Tarcísio Magalhães Sobrinho, mais conhecido como Tarcísio Meira (São Paulo, 5 de outubro de 1935), é um ator brasileiro de cinema, teatro e de televisão.
É casado com a atriz Glória Menezes, com quem tem um filho, Tarcísio Filho, também ator.
Filho de Raul Pompeia de Magalhães e de Maria do Rosario Meira (Jáio), descende, por seu pai, da aristocracia rural sul-mineira, havendo sido seu trisavô paterno o tenente-coronel Antônio Joaquim Pereira de Magalhães, e por essa linhagem tem consanguinidade com o Protomártir da Independência do Brasil, o Tiradentes, com o cientista Vital Brazil e com o empresario Oscar Americano, consoante o livro "Vital Brazil Mineiro da Campanha, uma genealogia brasileira", de autoria de Lael Vital Brazil. Por sua mãe pertence a tradicionais troncos paulistas, tais como os Arrudas Botelhos, os Paes Lemes, os Cerqueiras Cesares e os Penteados, conforme relata Silva Leme em sua "Genealogia Paulistana", nos livros 2, 3 e 4.
Estreou no teatro em 1957, na peça A Hora Marcada e, em 1959, já brilhava em O Soldado Tanaka, convidado por Sérgio Cardoso.
A estreia na televisão foi em Noites Brancas, um teleteatro da TV Tupi, dirigido por Geraldo Vietri em 1959. Em outro teleteatro da mesma emissora, Uma Pires Camargo, em 1961, contracenou pela primeira vez com Glória Menezes, com quem casaria pouco tempo depois e os dois passaram a formar um dos casais de maior sucesso da televisão brasileira.
Ele foi o galã da primeira telenovela diária da televisão brasileira, 2-5499 Ocupado (1963), na Excelsior, ao lado da já mulher na vida real, Glória Menezes. Protagonizou ainda mais sete telenovelas na mesma emissora até se transferir com Glória para a Rede Globo, onde estrearam em Sangue e Areia. A partir daí, Tarcísio se tornou uma das presenças mais constantes da teledramaturgia brasileira e já tem mais de 50 trabalhos entre telenovelas; minisséries e seriados de televisão.
Também no cinema, Tarcísio Meira se tornou um dos principais atores, principalmente nos anos 70 e 1980. O primeiro filme em que atuou foi Casinha Pequenina (1963), ao lado de Mazzaropi; entre seus maiores sucessos estão Máscara da Traição, As Confissões de Frei Abóbora, Independência ou Morte, Missão: Matar, O Marginal, República dos Assassinos e Eu Te Amo. Duas de suas mais importantes interpretações no meio encontram-se em A Idade da Terra, de Glauber Rocha, e Eu, de Walter Hugo Khouri.
Recebeu o prêmio APCA de melhor ator oferecido pela Associação Paulista de Críticos de Arte por sua atuação na minissérie A Muralha (2000), produzida pela Globo.
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Francisco Cuoco (São Paulo, 29 de novembro de 1933) é um ator brasileiro com uma sólida carreira no teatro, cinema e televisão (tendo sido intérprete de personagens que marcaram época), cantor, diretor, escritor, poeta, músico, artista plástico, humorista e cineasta.
De origem humilde, filho de um feirante italiano, trabalhava durante o dia com o pai na feira e à noite estudava, buscando uma profissão estável. Queria estudar Direito. Mas ao entrar em contato com a Escola de Arte Dramática de Alfredo Mesquita, decidiu ser um profissional de dramaturgia. Abandonou os estudos de leis e códigos e se entregou à vocação artística.
Estreou no teatro em peças do Teatro Brasileiro de Comédia e depois atuou pela companhia Teatro dos Sete, trabalhando com diretores como Alberto D'Aversa, Gianni Ratto, Fernando Torres e atores como Ítalo Rossi, Fernanda Montenegro, Carminha Brandão, entre outros, segundo informações do site www.itaucultural.org.br/teatro. Seu primeiro protagonista no teatro foi com o personagem Werneck, de O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues, em 1961, com direção de Fernando Torres. Em 1964 foi premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) como melhor ator coadjuvante na peça Boeing-Boeing, segundo o site www.apca.org.br/premiados.
Depois de muitos anos afastado dos palcos, por causa do trabalho intenso na televisão, Cuoco voltou com a comédia de Rodrigo Murat, "Os três homens baixos", em 2004. Depois seguiram-se outras comédias - O último bolero (de João Machado), Circunscisão em Nova York (João Bethencourt) e Deus é química (Fernanda Torres).
Sua primeira telenovela foi Renúncia, escrita por Walter Negrão, levada ao ar em 1965 pela TV Record, na qual já estreou como protagonista, ao lado da atriz Irina Grecco. A partir daí, Cuoco foi emendando um trabalho atrás do outro, sempre revestido da aura de galã dos sonhos das telespectadoras, posto dividido na época com Carlos Zara, Tarcísio Meira e Hélio Souto.
Participou de telenovelas na Rede Tupi e, principalmente, na TV Excelsior, onde viveu o Dr. Fernando, protagonista de Redenção, a telenovela que até hoje mantém o recorde de permanência no ar, com 596 capítulos exibidos ao longo de dois anos. Ainda, teve posição de destaque no enredo de Sangue do meu sangue, exibida em 1969.
Transferiu-se para a Rede Globo em 1970, e seu primeiro trabalho na emissora foi a telenovela Assim na Terra como no céu, de Dias Gomes, na qual viveu o protagonista Vítor Mariano, um padre que abandona a batina para se casar e tem seus planos frustrados pela morte misteriosa da noiva. A partir daí, fez sucessivos trabalhos que levaram a assinatura de Janete Clair, que o tinha como um de seus atores preferidos. Para Cuoco, Janete criou o Cristiano de Selva de pedra, o jornalista Alex de O semideus, o taxista "Carlão" - trabalho muito elogiado de Cuoco na primeira versão da novela Pecado capital -, o misto de mocinho e vilão "Herculano" de O astro, o ambicioso Tião Bento em Sétimo sentido e o político "Lucas" em Eu prometo.
Suas participações mais recentes no cinema foram nos filmes Cafundó(2008), de Paulo Betti e Clóvis Bueno, Traição (1998 - conjunto de três episódios baseados na obra de Nélson Rodrigues), e Gêmeas (1999), de Andrucha Waddington, em que fez Jorge, o pai das gêmeas do título. Estrelou Anuska, manequim e mulher (1968), Os xeretas (2001), e participou em Um Anjo Trapalhão (2000), Cafundó (2005) e Didi - O caçador de tesouros (2006).
[editar]Carreira
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Agildo da Gama Barata Ribeiro Filho (Rio de Janeiro, 26 de abril de 1932) é um ator e humorista brasileiro.
Filho do político Agildo Barata, Agildo Ribeiro foi casado cinco vezes. Suas esposas foram mulheres famosas como Consuelo Leandro, Marília Pera, mas passou 34 anos casado com Didi Barata Ribeiro, também atriz e bailarina, falecida em 2009.
Humorista de enorme sucesso nos anos 1970 tanto no Brasil como em Portugal, co-estrelou diversos programas de humor da TV Globo, ao lado de Jô Soares, Paulo Silvino e Chacrinha. Nessa fase, o seu programa mais famoso foi Planeta dos Homens.
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Moacyr de Oliveira Franco (Ituiutaba, 5 de outubro de 1936) é um ator, cantor, compositor, autor, apresentador de TV, humorista, e político brasileiro. É filiado ao PSL.Começou sua carreira nos anos 60 no programa Praça da Alegria. Interpretando o personagem "Mendigo", emplacou um grande sucesso ao gravar a marchinha de carnaval "Me Dá Um Dinheiro Aí". Estourou com outras músicas, como Suave é a Noite (versão de Tender is the Night), "Pelé agradece", "E tu te vais" , "Pedagio" e Eu Nunca Mais Vou Te Esquecer. Sofreu um sério acidente automobilístico na década de 70, o que lhe prejudicou a carreira. Depois do sucesso que vivenciara na primeira metade da década de 70, nunca recuperou a imensa popularidade que tinha.
Desde então lançou vários discos (fez muito sucesso com a canção Balada número sete, homenagem ao grande jogador de futebol Mané Garrincha), além de trabalhar nas principais emissoras do país apresentando, produzindo, escrevendo e atuando em diversos programas. Continua a seguir paralelamente a carreira de cantor, apresentando-se por todo o Brasil.
Em 1978 explodiu em todo o país com o sucesso "Turbilhão" (A nossa vida é um carnaval...), música mais tocada no carnaval daquele ano.
Nas décadas de 80 e 90 compôs várias músicas no gênero sertanejo, que alcançaram os primeiros lugares nas paradas, tais como: "Dia de Formatura", com Nalva Aguiar, "Seu amor ainda é tudo", "Ainda ontem chorei de saudade" e "Se eu não puder te esquecer", com João Mineiro e Marciano.
Na TV apresentou vários programas como Pequenos Brilhantes, A Mulher é um Show, Concurso de Paródias, Moacyr Franco Show e Moacyr TV, na Rede Globo (sempre tendo como redator o amigo de infância Gilberto Garcia, falecido em 1996) além de atuar nos humorísticos Meu Cunhado, ao lado de Ronald Golias, Ô… Coitado!, A Praça é Nossa (onde interpreta também o homossexual caipira Jeca Gay), SBT Palace Hotel entre outros. Participou também da versão da Rede Globo, Praça da Alegria, apresentada por Luís Carlos Miéli.
No Programa "Moacyr Franco Show", revelou vários artistas como: Isabela Garcia, Guto Franco, Carla Daniel, Nizo Neto, Rosana Garcia, sua afilhada de batismo, entre outros.
Em 2011, ganhou o Troféu Menina de Ouro de melhor ator coadjuvante no Festival de Cinema de Paulínia por conta do personagem Delegado Justo no filme O Palhaço, de Selton Mello.[1]
Seu filho Guto Franco fez sucesso ao ser lançado ainda criança em programas do pai, chegando a participar como ator da telenovela O Grito produzida e exibida pela TV Globo na década de 1970. Guto participou da Praça interpretando o personagem Dona Guajarina e atualmente é diretor e redator chefe do humorístico A Turma do Didi exibido pela Rede Globo aos domingos. Seu filho mais velho, Moacyr Franco Jr., é comandante dos aviões da TAM e faz voos internacionais. João Vitor, fez programa de televisão ainda novo assim como Guto, participou mais atualmente de Meu Cunhado e hoje com seu nome artístico Johnny Franco segue carreira na área musical, cantando, especificamente músicas com letras em inglês.
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sábado, 12 de janeiro de 2013
Um circo é comumente uma companhia itinerante que reúne artistas de diferentes especialidades, como malabarismo, palhaço, acrobacia, monociclo, contorcionismo, equilibrismo, ilusionismo, entre outros.
A palavra também descreve o tipo de apresentação feita por esses artistas, normalmente uma série de atos coreografados à músicas. Um circo é organizado em uma arena - picadeiro circular, com assentos em seu entorno, enquanto circos itinerantes costumam se apresentar sob uma grande tenda ou lona.História
Cenas de circo por volta de 1891. Obra do pintor Arturo Michelena.
Dos chineses aos gregos, dos egípcios aos indianos, quase todas as civilizações antigas já praticavam algum tipo de arte circense há pelo menos 4 000 anos- mas o circo como o conhecemos hoje só começou a tomar forma durante o Império Romano. O primeiro a se tornar famoso foi o Circus Maximus, que teria sido inaugurado no século VI a.C., com capacidade para 150 000 pessoas. A atração principal eram as corridas de carruagens, mas, com o tempo, foram acrescentadas as lutas de gladiadores, as apresentações de animais selvagens e de pessoas com habilidades incomuns, como engolidores de fogo. Destruído por um grande incêndio, esse anfiteatro foi substituído, em 40 a.C., pelo Coliseu, cujas ruínas até hoje compõem o cartão postal número um de Roma. A Roma por sua vez, tem papel muito importante na história do circo.
Com o fim do império dos Césares e o início da era medieval, artistas populares passaram a improvisar suas apresentações em praças públicas, feiras e entradas de igrejas. "Nasciam assim as famílias de saltimbancos, que viajavam de cidade em cidade para apresentar seus números cômicos, de pirofagia, malabarismo, dança e teatro".
Tudo isso, porém, não passa de uma pré-história das artes circenses, porque foi só na Inglaterra do século XVIII que surgiu o circo moderno, com seu picadeiro circular e a reunião das atrações que compõem o espetáculo ainda hoje. Cavaleiro de 1 001 habilidades, o ex-militar inglês Philip Astley inaugurou, em 1768, em Londres, o Royal Amphitheatre of Arts (Anfiteatro Real das Artes), para exibições eqüestres. Para quebrar a seriedade das apresentações, alternou números com palhaços e todo tipo de acrobata e malabarista.
O sucesso foi tamanho que, 50 anos depois, o circo inglês era imitado não só no resto do continente europeu, mas atravessara o Atlântico e se espalhara pelos quatro cantos do planeta.
[editar]O circo no Brasil
A história do circo no Brasil começa no século XIX, com famílias e companhias vindas da Europa, onde agruparam-se em guetos e manifestavam sentimentos diversos através de interpretações teatrais onde não demonstravam apenas interesses individuais e sim despertavam consciência mútua.
No Brasil, mesmo antes do circo de Astley, já havia os ciganos que vieram da Europa, onde eram perseguidos. Sempre houve ligação dos ciganos com o circo. Entre suas especialidades incluíam-se a domadores de ursos, o ilusionismo e as exibições com cavalos.Eles viajavam de cidade em cidade, e adaptavam seus espetáculos ao gosto da população local. Números que não faziam sucesso na cidade eram tirados do programa.
[editar]Novo circo
O novo circo é um movimento recente que adiciona às técnicas de circo tradicionais a influência de outras linguagens artísticas como a dança e o teatro, levando em conta que a música sempre fez parte da tradição circense. No Brasil existem atualmente vários grupos pesquisando e utilizando esta nova linguagem.
[editar]Uso de animais em circos
Há uma grande controvérsia sobre o uso de animais em circos, há duas correntes de pensamento, com prós e contras o uso de animais em shows.
Segundo a corrente de pessoas que são contra o uso de animais em circo, seu uso tem sido gradativamente abandonado, uma vez que tais animais por vezes sofriam maus-tratos (tais como dentes precariamente serrados, jaulas minúsculas, estresse etc.) e, além disso, eram frequentemente abandonados, já que a manutenção de grandes animais, como tigres e elefantes demanda muito dinheiro.[1] Há ainda inúmeros casos em que acidentes, principalmente envolvendo animais selvagens, nos quais pessoas saem feridas ou até mesmo mortas, como o caso de uma garota chinesa, atacada por um tigre.[2]
Por outro lado existem inúmeros circos brasileiros que possuem infra-estrutura e recursos para manterem seus animais, com auxilio de biologos e veterinários contratados para garantir o bem estar dos animais. A maioria deles com documentação do Ibama. Existem raros casos de acidentes envolvendo animais selvagens, nos quais pessoas saem feridas ou até mesmo mortas.[carece de fontes]
Atualmente é proibido o uso de animais em algumas cidades, mas na maioria dos municípios brasileiros ainda é permitida sua exibição, tendo em vista que não há uma legislação federal que regule a matéria. Alguns empresários circenses, artistas, produtores culturais e estudiosos lutam para que seja aprovada uma legislação federal que regulamente o uso de animais em circos.[carece de fontes]
Toco-te com meus dedos a tua alma...
E com meus olhos a tua pele...
Sonha-me com tua vida...
E respira-me em teus sonhos...
Leva-me em pensamentos e traz-me aqui...
Onde tenho a ti...
Meus dedos tocam teus lábios...
Teus dedos nos meus lábios...
e neste segundo são os teus lábios que quero.
Não me fale palavras...
Elas se vão...
Quero teus beijos e quero me deixar perder em ti...
E sentir tua alma na minha... unida pelo beijo mais ardente que nossos lábios já sentiram...
Autor:Marcelo Rondoni
José Eugênio Soares, mais conhecido como Jô Soares ou simplesmente Jô (Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 1938), é um humorista, apresentador de televisão, escritor, artista plástico, dramaturgo, diretor teatral, músico e ator brasileiro.Filho do empresário paraibano Orlando Soares e da dona de casa Mercedes Leal, Jô queria ser diplomata quando criança. Estudou no Colégio São Bento do Rio de Janeiro e em Lausanne na Suíça, no Lycée Jaccard, com este objetivo. Porém, percebeu que o senso de humor apurado e a criatividade inata o apontavam para outra direção.[1]
Dono de um talento versátil, além de atuar, dirigir, escrever roteiros, livros e peças de teatro, Jô Soares também é apreciador de jazz e chegou a apresentar um programa de rádio na extinta Jornal do Brasil AM, no Rio de Janeiro, além de uma experiência na também extinta Antena 1 Rio de Janeiro.
[editar]Vida pessoal
Entre 1959 e 1979, Jô SoarCarreira como ator de televisão
1967 - Em "Família Trapo", roteirizava ao lado de Carlos Alberto de Nóbrega e atuava como Gordon, o mordomo - TV Record-SP.
1970 - "Faça Humor, Não Faça Guerra" foi primeiro humorístico da TV Globo a contar a com a participação do comediante. O programa em meio à Guerra Fria e ao conflito do Vietnã brincava com o slogan pacifista hippie "Make love, don't make war" (Faça amor, não faça a guerra).
1973 - "Satiricom", novo humorístico da TV Globo, com direção de Augusto César Vanucci, realizava roteiros com Max Nunes e Haroldo Barbosa. A atração satirizava o título do filme homônimo de Federico Fellini - "Satyricon". Na promoção do programa, todavia, diziam que era a "sátira da comunicação" num mundo que tinha virado uma "aldeia global", expressão que esteve na moda depois dos primeiros anos da TV via satélite.
1976 - "Planeta dos Homens", nova sátira com o cinema - desta vez, a série cinematográfica "O Planeta dos Macacos", atuava com roteiros de Haroldo Barbosa.
1981 - "Viva o Gordo", com direção de Walter Lacet e Francisco Milani, foi o primeiro programa solo dele. Tinha roteiros de Armando Costa. Deu origem ao espetáculo do gênero "one man show" de Jô chamado "Viva o Gordo, Abaixo o Regime" (sátira explícita ao Golpe Militar de 1964 ainda vigente àquela época). As aberturas do programa brincavam com efeitos especiais usando técnica de inserção de imagens de Jô entre cenas famosas do cinema (como em "Cliente Morto Não Paga" e "Zelig") ou "contracenando" com políticos nacionais e internacionais, como Orestes Quércia, Jânio Quadros, Ronald Reagan etc.
1982 - Participação no "Chico Anysio Show".
1983
Participação no musical infantil "Plunct, Plact, Zuuum".
Comentários no Jornal da Globo até 1987.
1988 - "Veja o Gordo", estreia no SBT com o mesmo estilo do "Viva o Gordo" da Rede Globo.
2000 - Participação no especial de Natal do programa "Sai de Baixo" - episódio "No Natal a Gente Vem Te Mudar" (sátira ao título da peça de Naum Alves de Souza, "No Natal a Gente Vem Te Buscar". Também neste ano estréia o talk-show Programa do Jô, na Rede Globo, onde entrevista diversas personalidades das mais variadas áreas, seguindo até hoje no ar. foi casado com a atriz Teresa Austregésilo. Com ela teve um filho: Rafael Soares (nascido em 1964). De 1980 a 1983, a atriz Sílvia Bandeira, doze anos mais nova, foi sua esposa. Já namorou a atriz Mika Lins. Em 1987, casou-se com a designer gráfica Flávia Junqueira Pedras Soares, de quem se separou em 1998. Atualmente os dois tem sido vistos juntos novamente.[2] O apresentador admitiu sofrer de TOC. Em sua casa os quadros precisam estar tombados levemente para a direita.[3] É sobrinho de Kanela, ex-técnico da seleção brasileira de basquete. No dia 01 de outubro de 2012, levou ao ar um programa especial que reprisou uma entrevista com Lolita Rodrigues, Nair Bello em homenagem à apresentadora Hebe Camargo. Com quem declarou ter vivido intensas paixões durante sua juventude
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Zico e Gentile no Sarriá, na Copa de 1982
Foto: Gertty Images
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Para os brasileiros, o Estádio de Sarrià é o palco de um dos maiores desastre da história, a derrota para a Itália por 3 a 2 no dia 5 de junho de 1982. Porém, o campo, localizado no distrito mais rico de Barcelona, e implodido em 1997, guarda outras histórias marcantes durante os 64 anos em que foi a casa do Espanyol, primo pobre da cidade catalã.
O estádio, inaugurado em 18 de fevereiro de 1923, foi palco do primeiro gol da Liga Espanhola de futebol, marcado por Pitus Prat contra o Real Unión em 1929, e da decisão da Copa da Espanha Livre, torneio realizado em plena Guerra Civil Espanhola por equipes catalãs e valencianas, cuja existência não foi oficializada pelo então governo franquista.
Para os torcedores do Espanyol, a maior lembrança é a goleada por 6 a 0 contra o Barcelona em 1951, maior vitória da história do dérbi barcelonista.
Na Copa de 1982, o estádio recebeu apenas os jogos do grupo C da segunda fase, entre Brasil, Itália e Argentina. O Brasil, que vinha de uma série invicta de 24 jogos, estreou no Sarrià com uma vitória de 3 a 1 sobre a rival Argentina, em uma partida histórica que ficou marcada pela expulsão de Diego Maradona.
Entretanto, esse jogo foi esquecido pelo que veio a seguir. Favorito para conquistar o tetracampeonato, o Brasil perdeu para a Itália por 3 a 2 e deu adeus a Copa do Mundo. Os italianos, que ainda se ressentiam de um escândalo de arranjo de resultados dois anos antes - sendo um dos punidos justamente o carrasco Paolo Rossi -, acabaram conqusitando o tri mundial. Mais do que isso, a partida ficou marcada para muitos como "a morte do futebol arte".
A "La Bombonera" azul e branca, como também era conhecido o Estádio do Sarrià, chegou a receber 44 mil pessoas após algumas ampliações. Em 1988, o Espanyol fez valer o mando de campo e derrotou o Bayer Leverkusen na primeira partida da final da Copa da Uefa. Porém, o time alemão reverteu a vantagem no jogo volta e venceu na disputa de pênaltis.
A sua última partida no estádio aconteceu no dia 21 de junho de 1997. Por conta de problemas financeiros, que sempre rondaram o Espanyol e a sua casa - durante a fundação, o clube teve que organizar um giro de amistosos pela América do Sul para arrecadar dinheiro para completar uma das arquibancadas -, o estádio teve de ser demolido.
A implosão se deu no dia 20 de setembro de 1997, após três meses de peregrinação dos torcedores "periquitos", como são conhecidos os torcedores do clube. Assim, o Espanyol ficou 12 anos sem uma casa própria, já que desde então atuou no Estádio Olímpico de Montjuic, patrimônio do Governo de Barcelona reformado para as Olimpíadas de 1992.
A saudade de casa acabou em 2009, com a inauguração do Estádio Cornellà El-Prat, que custou 65 milhões de euros, tem capacidade para 40.500 pessoas e está localizado nos arredores de Barcelona. Cerca de 10 quilômetros dali está a Avenida Sarrià, que hoje abriga com conjunto de prédios e lojas. Em um parque, uma pequena placa marca a única lembrança física do antigo estádio que entrou na história do futebol mundial.
15/12/2002 - Domingo
Local: Morumbi (São Paulo-SP);
Público: 74.592;
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS);
CORINTHIANS: Dôni, Rogério, Fábio Luciano, Scheidt e Kléber; Vampeta, Fabinho (Fabrício), Renato (Marcinho) e Deivid; Guilherme (Leandro) e Gil. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
SANTOS: Fábio Costa, Maurinho, André Luís, Alex e Léo; Paulo Almeida, Renato, Elano e Diego (Robert depois Michel); Robinho e William (Alexandre). Técnico: Émerson Leão.
A festa de gala da Fifa não reservou surpresas no momento mais aguardado do evento desta segunda-feira, em Zurique, na Suíça. Lionel Messi foi eleito o melhor jogador do mundo de 2012 pela premiação Bola de Ouro, que é dada pela entidade em parceria com a revista francesa France Football. O argentino superou Andrés Iniesta e Cristiano Ronaldo para ficar com o prêmio pela quarta vez na história, um recorde.
Antes, o camisa 10 do Barcelona, que havia triunfado já nas últimas três edições, estava igualado a Ronaldo (1996,1997 e 2002) e Zinedine Zidane (1998,2000 e 2003). Vale lembrar que a premiação, entre os anos de 2001 a 2009, era dada apenas pela Fifa. A partir de 2010, foi unificada com a do veículo jornalístico.
A eleição da France Football, por sinal, que ocorreu de forma individual de 1956 a 2009 e só considerava jogadores que atuam na Europa, também só premiou, no máximo, três vezes um mesmo jogador. São eles: Johan Cruyff (1971, 1973 e 1974), Michel Platini (1983, 1984 e 1985) e Marco Van Basten (1988, 1989 e 1992).
Messi conquistou o troféu após ficar com 41,6 dos votos. Cristiano Ronaldo, vencedor do prêmio em 2008, teve 23,68% e terminou na segunda posição, assim como ocorreu na ano passado. A única alteração no pódio de 2011 ficou com Iniesta no lugar de Xavi. O destaque da última Eurocopa ficou com 10,91%. Os votos são dados por jornalistas, capitães e técnicos das seleções federedas à Fifa.
"A verdade é que é incrível poder receber esse prêmio outra vez, o 4o consecutivo. Agradeço meus companheiros de Barcelona, o Andrés. É um orgulho estar ao lado do Andrés e treinar ao lado dele todo dia. Compartilho com meus companheiros de seleção argentina. Estou muito nervoso, agradeço a minha família, meus amigos, e muito especialmente à minha mulher e meu filho", afirmou o jogador, após receber o prêmio.
Feitos de Messi na última temporada
Apesar de não ter conquistado a última edição da Champions, o camisa 10 do time catalão fez história na competição mesmo assim. Nas oitavas de final, ele marcou cinco gols na goleada por 7 a 1 sobre o Bayer Leverkusen e se tornou o primeiro jogador a alcançar a marca desde Søren Lerby, que o fez em 1980, pelo Ajax.
Os cinco tentos anotados diante da equipe alemã ajudaram Messi a chegar 14 no fim do torneio, um recorde ao lado de José Altafini, do Milan, na temporada 1962/63. Artilheiro em 2011/12, ele foi o principal goleador da Champions pela quarta vez, algo que só Gerd Müller havia conseguido.
Não foi apenas na competição continental que o meia-atacante conseguiu marcas históricas. Afinal, fez inacreditáveis 50 gols no Campeonato Espanhol e se tornou o maior artilheiro em uma edição de La Liga.
Com tantas bolas na rede em 2011/12 82, para ser exato -, Messi superou a marca de Pelé, que anotou 77 gols em 1959 e era, até então, o maior goleador em uma só temporada. Se for considerado o ano do calendário, o astro do Barça também conseguiu algo jamais visto: 91 gols.
Os números impressionantes acarretaram em outro. Em 20 de março, o argentino fez um hat-trick na vitória por 5 a 3 sobre o Granada e superou César Rodríguez, que atuou no time azul-grená entre as décadas de 40 e 50 e, com 232 gols, era o maior artilheiro da história do clube em jogos oficiais.
Se já não bastasse, Messi ainda igualou Vivian Woodward como maior marcador em jogos internacionais em um ano (25 gols) e Gabriel Batistuta como artilheiro da seleção argentina em um ano (12 gols).
Um torcedor do Manchester United casado dirigiu por quase 700 km para o que ele pensava que ia ser um caso com uma mulher que ele tinha encontrado na internet – apenas para descobrir que era uma farsa criada por dois torcedores do Liverpool. Stuart Slann, de 39 anos, conheceu os rapazes durante umas férias em Cancun, no México. Os três passaram o tempo a discutir sobre seus times, que são amargos rivais. Quando os torcedores do Liverpool voltaram para o Reino Unido tiveram a ideia de humilhá-lo através da criação de uma conta falsa no Facebook fingindo ser uma mulher escocesa chamada Emma. Stuart conversou com ela cerca de um mês. E então, quando ele foi visitá-la, ela enviou um texto para dizer que ainda estava no trabalho. Não só ele havia dirigido durante nove horas, como teve que esperar por cerca de três horas e meia para saber que era tudo uma farsa. Os torcedores do Liverpool gravaram a conversa e a colocaram na internet. A esposa do Sr. Slann, Louise, descobriu que ele tinha a intenção de ter um caso e terminou seu casamento.
Uma história de amor rara. Katie Hill, de 18 anos, passou 15 anos da sua vida como Luke, o filho de um coronel fuzileiro. Três anos atrás, resolveu fazer uma cirurgia para virar menina. Katie foi o primeiro transgênero a se formar no ensino médio na cidade americana de Tulsa, no estado americano do Oklahoma.
Na escola secundária ela conheceu Arin, de 16 anos. Arin, na verdade, nasceu menina e se chamava Emerald. Emerald tinha aulas de balé, participava de concursos de beleza, mas no início da adolescência deu lugar a um menino. Eles se apaixonaram e estão namorando.
Ambos sofreram discriminação, ficaram deprimidos com o preconceito, mas agora estão felizes com a nova identidade sexual. Eles se submeteram a terapia com hormônios e agora estão felizes. "Somos perfeitos um para o outro porque os dois sofremos os mesmos problemas", diz Katie. (vi no The Sun)
Por Charles Nisz