Segundo um balanço preliminar divulgado nesta sexta, 29,59 milhões de pessoas dos grupos prioritários receberam a dose, o que equivale a 94,53% da meta, que era vacinar 31,3 milhões.
O público-alvo é formado por idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, doentes crônicos — diabéticos, por exemplo — indígenas, presidiários e profissionais de saúde. A meta estabelecida pelo Ministério corresponde a 80% do público-alvo total.
A campanha teve início em 15 de abril e, segundo a previsão inicial, deveria ter terminado em 26 de abril. No entanto, o Ministério da Saúde optou pela prorrogação para aumentar a imunização, já que a procura tinha ficado bem abaixo da meta.
De acordo com os números divulgados nesta sexta-feira, dez estados já atingiram a meta de cobrir pelo menos 80% do público-alvo: Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – que atingiu a maior cobertura do país, com 90,79% do público-alvo imunizado.
Nos demais estados, o Ministério da Saúde recomenda que as secretarias locais estendam mais uma vez a campanha até que a meta seja atingida — Mato Grosso do Sul, Pernambuco e São Paulo já anunciaram a medida.
Vírus influenza
A imunização protege contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no inverno passado: A (H1N1) – conhecido popularmente como gripe suína –, A (H3N2) e B.
Foram distribuídas, neste ano, 43 milhões de doses da vacina para 65 mil postos de saúde, segundo a pasta. Em 2012, 26 milhões de pessoas foram imunizadas, número equivalente a 86,3% do público-alvo naquele ano. O índice superou a meta prevista, de 80% do público.
O objetivo deste ano era de atingir cerca de 80% do público-alvo da ação, que inclui idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, indígenas, presidiários e profissionais de saúde. Doentes crônicos e mulheres no período até 45 dias depois do parto também devem receber a vacina.
“A vacinação é segura e feita com o objetivo de diminuir o risco de ter doença grave e evitar o óbito. Ao mesmo tempo, as pessoas que apresentarem os sintomas de gripe devem procurar o posto de saúde, porque tem tratamento”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em nota oficial divulgada pelo ministério.
Reduzir internações
O principal objetivo da campanha é ajudar a reduzir as complicações, internações e mortes decorrentes da gripe. A meta é reforçar o atendimento às pessoas com doenças crônicas, independentemente da faixa etária. Isso inclui quem tem problemas cardíacos, pulmonares, transplante de rim, obesidade, deficiência mental e pacientes que usam medicamentos imunossupressores, entre outros.
A novidade de 2013 foi que os doentes crônicos tiveram acesso ampliado a todos os postos de saúde, e não apenas aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Cries). Para isso, é preciso apresentar apenas a prescrição médica no ato da vacinação.
Pacientes já cadastrados em programas de controle de doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão inscritos. Caso a unidade de saúde que oferece atendimento regular não tenha um posto de vacinação, a pessoa deve solicitar uma prescrição médica.
Os pacientes da rede privada ou conveniada também devem ter prescrição médica e apresentá-la nos postos durante a campanha.
Vírus inativo
O vírus usado na vacina é inativo e, por isso, não causa gripe. Porém, ao se vacinar, a pessoa pode pegar outros tipos de vírus capazes de provocar um resfriado ou uma gripe mais fraca. Existe, ainda, a possibilidade de o indivíduo se vacinar no momento em que já se contaminou com o vírus. Nesse caso, a dose não terá efeito.
Dúvidas mais comuns
Veja as perguntas mais comuns sobre a vacina e sobre a gripe. As informações são do Ministério da Saúde e da diretora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato.
1) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses público-alvo?
Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como pneumonia, e morrer pela doença.
2) Quem se vacinou no ano passado precisa tomar a dose novamente?
Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após a aplicação da vacina. E também porque sua composição é feita conforme os vírus que mais circularam no ano anterior.
3) O que é influenza?
A influenza é o nome científico do vírus da gripe. É uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório. É de alta transmissão, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, comuns no outono e no inverno.
4) Gripe e resfriado são a mesma coisa?
Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus influenza (A, B ou C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado por um rinovírus (com seus vários tipos).
Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores (congestão nasal e coriza), tosse, rouquidão, febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo. Mas, enquanto a gripe pode deixar a pessoa de cama, o resfriado geralmente não passa de tosse e coriza.
5) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?
A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.
6) A vacina contra a gripe imuniza contra o resfriado?
Não. A vacina contra a gripe protege apenas contra os três principais vírus influenza que estão circulando no país.
7) A dose tem alguma contraindicação?
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.
8) Posso ficar gripado(a) após me vacinar?
Não, isso é um mito. A vacina contra influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe.
Na época em que a vacina é aplicada, circulam vários vírus respiratórios, que podem não ser o da gripe em questão, e as pessoas podem ser infectadas por eles. Além disso, é possível pegar um resfriado.
9) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses.
10) Fora do período da campanha é possível me vacinar?
Não pelo SUS. Depois da campanha, só serão vacinados os presidiários e indivíduos que apresentem problemas de saúde específicos. Clínicas as privadas poderão oferecer a vacina a toda população – inclusive para quem não faz parte do grupo prioritário – desde que as doses compradas estejam registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
11) A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito de um antigripal?
Não. A vacina previne contra a gripe, e o antigripal é um medicamento usado para reduzir os efeitos causados pela doença.
12) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável passar por uma avaliação médica antes da vacinação.
13) É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não, mas o documento é necessário para atualizar outras vacinas do calendário anual. Para quem não apresentar a caderneta no momento da aplicação da dose, será feito outro cartão para o registro, que deve ser guardado para comprovar o histórico vacinal.
14) Pessoas que tomam corticoide podem ser vacinadas?
Sim, o uso não impede a imunização.
15) Quanto tempo após a vacinação eu posso doar sangue?
Uma portaria do Ministério da Saúde publicada em 2011 declarou que o doador fica inapto para doar sangue pelo período de um mês a partir da data em que foi vacinado contra o vírus da gripe. Depois desse prazo, está liberado.
Fonte: G1.com
domingo, 29 de abril de 2018
Vírus influenza (vacina contra gripe)
Segundo um balanço preliminar divulgado nesta sexta, 29,59 milhões de pessoas dos grupos prioritários receberam a dose, o que equivale a 94,53% da meta, que era vacinar 31,3 milhões.
O público-alvo é formado por idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, doentes crônicos — diabéticos, por exemplo — indígenas, presidiários e profissionais de saúde. A meta estabelecida pelo Ministério corresponde a 80% do público-alvo total.
A campanha teve início em 15 de abril e, segundo a previsão inicial, deveria ter terminado em 26 de abril. No entanto, o Ministério da Saúde optou pela prorrogação para aumentar a imunização, já que a procura tinha ficado bem abaixo da meta.
De acordo com os números divulgados nesta sexta-feira, dez estados já atingiram a meta de cobrir pelo menos 80% do público-alvo: Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – que atingiu a maior cobertura do país, com 90,79% do público-alvo imunizado.
Nos demais estados, o Ministério da Saúde recomenda que as secretarias locais estendam mais uma vez a campanha até que a meta seja atingida — Mato Grosso do Sul, Pernambuco e São Paulo já anunciaram a medida.
Vírus influenza
A imunização protege contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no inverno passado: A (H1N1) – conhecido popularmente como gripe suína –, A (H3N2) e B.
Foram distribuídas, neste ano, 43 milhões de doses da vacina para 65 mil postos de saúde, segundo a pasta. Em 2012, 26 milhões de pessoas foram imunizadas, número equivalente a 86,3% do público-alvo naquele ano. O índice superou a meta prevista, de 80% do público.
O objetivo deste ano era de atingir cerca de 80% do público-alvo da ação, que inclui idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, indígenas, presidiários e profissionais de saúde. Doentes crônicos e mulheres no período até 45 dias depois do parto também devem receber a vacina.
“A vacinação é segura e feita com o objetivo de diminuir o risco de ter doença grave e evitar o óbito. Ao mesmo tempo, as pessoas que apresentarem os sintomas de gripe devem procurar o posto de saúde, porque tem tratamento”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em nota oficial divulgada pelo ministério.
Reduzir internações
O principal objetivo da campanha é ajudar a reduzir as complicações, internações e mortes decorrentes da gripe. A meta é reforçar o atendimento às pessoas com doenças crônicas, independentemente da faixa etária. Isso inclui quem tem problemas cardíacos, pulmonares, transplante de rim, obesidade, deficiência mental e pacientes que usam medicamentos imunossupressores, entre outros.
A novidade de 2013 foi que os doentes crônicos tiveram acesso ampliado a todos os postos de saúde, e não apenas aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Cries). Para isso, é preciso apresentar apenas a prescrição médica no ato da vacinação.
Pacientes já cadastrados em programas de controle de doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão inscritos. Caso a unidade de saúde que oferece atendimento regular não tenha um posto de vacinação, a pessoa deve solicitar uma prescrição médica.
Os pacientes da rede privada ou conveniada também devem ter prescrição médica e apresentá-la nos postos durante a campanha.
Vírus inativo
O vírus usado na vacina é inativo e, por isso, não causa gripe. Porém, ao se vacinar, a pessoa pode pegar outros tipos de vírus capazes de provocar um resfriado ou uma gripe mais fraca. Existe, ainda, a possibilidade de o indivíduo se vacinar no momento em que já se contaminou com o vírus. Nesse caso, a dose não terá efeito.
Dúvidas mais comuns
Veja as perguntas mais comuns sobre a vacina e sobre a gripe. As informações são do Ministério da Saúde e da diretora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato.
1) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses público-alvo?
Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como pneumonia, e morrer pela doença.
2) Quem se vacinou no ano passado precisa tomar a dose novamente?
Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após a aplicação da vacina. E também porque sua composição é feita conforme os vírus que mais circularam no ano anterior.
3) O que é influenza?
A influenza é o nome científico do vírus da gripe. É uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório. É de alta transmissão, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, comuns no outono e no inverno.
4) Gripe e resfriado são a mesma coisa?
Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus influenza (A, B ou C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado por um rinovírus (com seus vários tipos).
Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores (congestão nasal e coriza), tosse, rouquidão, febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo. Mas, enquanto a gripe pode deixar a pessoa de cama, o resfriado geralmente não passa de tosse e coriza.
5) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?
A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.
6) A vacina contra a gripe imuniza contra o resfriado?
Não. A vacina contra a gripe protege apenas contra os três principais vírus influenza que estão circulando no país.
7) A dose tem alguma contraindicação?
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.
8) Posso ficar gripado(a) após me vacinar?
Não, isso é um mito. A vacina contra influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe.
Na época em que a vacina é aplicada, circulam vários vírus respiratórios, que podem não ser o da gripe em questão, e as pessoas podem ser infectadas por eles. Além disso, é possível pegar um resfriado.
9) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses.
10) Fora do período da campanha é possível me vacinar?
Não pelo SUS. Depois da campanha, só serão vacinados os presidiários e indivíduos que apresentem problemas de saúde específicos. Clínicas as privadas poderão oferecer a vacina a toda população – inclusive para quem não faz parte do grupo prioritário – desde que as doses compradas estejam registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
11) A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito de um antigripal?
Não. A vacina previne contra a gripe, e o antigripal é um medicamento usado para reduzir os efeitos causados pela doença.
12) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável passar por uma avaliação médica antes da vacinação.
13) É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não, mas o documento é necessário para atualizar outras vacinas do calendário anual. Para quem não apresentar a caderneta no momento da aplicação da dose, será feito outro cartão para o registro, que deve ser guardado para comprovar o histórico vacinal.
14) Pessoas que tomam corticoide podem ser vacinadas?
Sim, o uso não impede a imunização.
15) Quanto tempo após a vacinação eu posso doar sangue?
Uma portaria do Ministério da Saúde publicada em 2011 declarou que o doador fica inapto para doar sangue pelo período de um mês a partir da data em que foi vacinado contra o vírus da gripe. Depois desse prazo, está liberado.
Fonte: G1.com
sábado, 28 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1982 - Espanha
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1978 - Argentina
sábado, 21 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1974 - Alemanha
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Auto Hemoterapia Funciona? O que é, para que serve e Riscos
A cada novo dia surgem depoimentos de pessoas dizendo que foram curadas ou tiveram os sintomas de suas doenças diminuídos através dessa terapia. Assim, surgem dúvidas do tipo “O que é Auto Hemoterapia?” ou “Para que Serve a Hemoterapia?”. Nesse artigo você poderá tirar suas dúvidas uma vez por todas!
O que é Auto Hemoterapia?
A Auto Hemoterapia é tratamento o qual primeiro é removido o sangue do paciente a partir de suas veias, posteriormente voltando a injeta-lo de volta ao corpo, dentro do tecido muscular, geralmente no braço, pernas ou nádegas.
Segundo pessoas que defendem o tratamento, tal prática estimula a proliferação de Macrófagos, células que entram reações defensivas no corpo, circulando constantemente em todos os órgãos com o único objetivo – para encontrar e remover elementos indesejados de nosso organismo.
Auto Hemoterapia, ou terapia auto-sangue, foi descrita pela primeira vez pelo médico francês Paul Ravaut em 1913 e tem sido empregado em uma ampla gama de condições de doenças crônicas.
Para que Serve a Hemoterapia?
Pessoas que fazem uso da Hemoterapia defendem que a terapia é capaz de curar diversas doenças. Como o aumento do poder do sistema imunológico, é defendido por tais pessoas que a Auto Hemoterapia participa da Destruição e inibição do crescimento de bactérias, fungos, vírus e na corrente sanguínea assim como pode ajudar no aumento da tolerância do corpo no sentido de radiação ou quimioterapia.
As pessoas buscam a terapia para combater sintomas de doenças como:
Acne, Furunculose, Eczema
Depressão,
Alergias em Geral,
Psoríase,
Doenças Respiratórias,
Esclerodermia,
Asma Brônquica,
Psoríase,
Doença De Crohn,
Artrite,
Rinite,
Entre outras…
Quais os Riscos e Efeitos Colaterais?
A auto hemoterapia não é aprovada pelos conselhos médicos e a ANVISA, assim sendo, não pode ser praticada por médicos e profissionais da área. Jamais deve-se deixar de lado qualquer tratamento médico para iniciar terapias, quais quer que seja.
Por que pessoas busca de auto-hemoterapia?
Realizamos algumas pesquisas na internet em busca de depoimentos de pessoas que disseram ter tido problemas através do tratamento e realmente é difícil de encontrar. A maioria absoluta dos testemunhos de pessoas que realizaram o tratamento são a favor dos resultados obtidos. Além disso, talvez outro motivo da busca das pessoas pela Hemoterapia seja o fato de que é muito mais barato do que o tratamento convencional.
Em grupos e sites, onde quer que você olhe, há apenas pessoas dizendo como auto-hemoterapia fez por eles o que a medicina convencional não podia.
A História desse tipo de Terapia
vida como nós a compreendemos certamente não poderia ter evoluído, não fosse pela habilidade, mesmo tendência, de seres vivos se recuperar de lesões e doenças. De alguma forma, mesmo que as primeiras linhas de defesa corporal possam ser violadas por algum agente estrangeiro, o invasor tende a ser identificado, isolado, resistido, repelido e / ou conquistado, ou pelo menos suficientemente restringido. No entanto, quando isso não ocorre, o ser vivo pode ser condenado, consumido pelo inimigo microbiano dentro.
Durante a primeira metade do século XX, desenvolveram-se dois tipos principais de terapias que englobavam a remoção de um invasor de um “refúgio seguro” no ser e a sua reinjeção em tecidos onde uma resposta adequada poderia ser obtida – auto-hemoterapia e vacinas autógenas.
Desde o início do século XX, tanto a auto-hemoterapia como a terapia de vacina autógena (esta última muitas vezes associada à remoção de focos orais infectados) foram relatadas como úteis em uma vasta e comum gama de condições de doença.
Tratamento através de sangue…
Cerca de meados do século 20, em grande parte na sequência da era da droga-droga-mania que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, ambos caíram um pouco fora de moda, embora elementos essenciais de ambos são encontrados em práticas médicas contínuas.
O procedimento evoluiu em parte da tradição de “terapia sérica” de Kitasato e von Behring, que envolveu soro “imunizado” injetado intravenosamente e uma presumível transferência passiva de imunidade ao paciente. Ao longo do caminho, alguém tentou o soro de uma mãe, e outros, incluindo Spiethoff, usaram o próprio soro do paciente.
Assim, enquanto a auto-hemoterapia, desde o início, foi agrupada com “soroterapia”.
Benefício da auto-hemoterapia
O benefício da auto-hemoterapia não depende de fornecer certos elementos faltos, mas de um princípio mais amplo que inclui o soro do indivíduo . Tal “princípio mais amplo” poderia logicamente abarcar o que está subjacente à ação da terapia vacinal autógena.
Enquanto a auto-hemoterapia como uma entidade distinta desfrutou de um período bem documentado de popularidade durante a primeira metade do século XX, período esse que é particularmente enfatizado aqui, também representa a culminação de um fio fundamental de tecelagem através das artes de cura por pelo menos alguns milênios.
quarta-feira, 18 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1970 - México
sábado, 14 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1966 - Inglaterra
quarta-feira, 11 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1962 - Chile
Se Maradona carregou a Argentina nas costas em 1986, Garrincha fez isso muito antes, em 1962, com o Brasil. Sem Pelé, contundido, foi o camisa 7, aos plenos 28 anos, que tomou conta do Mundial. E o cardápio não foi só de dribles impossíveis de ser contidos: o Mané fez gols, cruzamentos perfeitos, cobrou faltas magistrais, escanteios perigosíssimos... Foi um craque completo, a ponto de arrancar a seguinte manchete do jornal chileno "El Mercurio": "Garrincha, de que planeta vienes?"
Antes de disputar a semi-final contra o Chile os brasileiros tomaram todas as providências de segurança, as quais incluíam preparar a própria comida com medo de sabotagem na alimentação do hotel. Coube ao dentista da equipe brasileira, Mário Trigo, comprar todos os ingredientes para preparar os sanduíches que alimentaram os brasileiros.
sábado, 7 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1958 - Suécia
Ex-atacante do Vasco, Palmeiras e Seleção.
por Gustavo Grohmann.
Edvaldo Izídio Neto, o Vavá, nasceu no dia 12 de novembro de 1934, em Recife(PE) e faleceu no dia 19 de janeiro de 2002. Eterno camisa 20 da Seleção Brasileira, hoje mora no céu.
De razoável técnica, oportunismo nato e muita raça (característica que lhe rendeu o apelido de "Peito de Aço") o jogador começou a carreira como armador no Sport Recife (PE).
Em 1952 foi transferido para o Vasco da Gama onde o excelente Flávio Costa mudou sua maneira de jogar, transformando-o em atacante.
Nesse mesmo ano, estreou com a camisa verde-amarela jogando pela seleção olímpica, na Olimpíada de Helsinki. Sua primeira partida foi um 5 a 1 contra a Holanda, aos olhos de 10 mil pessoas, no Estádio Municipal de Turkku, na Finlândia. Na ocasião Vavá fez o último gol da partida; seu primeiro com a amarelinha.
Sua estréia na seleção brasileira principal foi no dia 13 de novembro de 1955 no estádio Mário Filho, o Maracanã. Noventa e cinco mil pessoas viram o Brasil fazer 3 a 0 no Paraguai, em partida válida pela Taça Oswaldo Cruz.
Pela seleção olímpica, Vavá fez três jogos (2 vitórias e 1 derrota) e marcou um gol. Pela principal, o atacante fez 23 jogos (19 vitórias, 3 empates e 1 derrota) e anotou 14 gols. Os números constam no livro "Seleção Brasileira - 90 anos", de Roberto Assaf e Antonio Napoleão.
Além de jogar na seleção brasileira, no Vasco e no Sport, Vavá passou também pelo Atlético de Madrid (1958 a 1961) da Espanha, Palmeiras (1961 a 1964), América do México (1964 a 1967) e San Diego dos EUA (1967 a 1969).
Pelo Verdão, Vavá disputou 142 jogos (90 vitórias, 23 empates e 29 derrotas) e marcou 71 gols, média de 0,5 gol por partida, segundo o "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Venditti.
Seus principais títulos na carreira são: Campeão Mundial pela Seleção Brasileira (Copas 58 e 62); Campeão Carioca (1956 e 1958) e do Rio-São Paulo (1958) pelo Vasco da Gama e Campeão Paulista (1963) pelo Palmeiras.
Por sua participação nos títulos das Copas de 58 na Suécia (marcando 5 gols) e de 62 no Chile (marcando 4 gols) Vavá recebeu o "carinhoso" apelido de "Leão da Copa".
Em 1969 começou sua carreira como treinador pela Portuguesa do Rio. Dirigiu clubes da Arábia Saudita, Espanha, Portugal e México. Foi auxiliar do Mestre Telê Santana na seleção brasileira entre 1980 e 1982. Em 1981, dirigiu a seleção canarinho no Mundial de Juniores.
Sua participação como técnico no Mundial de Juniores de 1981 não foi das melhores. O Brasil saiu da competição nas quartas-de-final, após derrota por 3 a 2 contra o Qatar. Na primeira fase a seleção brasileira empatou com a Romênia(1 a 1) e ganhou de Itália(1 a 0) e Coréia do Sul(3 a 0).
Apesar da curta passagem como técnico da seleção brasileira de juniores (4 jogos; 2 vitórias, 1 empate e 1 derrota) revelou jogadores como o lateral Josimar (ex-Botafogo e Fla) e os zagueiros Júlio César (ex-Guarani) e Mauro Galvão (ex-Vasco e Grêmio).
O grande Vavá "Peito de Aço", o "Leão da Copa", morreu aos 67 anos no dia 19 de janeiro de 2002, no Rio de Janeiro, por problemas cardíacos.
Ainda sobre Vavá, leiam o e-mail que a redação do Terceiro Tempo recebeu do vascaino Antonino Vasconcelos, no dia 22 de maio de 2005.
"Caro Milton Neves,
No seu programa de hoje você citou três jogadores antigos dos Vasco da Gama: Écio, Orlando e Coronel, e me fez lembrar de quando ainda morava na minha terra, Pratápolis-MG, eu era torcedor fanático do Vasco, pois o mineiro daquela época , além dos times de Minas, torcia muito p/ os times do Rio de Janeiro. E em 1958, após a conquista do título mundial, houve a disputa do Super-super campeonato carioca, e eu tinha 12 anos de idade e me lembro até hoje a escalação dos dois times: E a final do Super-super carioca, ficou com Vasco x Flamengo. E os dois times atuaram com:
Vasco da Gama: Barbosa, Paulinho e Bellini; Écio , Orlando e Coronel; Sabará , Almir, Vavá , Rubens e Pinga. Flamengo: Fernando, Joubert e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Joel , Moacir, Henrique, Dida e Babá.
E o Vasco ganhou de 2x1, gols de Almir e Pinga p/ o Vasco.
Naquela época já gostava do Corinthians por causa do goleiro Gylmar. Em 1964, mudei para Franca-Sp para trabalhar e estudar e aí virei corintiano pra valer. Hoje é o meu time do coração. E ainda bem que meu coração é bom. Quis lhe transmitir esse fato, pela maneira como você tem tido com seus programas de televisão, quando neles ressalta os valores dos nossos jogadores já aposentados, mas que muito contribuíram para que nosso futebol seja o maior do mundo, até hoje. Fraternal abraço do
Antonino Vasconcelos"
quarta-feira, 4 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1954 - Suíça
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