Paixão é uma coisa que não se explica A vida é simples, mas a gente que complica Você precisa de um tempo Pra pensar direito Se valeu ou não Há muito tempo não estou mais do seu lado
Eu não entendo ainda estou apaixonado
Não acredito nessa história
Que não tem mais jeito
Nunca ouvi
Você dizer que não estava mais afim
Não vou desistir
Sinto que ainda vai voltar pra mim
Amei
Foi lindo tudo aquilo que vivemos todo tempo que durou
Sonhei
No sonho você vinha e dizia que esse amor não acabou
Valeu, marcou, ficou, passou, deixou
A saudade
Dentro do meu coração,,,,,, <iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/BXjebZLkGqk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
Sei que amanhã
Quando eu morrer
Os meus amigos vão dizer
Que eu tinha um bom coração
Alguns até hão de chorar
E querer me homenagear
Fazendo de ouro um violão
Mas depois que o tempo passar
Sei que ninguém vai se lembrar
Que eu fui embora
Por isso é que eu penso assim
Se alguém quiser fazer por mim
Que faça agora.
Me dê as flores em vida
O carinho, a mão amiga,
Para aliviar meus ais.
Depois que eu me chamar saudade
Não preciso de vaidade
Quero preces e nada mais
"Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos
de ser e de fazer os outros felizes!! " Acredito nisso.
Quantas flores são empilhadas em um funeral e quantas flores a pessoa recebeu em vida?
Aqui vai uma flor virtual minha para você!
Aproveite seu dia! Entrega de Flores...
Prefiro receber uma rosa e uma palavra amiga de um(a) amigo(a)
enquanto estou neste mundo, do que
um caminhão de coroas de flores quando eu me for .
Estas são pra ti!!!
Apenas passe adiante para todos seus amigos,
inclusive de volta pra mim.
E não me diga que não tem tempo pra isso.
Você não se lembra da frase...
¨Pare e sinta o perfume das flores¨ ???
Vamos ver quantos buquês você recebe!!!
Alegrias te mantém doce, desafios te mantém forte,
tristezas te mantém humano, falhas te mantém humilde,
sucesso te mantém reluzente,
Mas... somente amigos...
te mantém em movimento!!!
Obrigado aos meus amigos por serem parte da minha vida,
Ativistas pedem que um componente encontrado na Coca-Cola vendida na Grã-Bretanha seja banido. O produto químico encontrado na coloração caramelo, que dá à bebida sua cor característica, está no centro das discussões nos Estados Unidos por estar relacionado ao câncer. As informações são do jornal britânico Daily Mail.
A Coca-Cola teve seu processo de fabricação reformulado recentemente na América para diminuir o nível do produto químico em questão, o 4-metilimidazol (4-MI). Mas a precaução ainda não foi acatada em outros países, como a Grã-Bretanha, onde o produto representa o maior número de vendas no segmento de refrigerantes.
A quantiade de 4-MI encontrada em uma Coca-Cola vendida no Grã-Bretanha é de 135 microgramas, valor que é 34 vezes mais alto do que os 4 microgramas encontrado na bebida vendida nos Estados Unidos, de acordo com um novo estudo do grupo americano Center For Science in The Public Interest, em parceria com uma campanha sobre alimentação infantil no Reino Unido.
As autoridades da Saúde na Califórnia estão tão preocupadas com a questão que proibiram qualquer bebida que tenha mais do que 40-MI. Reações químicas entre o açúcar e a amônia resultam na formação do 4-MI, que é apontado como causador de câncer em testes de laboratório com ratos.
Os resultados da pesquisa serão publicados no International Journal of Occupatinal and Evniromental Health. Os ativisitas escreverão para os ministros da Saúde no Reino Unido pedindo que o componente seja banido. Malcom Clark, coordenador da campanha, disse que a "Coca-Cola parece estar tratando seus consumidores no Reino Unido com desdém". "A empresa deveria respeitar a saúde de todos os consumidores ao redor do mundo, usando uma coloração caramelo livre de componentes químicos cancerígenos".
Fabricantes indicam que é possível obter uma coloração caramelo totalmente livre do componente, embora seja quatro vezes mais caro. O Center For Science in The Public Interest examinou a Coca-Cola ao redor do mundo e chegou à conclusão que, nos Estados Unidos, o 4-MI presente em 355 ml é de 4mcg. O número é maior em todos os outros países avaliados, como 56mcg na China e 267mcg no Brasil. As versões diet e zero não foram incluídas na análise, mas testes anteriores indicaram que elas tendem a ter três vezes menos contaminação do que a versão normal.
Especialistas californianos afirmam que o consumo regular de 4-MI em 30microgramas causaria câncer em uma a cada 100 mil pessoas. A Coca-Cola nega que o componente cause algum risco à saúde humana. No Reino Unido, as autoridades disseram que vão mudar o componente, mas ainda não colocaram a ação na agenda.
arcyo Antonio Silva Bonfim
Diretor Médico CRM: 17.259
Cuidare Vita - Atenção Domiciliar
Tel: (73) 3613-9918
Cel:(73) 9989-0183
E-mail:tarcyo.bonfim@cuidarevita.com.br
Quando Nilson era pequeno, queria brincar com bonecas e seus pais
fizeram ele desistir pois era coisa de viado...*
Aos 10 anos Nilson gostava de ajudar a mamãe na cozinha e seu pai
o arrastava para a oficina, pois isto era coisa de viado...*
Aos 12 anos Nilson queria ser bailarino e seus pais o desencorajaram,
porque era coisa de viado...*
Na adolescência ele quis ser cabeleireiro, mas seus pais não deixaram
porque era coisa de viado...*
Finalmente aos 20 anos, resolveu ser estilista, e novamente seus pais
não permitiram porque era coisa de viado...
Agora Nilson cresceu, é viado e não sabe fazer porra nenhuma...!*
Entre 18 e 25 anos, a mulher é como o CONTINENTE AFRICANO:
Uma metade já foi descoberta e a outra metade esconde a beleza ainda selvagem e deltas férteis.
Entre 26 e 35 anos, a mulher é como a América do Norte: Moderna, desenvolvida, civilizada e aberta a negociações.
Entre 36 e 40, é como a ÍNDIA:
Muuuiiiittooo quente, segura e consciente da sua própria beleza.
Entre 41 e 50, a mulher é como a França:
Suavemente envelhecida, mas ainda muito desejável de se visitar..
Entre 51 e 60, é como a IUGOSLÁVIA:
Perdeu a guerra, é atormentada por fantasmas do passado, mas empenha-se na reconstrução.
Entre 61 e 70, ela é como a Rússia:
Espaçosa, com fronteiras sem patrulha.
A camada de neve oculta grandes tesouros.
Entre 71 e 80, a mulher é como a Mongólia:
Com um passado glorioso de conquistas, mas com poucas esperanças no futuro.
Depois dos 81, ela é como o AFEGANISTÃO:
quase todos sabem onde está, mas raros são os que se arriscam ir até lá.
Milhares de crianças ainda deixam de ir à escola e ter seus direitos preservados, e trabalham desde a mais tenra idade na lavoura, campo, fábrica ou casas de família, muitos deles sem receber remuneração alguma. Hoje em dia, em torno de 4,8 milhões de crianças de adolescentes entre 5 e 17 anos estão trabalhando no Brasil, segundo PNAD 2007. Desse total, 1,2 milhão estão na faixa entre 5 e 13 anos.
Apesar de no Brasil, o trabalho infantil ser considerado ilegal para crianças e adolescentes entre 5 e 13 anos, a realidade continua sendo outra. Para adolescentes entre 14 e 15 anos, o trabalho é legal desde que na condição de aprendiz.
Muita gente me pergunta porque eu nunca me casei. Tá bom, vou falar a verdade. Só a minha avó pergunta. O resto das pessoas não está nem aí pro assunto. Mas vamos lá.
A minha desavença não é com o casamento em si. Eu até penso em casar, mas isso depende da Gisele Bündchen se separar logo. A minha treta é com a cerimônia. Acho tudo muito bizarro, e isso desanima no processo de "juntar os trapos". Bom, ao menos foi essa a desculpa que inventei pra não enxergar que, talvez, nenhuma mulher me queira mesmo como marido.
A cerimônia de casamento é uma maluquice. Primeiro, já repararam que a noiva nunca chega na hora? Todo mundo acha que é charme, que ela se maquia demais, que faz parte da magia chegar tarde... mas não, as noivas atrasam porque cada pai de noiva tem a árdua tarefa de dissuadir a filha da cagada. Isso envolve coisas como a famosa chantagem emocional, a ameaça de cortar a mesada como quando ela tinha 8 anos de idade, trancafiar a moça no quarto e, em casos extremos, sequestros-relâmpago de última hora. Mas toda noiva tem uma mãe, e é a mãe que distrai o pai para a coitada fugir.
Mesmo assim, o pai não desiste. Na última hora ele ainda tenta reverter a situação, inclusive ao trazer a noiva até o altar. Parece que ele apenas conduz a filhota até o amado, mas o que ninguém percebe é que ele cochicha no ouvido da rebenta uma série de últimos conselhos desesperados: "não faz essa cagada, minha filha... tô aqui ainda pra te dizer que é roubada, cai fora, dá meia-volta..." Mas a noiva não desiste. Só resta ao pobre homem sorrir constrangido para os convidados e receber o olhar de solidariedade: "nós sabemos que você tentou, cara..."
Ao posicionar-se ao lado do noivo, ela e ele ficam de costas para os presentes. Melhor assim, pois não observam as caras de lamento e reprovação dos espectadores. Não notam também que o pai da noiva acaba de deixar a igreja, desolado. Pela filha e por constatar que ele está casado até hoje e com o mesmo tribufú!
O padre olha os noivos com resignação. Ele não pode fazer o que realmente deseja, que é jogar água-benta nos dois e ver se exorciza o demônio que os inspira a fazer tal maluquice. Não pegaria bem e ainda molharia o vestido da noiva, que só terminará de ser pago em 2027.
E o ato da troca de alianças? Quem traz é sempre uma criança, já viram? É porque somente alguém desprovido de julgamento e noção do mal pode cumprir essa tarefa árdua de algemar duas pessoas. E sim, são alianças, mas se o Capitão Nascimento chegasse enquadrando o casal, a simbologia seria a mesma.
Em geral, o noivo tem alguma consciência da merda na qual está se metendo quando o padre começa aquele interrogatório todo: "jura amar, respeitar, honrar sua mulher?" Até aí tudo bem, até porque a figa tá bem guardada dentro do bolso. Mas quando rola o questionamento se será fiel a vida toda é que a coisa pega: o noivo olha para a sogra na primeira fileira, faz uma rápida projeção de como ficará a esposa em mais vinte anos, e pede para negociar: "calma lá, seu padre... sabe o que é..." E dá-lhe lábia para convencer o sacerdote. Mas a merda já está feita.
A cerimônia segue e entram os padrinhos. Notem que quase sempre eles estão absolutamente ausentes de tudo que acontece ao redor. Eles estão ali fisicamente, mas a cabeça está em outro lugar. Para eles, tanto faz se o casal sai da igreja feliz ou não. Os padrinhos só pensam na festa que terá em seguida e no quanto poderão comer e beber. São os padrinhos que dão o vexame no fim da balada ao tentar encoxar a noiva ou falar umas verdades para a mãe dela. Alguns vomitarão nas sonolentas damas-de-honra, o que causará uma revolta geral. Mas eles não se lembrarão de nada no dia seguinte, nunca.
A parte mais tensa da cerimônia de casamento é quando, desafiador, o padre encara a plateia e pergunta se alguém se opõe ao matrimônio do casal. Por ele, os dois não fariam essa besteira. Mas deixaram a cerimônia seguir até esse momento e agora ele VAI casar esses putos, que é uma boa maneira de fazer com que aprendam! E AI de quem for contrário e tentar impedir!
Ante a pergunta desafiadora do padre, todos os homens são imediatamente beliscados por suas esposas e murmuram frases desconexas abafadas entre os dentes trincados. Coroinhas estrategicamente posicionados nos balcões superiores ficam com estilingues preparados para atingir a fuça de qualquer um que consiga dizer algo. E Jesus Cristo só não levanta a mão em sinal de protesto porque está pregado na cruz atrás do sacerdote!
Tão logo se ouve o "eu os declaro marido e mulher" há uma comoção geral. É o único momento em que todos invejam o casal: há uma consciência coletiva de que os dois vão para a lua-de-mel e que lá, pela única vez em todo o processo do casamento, vai rolar uma coisa maravilhosa que nunca mais acontecerá nesse tipo de união: se não falha a memória da galera, era um troço muito gostoso. E chamava... como é que era mesmo? Ah, sim: "sexo"!
De tanta raiva dos dois, por ver que casaram mesmo e que estão prestes a transar, a única maneira que os convidados encontram para extravasar o sentimento ruim é essa: arremessar com o máximo de força, mirando na cabeça, olhos e orelhas dos pombinhos, o maior número possível de grãos de arroz. E crus!
Atordoado, o casal vai pra festa. Lá, pelo menos, tem bebida pra todo mundo. E, convenhamos, é sempre divertida uma balada de casamento. Mas isso é papo para outro texto...
Uma freira gaúcha, moradora do Convento Santa Inês de Rio Grande, na hora da morte, pediu para escreverem no seu túmulo:
Nasci virgem
Vivi virgem
Morri virgem
O coveiro achou que eram muitas palavras e só escreveu:
Devolvida sem uso
Isso é que é poder de síntese!
Sempre tive um tremendo tesão pela vizinha do apartamento ao lado.
Vivia pensando num jeito prá traçá-la.
Um dia, conversando com o marido dela, ouvi dele:
- Preciso pintar meu apartamento, mas trabalho o dia inteiro e chego cansado.
Tentei contratar um pintor, mas o cara pediu os "olhos da cara" ...
Aí tive a ideia:
- Não seja por isso. Estou de férias e pintar paredes é o meu hobby.
Posso fazer o serviço pra você, com prazer ...
O marido aceitou feliz, a oferta.
Bom papo que eu sou ,mal comecei a pintar o apartamento e consegui levar a mulher pra cama.
Só não esperava que o marido fosse esquecer os documentos em casa e voltar, justo nesse dia.
A mulher, ouvindo o marido abrir a porta da sala, correu para o banheiro e o marido me encontrou peladão, no quarto, em cima da escada, dando umas pinceladas na parede ....
Aos berros, perguntou:
- O que é isso, cara? ! ... Começou pelo quarto,... e nu ? !
- Ora, estou pintando de graça, começo por onde quiser.
- Mas nu ?
- Queria que eu manchasse a minha roupa com tinta ? ...
- Mas de pinto duro ? ! ? ! ...
Como prometido antes da eleição, o presidente do Uruguai José Pepe Mujica ainda mora em sua pequena fazenda em Rincon del Cerro, nos arredores de Montevidéu. A moradia não poderia deixar de ser modesta, já que o dirigente acaba de ser apontado como o presidente mais pobre do mundo.
Pepe recebe 12.500 dólares mensais por seu trabalho à frente do país, mas doa 90% de seu salário, ou seja, vive com 1.250 dólares ou 2.538 reais ou ainda 25.824 pesos uruguaios. O restante do dinheiro é distribuído entre pequenas empresas e ONGs que trabalham com habitação.
"Este dinheiro me basta, e tem que bastar porque há outros uruguaios que vivem com menos", diz o presidente.
Aos 77 anos, Mujica vive de forma simples, usando as mesmas roupas e desfrutando a companhia dos mesmos amigos de antes de chegar ao poder.
Além de sua casa, seu único patrimônio é um velho Volkswagen cor celeste avaliado em pouco mais de mil dólares. Como transporte oficial, usa apenas um Chevrolet Corsa. Sua esposa, a senadora Lucía Topolansky também doa a maior parte de seus rendimentos.
Sem contas bancárias ou dívidas, Mujica disse ao jornal El Mundo, da Espanha, que espera concluir seu mandato para descansar sossegado em Rincon del Cerro.
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Mujica oferece residência oficial para abrigar moradores de rua
O presidente do Uruguai, José Mujica, ofereceu nesta quinta-feira (31 de maio) sua residência oficial para abrigar moradores de rua durante o próximo inverno caso faltem vagas em abrigos oficiais do governo.
Ele pediu que fosse feito um relatório listando os edifícios públicos disponíveis para serem utilizados pelos desabrigados e, após os resultados, avaliará se há a necessidade da concessão da sede da Presidência. De acordo com a revista semanal Búsqueda, Mujica disponibilizou ainda o palácio de Suarez y Reyes, prédio inabitado onde ocorrem apenas reuniões de governo.
No último dia 24 de maio, uma moradora de rua e seu filho foram instalados na residência presidencial por sugestão de Mujica ao Ministério de Desenvolvimento Social. Logo após o convite, contudo, encontraram outro local para se alojar.
O presidente não mora em sua residência oficial, pois escolheu viver em seu sítio, localizado em uma área de classe média nas redondezas de Montevidéu. Nem mesmo seu antecessor, o ex-presidente Tabaré Vázquez (2005-2010), ocupou o palácio durante seu mandato. Ambos representam os dois primeiros governos marcadamente progressistas da história do Uruguai.
No inverno do ano passado, pelo menos cinco moradores de rua morreram por hipotermia. O fato causou uma crise no governo e acarretou na destituição da ministra de Desenvolvimento Social, Ana Vignoli.
Moradias populares
Em julho de 2011, Mujica assinou a venda da residência presidencial de veraneio, localizada em Punta del Este, principal balneário turístico do país, para o banco estatal República. A operação rendeu ao governo 2,7 milhões dólares e abrirá espaço para escritórios e um espaço cultural.
A venda dessa residência estava nos planos de Mujica desde que assumiu a Presidência em março de 2010. Com os fundos amealhados, será incrementado o orçamento do Plano Juntos de Moradias. Também é planejado o financiamento de uma escola agrária na região, onde jovens de baixa renda poderão ter acesso a cursos técnicos.
Lula morreu, e Deus e o Diabo brigam porque nenhum dos dois quer ficar com ele. Sem acordo, pedem a mediadores uma solução, que decidem por uma proposta que se alterne um mês no céu e outro no inferno.
No 1° mês, Lula fica no céu.
Deus não sabe mais o que fazer, quase fica louco.
O metalúrgico bagunça tudo. Atrapalha todos os elementos das orações e da liturgia. Dissolve o sistema de assessoria pessoal dos anjos, tenta formar uma coligação de maioria absoluta na base da compra de votos.
Suborna os arcanjos e os querubins.
Transfere um km quadrado do céu para o inferno.
Nomeia anjos provisórios aos milhares. Intervém nas comunicações aos Santos.
Troca as placas das portas de São Pedro.
Envia um projeto de lei aos apóstolos para reformar os Dez Mandamentos e anistiar Lúcifer.
Funda o PTC, o "Partido dos Trabalhadores Celestiais", com estrela azul clarinho. O céu vira um caos.
As pessoas não o suportam mais e promovem piquetes e invasões. Deus não vê a hora de chegar o fim do mês para mandá-lo para o inferno..
Quando Lula, finalmente, se vai, Deus respira aliviado. Mas lá pelo dia 20, começa a sofrer novamente, pensando que dentro de 10 dias terá que voltar a vê-lo.
No primeiro dia do mês seguinte nada acontece e Lula não volta do Inferno.
No 5° dia, ainda sem notícias, Deus estava feliz, mas logo começou a pensar que, tendo passado mais tempo no inferno, Lula poderia querer passar dois meses seguidos no Paraíso...
Desesperado com a mera possibilidade, Deus decide ligar para o inferno para perguntar ao diabo o que estava acontecendo.
Ring...ring...ring...!!!
Atende um diabinho e Deus pergunta:
"Por favor, posso falar com o Demônio?"
"Qual dos dois?", - responde o empregado - "O vermelho com chifres ou o filho da puta sem dedo?"
Definir a identidade cigana é bem mais difícil do que parece. Subdivididos em 3 principais etnias (rom, calon e sinti), eles não constituem um povo homogêneo. Nem todos são nômades. Nem todos falam romani. Nem todos dançam ao redor de fogueiras ou usam roupas coloridas. Podem ser pobres ou ricos. Podem ser cristãos, muçulmanos, judeus. O que faz deles um povo é uma sensação comum de não serem gadgés – como eles chamam os não-ciganos – e de se identificarem como rom, calon ou sinti. “O termo ‘cigano’ só funciona nessa oposição”, diz o pesquisador Frans Moonen, autor do livro Anticiganismo – Os Ciganos na Europa e no Brasil.
Mas, apesar de todas as divergências, algumas características permitem traçar um perfil comum a esses grupos. A primeira delas é o espírito viajante. Ainda que nem todos sejam nômades, os ciganos não se sentem pertencentes a um único lugar. Não criam raízes, não têm uma noção concreta de propriedade – estão sempre fazendo negócios com seus pertences, preferencialmente em ouro, que não perde valor e é aceito em qualquer nação (por isso a imagem cigana é vinculada ao uso do ouro como adereço, especialmente nos dentes das mulheres). Eles não gostam de se submeter a leis e a regras que não sejam as deles. Prezam, acima de tudo, a liberdade. Assim, podem até se estabelecer por muito tempo em um mesmo lugar (como é comum entre os sinti). Mas, nesse caso, procuram morar em uma mesma rua ou, de preferência, em acampamentos onde possam preservar sua autonomia e manter a unidade familiar – outro aspecto primordial na vida cigana.
É em torno da família que uma comunidade cigana se organiza. Há um líder, sempre um homem, nomeado por mérito e não por herança. Ele é escolhido levando em conta vários aspectos. Um deles, importantíssimo para conseguir alugar um terreno, montar um circo ou participar de feiras, é ter um documento de identidade, o que se tornou um verdadeiro desafio – o cigano não consegue registrar o nascimento dos filhos porque não possui documentos próprios, em um processo sem fim. Também deve ser um bom interlocutor entre o poder público e seu grupo, além de ter habilidade para resolver os problemas internos do acampamento. É ele quem dita as regras, divide as tarefas, cria as leis do grupo.
A sociedade cigana é patriarcal, quase machista. Ao se casar, o homem vira o responsável pelo sustento do lar. A mulher passa a morar com a família do marido e deve cuidar dele, dos sogros, da casa e dos filhos. Isso costuma acontecer cedo, ainda na adolescência: logo após a primeira menstruação, a menina já é considerada apta para casar e ter filhos. A noiva deve ser virgem. Tradicionalmente, sua pureza é comprovada em um dos rituais da longa festa de casamento, em que o lençol da noite de núpcias é exibido para toda a comunidade. Antigamente, os pais do noivo deviam pagar um dote à família da moça, mas esse hábito já não existe mais na maior parte dos acampamentos.
O casamento entre primos, no entanto, continua sendo estimulado, também na tentativa de preservar o núcleo familiar. É natural que em comunidades nômades seja mais difícil acontecer um casamento entre ciganos e gadgés. Mas é possível e permitido. Nesse caso, o homem ou a mulher deve mudar de vida. Ser cigano não depende do sangue – se o gadgé optar por se integrar ao grupo, automaticamente vira um deles.
À medida que se estabeleceram na Europa e nas Américas, os ciganos assimilaram cerimônias e ritos ocidentais. No Brasil, por exemplo, o catolicismo foi adotado pela maioria (é comum encontrar imagens da Nossa Senhora Aparecida nas barracas). Mas algumas tradições permanecem fortes. A simbologia da morte é a principal delas. “Quando um cigano morre, há um processo de morte que se instala em todos os indivíduos do grupo”, afirma Aluízio. Os calon realizam rituais de cura assim que é diagnosticada a doença. Além de aceitar a medicina tradicional, eles recorrem a rezas, correntes de orações, garrafadas de ervas, chás e simpatias, geralmente ministradas por uma curandeira do grupo.
Durante o velório, o morto é o centro do ritual e, dependendo da posição que ele ocupava, a família se reestrutura: uma nova liderança terá que ser eleita. O corpo do falecido é lavado, untado com ervas aromáticas e vestido adequadamente. Esse momento de sofrimento e cumplicidade é importante para a identidade do grupo. Como em outras culturas, percebe-se a possibilidade de transcendência. No caso dos ciganos, esse é o momento de encontrar a sua alma naturalmente viajante.
Em alguns acampamentos, eliminam-se todos os pertences do morto. Até o seu trailer chega a ser queimado. “É como um corte na história. Nada é guardado, não se resgata o passado”, diz Florencia Ferrari, estudiosa do assunto e autora do livro Palavra Cigana. Depois da morte de um membro, muitos grupos ciganos se mudam para outro acampamento.