Onze pessoas estavam penduradas numa corda num helicóptero.
Eram dez homens e uma mulher.
Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda.
Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que se soltaria da corda pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens, como a criação primeira de Deus, mereceriam sobreviver, pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas...
Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas..
Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher...
sexta-feira, 8 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Ola pessoa amada, Noite de Paz com Deus !
"Quando doamos nossas fraquezas
e dificuldades a Deus,
Ele nos oferece poder para superá-las.
Com realização,
desenvolvemos verdade interior
e o que não está certo termina para sempre.
Desempenhe tais boas ações e os
outros serão incapazes de realizar ações
que não sejam benéficas na sua
presença.
Deus fica feliz ao ver nossa transformação.
A felicidade Dele
é transferida para nós na forma de poder.
Quando mudamos, Deus fica feliz
e recebemos mais poder
para mudar ainda mais.
Para isso precisamos ter pensamentos
puros, limpos e determinados."
Que Deus esteja
sempre presente em sua vida !
Durma bem !
Carinhosamente ***Russ@***
e dificuldades a Deus,
Ele nos oferece poder para superá-las.
Com realização,
desenvolvemos verdade interior
e o que não está certo termina para sempre.
Desempenhe tais boas ações e os
outros serão incapazes de realizar ações
que não sejam benéficas na sua
presença.
Deus fica feliz ao ver nossa transformação.
A felicidade Dele
é transferida para nós na forma de poder.
Quando mudamos, Deus fica feliz
e recebemos mais poder
para mudar ainda mais.
Para isso precisamos ter pensamentos
puros, limpos e determinados."
Que Deus esteja
sempre presente em sua vida !
Durma bem !
Carinhosamente ***Russ@***
quarta-feira, 6 de junho de 2012
FILHA
Até que...meus olhos se fechem,
hei de contemplar a beleza,
até mesmo aquela que se esconde,
na feiúra de traços rudes,
pois com toda a certeza,
no interior de quem se acha feio,
mora um mundo de ternura,
aguardando apenas que alguém
traga as chaves da porta do coração,
desvelando o espelho interior.

Até que...meus pés me levem,
a trilhar caminhos os mais diversos,
conhecendo gente que é gente,
lugares pitorescos e bucólicos,
tradições e costumes diferentes,
ora pisando na beira do mar,
ou nas pedras da encosta,
ou mesmo na barranca do rio,
até que o cansaço me vença
e descanse à sombra dos arvoredos.

Até que...meu corpo agüente o tempo,
e a mente se conserve lúcida,
hei de cultivar o amor maior,
encontrando a bondade das criaturas,
tentando semear alegria e entusiasmo.
Meu caminhar agora sereno e firme,
não mais teme os vendavais
e nem mesmo as tempestades,
pois sabe que o arco-íris desponta,
colorindo cada novo dia.

Até que...o coração palpite forte,
irei andarilhando pela vida afora.
Na mochila a colcha da esperança,
que irá me cobrir nas noites frias
e um cantil de água cristalina,
que me refresque nas tardes quentes.
E claro...não poderia esquecer
nesta jornada inquietante,
um livro de utópicos poemas,
em que a paz, a justiça e o amor concretizados,
materializam o grande sonho da humanidade.

nossa homenagem a vc minha filha querida
FELIZ ANIVERSÁRIO
terça-feira, 5 de junho de 2012
Para Sempre
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
Carlos Drummond de Andrade
sábado, 2 de junho de 2012
Primeira Depilação!
Relatos da Primeira Depilação! (Já li umas 3 vezes e ri em todas! hahaha)
"Tenta sim. Vai ficar lindo..."
*Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos m...e avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de "Calígula" com "O albergue".
Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada?
- .é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.
"Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra
quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo: "Baixe a calcinha".... como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar?!... eu estava com
sede de vingança.
Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Mas eu ainda estou na luta...
"Tenta sim. Vai ficar lindo..."
*Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos m...e avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de "Calígula" com "O albergue".
Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada?
- .é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.
"Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra
quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo: "Baixe a calcinha".... como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar?!... eu estava com
sede de vingança.
Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Mas eu ainda estou na luta...
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Nosso querido Irmão Chico.
Vai como um vento solto numa campina Desliza na relva verde E vai subindo pela colina Todas as folhas secas Viram tapete aqui neste chão Nos pés desse homem bom Que só tem amor no seu coração Vê outra madrugada que vem chegando Fala com os passarinhos Brinca com as flores vai meditando Ele é um mensageiro Da alegria e jamais da dor Quer a felicidade da humanidade Seja onde for Ele é uma pessoa Que ama e perdoa e não vê a quem Anda pelos caminhos Levando a paz ajudando alguém Por todos os lugares Cruzando os mares fazendo o bem Ele é um homem bom Distribui amor e tudo o que tem Cheio de amor e fé ele é o nosso irmão Aquele grande amigo Que no perigo estende a mão Tem no olhar a calma Tem luz na alma e na sua voz Tem sempre uma palavra De amor a paz prá dizer prá nós Sabe tudo o que diz o livro sagrado E tudo o que ele ensina Em seu coração ele tem guardado Quem sabe o nome dele Se é Pedro ou Paulo ou se é João Só sei que é um homem bom Porque tem Jesus no seu coração Ele é uma pessoa Que ama e perdoa e não vê a quem Anda pelos caminhos Levando a paz ajudando alguém Por todos os lugares Cruzando os mares fazendo o bem Ele é um homem bom Distribui amor e tudo o que tem O Homem Bom - Roberto Carlos
De: Amigos de Chico Xavier
De: Amigos de Chico Xavier
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Um dia um homem foi ao barbeiro.
Enquanto tinha seus cabelos cortados,
conversava com o barbeiro. Falava da vida e de Deus.
Daí a pouco, o barbeiro, incrédulo, não agüentou e falou: -
Deixa disso, meu caro, Deus não existe.
- Por que?
- Se Deus existisse, não haveria tantos doentes,mendigos, pobres...
Olhe em volta e veja quanta tristeza.
É só andar pelas ruas e enxergar.
- Bem, essa é a sua maneira de pensar, não é?
- Sim, claro.
Pois bem. O freguês pagou o corte e foi saindo,quando avistou imediatamente um maltrapilho imundo,com longos cabelos, barba desgrenhada,suja, abaixo do pescoço.
Não agüentou,deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe, não acredito em barbeiros.
- Como assim?
- Se existissem barbeiros,não haveriam pessoas de cabelos e barbas compridas.
- Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vem a mim, não vão ao barbeiro.
Eu não tenho culpa.
- É exatamente isso que acontece com as pessoas. Elas precisam mas não procuram a Deus.
Enquanto tinha seus cabelos cortados,
conversava com o barbeiro. Falava da vida e de Deus.
Daí a pouco, o barbeiro, incrédulo, não agüentou e falou: -
Deixa disso, meu caro, Deus não existe.
- Por que?
- Se Deus existisse, não haveria tantos doentes,mendigos, pobres...
Olhe em volta e veja quanta tristeza.
É só andar pelas ruas e enxergar.
- Bem, essa é a sua maneira de pensar, não é?
- Sim, claro.
Pois bem. O freguês pagou o corte e foi saindo,quando avistou imediatamente um maltrapilho imundo,com longos cabelos, barba desgrenhada,suja, abaixo do pescoço.
Não agüentou,deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe, não acredito em barbeiros.
- Como assim?
- Se existissem barbeiros,não haveriam pessoas de cabelos e barbas compridas.
- Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vem a mim, não vão ao barbeiro.
Eu não tenho culpa.
- É exatamente isso que acontece com as pessoas. Elas precisam mas não procuram a Deus.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Pai, te amo!
Te amo por tudo
Até pelo que não tiveste tempo
de fazer.
Te amo pelo que me ensinastes
Também pelas palavras que sempre ouvi de você...
Sempre com tanto Amor e carinho...
Te amo por cada minuto
Que passei a teu lado
E por cada lágrima
Derramada na tua ausência.
Te amo pelos abraços apertados
E me lembro de cada um,
Como se fosse hoje...
Sempre me tratando, como se
Eu fosse sua filha mais querida.
Pai, foi tão simples te amar,
Era só te olhar e sentir seu olhar
de amor para mim .
Você foi o melhor pai do mundo.
Te amarei para todo sempre...
Saudades Eternas..
Te amo por tudo
Até pelo que não tiveste tempo
de fazer.
Te amo pelo que me ensinastes
Também pelas palavras que sempre ouvi de você...
Sempre com tanto Amor e carinho...
Te amo por cada minuto
Que passei a teu lado
E por cada lágrima
Derramada na tua ausência.
Te amo pelos abraços apertados
E me lembro de cada um,
Como se fosse hoje...
Sempre me tratando, como se
Eu fosse sua filha mais querida.
Pai, foi tão simples te amar,
Era só te olhar e sentir seu olhar
de amor para mim .
Você foi o melhor pai do mundo.
Te amarei para todo sempre...
Saudades Eternas..
terça-feira, 29 de maio de 2012
Quando um coração se parte em mil pedacinhos
Você sofre e pensa nunca mais poder amar
Um poeta disse:
“A dor é inevitável, o sofrimento é opcional”
O que o poeta quis dizer é que um coração partido em mil
Lhe dá a oportunidade de amar mil vezes mais
São mil pequenos corações pululando em seu peito
E amando mil outros corações
Só quando se fragmenta o amor egoísta
Descobre-se o mais nobre dos amores
O amor altruísta, o amor incondicional
Porque não se troca um amor por sexo
Amor por dinheiro, amor por conforto
Amor não se troca por nada, nem por outro amor
Amor, se dar...
...Simplesmente!
Você sofre e pensa nunca mais poder amar
Um poeta disse:
“A dor é inevitável, o sofrimento é opcional”
O que o poeta quis dizer é que um coração partido em mil
Lhe dá a oportunidade de amar mil vezes mais
São mil pequenos corações pululando em seu peito
E amando mil outros corações
Só quando se fragmenta o amor egoísta
Descobre-se o mais nobre dos amores
O amor altruísta, o amor incondicional
Porque não se troca um amor por sexo
Amor por dinheiro, amor por conforto
Amor não se troca por nada, nem por outro amor
Amor, se dar...
...Simplesmente!
segunda-feira, 28 de maio de 2012
PLANOS DE SAÚDE GRATUITOS PARA APOSENTADOS
Acabou todo o sofrimento gente ; o governo garantiu nossos direitos constitucionais . Vejam que maravilha ! ...
AGORA ESTOU ENTENDENDO A GRANDE POPULARIDADE DA QUERIDA PRESIDENT"A“.
O governo acaba de anunciar que todo cidadão brasileiro, ESPECIALMENTE O APOSENTADO, terá direito a dois planos de saúde privados e GRATUITOS
ASSIM e AMIL.
Eles devem ser utilizados da seguinte forma:
ASSIMque você passar mal, vai AMILpara o SUS.
E DEUS TE ILUMINE E PROTEJA.
BOA SORTE !!!
AGORA ESTOU ENTENDENDO A GRANDE POPULARIDADE DA QUERIDA PRESIDENT"A“.
O governo acaba de anunciar que todo cidadão brasileiro, ESPECIALMENTE O APOSENTADO, terá direito a dois planos de saúde privados e GRATUITOS
ASSIM e AMIL.
Eles devem ser utilizados da seguinte forma:
ASSIMque você passar mal, vai AMILpara o SUS.
E DEUS TE ILUMINE E PROTEJA.
BOA SORTE !!!
domingo, 27 de maio de 2012
O PARTO DA PROSTITUTA
Mineirinho foi preso, estava na delegacia, todo arrebentado. Seus advogados compareceram para libertá-lo, e perguntam o que havia acontecido. Mineirinho começa a explicar:
Bem, eu estava perto da zona e de repente, vi um montão de gente aglomerada.Estavam socorrendo uma prostituta, que acabara de dar a luz a um lindo menino.
Solidário, comprei um pacote de fraldas para presentear a prostituta...
Então, um PM, com 2 metros de largura, se aproximou e vendo o pacote nas minhas mãos, perguntou:
Pra onde vai isso?
E eu respondi: Vai pra puta que pariu.
Depois disso,..........não me lembro de mais nada
EDNA ALMEIDA
Bem, eu estava perto da zona e de repente, vi um montão de gente aglomerada.Estavam socorrendo uma prostituta, que acabara de dar a luz a um lindo menino.
Solidário, comprei um pacote de fraldas para presentear a prostituta...
Então, um PM, com 2 metros de largura, se aproximou e vendo o pacote nas minhas mãos, perguntou:
Pra onde vai isso?
E eu respondi: Vai pra puta que pariu.
Depois disso,..........não me lembro de mais nada
EDNA ALMEIDA
sábado, 26 de maio de 2012
Piadinha
Um grupo de cubanos abandona a ilha rumo a Miami.
> No meio da viagem, um dos cubanos, o mais velho, sofre um ataque cardíaco
> e pede como último desejo uma bandeira para se despedir da sua querida
> Cuba. Os outros, sensibilizados, começam a procurar em bolsas, sacolas e
> em todos os lugares onde pudesse estar guardada uma bandeira de Cuba.
> Depois de algum tempo, deram-se conta de que não havia nenhuma bandeira de
> Cuba com eles. Nisto, uma jovem de vinte anos, linda, vendo o sofrimento
> do velho, disse que tinha uma tatuagem com a bandeira de Cuba no bumbum.
> Muito constrangida, movida pelo sentimento de solidariedade, ofereceu-se
> para mostrá-la. A moça virou-se de costas para o moribundo, baixou as
> calças e mostrou o bumbum com a bandeira tatuada. Numa situação inusitada,
> o velho agarrou a moça com força e beijou a bandeira, emocionado, enquanto
> gritava: - Mi querida Cuba, me despido con recuerdos, mi vieja Havana, mi
> Linda tierra! O velho continuou com beijos e mais beijos na bandeira, até
> que, em lágrimas, disse à moça:
> - Ahora vira de frente, que quiero despedir-me de Fidel!
> No meio da viagem, um dos cubanos, o mais velho, sofre um ataque cardíaco
> e pede como último desejo uma bandeira para se despedir da sua querida
> Cuba. Os outros, sensibilizados, começam a procurar em bolsas, sacolas e
> em todos os lugares onde pudesse estar guardada uma bandeira de Cuba.
> Depois de algum tempo, deram-se conta de que não havia nenhuma bandeira de
> Cuba com eles. Nisto, uma jovem de vinte anos, linda, vendo o sofrimento
> do velho, disse que tinha uma tatuagem com a bandeira de Cuba no bumbum.
> Muito constrangida, movida pelo sentimento de solidariedade, ofereceu-se
> para mostrá-la. A moça virou-se de costas para o moribundo, baixou as
> calças e mostrou o bumbum com a bandeira tatuada. Numa situação inusitada,
> o velho agarrou a moça com força e beijou a bandeira, emocionado, enquanto
> gritava: - Mi querida Cuba, me despido con recuerdos, mi vieja Havana, mi
> Linda tierra! O velho continuou com beijos e mais beijos na bandeira, até
> que, em lágrimas, disse à moça:
> - Ahora vira de frente, que quiero despedir-me de Fidel!
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Uma homenagem aos homens...
Muito já se falou sobre a mulher madura, mulher de 40,
idade da Loba...
Que tal, agora, falarmos um pouco sobre esses homens maravilhosos que hoje estão na faixa de 40/50/60 anos de idade?
Há uma indisfarçável e sedutora beleza na personalidade
de muitos homens que hoje estão na idade madura. É claro que toda regra tem suas exceções, e cada idade tem o seu próprio valor. Porém, com toda a consideração e respeito às demais idades, destacaremos aqui uma classe de homens que são companhias agradabilíssimas: os que hoje são quarentões, cinquentões e sessentões.
Percebe-se com uma certa facilidade, a sensibilidade de seus corações, a devoção que eles têm pelo que há de mais belo: o sentimentalismo.
Eles são mais inteligentes, vividos, charmosos,
eloqüentes. Sabem o que falam, e sabem falar na hora certa. São cativantes, sabem se fazer presentes, sem incomodar. Sabem conquistar uma boa amizade.
Em termos de relacionamentos, trocam a quantidade pela qualidade, visão aguçada sobre os valores da vida, sabem tratar uma mulher com respeito e carinho.
São homens especiais, românticos, interessantes e atraentes pelo que possuem na sua forma de ser, de pensar e de viver.
Na forma de encarar a vida, são mais poéticos, mais sentimentais, mais emocionais e mais emocionantes.
Homens mais amadurecidos têm maior desenvoltura no trato com as mulheres, sabem reconhecer suas qualidades,
são mais espirituosos, discretos, compreensivos e mais educados.
A razão pela qual muitos homens maduros possuem estas qualidades maravilhosas se deve a vários fatores: a opção de ser e de viver de cada um, suas personalidades,
formação própria e familiar, suas raízes, sabedoria,
gostos individuais etc...
Mas eu creio, que em parte há uma boa parcela de influência nos modos de viver de uma época, filmes e músicas ouvidas e curtidas deixaram boas recordações de sua juventude, um tempo não tão remoto, mas que com certeza, não volta mais.
Viveram sua mocidade (época que marca a vida de todos nós) em um dos melhores períodos do nosso tempo:
os anos 60/70, considerados as "décadas de ouro" da juventude, quando o romantismo foi vivido e cantado em verso e prosa.
A saudável influência de uma época, provocada por tantos acontecimentos importantes, que hoje permanecem na memória e que mudaram a vida de muitos.
Uma época em que o melhor da festa era dançar coladinho e namorar ao ritmo suave das baladas românticas. O luar era inspirador, os domingos de sol eram só alegrias. Ouviam Beatles, Johnny Mathis,
Roberto Carlos, Antônio Marcos, The Fevers, Golden Boys, Bossa Nova, Morris Albert, Jovem guarda e muitos outros que embalaram suas "Jovens tardes de domingo, quantas alegrias! Velhos tempos, belos dias."
Foram e ainda são os homens que mais souberam namorar: namoro no portão, aperto de mão, abraços apertadinhos, com respeito e com carinho, olhos nos olhos tinham mais valor...
A moda era amar ou sofrer de amor. Muitos viveram de amor... Outros morreram de amor...
Estes homens maduros de hoje, nunca foram homens de "ficar". Ou eles estavam namorando firme ou estavam na "fossa" ou estavam sozinhos.
A juventude passou, mas deixou "gravado" neles, a forma mais sublime e romântica de viver.
Hoje eles possuem uma "bagagem" de conhecimentos,
experiências, maturidade e inteligência que foram acumulando com o passar dos anos.
O tempo se encarregou de distinguí-los dos demais,
deixando os seus cabelos cor-de- prata, os movimentos mais suaves, a voz pausada, porém mais sonora,
hoje eles são homens que marcaram uma época.
Muitos deles hoje "dominam" com habilidade e destreza essas máquinas virtuais, comprovando que nem o avanço da tecnologia lhes esfriou os sentimentos, pois ainda se encantam com versos, rimas, músicas e palavras de amor,
nem lhes diminuiu a grande capacidade de amar, sentir e expressar seus sentimentos.
Muitos tornaram-se poetas, outros amam a poesia.
Porque o mais importante não é a idade denunciada
nos detalhes de suas fisionomias e sim os raros valores de suas personalidades.
O importante é perceber que seus corações permanecem jovens... São homens maduros, e que nós, mulheres de hoje, temos o privilégio de poder admirá-los.
(Lisiê Silva)
idade da Loba...
Que tal, agora, falarmos um pouco sobre esses homens maravilhosos que hoje estão na faixa de 40/50/60 anos de idade?
Há uma indisfarçável e sedutora beleza na personalidade
de muitos homens que hoje estão na idade madura. É claro que toda regra tem suas exceções, e cada idade tem o seu próprio valor. Porém, com toda a consideração e respeito às demais idades, destacaremos aqui uma classe de homens que são companhias agradabilíssimas: os que hoje são quarentões, cinquentões e sessentões.
Percebe-se com uma certa facilidade, a sensibilidade de seus corações, a devoção que eles têm pelo que há de mais belo: o sentimentalismo.
Eles são mais inteligentes, vividos, charmosos,
eloqüentes. Sabem o que falam, e sabem falar na hora certa. São cativantes, sabem se fazer presentes, sem incomodar. Sabem conquistar uma boa amizade.
Em termos de relacionamentos, trocam a quantidade pela qualidade, visão aguçada sobre os valores da vida, sabem tratar uma mulher com respeito e carinho.
São homens especiais, românticos, interessantes e atraentes pelo que possuem na sua forma de ser, de pensar e de viver.
Na forma de encarar a vida, são mais poéticos, mais sentimentais, mais emocionais e mais emocionantes.
Homens mais amadurecidos têm maior desenvoltura no trato com as mulheres, sabem reconhecer suas qualidades,
são mais espirituosos, discretos, compreensivos e mais educados.
A razão pela qual muitos homens maduros possuem estas qualidades maravilhosas se deve a vários fatores: a opção de ser e de viver de cada um, suas personalidades,
formação própria e familiar, suas raízes, sabedoria,
gostos individuais etc...
Mas eu creio, que em parte há uma boa parcela de influência nos modos de viver de uma época, filmes e músicas ouvidas e curtidas deixaram boas recordações de sua juventude, um tempo não tão remoto, mas que com certeza, não volta mais.
Viveram sua mocidade (época que marca a vida de todos nós) em um dos melhores períodos do nosso tempo:
os anos 60/70, considerados as "décadas de ouro" da juventude, quando o romantismo foi vivido e cantado em verso e prosa.
A saudável influência de uma época, provocada por tantos acontecimentos importantes, que hoje permanecem na memória e que mudaram a vida de muitos.
Uma época em que o melhor da festa era dançar coladinho e namorar ao ritmo suave das baladas românticas. O luar era inspirador, os domingos de sol eram só alegrias. Ouviam Beatles, Johnny Mathis,
Roberto Carlos, Antônio Marcos, The Fevers, Golden Boys, Bossa Nova, Morris Albert, Jovem guarda e muitos outros que embalaram suas "Jovens tardes de domingo, quantas alegrias! Velhos tempos, belos dias."
Foram e ainda são os homens que mais souberam namorar: namoro no portão, aperto de mão, abraços apertadinhos, com respeito e com carinho, olhos nos olhos tinham mais valor...
A moda era amar ou sofrer de amor. Muitos viveram de amor... Outros morreram de amor...
Estes homens maduros de hoje, nunca foram homens de "ficar". Ou eles estavam namorando firme ou estavam na "fossa" ou estavam sozinhos.
A juventude passou, mas deixou "gravado" neles, a forma mais sublime e romântica de viver.
Hoje eles possuem uma "bagagem" de conhecimentos,
experiências, maturidade e inteligência que foram acumulando com o passar dos anos.
O tempo se encarregou de distinguí-los dos demais,
deixando os seus cabelos cor-de- prata, os movimentos mais suaves, a voz pausada, porém mais sonora,
hoje eles são homens que marcaram uma época.
Muitos deles hoje "dominam" com habilidade e destreza essas máquinas virtuais, comprovando que nem o avanço da tecnologia lhes esfriou os sentimentos, pois ainda se encantam com versos, rimas, músicas e palavras de amor,
nem lhes diminuiu a grande capacidade de amar, sentir e expressar seus sentimentos.
Muitos tornaram-se poetas, outros amam a poesia.
Porque o mais importante não é a idade denunciada
nos detalhes de suas fisionomias e sim os raros valores de suas personalidades.
O importante é perceber que seus corações permanecem jovens... São homens maduros, e que nós, mulheres de hoje, temos o privilégio de poder admirá-los.
(Lisiê Silva)
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