laptops, voltados aos que querem performance (para uso de aplicativos pesados, tais como jogos, por exemplo) estão ficando mais leves, relativamente menores, e gastam mais lentamente suas baterias (que normalmente duram no máximo 4 horas em laptops com baterias de 9 células, executando aplicativos de peso médio). Desktop replacements comuns possuem entre 15 e 17 polegadas, embora alguns laptops possuam 19 ou mesmo 20 polegadas. Novos laptops possuem tamanho de uma agenda e são finos como uma capa de dvd, como alguns modelos da Acer e Asus, denominados netbooks Atualmente, muitos laptops são dotados de adaptadores de rede wireless, que possibilitam a conexão a redes de computadores sem fio. Essas redes podem ser instaladas em escritório, e já é muito comum encontrá-las também em residências. Com os adaptadores wireless, os usuários de laptops podem acessar a internet em diversos estabelecimentos, tais como restaurantes e aeroportos, sem a necessidade de conectar fios, desde que esses locais ofereçam o serviço. O acesso à rede sem fio também pode ser controlada, sendo que o internauta somente poderá se conectar à rede através do uso de senhas ou cartões. Esse tipo de tarifação tem sido muito utilizada por fornecer ao estabelecimento a possibilidade de, além de cobrar pelo serviço oferecido, ter controle de todos os usuários do serviço. Um dos grandes exemplos de sistemas de tarifação é o ACCESSCARD, onde o internauta compra cartões pré-pagos com tempo definido, e se loga ao sistema através da inserção de um código impresso no cartão. Mas hoje as operadoras de celular cobram uma taxa fixa de navegação de dados 3G. http://pt.wikipedia.org Veja sobre sua bateria.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Exaltasamba


Exaltasamba foi um dos grupos de samba e pagode de maior sucesso no Brasil. Formado nos anos 80 em São Bernardo do Campo, São Paulo. Tudo começou em 1986. Um grupo de pagodeiros se uniu e formou o Exaltasamba, que tocava em mesas de bares e restaurantes em cidades do ABC paulista. Em 1992, o grupo lançou o primeiro álbum Eterno Amanhecer. A principal música: "Quero Sentir de Novo". Em 1994, lançam seu segundo CD Encanto que começou a fazer sucesso e atraiu vários empresários e gravadoras. A parti daí o grupo começa a aparecer em programas de televisão e rádios. Tendo 24 horas de amor como o grande hit, executada em todas as rodas de samba do Brasil. Mas foi em 1996 que o Exalta fez um sucesso estrondoso com o disco Luz do Desejo - lançado pela gravadora EMI Music - com os sucessos "Telegrama", "Luz do Desejo" e "É você". O CD alcançou a marca de 750 mil cópias vendidas. O quarto álbum do grupo, Desliga e Vem (EMI Music) de 1997, superou o anterior em vendagem após chegar a um milhão cópias vendidas em menos de seis meses. O álbum seguia o estilo romântico do anterior. O disco Cartão Postal atingiu a marca de 1 milhão e 250 mil cópias vendidas. Esse CD fez com que o grupo ganhasse vários prêmios internacionais com: "Eu Me Apaixonei Pela Pessoa Errada". Essa música foi a mais tocada das rádios do Brasil em janeiro e fevereiro de 1999. Em 2002 O vocalista Chrigor Lisboa deixa o grupo por um problema familiar. Em 2003, gravam o sétimo disco da banda Alegrando a Massa. Nos vocais, entra Thiaguinho para reforçar a linha de frente do grupo, ao lado de Pericles. No ano de 2006, os pagodeiros apostaram no lançamento do 11° álbum e primeiro DVD do grupo, o Todos os Sambas Ao vivo. Em 2007, lançam seu 13° e segundo DVD, o Ao Vivo Pagode do Exalta. O principal hit do DVD - "Livre pra Voar" - chegou a ter mais de 50 mil downloads pagos. Ao Vivo Na Ilha Da Magia é o 14° álbum e o terceiro DVD do grupo gravado na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina.Tendo como musica de sucesso valeu. Em 2010, lançam seu 16° álbum, quarto DVD e primeiro Blu-Ray do grupo Exaltasamba – 25 Anos Ao Vivo gravado no Estádio Parque Antártica na cidade de São Paulo. Com foco na musica "Tá Vendo Aquela Lua", e com varias participações especiais. Em 2012, o canal Multishow transmitiu o penultimo show do Exaltasamba em Balneario Camboriu, Santa Catarina e a despedida oficial foi no programa "Esquenta" da Rede Globo apresentado por Regina Casé. [editar]O "recesso" do grupo Em 5 de junho de 2011, o mais conhecido integrante da banda Thiaguinho anuncia sua saída do grupo em visita ao programa Domingão do Faustão. Assim com a saída do integrante Thiaguinho, a banda anunciou que se retira por tempo indeterminado, para cada um dos integrantes dar mais atenção a família e a outros sonhos pessoais. "Essa nossa decisão, tomada em comum acordo por Péricles (banjo e vocal), Pinha (repique de mão), Thiaguinho (banjo e vocal), Brilhantina (cavaco),e Thell (tantã) encerra um ciclo que teve seu ápice no dia 05 de junho de 2010 quando 38 mil Exaltamaníacos estiveram presentes na gravação do DVD Exalta 25 Anos no Estádio Palestra Itália em São Paulo. Nós nos amamos muito, amamos nossos fãs, nossos colaboradores e nossos amigos que lutaram, sofreram, choraram, riram e, principalmente, venceram todos os obstáculos conosco". E envolvidos nesse amor pedimos, mais uma vez, carinho e compreensão de todos e esclarecemos que isso não é um adeus do Exalta. E, sim, um recesso sem prazo de retorno para que aprendamos a lidar melhor com tudo de maravilhoso que nos aconteceu durante esses 25 anos. "Estou precisando de um tempo para coisas que mal vivi ou evitava viver" - Diz Thiaguinho, o vocalista, sobre o motivo de sua saída do grupo. "O Exalta faz parte de mim e eu também faço parte deles, minhas músicas com certeza ajudaram muito o Exalta a ser o que é hoje, preciso me dedicar a mim, com minhas músicas e isso que vou fazer" finaliza o ex-vocalista da banda. Péricles - banjo e voz (1986-2012) Thiaguinho - voz e banjo (2003-2011) Pinha - repique e vocal (1986-2012) Thell - tantan e vocal (1986-2012) Brilhantina - cavaquinho e vocal (1986-2012) Izaías - violão e vocal (1986-2006) Marcelinho - vocal e pandeiro (1986-1991) Chrigor - voz e pandeiro (1993-2002) Marquinhos - tantan (1986-2001) Tortinho - banjo (1986-1988)

sábado, 19 de janeiro de 2013

Calcinha Preta

Calcinha Preta é uma banda de forró eletrônico brasileira, formada em Aracaju, Sergipe, em 8 de Dezembro de 1996[1] pelo empresário e compositor Gilton Andrade e seu irmão Wilamis Andrade. É conhecida pelo seu característico forró romântico, pelos shows superproduzidos, figurinos arrojados e pelas inúmeras formações que teve ao longo de sua história. Grande parte dos sucessos do grupo são na verdade versões de clássicos de rock e pop internacional. A banda já adaptou, por exemplo, sucessos de nomes como U2, Scorpions, Heart, Bruno Mars, Beyoncé, George Michael, Kansas, Angra, dentre vários outros. No decorrer de sua trajetória, a banda foi influenciada também por outros estilos, como o calipso, o arrocha, o sertanejo e o brega. No entanto, o teor romântico ainda prevalece, sendo a maioria das letras sobre amor e
relacionamentos. Possui uma extensa discografia de 27 volumes dentre álbuns de estúdio e ao vivo e a videografia da banda possui 4 DVDs oficiais e alguns outros promocionais (bootlegs de menor produção). Estima-se que o Calcinha Preta tenha vendido cerca de dez milhões de cópias em quase dezessete anos de carreira discográfica. Apesar de já ser um fenômeno no Nordeste desde o início dos anos 2000 e sempre arrastar multidões aos shows, o auge da banda se deu em 2009, quando alcançou o reconhecimento nacional ao emplacar o sucesso "Você Não Vale Nada", composição de Dorgival Dantas, na novela "Caminho das Índias", da Rede Globo de Televisão. Após a exposição gerada pela presença na trilha sonora da novela, a banda se apresentou, ainda em 2009, ao lado do cantor Roberto Carlos no especial de fim de ano promovido anualmente pela Rede Globo, além de ter participado em vários outros programas da emissora, como o Domingão do Faustão e o Programa da Xuxa. O sucesso a nível nacional também possibilitou ao Calcinha Preta internacionalizar sua agenda. Nos anos seguintes à novela, o grupo chegou a fazer mini-turnês por Estados Unidos, Europa (apresentando-se principalmente para brasileiros residentes nessas localidades) e África lusófona. Ao longo dos anos, a banda sempre renovou seu quadro de cantores, o que gerou a identificação dos fãs com integrantes específicos ou formações inteiras em diferentes épocas. No entanto, as constantes mudanças também geram muita confusão e torna difícil acompanhar a história da banda baseando-se em seus membros. Atualmente, o Calcinha Preta conta com 3 cantores: Silvânia Aquino (a mais antiga no grupo), Dennis Nogueira e Jobson Mascarenhas. No entanto, cantores como Daniel Diau (hoje na indústria musical Gospel) e Paulinha Abelha (hoje na dupla Paulinha Abelha e Marlus) são lembrados como alguns dos mais marcantes membros do Calcinha Preta. Curiosamente, a banda tornou-se notória por sempre contar com integrantes cabeludos muito antes de Wesley Safadão (Garota Safada) virar o símbolo das longas madeixas no forró. Os cabelos e as vozes de nomes como Berg Rabelo, Raied Neto, Marlus Viana e o carismático Bell Oliver são recordados com saudosismo pelos fãs. Integrantes Cantores Silvânia Aquino Dennis Nogueira Jobson Mascarenhas [editar]Ex-integrantes (cantores) Luciana - vol.01 ao vol. 03 Sidney - vol.01 ao vol.04 Alexandre Mello - vol.03 e vol.04 Jennifer Martins - vol. 03 ao vol. 09 Malba - vol.05 Daniel Diau - vol.04 ao vol.07 e vol.10 ao vol.18 - DVD 1,2 e 3 Rogério - vol.04 ao vol.06 Paulinha Abelha - vol. 5 ao vol. 22 - DVDs 1,2 e 3 Raied Neto - vol.06 ao vol.19 - DVD 1,2 e 3 Berg Rabelo - Vol.07 ao Vol.11 - DVD 1 Vanessa - vol.8 Karla Lins - vol. 08 Amara Barros - 2002 Marlus Vianna - vol.12 ao 13 e vol.18 ao 21 - DVD 3 Berg Lima - vol.18 - DVD 3 Cláudio Livier - vol.19 Mirella Vieira - vol.20 Michelle Menezes - vol.20 ao 21 Bell Oliver - vol.20 ao 25 - DVD 4 Anajara Gouvêia - vol. 21 ao 26 - DVD 4 Ramón Costa - vol. 23 ao 25 - DVD 4

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Luís Gonzaga


Luís ‘Lua’ Gonzaga ‘Gonzagão’ do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 –faleceu em Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o Rei do baião. Foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, ao resto do país, numa época em que a maioria desconhecia o baião, o xote e o xaxado. Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia e harmonias, ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião" (1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950).[2] Luís Gonzaga do Nascimento nasceu numa sexta-feira no dia 13 de dezembro de 1912, numa casa de barro batido na Fazenda Caiçara, povoado do Araripe, a 12 km de Exu (extremo oeste do Estado de Pernambuco, a 700 km do Recife), segundo filho de Ana Batista de Jesus (‘Mãe Santana’) e oitavo de Januário José dos Santos. O pe. José Fernandes de Medeiros o batizou na matriz de Exu em 5 de janeiro de 1913. Deveria ter o mesmo nome do pai, mas na madrugada em que nasceu, seu pai foi para o terreiro da casa, viu uma estrela cadente e mudou de ideia. Era o dia de São Luís Gonzaga no mês do Natal, o que explica a adoção do sobrenome "Nascimento". Antes dos dezoito anos Luís teve sua primeira paixão: Nazarena, uma moça da região. Foi rejeitado pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, que não o queria para genro e ameaçou-o de morte. Mesmo assim Luís e Nazarena namoraram algum tempo escondidos e planejavam o futuro. Januário e Santana lhe deram uma surra ao descobrirem que ele se envolveu com a moça. Revoltado por não poder casar-se com a moça, e por não querer morrer nas mãos do pai dela, Luís Gonzaga fugiu de casa e ingressou no exército no Crato (Ceará). Durante nove anos viajou por vários estados brasileiros, como soldado, sem dar notícias à família. Não teve mais nenhuma namorada, passando a ter amantes, até se casar. Em Juiz de Fora, MG, conheceu Domingos Ambrósio, também soldado e conhecido na região pela sua habilidade como acordeonista. A partir daí começou a se interessar pela área musical. Em 1939, deu baixa do exército na cidade do Rio de Janeiro: Estava decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou por tocar nas áreas de prostituição da cidade. No início da carreira, apenas solava acordeão em choros, sambas, foxtrotes e outros gêneros da época. Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Apresentava-se com o típico figurino do músico profissional: paletó e gravata. Até que, em 1941, no programa de Ary Barroso, foi aplaudido executando Vira e Mexe, com sabor regional, de sua autoria.[6] O sucesso lhe valeu um contrato com a gravadora Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais. Vira e mexe foi a primeira música que gravou em disco. Veio depois sua primeira contratação, pela Rádio Nacional. Lá conheceu o acordeonista gaúcho Pedro Raimundo, que usava os trajes típicos da sua região. Daí surgiu a ideia de apresentar-se vestido de vaqueiro, figurino que o consagrou como artista. Em 11 de abril de 1945, gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira. Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odaléia ‘Léia’ Guedes dos Santos deu à luz um menino, no Rio. Luís Gonzaga mantinha um caso havia meses com a moça, iniciado quando já estava grávida. Sabendo que sua amante seria mãe solteira, assumiu a paternidade da criança, adotando-o e dando-lhe seu nome: Luís Gonzaga do Nascimento Júnior. Odaléia, que além de cantora de coro era sambista, foi expulsa de casa por ter engravidado do namorado, que não assumiu a criança. Foi parar nas ruas, até ser ajudada, descobrindo-se seu talento para cantar e dançar, passando a se apresentar em casas de samba no Rio, quando conheceu Luís. A relação com Luís era conflituosa e, após o nascimento do menino, piorou, com muitos ciúmes. Separaram‐se com menos de 2 anos de convivência. Léia criou o filho, e Luís os visitava. Em 1946 voltou pela primeira vez a Exu (Pernambuco), e reencontroou seus pais, Januário e Santana, que havia anos não sabiam nada sobre o filho e sofreram muito esse tempo todo. O reencontro com seu pai é narrado em sua composição Respeita Januário, em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que se tornara sua secretária particular, e por quem se apaixonou. O casal permaneceu até o fim da vida de Luís. Não tiveram filhos biológicos, por Helena não poder engravidar, mas adotaram uma menina, a quem batizaram de Rosa. Nesse mesmo ano Léia morreu de tuberculose, para desespero de Luís. O filho deles, apelidado de Gonzaguinha, ficou órfão com 2 anos e meio. Luís queria levar o menino para morar com ele e Helena, e pediu para a mulher criá-lo como se fosse dela, mas Helena não aceitou, juntamente com sua mãe, Marieta, que achava aquilo um absurdo, já que nem filho verdadeiro de Luís era. Luís não viu saída: entregou o filho para os padrinhos da criança, Leopoldina e Henrique Xavier Pinheiro, criarem-no no Morro do São Carlos. Luís sempre visitava a criança e a sustentava financeiramente. Xavier o considerava filho de verdade e lhe ensinava viola, e o menino teve em Dina uma mãe. Luís não se dava bem com o filho, apelidado de Gonzaguinha. Passou a não ver mais o filho em sua infância, e sempre que o via brigavam. Achava que ele não teria um bom futuro, imaginando que se tornaria um malandro ao crescer, já que o menino tinha amizades ruins no morro, vivendo com malandros tocando viola pelos becos da favela. Dina tentava unir pai e filho, mas Helena não gostava da proximidade deles, e passou a espalhar para todos que Luís era estéril e não era o pai de Luisinho[2]. Luís sempre desmentia, já que não queria que ninguém soubesse que o menino era seu filho somente no registro civil. Amava o menino de fato, independente de não ser seu filho de sangue.[7] Na adolescência, o jovem se tornou rebelde: não aceitava ir morar com o pai, já que amava os padrinhos e odiava ser órfão de mãe, e dizia sempre que Luís não era seu pai biológico, o que o entristecia. Helena detestava o menino e vivia implicando com ele, humilhando-o, e por isso Gonzaguinha também não gostava da madastra, o que os afastou e causou mais brigas entre pai e filho, já que Luís dava razão à esposa. Não vendo medidas, internou o jovem em um colégio interno, para desespero de Dina e Xavier.[3] Gonzaguinha contraiu tuberculose aos 14 anos e quase morreu. Aos 16, Luís pegou-o para criar e o levou a força para a Ilha do Governador, onde morava, mas por ser muito autoritário e a esposa destratar o garoto, o que gerava brigas entre Luís e Helena, Gonzaga mandou o filho de volta ao internato. Ao crescer, a relação ficou mais tumultuada, pois o filho se tornou um malandro, viciado em bebidas alcoólicas. Gonzaguinha resolveu se tratar e concluiu a universidade, tornando‐se músico como o pai. Pai e filho ficaram mais unidos quando, em 1979, viajaram o Brasil juntos, compondo juntos. Tornaram‐se, enfim, amigos. Luís Gonzaga sofreu de osteoporose por anos. Morreu vítima de parada cardiorrespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi velado em Juazeiro do Norte (a contragosto de Gonzaguinha, que pediu que o corpo fosse levado o mais rápido possível para Exu, irritando várias pessoas que iriam ao velório e tornando Gonzaguinha "persona non grata" em Juazeiro do Norte) e posteriormente sepultado em seu município natal. Em 2012, o filme de Breno Silveira Gonzaga, De Pai Pra Filho, narrando a relação conturbada de Luís com o filho Gonzaguinha, em três semanas de exibição já alcançara a marca de 1 milhão de espectadores. fonte: http://pt.wikipedia.org