Perverteram nossa população
Liquidaram toda esperança
Nossos jovens estão com a cabeça
Tronco e membros atrofiados
Fizeram lavagem cerebral
Outros se venderam por tão pouco
Que será de nós dois ?
De perna para o ar
A Cidade se inunda na lama
Podridão exala das casas e das repartições publicas
O povo surdo
Pateticamente se submete ao sistema
Ignorando qualquer idéia que quer dizer luta
Uma vez vencida
O amor renascerá.
Até a vitoria camaradas....
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
Formação das cidades
História do Brasil
Formação das cidades
Luciane Cristina Miranda de Jesus
Ponto de Partida
Ler o texto Entradas e bandeiras: bandeirantes expandiram limites do Brasil, no site Educação do UOL.
Justificativa
Várias das cidades brasileiras hoje conhecidas foram no passado caminhos abertos pelos bandeirantes; verdadeiros povoados e arraiais que iam surgindo à medida que os bandeirantes iam conquistando novas terras pelo sertão brasileiro.
Portanto, ao estudarmos o período colonial, podemos sem sombra de dúvida trabalhar com a micro-história, buscando vestígios, traços arquitetônicos, patrimônios tombados, obras literárias, documentos guardados em arquivos (municipal e/ou estadual), etc. que nos remetam ao período colonial brasileiro vivido naquela localidade.
Objetivos
1) Conceituar o mercantilismo no contexto das expedições marítimas ibéricas;
2) Compreender o que foi o meridiano de Tordesilhas e o sistema de Capitanias Hereditárias no início do período colonial brasileiro;
3) Distinguir as expedições chamadas de Entradas e Bandeiras ocorridas durante os primeiros séculos do período colonial brasileiro;
4) Sensibilizar para a importância da pesquisa e do uso de diferentes tipos de fontes para a construção do conhecimento histórico;
5) Refletir sobre a importância da preservação do patrimônio como fonte para o diálogo entre temporalidades distintas (passado e presente) e o fornecimento de pistas para a compreensão do nosso próprio tempo histórico;
6) Eleger um lugar da cidade que permita o estudo de sua historicidade.
Estratégias
1) Ao iniciar o estudo sobre o período colonial brasileiro, construa na lousa uma Linha do Tempo mostrando os principais fatos históricos que marcaram e mudaram toda uma época no continente europeu e, por conseguinte, no continente que se chamaria América. A partir de cada marco que você elegeu, explique a sua importância, pois esses acontecimentos deverão estabelecer uma ligação com os conteúdos que serão trabalhados.
2) Apresente para as suas turmas o mapa múndi político que tenha o traçado do meridiano de Tordesilhas. Pergunte a eles se saberiam dizer algo sobre este meridiano e suas implicações para a época em que ele foi criado.
3) Explique o contexto histórico deste período, focando os países ibéricos com relação aos demais países europeus. Se o conceito de mercantilismo já foi trabalhado anteriormente, apenas retome com aos alunos, mas se ainda não foi, esse conceito merece ser explicado para que os alunos possam a vir entender a essência do Tratado de Tordesilhas.
4) Ao lado do mapa múndi, coloque o mapa da América do Sul com o traçado do meridiano de Tordesilhas, e as terras brasileiras divididas em Capitanias Hereditárias. Explique aos alunos os motivos que levaram a coroa portuguesa a decidir sobre a partilha do território, não levando em consideração que as terras eram dos indígenas. Daí o confronto entre nativos e tais imigrantes.
5) Pergunte aos alunos qual daquelas capitanias deu origem ao atual Estado onde eles moram hoje.
6) Portanto, fale a eles que o estudo sobre os primeiros anos do período colonial brasileiro será analisado a partir do Estado onde vivem, e, se for possível, reduza a proporção territorial até chegar num bairro de sua cidade.
7) Exponha nos murais espalhados pela sua unidade escolar, os registros fotográficos realizados pelos alunos. Nesta exposição de fotos, deverão conter legendas explicativas, incentivando a preservação do patrimônio histórico para que as futuras gerações possam também compartilhar da historicidade desses lugares da cidade.
é formada em história pela Universidade de São Paulo e professora dessa disciplina na rede particular de ensino do Estado de São Paulo.
ÍNDICE DE PLANOS
IMPRIMIR ENVIAR
Formação das cidades
Luciane Cristina Miranda de Jesus
Ponto de Partida
Ler o texto Entradas e bandeiras: bandeirantes expandiram limites do Brasil, no site Educação do UOL.
Justificativa
Várias das cidades brasileiras hoje conhecidas foram no passado caminhos abertos pelos bandeirantes; verdadeiros povoados e arraiais que iam surgindo à medida que os bandeirantes iam conquistando novas terras pelo sertão brasileiro.
Portanto, ao estudarmos o período colonial, podemos sem sombra de dúvida trabalhar com a micro-história, buscando vestígios, traços arquitetônicos, patrimônios tombados, obras literárias, documentos guardados em arquivos (municipal e/ou estadual), etc. que nos remetam ao período colonial brasileiro vivido naquela localidade.
Objetivos
1) Conceituar o mercantilismo no contexto das expedições marítimas ibéricas;
2) Compreender o que foi o meridiano de Tordesilhas e o sistema de Capitanias Hereditárias no início do período colonial brasileiro;
3) Distinguir as expedições chamadas de Entradas e Bandeiras ocorridas durante os primeiros séculos do período colonial brasileiro;
4) Sensibilizar para a importância da pesquisa e do uso de diferentes tipos de fontes para a construção do conhecimento histórico;
5) Refletir sobre a importância da preservação do patrimônio como fonte para o diálogo entre temporalidades distintas (passado e presente) e o fornecimento de pistas para a compreensão do nosso próprio tempo histórico;
6) Eleger um lugar da cidade que permita o estudo de sua historicidade.
Estratégias
1) Ao iniciar o estudo sobre o período colonial brasileiro, construa na lousa uma Linha do Tempo mostrando os principais fatos históricos que marcaram e mudaram toda uma época no continente europeu e, por conseguinte, no continente que se chamaria América. A partir de cada marco que você elegeu, explique a sua importância, pois esses acontecimentos deverão estabelecer uma ligação com os conteúdos que serão trabalhados.
2) Apresente para as suas turmas o mapa múndi político que tenha o traçado do meridiano de Tordesilhas. Pergunte a eles se saberiam dizer algo sobre este meridiano e suas implicações para a época em que ele foi criado.
3) Explique o contexto histórico deste período, focando os países ibéricos com relação aos demais países europeus. Se o conceito de mercantilismo já foi trabalhado anteriormente, apenas retome com aos alunos, mas se ainda não foi, esse conceito merece ser explicado para que os alunos possam a vir entender a essência do Tratado de Tordesilhas.
4) Ao lado do mapa múndi, coloque o mapa da América do Sul com o traçado do meridiano de Tordesilhas, e as terras brasileiras divididas em Capitanias Hereditárias. Explique aos alunos os motivos que levaram a coroa portuguesa a decidir sobre a partilha do território, não levando em consideração que as terras eram dos indígenas. Daí o confronto entre nativos e tais imigrantes.
5) Pergunte aos alunos qual daquelas capitanias deu origem ao atual Estado onde eles moram hoje.
6) Portanto, fale a eles que o estudo sobre os primeiros anos do período colonial brasileiro será analisado a partir do Estado onde vivem, e, se for possível, reduza a proporção territorial até chegar num bairro de sua cidade.
7) Exponha nos murais espalhados pela sua unidade escolar, os registros fotográficos realizados pelos alunos. Nesta exposição de fotos, deverão conter legendas explicativas, incentivando a preservação do patrimônio histórico para que as futuras gerações possam também compartilhar da historicidade desses lugares da cidade.
é formada em história pela Universidade de São Paulo e professora dessa disciplina na rede particular de ensino do Estado de São Paulo.
ÍNDICE DE PLANOS
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Desmatamento e polítcas ineficazes são agravantes
A seca no sertão nordestino, está entre as questões mais graves do Brasil. Há séculos os governos têm tentado resolvê-la, sem sucesso.
As políticas de combate à seca no Nordeste remontam à época do Império. D. Pedro 2º determinou a construção de açudes, entre outras ações, para diminuir os efeitos da estiagem, entre os anos 1877 e 1879.
O próprio imperador declarou: "Não restará uma única jóia na Coroa, mas nenhum nordestino morrerá de fome".
Em 1951, um grupo de estudiosos determinou os limites da região atingida por estiagens periódicas, que passou a ser chamada Polígono das Secas. Veja o mapa com as áreas atingidas pela seca, na época:
A área abrangia os quase todos os estados do Nordeste, menos o Maranhão, além do norte de Minas Gerais.
Causas da seca
Mas o Polígono das Secas aumentou de tamanho. O Maranhão, que estava "fora" da área de ocorrência de secas longas, vem enfrentando o problema nos últimos 25 anos.
Nas regiões atingidas, é comum a estiagem se prolongar por dois ou três anos. Isso gera uma situação de calamidade para milhões de sertanejos.
A ampliação da área da seca está relacionada à forma de ocupação humana nessa região, desde o século 16. Trata-se do uso predatório da terra, tirando dela o máximo possível em produtividade sem preocupação com o esgotamento.
O principal fator foi desmatamento excessivo que deu fim à vegetação em torno das nascentes dos rios. Isso mesmo: sem as árvores, secam o rio e a fonte de onde vem a água.
Sem a proteção do verde, o solo frágil e arenoso não resiste e a região torna-se árida. Com isso, o clima muda: há menos chuvas. E o lugar é ocupado pela caatinga, ou se transforma em deserto.
Indústria da seca
O primeiro órgão de combate à seca foi criado em 1909, chamava-se Inspetoria de Obras Contra as secas (IOCS). Em 1919 tornou-se a Inspetoria Federal de Obras Contra a Secas (IFCOS). Em 1945 ganhou novo nome: Departamento Nacional de Obras Contra a Secas (DNOCS).
Todos esses órgãos procuram definir metas e solucionar o problema com obras para armazenar água e suprir a população, a agricultura e a pecuária.
Mas tem sido insuficiente, como se vê pelo aumento da área atingida. Além do desmatamento, a seca do Nordeste está ligada à falta de políticas que realmente funcionem em benefício da população.
Durante a estiagem, o governo federal socorre os estados atingidos com envio de dinheiro para ser aplicado nessas áreas, cestas básicas para a população, perdão total ou parcial das dívidas de empréstimos tomados por empresários e fazendeiros. Estudiosos declaram que existe uma "indústria da seca", da qual alguns se beneficiariam de forma política e financeira.
As políticas de combate à seca no Nordeste remontam à época do Império. D. Pedro 2º determinou a construção de açudes, entre outras ações, para diminuir os efeitos da estiagem, entre os anos 1877 e 1879.
O próprio imperador declarou: "Não restará uma única jóia na Coroa, mas nenhum nordestino morrerá de fome".
Em 1951, um grupo de estudiosos determinou os limites da região atingida por estiagens periódicas, que passou a ser chamada Polígono das Secas. Veja o mapa com as áreas atingidas pela seca, na época:
A área abrangia os quase todos os estados do Nordeste, menos o Maranhão, além do norte de Minas Gerais.
Causas da seca
Mas o Polígono das Secas aumentou de tamanho. O Maranhão, que estava "fora" da área de ocorrência de secas longas, vem enfrentando o problema nos últimos 25 anos.
Nas regiões atingidas, é comum a estiagem se prolongar por dois ou três anos. Isso gera uma situação de calamidade para milhões de sertanejos.
A ampliação da área da seca está relacionada à forma de ocupação humana nessa região, desde o século 16. Trata-se do uso predatório da terra, tirando dela o máximo possível em produtividade sem preocupação com o esgotamento.
O principal fator foi desmatamento excessivo que deu fim à vegetação em torno das nascentes dos rios. Isso mesmo: sem as árvores, secam o rio e a fonte de onde vem a água.
Sem a proteção do verde, o solo frágil e arenoso não resiste e a região torna-se árida. Com isso, o clima muda: há menos chuvas. E o lugar é ocupado pela caatinga, ou se transforma em deserto.
Indústria da seca
O primeiro órgão de combate à seca foi criado em 1909, chamava-se Inspetoria de Obras Contra as secas (IOCS). Em 1919 tornou-se a Inspetoria Federal de Obras Contra a Secas (IFCOS). Em 1945 ganhou novo nome: Departamento Nacional de Obras Contra a Secas (DNOCS).
Todos esses órgãos procuram definir metas e solucionar o problema com obras para armazenar água e suprir a população, a agricultura e a pecuária.
Mas tem sido insuficiente, como se vê pelo aumento da área atingida. Além do desmatamento, a seca do Nordeste está ligada à falta de políticas que realmente funcionem em benefício da população.
Durante a estiagem, o governo federal socorre os estados atingidos com envio de dinheiro para ser aplicado nessas áreas, cestas básicas para a população, perdão total ou parcial das dívidas de empréstimos tomados por empresários e fazendeiros. Estudiosos declaram que existe uma "indústria da seca", da qual alguns se beneficiariam de forma política e financeira.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
4 dicas de sucesso
1- O sucesso não é feito durante o expediente.
Ele é construído a noite, quando você faz um curso, lê, estuda. Vencer na carreira será conseqüência deste "esforço". Planejar e realizar os projetos, isto é fundamental para seu sucesso. E depende de estudo, pesquisa. Hoje fazer pós graduação já não é mais um diferencial, e sim uma "obrigação" de qualquer profissional que está no mercado. Para ser muito bom tem que fazer mais. Cada vez mais o sucesso está ligado ao processo de aprendizado, e da educação. Portanto, nunca pare.
2- Aceite ser o pior aluno da classe.
Fazer um curso do qual não entende muito, não é um problema e sim uma solução. Pense, no final do curso você estará dominando um assunto no qual até então, era um peixe fora d'água. Um profissional de recursos humanos, fazendo um curso de planejamento financeiro, com certeza se sentirá inferiorizado, assim como alguém da área de finanças se sentirá perdido num curso sobre relações humanas. Não importa, o que conta é que passados seis meses, um ano, ele agregará muito valor ao seu potencial. Quebre a cabeça nos trabalhos, não tenha vergonha em perguntar. É desta forma que se aprende. Melhorar o potencial, é "somar" cada vez mais capacidades, e isto só adquirido, absorvendo novidades.
3- Aceite ser um tolo.
Quando você faz uma pós, um curso de especialização, ou seja o que for, mesmo que seus colegas queiram assinar o trabalho que você fez sozinho, aceite, e faça mais do que o professor pediu. Surpreenda-o. Aceite pesquisar sozinho, deixe os espertos assinarem, agregue conhecimento. Se a sua empresa está implantando um programa de qualidade total, e as reuniões tem de ser fora do expediente, seja tolo, fique na reunião, não faça como os espertos, não vá para casa. Cada vez mais dar algo além do combinado, fará a diferença.
4- Trabalhe com Campeões.
Os campeões, vão te ensinar a ser campeão. Os medianos vão te ajudar a "quebrar galhos", "apagar incêndios". O campeão vai exigir que você seja sempre melhor, ele vai te motivar. Fazer você buscar sempre mais, ser o melhor. Um importante consultor de marketing sempre fala da importância do cavalo, ou seja, não adianta você ser um bom jóquei se está montando um cavalo pangaré. Não adianta ser só competente. A empresa, o local de trabalho também que " ter competência", são elas que irão investir em você, no seu potencial. Seu talento só será desenvolvido ao trabalhar com os campeões, por isso, não perca tempo com os "mais ou menos".
*Psiquiatra e Escritor, autor da obra "A Revolta dos Campeões"
(Cortesia: Centro Federal de Tecnológica de Pelotas - RS)
Ele é construído a noite, quando você faz um curso, lê, estuda. Vencer na carreira será conseqüência deste "esforço". Planejar e realizar os projetos, isto é fundamental para seu sucesso. E depende de estudo, pesquisa. Hoje fazer pós graduação já não é mais um diferencial, e sim uma "obrigação" de qualquer profissional que está no mercado. Para ser muito bom tem que fazer mais. Cada vez mais o sucesso está ligado ao processo de aprendizado, e da educação. Portanto, nunca pare.
2- Aceite ser o pior aluno da classe.
Fazer um curso do qual não entende muito, não é um problema e sim uma solução. Pense, no final do curso você estará dominando um assunto no qual até então, era um peixe fora d'água. Um profissional de recursos humanos, fazendo um curso de planejamento financeiro, com certeza se sentirá inferiorizado, assim como alguém da área de finanças se sentirá perdido num curso sobre relações humanas. Não importa, o que conta é que passados seis meses, um ano, ele agregará muito valor ao seu potencial. Quebre a cabeça nos trabalhos, não tenha vergonha em perguntar. É desta forma que se aprende. Melhorar o potencial, é "somar" cada vez mais capacidades, e isto só adquirido, absorvendo novidades.
3- Aceite ser um tolo.
Quando você faz uma pós, um curso de especialização, ou seja o que for, mesmo que seus colegas queiram assinar o trabalho que você fez sozinho, aceite, e faça mais do que o professor pediu. Surpreenda-o. Aceite pesquisar sozinho, deixe os espertos assinarem, agregue conhecimento. Se a sua empresa está implantando um programa de qualidade total, e as reuniões tem de ser fora do expediente, seja tolo, fique na reunião, não faça como os espertos, não vá para casa. Cada vez mais dar algo além do combinado, fará a diferença.
4- Trabalhe com Campeões.
Os campeões, vão te ensinar a ser campeão. Os medianos vão te ajudar a "quebrar galhos", "apagar incêndios". O campeão vai exigir que você seja sempre melhor, ele vai te motivar. Fazer você buscar sempre mais, ser o melhor. Um importante consultor de marketing sempre fala da importância do cavalo, ou seja, não adianta você ser um bom jóquei se está montando um cavalo pangaré. Não adianta ser só competente. A empresa, o local de trabalho também que " ter competência", são elas que irão investir em você, no seu potencial. Seu talento só será desenvolvido ao trabalhar com os campeões, por isso, não perca tempo com os "mais ou menos".
*Psiquiatra e Escritor, autor da obra "A Revolta dos Campeões"
(Cortesia: Centro Federal de Tecnológica de Pelotas - RS)
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Cachorro é mesmo tudo de bom
Um estudo publicado na revista americana “Pediatric” concluiu que crianças que convivem com cães são mais saudáveis. Elas têm menos chances de apresentar alguns tipos de infecções no ouvido ou problemas respiratórios.
Realizado na Finlândia, o estudo envolveu 397 crianças, entre 9 e 52 semanas, e durou um ano. Os médicos concluíram que os bebês que convivem com gatos ou cães têm 30% menos chances de apresentar sintomas de infecções respiratórias (como tosse, rinite e febre), enquanto que quase metade provavelmente não sofrerá infecções de ouvido.
É uma ótima notícia para os amantes de animais. Não que fossem precisos mais motivos para ter um cãozinho.
Realizado na Finlândia, o estudo envolveu 397 crianças, entre 9 e 52 semanas, e durou um ano. Os médicos concluíram que os bebês que convivem com gatos ou cães têm 30% menos chances de apresentar sintomas de infecções respiratórias (como tosse, rinite e febre), enquanto que quase metade provavelmente não sofrerá infecções de ouvido.
É uma ótima notícia para os amantes de animais. Não que fossem precisos mais motivos para ter um cãozinho.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Nunca permita que alguém corte suas asas
Estreite seus horizontes e tire as estrelas de teu céu.Nunca deixe que o teu medo seja maior que a tua vontade de voar.O valor da vida está nos sonhos que lutamos para conquistar, nos desafios que nos engrandecem, nos horizontes que desbravamos e, especialmente, na nossa capacidade de vencer os nossos próprios medos e dúvidas.Afinal de contas, os melhores voos são aqueles que nos levam para a nossa própria eternidade e que nos acordam por dentro."
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Saudade..
É sentir seu cheiro em meu corpo,
Seu calor na minha boca,
Sua voz em meus ouvidos
E você nos meus
Pensamentos...
Saudade de te ter
Em meus braços
Ocupando um espaço
Que é seu...
Seu calor na minha boca,
Sua voz em meus ouvidos
E você nos meus
Pensamentos...
Saudade de te ter
Em meus braços
Ocupando um espaço
Que é seu...
domingo, 29 de julho de 2012
O reflexo de tudo que acredito. De tudo que posso ser capaz.
Alguém que aprendeu que nunca se deve desistir e, se por acasso chegar a desistir, nunca é tarde para começar de novo e fazer um novo fim da sua história.
Aprendi com meus erros, pois foi a partir deles que começei a acertar.
Superei meus medos, pois é superando-os que se aprende o que é coragem.
posso dizer...
que já sofri,
já chorei,
já perdi,
já errei...
Mas posso dizer com mais certeza ainda, que em todas estas situações eu aprendi o segredo da vitória.
Procuro dá sempre o melhor de mim, para que o melhor possa para mim ser dado.
Amo Sonhar e acreditar que todos os meus sonhos irão realizar-se.
Amo amar e amo ser amado.
Sou feliz e tenho essa felicidade em mim.
E acredito....
"que o importante não é só bater na porta certa, mas bater na porta até que ela se abra..."
Eu por Eu....
Aprendi com meus erros, pois foi a partir deles que começei a acertar.
Superei meus medos, pois é superando-os que se aprende o que é coragem.
posso dizer...
que já sofri,
já chorei,
já perdi,
já errei...
Mas posso dizer com mais certeza ainda, que em todas estas situações eu aprendi o segredo da vitória.
Procuro dá sempre o melhor de mim, para que o melhor possa para mim ser dado.
Amo Sonhar e acreditar que todos os meus sonhos irão realizar-se.
Amo amar e amo ser amado.
Sou feliz e tenho essa felicidade em mim.
E acredito....
"que o importante não é só bater na porta certa, mas bater na porta até que ela se abra..."
Eu por Eu....
sábado, 28 de julho de 2012
Meu amor
Meu amor, por onde será que tu andas agora
Não sei como contigo falar, aonde te encontrar
Não sei o que fazer para esta saudade ir embora
Não sei aonde possa eu um outro amor procurar
Pois ti, ao partir levaste contigo o meu coração
E sem ele não sei como possa de novo eu amar
Não sei como posso alimentar uma nova paixão
Apenas sei de tristeza sofrer, e de tanta dor chorar
Nosso mundo de prazer e de felicidade, se esvaiu
Como num passe de magia, no dia de tua partida
E apenas tua lembrança em mim, ainda resistiu
Para aliviar esta alma, agora, solitária e tão sofrida
A vida hoje, tristonha e tão vazia, sem qualquer calor
Maltrata este corpo cansado, cheio de tantos desejos
Que anda, trôpego, pela vida procurando o teu amor
Busca o teu corpo, soluça a falta de teus doces beijos
Diz-me amor, aonde estás agora, que não me escutas
Aonde esta meu alento, minha adorada e doce paixão
Volta logo, para este poeta, que por ti amor, tanto luta
E não esqueça, que tu, és a dona eterna do meu coração
Lembra-te sempre de mim, com ternura, com carinho
Que eu ainda, te conservo comigo, doce e meiga flor
E que hoje triste sigo ainda o meu amargo caminho
Mas te juro que ainda é tu meu único e eterno amor,,,
Não sei como contigo falar, aonde te encontrar
Não sei o que fazer para esta saudade ir embora
Não sei aonde possa eu um outro amor procurar
Pois ti, ao partir levaste contigo o meu coração
E sem ele não sei como possa de novo eu amar
Não sei como posso alimentar uma nova paixão
Apenas sei de tristeza sofrer, e de tanta dor chorar
Nosso mundo de prazer e de felicidade, se esvaiu
Como num passe de magia, no dia de tua partida
E apenas tua lembrança em mim, ainda resistiu
Para aliviar esta alma, agora, solitária e tão sofrida
A vida hoje, tristonha e tão vazia, sem qualquer calor
Maltrata este corpo cansado, cheio de tantos desejos
Que anda, trôpego, pela vida procurando o teu amor
Busca o teu corpo, soluça a falta de teus doces beijos
Diz-me amor, aonde estás agora, que não me escutas
Aonde esta meu alento, minha adorada e doce paixão
Volta logo, para este poeta, que por ti amor, tanto luta
E não esqueça, que tu, és a dona eterna do meu coração
Lembra-te sempre de mim, com ternura, com carinho
Que eu ainda, te conservo comigo, doce e meiga flor
E que hoje triste sigo ainda o meu amargo caminho
Mas te juro que ainda é tu meu único e eterno amor,,,
quinta-feira, 26 de julho de 2012
SINCERIDADE
Sinceridade ainda existe,
ela não é qualidade abstrata.
Acredito nas pessoas sinceras,
por mais que doa,
arrebente,
machuque
ou magoe.
A sinceridade constrói:
amizades, amores, paixões...
Mas quando é enrustida,
provoca desilusões,
dessas que derrubam qualquer um
até o chão da mediocridade,
que vai além do solo material.
Sou dessas que caem,
todavia, sei levantar depressa.
Mesmo fraca, reconsidero a situação
e parto para ir em busca da solução:
Gente.
Eu sou carente de gente.
Nem todo ser humano é gente,
mas toda gente é ser humano.
Quando a racionalidade domina,
a névoa encobre a emoção de cada um,
e eu não vou encobrir a minha.
Procuro o equilíbrio,
dois e dois são quatro,
mas quatro são diferentes
É importante negar,
razão mal empregada só gera distúrbio.
O poder é emocional,
mas só chega ao poder
quem voa incessantemente da razão.
Por isso, a razão pura não me satisfaz.
Eu quero um pouco de tudo.
Eu não quero poder, quero respeito.
Eu não sou boba da corte intencionalmente,
apenas liberei aquilo que todos escondem,
liberei a minha personalidade.
Mostrei às pessoas algo que somente,
há tempos, eu mesma via no espelho
Eu sou por todos, às vezes, mais que por mim.
Sou pela diferença consciente
e pela igualdade de direitos e deveres.
Sou pela revolução dos costumes
e pela preservação da vida.
Não na mediocridade que se encontra,
mas na maravilha que ela é.
ela não é qualidade abstrata.
Acredito nas pessoas sinceras,
por mais que doa,
arrebente,
machuque
ou magoe.
A sinceridade constrói:
amizades, amores, paixões...
Mas quando é enrustida,
provoca desilusões,
dessas que derrubam qualquer um
até o chão da mediocridade,
que vai além do solo material.
Sou dessas que caem,
todavia, sei levantar depressa.
Mesmo fraca, reconsidero a situação
e parto para ir em busca da solução:
Gente.
Eu sou carente de gente.
Nem todo ser humano é gente,
mas toda gente é ser humano.
Quando a racionalidade domina,
a névoa encobre a emoção de cada um,
e eu não vou encobrir a minha.
Procuro o equilíbrio,
dois e dois são quatro,
mas quatro são diferentes
É importante negar,
razão mal empregada só gera distúrbio.
O poder é emocional,
mas só chega ao poder
quem voa incessantemente da razão.
Por isso, a razão pura não me satisfaz.
Eu quero um pouco de tudo.
Eu não quero poder, quero respeito.
Eu não sou boba da corte intencionalmente,
apenas liberei aquilo que todos escondem,
liberei a minha personalidade.
Mostrei às pessoas algo que somente,
há tempos, eu mesma via no espelho
Eu sou por todos, às vezes, mais que por mim.
Sou pela diferença consciente
e pela igualdade de direitos e deveres.
Sou pela revolução dos costumes
e pela preservação da vida.
Não na mediocridade que se encontra,
mas na maravilha que ela é.
terça-feira, 24 de julho de 2012
A chance
Quando, num ímpeto que nem sei o nome, beijei e abracei todo mundo que estava na festa, gostando de gente como nunca gosto, percebi que era uma daquelas chances.
De tudo o que posso ser, essa é a personagem que me vem com menos frequência. A garota corada, quase a Moranguinho que eu tinha quando era criança.
A minha versão que agrada e sorri e gosta e ouve todo mundo. Olha a fulana. Olha o cara. Pessoas. Eu adorando pessoas, adorando a festa, adorando até as burrices e tolices e futilidades que me contam.
E quando ela vem, fico nessa certeza, até um pouco doída, de que não existe nenhuma outra mais verdadeira. E que todo o resto, todo o enorme resto, é só para guardá-la intacta em algum lugar onde as janelas são anti-tudo.
Mas quando alguma coisa esquece a porta aberta e a noite está bonita demais para deixarmos as crianças medrosas, ela escapa. E é lindo. Quando os carrascos de fora e de dentro dormem, quando é feriado no planeta do afasta e repele e rebate e critica. Ela sai. E é lindo. Porque a maldade do mundo inteiro entende que não se brinca com as exceções da vida. E nada de mau acontece. Celebramos em paz.
Tati Bernardi
De tudo o que posso ser, essa é a personagem que me vem com menos frequência. A garota corada, quase a Moranguinho que eu tinha quando era criança.
A minha versão que agrada e sorri e gosta e ouve todo mundo. Olha a fulana. Olha o cara. Pessoas. Eu adorando pessoas, adorando a festa, adorando até as burrices e tolices e futilidades que me contam.
E quando ela vem, fico nessa certeza, até um pouco doída, de que não existe nenhuma outra mais verdadeira. E que todo o resto, todo o enorme resto, é só para guardá-la intacta em algum lugar onde as janelas são anti-tudo.
Mas quando alguma coisa esquece a porta aberta e a noite está bonita demais para deixarmos as crianças medrosas, ela escapa. E é lindo. Quando os carrascos de fora e de dentro dormem, quando é feriado no planeta do afasta e repele e rebate e critica. Ela sai. E é lindo. Porque a maldade do mundo inteiro entende que não se brinca com as exceções da vida. E nada de mau acontece. Celebramos em paz.
Tati Bernardi
domingo, 22 de julho de 2012
Deus, na sabedoria, criou o amigo.
Alguém em que se possa confiar, um amigo fiel que nos compreenda,
e nos estenda sempre a mão para ajudar.
Ele sentiu que precisaríamos de alguém,
que nos confortasse quando estivéssemos tristes,
cuja especial ternura e sorriso feliz,
nos fizesse sentir que vale a pena viver.
Alguém com quem dar um passeio,
compartilhar um livro ou um segredo.
Bater-papo ao telefone, mas que também,
perceba nossa necessidade de estar algum momento a sós.
Em resumo, Deus criou o amigo para ser
alguém que sempre nos alegramos em rever.
Existem poucas coisas que Deus possa nos dar
que signifiquem tanto como um bom amigo.
e nos estenda sempre a mão para ajudar.
Ele sentiu que precisaríamos de alguém,
que nos confortasse quando estivéssemos tristes,
cuja especial ternura e sorriso feliz,
nos fizesse sentir que vale a pena viver.
Alguém com quem dar um passeio,
compartilhar um livro ou um segredo.
Bater-papo ao telefone, mas que também,
perceba nossa necessidade de estar algum momento a sós.
Em resumo, Deus criou o amigo para ser
alguém que sempre nos alegramos em rever.
Existem poucas coisas que Deus possa nos dar
que signifiquem tanto como um bom amigo.
sábado, 21 de julho de 2012
Pai presente faz toda a diferença!
Vocês concordam com essa pesquisa?
A ONG Fatherhood Institute, localizada na Inglaterra, apontou razões (baseadas em pesquisas científicas) que comprovam que a participação do pai na vida do seu filho faz muita diferença.
Confira:
1- A presença paterna na hora do parto favorece o nascimento e diminui as dores.
2- O pai integrado na rotina do filho mais velho faz com que ele aceite melhor a chegada de um novo irmão.
3- O envolvimento do pai nos primeiros meses de vida do bebê é fundamental, ele melhora a inteligência e impulsiona a aquisição da linguagem.
4- Os meninos que encontram o apoio do pai nos momentos de raiva ou tristeza tornam-se menos agressivos e as meninas encontram mais facilidade no relacionamento com os amigos.
5- O desempenho escolar do filho melhora quando o pai está presente em sua rotina.
A ONG Fatherhood Institute, localizada na Inglaterra, apontou razões (baseadas em pesquisas científicas) que comprovam que a participação do pai na vida do seu filho faz muita diferença.
Confira:
1- A presença paterna na hora do parto favorece o nascimento e diminui as dores.
2- O pai integrado na rotina do filho mais velho faz com que ele aceite melhor a chegada de um novo irmão.
3- O envolvimento do pai nos primeiros meses de vida do bebê é fundamental, ele melhora a inteligência e impulsiona a aquisição da linguagem.
4- Os meninos que encontram o apoio do pai nos momentos de raiva ou tristeza tornam-se menos agressivos e as meninas encontram mais facilidade no relacionamento com os amigos.
5- O desempenho escolar do filho melhora quando o pai está presente em sua rotina.
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