sábado, 16 de junho de 2012

Adolescente dorme por dois meses seguidos e perde nove provas na escola

A britânica Stacey Comerford tem 15 anos e sono para dar e vender. Por conta de um distúrbio neurológico muito raro, a adolescente dormiu sem intervalo de abril a maio deste ano. A última vez que ela passou muito tempo dormindo durou… Dois meses. Por causa do ocorrido, Stacey perdeu nove provas na escola, em Telford (Inglaterra).


Foto: Reprodução/ The Sun

Em entrevista ao jornal britânico The Sun, Stacey contou a pior parte do caso: ”Além dos exames, perdi meu próprio aniversário, em novembro”, lamentou.

Quando passa longos períodos “hibernando”, a adolescente chega a dormir por 20 horas seguidas e só “acorda”, em transe, para beber água e fazer as suas necessidades fisiológicas. Depois, volta para cama.

Agora que o caso da menina ganhou notoriedade, ela se sente menos incompreendida: ”É mais fácil agora que as pessoas sabem o que é. É mais fácil explicar a elas. Antes, ninguém acreditava na história. A coisa era mais complicada”, afirmou.
Luiza Sahd

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Existem tempestades de rãs e sapos?

Gostaria de saber se é verdade que existem tempestades de rãs e sapos.
Josefina Mola

Apesar de ser um fenômeno muito raro a "chuva" de rãs, sapos e outros pequenos animais como peixes e lagartixas já foi registrada em vários lugares do mundo. Mas não comece a pensar em pragas bíblicas porque a queda do céu destes bichinhos desafortunados pode ser facilmente explicada cientificamente.

A causa na verdade é bem singela. As fortes correntes ascendentes de ar que encontramos nos tornados ou nas tempestades de alta intensidade podem absorver ou empurrar para cima qualquer objeto ou animal que não tenha sido suficientemente precavido para procurar um refúgio. Por isto ninguém ouve falar em chuva de toupeiras ou coelhos, que procuram abrigo rapidamente em caso de tempestade.

Uma vez empurrados para o núcleo da tempestade ou tornado, as correntes ascendentes os mantêm dentro das nuvens, sendo fustigados por fortes correntes de ar até que a tempestade perca intensidade. Aí então, tudo o que tinha sido absorvido pela tempestade cede ante a lei da gravidade e cai, criando uma verdadeira "chuva".

Quando estudamos as correntes de ar que se encontram dentro das tempestades vemos que não é tão estranho que isto aconteça, já que os ventos ascendentes podem chegar a 200 km/h, capazes de lançar para o alto qualquer objeto que tenha sido absorvido. Este fenômeno já matou vários praticantes de asa-delta que, por um excesso de confiança, voaram perto demais de um tornado e acabaram sendo empurrados até seu "cume", a mais de 11 mil metros de altura.
A esta altura as temperaturas são tão baixas que qualquer ser vivo morre congelado. Alguns pilotos chegaram mesmo a tentar desprender-se da asa-delta para lançar-se em queda livre, mas os ventos eram tão intensos que eles foram empurrados para cima da mesma forma.

Redação Terra

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Uma senzala chamada Brasil!



Somos escravos legalizados, pagadores de impostos e com título eleitoral
por Cláudio Schamis

Só pode ser isso. Vivemos numa senzala. Somos escravos da nossa própria incapacidade de enxergar o óbvio ululante. Ou apenas o óbvio. Que se enxergado já poderia ser considerado um avanço da ciência moderna. Mas não.
Aqui é onde se produz escravos como a gente

Somos escravos das mentiras, faltas de decoro, desmandos dos poderosos, da vulgaridade que se tornou nossa política e nossos políticos (de forma geral, salvo raríssimas exceções). Somos escravos legalizados, pagadores de impostos e com título eleitoral. Recebemos salários, alguns têm plano de saúde, graduação, pós-graduação e até doutorado.

E tudo isso pra que? Pra ver a história ou novela, como você preferir, se repetir a cada eleição, sempre com o mesmo elenco, que no máximo muda de partido. Não a sua conduta e o seu pensar.

Somos um país desmemoriado. Será que não tivemos passado? Será que nosso passado foi bloqueado em nossas mentes que somente um profissional fazendo uma regressão conseguiria despertá-lo? Será também que sob hipnose conseguiríamos mudar a nossa história futura?

A nossa história futura deveria ser construída hoje. Teríamos que ser visionários. Deveríamos ter a mesma preocupação em fazer um plano de previdência privada pensando na nossa velhice, em deixar um país melhor para nossos filhos e netos.

Não consigo conceber certas coisas. Não consigo entender que algumas das pessoas que organizam movimentos de protesto sejam as mesmas que na hora H, na hora do apertar de um botão fraquejam e ponham tudo a perder.

Se não fosse verdade alguns desses senhores de engenho não estariam na ativa depois da primeira chibatada. Mas eles são soberanos, imortais na política, imortais em suas falcatruas. Às vezes pegam um como bode expiatório mais como um cala boca do que propriamente pela justiça da Justiça.

Eles podem até falar que não estão nem aí para a opinião pública com a plena convicção que já nas próximas eleições essa fala soará como apenas um maldito por uma pessoa que no momento estava sob pressão. Essa certeza ninguém tira deles. E eles estão certos.

Nós somos os errados. Nós somos os que vivem em devaneios achando que o mundo será melhor algum dia. Que viveremos em harmonia e que nossos representantes irão lutar com o coração por nós. Pensando em nosso bem. Pensando em nosso estar. Ledo engano.

A realidade é nua e crua. Mas se quiser cozida é só pagar. E pode ser com pacotinhos de dinheiro como fez o empresário Walter Paulo que comprou a casa de Marconi Perillo.

Somente na nossa senzala tupiniquim é que iríamos também ver um ex-presidente se achando o tal, o maioral e com a desfaçatez de quem nunca se livrou do poder de tentar dissuadir um ministro a adiar a votação do mensalão que poderia ameaçar a continuidade da ação da quadrilha formada, regulamentada com CPF e todos os documentos em dia. E claro com o alvará de funcionamento dado por nós.

Sinceramente, a cada novo dia vejo ficar mais distante a nossa libertação. Estamos presos com raízes que não nos deixam andar nem pensar. Os poucos que andam e pensam não estão tendo a força suficiente para romper as correntes e libertar e dar o grito de independência sem morte que muitos de nós buscamos incessantemente.

Já assinaram uma Lei Áurea. Mas a contrapartida tem sido cara demais. Extasiante demais. Será que se marcarmos um encontro em Berlim ou Paris podemos ter mais sorte?

FONTE:opiniaoenoticia

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Diário de uma mãe solteira

Vou contar algo que guardo dentro de mim: algo que eu nao conto a ninguêm,mas sinto vontade de contar ao mundo tudo o que eu sofri. Tudo começou como uma brincadeira,tinha 33 anos e sentia-me a dona do mundo,conheci o Ludgi numa dessas noites loucas de Albufeira e apaixonei-me perdidamente,era grande ,bonito,e bem falante. O sonho de qualquer mulher,tinha uma casa,um bom emprego e um namorado bonito e apaixonado. Tenho que admitir que foram os melhores tempos da minha vida,Fui Feliz mas mesmo muito Feliz. No dia 08 maio,senti-me estranha,e marquei uma consulta para o dia a seguir. Nao imaginava eu que a partir daquele dia a minha vida ia mudar. Quando a consulta terminou,nao sei se estava feliz ou com medo ou sei la,afinal a minha ma disposiçao era simplesmente uma gravidez. Estava gravida,algo que eu nao esperava,achava que eu nunca seria Maê,fiquei angustiada e com medo da reaççao do Ludgi. Enchi-me de coragem e pedi para ele ir a minha casa,tinha que ser a primeira pessoa a saber ,afinal ele era o pai. O Ludgi não mostrou qualquer medo,nem ficou muito surpreso,afinal ele ja era pai e por esse motivo,achou que quem tinha que decidir era eu. Meu Deus! Ficou tudo nas minhas maõs! O meu aniversario era no dia a seguir! fazia 35 anos. Acho que aquela noite, foi a mais longa da minha vida, tive um sonho! Sonhei com uma criança ela estava sentada a porta da minha casa e sorria e pedia-me colo,quando acordei achei que esta tinha sido uma mensagem de Deus e afinal Deus me tinha oferecido o melhor presente no dia dos meus 35 aniversario. Telefonei ao Ludgi e informei que tinha decidido ter esta criança e que afinal estava muito feliz. Senti um silêncio,senti que nâo era essa decisão que ele esperava de mim. Naquele momento decidi que iria ter aquele filho que estava dentro de mim,enfim apaixonei-me pela ideia de ser mâe. O luidgi começou a ficar distante, evitava falar da minha gravidez e todas as desculpas serviam para nao apareçer:tipo ,estou com muito trabalho! Estou cansado! Enfim mil e uma desculpas. Ja estava gravida de 4 mêses .e ja sabia que tipo de homem eu tinha ao meu lado,e que era so uma questão de tempo para ele se ir embora. A partir do quinto Mês, o luidgi ja tinha arranjado maneira de acabar tudo,alegando que eu era bastante possesiva e o que eu relmente queria ao têr um filho dele, era dinheiro. So eu Deus e a Lina( que eu sempre soube que era uma menina) souberam aquilo que eu sofri,eu nao conseguia contar o que eu estava a sofrer, e que tipo de pessoa eu havia me envolvido. Eu nao suportava pensar como tinha me enganado acerca do Ludgi,sinplesmente era um homem sem valores,sem dignidade convencido que o dinheiro é tudo. Refugiei-me no meu trabalho,trabalhava 12 horas por dia,nao sobrava muito tempo para pensar,afinal eu tinha uma responsablidade enorme. A lina nasceu dia 09 Janeiro no Hospital de Faro:era pequenina, muito fragil . A lina foi um bébe facil,foi registada no dia 24 Janeiro nem sei como!O luidgi apareceu para fazer o registo. Mas! Nao pensem que voltou a apereçer naquele ano. Eu levei a minha vida para a frente com a minha lina. Esperei 5 anos por uma atitude mais digna do Ludgi,achei que ja tinha demonstado que afinal eu nao queria dinheiro,mas e a Lina? Que culpa tinha ela tinha? como se explica a uma criança de 5 anos a ausençia do pai . No dia 20 de Julho de 2007 resolvi fazer queixa desta situação ao Ministêrio publico. Fomos chamados para uma Reunião no Ministerio publico, Mas o Ludgi nao compareceu mostrando assim a falta de coragem e a sua cobardia. A situaçao continua a ser investigada pelo ministerio Publico e a segurança social,deixei de me preocupar com a ausência deste pai,ele pouco têm para ofereçer. E eu ja esqueci de tudo isso,quando conseguimos falar e sinal que esta a passar e tenho a Lina que cada dia se pareçe mais com o pai,mas é minha e eu tenho orgulho de ter tido a coragêm de ser mãe solteira. Já chegamos ao ano 2009,agora a Lina ja vai a escola,é bonita,gosta da escola e uma boa amiguinha!
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Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/1726602-di%C3%A1rio-uma-m%C3%A3e-solteira/#ixzz1xAGdrc3B

terça-feira, 12 de junho de 2012

Quando irei encontrar a minha cara metade

Quando irei encontrar a minha cara metade,
Todos os dias choro de tanta solidão,
Meus relacionamentos passados não deram certos,
E por isso já tenho medo dos que virão.

Eu ainda sinto saudades do meu ex,
Que me trocou por outra pessoa,
E que ainda me procura na noite,
Pensando ele que sou tola.

Ele por mim sente amor carnal,
Por isso me procura sempre a madrugada,
Apesar de eu ainda amá-lo muito,
Eu não me rendo as suas chamadas.

Depois da traição que me foi feita,
Em que ele ainda estava comigo,
Beijou-á na minha frente,
E depois ainda quis ficar comigo.

Sei que ele se arrependeu muito,
Disso tudo que me fez,
Agora me diz não ser feliz com ela,
Que quer voltar a namorar comigo,
Que eu o desse essa chance, só mais uma vez,

Admito que pensei muito,
E pensei até em dá-lo essa chance,
Mais daí pensei comigo,
Que se nós nos reconciliássemos
Ele poderia repetir esse ato, logo mais, logo adiante.

E a partir daí perderia o respeito,
Sentimento que é essencial no amor...
Tornaria uma rotina farda, cruel, pesada,
Humilhação demais,
Um relacionamento de dor.

Por isso dele eu desisti,
Estou à procura da minha cara metade,
Que me ame realmente...
Em que meu coração seu amor me abale...
Um amor simples e singelo,
Que seja feito só para mim,
Que seja minha inspiração em meus versos,
Que me seja meu motivo para viver, amar e sorrir.
CARINA MASSENA ...

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Romantismo

O Romantismo foi um movimento artístico ocorrido na Europa por volta de 1800, que representa as mudanças no plano individual, destacando a personalidade, sensibilidade, emoção e os valores interiores.
Atingiu primeiro a literatura e a filosofia, para depois se expressar através das artes plásticas. A literatura romântica , abarcando a épica e a lírica, do teatro ao romance, foi um movimento de vaguarda e que teve grande repercussão na formação da sociedade da época, ao contrário das artes plásticas, que desempenharam um papel menos vanguardista.
A arte romântica se opôs ao racionalismo da época da Revoluçao Francesa e de seus ideais, propondo a elevação dos sentimentos acima do pensamento. Curiosamente, não se pode falar de uma estética tipicamente romântica, visto que nenhum dos artistas se afastou completamente do academicismo, mas sim de uma homogeneidade conceitual pela temática das obras.
A podução artística romântica reforçou o individualismo na medidade em que baseou-se em valores emocionais subjetivos emuitas vezes imaginários, tomando como modelo os dramas amorosos e as lendas heróicas medievais, a partir dos quais revalorizou os conceitos de pátria e república. Papel especial desempenharam a morte heróica na guerra e o suicídio por amor.


Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/romantismo/romantismo-1.php#ixzz1xADm5NcD

domingo, 10 de junho de 2012

Grandes bailes

Chic Show fez história e marcou toda uma geração...que saudade daquela época. Realmente as grandes festas no Palmeiras paravam São Paulo; eram aguardados com muita expectativa e todo mês tinha baile especial, por exemplo : Baile dos namorados

Sob o comando do Luizão, a Chic Show divulgava durante o programa Black in Love na Band FM as festas...e o que dizer das grandes atrações internacionais:

- Jimmy Bo Horne
- Betty Wright
- Zapp
- Entre outros


Com certeza foi um período maravilhoso do qual muita gente tem saudades, pois curtiu no detalhe tudo isto que estou mencionando.

sábado, 9 de junho de 2012

Casamento sem sexo

Deu no Espaço Vital em 19.12.2006

"O matrimônio não consumado devido à recusa permanente ao relacionamento sexual revela desconhecimento sobre a identidade psicofísica do parceiro, tornando insuportável o convívio conjugal, o que caracteriza a anulação do casamento".

Esse foi o entendimento, por maioria, da 7ª Câmara Cível do TJRS provendo apelação do marido e do Ministério Público, contra sentença que, na comarca de Guaíba (RS) julgou improcedente um pedido de anulação do casamento. O matrimônio ocorreu em setembro de 2002.

O agente ministerial alegou não ter ficado esclarecido o motivo pelo qual a esposa se recusava a manter relações sexuais com o marido. Argumentou que a negativa poderia decorrer de problemas físicos ou mentais, ou mesmo da vontade da mulher, o que dá causa à anulação do casamento nos termos do art. 1.557, incisos I, III ou IV, do Código Civil. Sustentou ser "injusto sujeitar o cônjuge ao 'status' de separado ou divorciado, com as conseqüências patrimoniais decorrentes".

O marido relatou seu drama: a rejeição contínua da cônjuge ao sexo, desde a noite de núpcias. Manifestou que a relação sexual integra a vida em comum, não aceitando a omissão da esposa, que poderia ter declarado antes do casamento sua negativa às relações sexuais.

Asseverou que a recusa injustificada caracteriza erro essencial quanto à pessoa, conduzindo à anulação do casamento. Salientou que "se soubesse previamente da opção da mulher em negar-se ao ato sexual, não teria casado com ela".

A mulher declarou que "a abdicação às relações sexuais não afeta os planos de existência, validade e eficácia do matrimônio". Disse que as partes coabitaram por quase um ano, e asseverou ter o casamento fracassado em razão da incompreensão do marido, que deveria ter procurado superar o problema em conjunto, cabendo-lhe recorrer à separação judicial ou ao divórcio, se desejasse a dissolução.

Na 7ª Câmara não houve unanimidade: dois votos deram a anulação do casamento; um, não. O caso chegou ao 4º Grupo Cível do TJRS em grau de embargos infringentes, que sacramentou a anulação: "a existência de relacionamento sexual entre cônjuges é normal no casamento. É o esperado, o previsível. O sexo dentro do casamento faz parte dos usos e costumes tradicionais em nossa sociedade. Quem casa tem uma lícita, legítima e justa expectativa de que, após o casamento, manterá conjunção carnal com o cônjuge" - diz o acórdão, que transitou em julgado.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

10 homense1 mulher

Onze pessoas estavam penduradas numa corda num helicóptero.

Eram dez homens e uma mulher.

Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda.

Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que se soltaria da corda pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens, como a criação primeira de Deus, mereceriam sobreviver, pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas...
Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas..


Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher...

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Ola pessoa amada, Noite de Paz com Deus !

"Quando doamos nossas fraquezas
e dificuldades a Deus,
Ele nos oferece poder para superá-las.
Com realização,
desenvolvemos verdade interior
e o que não está certo termina para sempre.
Desempenhe tais boas ações e os
outros serão incapazes de realizar ações
que não sejam benéficas na sua
presença.

Deus fica feliz ao ver nossa transformação.
A felicidade Dele
é transferida para nós na forma de poder.
Quando mudamos, Deus fica feliz
e recebemos mais poder
para mudar ainda mais.
Para isso precisamos ter pensamentos
puros, limpos e determinados."

Que Deus esteja
sempre presente em sua vida !
Durma bem !
Carinhosamente ***Russ@***

quarta-feira, 6 de junho de 2012

FILHA




Até que...meus olhos se fechem,
hei de contemplar a beleza,
até mesmo aquela que se esconde,
na feiúra de traços rudes,
pois com toda a certeza,
no interior de quem se acha feio,
mora um mundo de ternura,
aguardando apenas que alguém
traga as chaves da porta do coração,
desvelando o espelho interior.





Até que...meus pés me levem,
a trilhar caminhos os mais diversos,
conhecendo gente que é gente,
lugares pitorescos e bucólicos,
tradições e costumes diferentes,
ora pisando na beira do mar,
ou nas pedras da encosta,
ou mesmo na barranca do rio,
até que o cansaço me vença
e descanse à sombra dos arvoredos.





Até que...meu corpo agüente o tempo,
e a mente se conserve lúcida,
hei de cultivar o amor maior,
encontrando a bondade das criaturas,
tentando semear alegria e entusiasmo.
Meu caminhar agora sereno e firme,
não mais teme os vendavais
e nem mesmo as tempestades,
pois sabe que o arco-íris desponta,
colorindo cada novo dia.




Até que...o coração palpite forte,
irei andarilhando pela vida afora.
Na mochila a colcha da esperança,
que irá me cobrir nas noites frias
e um cantil de água cristalina,
que me refresque nas tardes quentes.
E claro...não poderia esquecer
nesta jornada inquietante,
um livro de utópicos poemas,
em que a paz, a justiça e o amor concretizados,
materializam o grande sonho da humanidade.

nossa homenagem a vc minha filha querida


FELIZ ANIVERSÁRIO

terça-feira, 5 de junho de 2012

Para Sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade

sábado, 2 de junho de 2012

Primeira Depilação!

Relatos da Primeira Depilação! (Já li umas 3 vezes e ri em todas! hahaha)
"Tenta sim. Vai ficar lindo..."

*Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos m...e avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de "Calígula" com "O albergue".

Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?
- .é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.
"Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra
quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo: "Baixe a calcinha".... como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar?!... eu estava com
sede de vingança.
Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Mas eu ainda estou na luta...