De acordo com a lei brasileira, a laqueadura pode ser feita em qualquer mulher com mais de 25 anos ou que tenha pelo menos dois filhos vivos. Porém, sua principal indicação é em mulheres que podem apresentar risco de saúde, tanto para ela quanto para o bebê, caso engravidem.
A ligadura de trompas é o método contraceptivo mais eficaz conhecido, embora ainda haja uma pequena chance da mulher engravidar. Quando a gestação ocorre, há uma grande probabilidade de que seja uma gravidez ectópica (fora do útero). Além dessa complicação, existe a possibilidade de arrependimento devido à incapacidade de gerar filhos, resultando assim em um quadro de depressão.
Como a laqueadura é feita?
O procedimento é indolor e pode ser feito por ginecologistas, com duração média de 40 minutos. Inicialmente, o paciente é anestesiado por meio de inalação ou injeção. O médico então promove incisões para, em seguida, inserir um pequeno dispositivo, que ajudará a localizar as trompas.
Após amarrar, cortar ou apertar as tubas uterinas, o corte é fechado com pequenos pontos. Geralmente, a mulher é liberada algumas horas depois da cirurgia.
Tipos de laqueadura
Existe mais de uma maneira de realizar a operação. Entretanto, todas seguem o princípio básico da laqueadura, que é impedir a passagem do ovócito e dos espermatozoides pelas trompas, evitando a fecundação.
Basicamente, as laqueaduras são classificadas de acordo com a maneira como o corte é feito e suas vias de acesso, sendo os principais tipos a abdominal e a vaginal. Além disso, existem diversas maneiras de romper efetivamente as trompas, incluindo:
Anéis de plástico;
Clipes de titânio (cirúrgicos);
Cauterização;
Fio de sutura.
Para escolher o procedimento ideal para cada mulher, é preciso levar em consideração fatores como a preferência, aderência e cicatriz, além da presença de endometriose ou mioma.
Laqueadura abdominal
Laparotomia
A laqueadura por laparotomia é o método mais comum utilizado no SUS, em que um corte horizontal semelhante a um corte de cesariana é feito na barriga. Devido ao tamanho do corte, trata-se de uma operação mais invasiva, com maior risco de infecção e dor no pós-operatório.
Minilaparotomia
Assim como na laparotomia, a laqueadura é feita por meio de um corte abdominal, acima da púbis. Entretanto, no caso da minilaparotomia esse corte é bem menor. Esse tipo de cirurgia normalmente é feito em no máximo até dois dias após o parto, momento em que há um aumento do volume do útero, o que facilita a operação.
Normalmente, a laqueadura não pode ser realizada durante ou nos próximos 42 dias após um parto ou aborto, devido à fragilidade emocional em que a mulher se encontra. Mas quando é comprovada a necessidade do procedimento, a cirurgia indicada é a minilaparotomia.
Laparoscopia (videolaparoscopia)
Esse procedimento se baseia na inserção de uma minicâmera em pequenos furos realizados na região do abdômen. Para o cirurgião, esta maneira de realizar a laqueadura é melhor pelo fato da câmera permitir uma visão mais detalhada dos órgãos e tecidos internos.
Por ser menos invasiva, possui menor risco de infecção, cicatrização menos aparente, maior chance de eficácia e recuperação mais rápida com relação à laparotomia.
Laqueadura vaginal
Colpotomia
Assim como a videolaparoscopia, é menos invasiva e, por isso, apresenta menor perda sanguínea, menor dor no pós-operatório e menor tempo de internação. Ela é feita por meio de uma incisão pelo fundo-de-saco posterior da vagina (espaço ao redor do colo uterino, na região posterior), a partir de onde as trompas são alcançadas. Entretanto, apresenta maior risco de infecção.
Histeroscopia
A laqueadura histeroscópica consiste na inserção de um histeroscópio (aparelho endoscópico de tubo ótico com sistema de iluminação) na vagina. Nesse procedimento não é realizado corte algum e, dentre todas as formas de realizar a laqueadura, essa é a única que dispensa centro cirúrgico.
Durante o processo, o histeroscópio acessa as trompas por meio da cavidade endometrial (mucosa que recobre a face interna do útero). Ao chegar nas trompas, o aparelho insere uma pequena mola de aço inoxidável de 4 cm, chamada de stent tubário, que causa uma inflamação local. Assim, ocorre uma reação do sistema imunológico que leva ao crescimento de tecido cicatricial, provocando o fechamento das trompas.
Por depender do processo de cicatrização, esse método leva cerca de 3 meses para ser concluído. Após esse período, a mulher passa por uma radiografia do sistema reprodutor feminino, a fim de comprovar ou não a obstrução completa da tuba uterina.
Atenção!
Em fevereiro de 2017, a Anvisa determinou a suspensão da importação, distribuição, venda e uso do stent tubário Essure, classificando-o como risco máximo. De acordo com o órgão, a implementação do dispositivo pode provocar gravidez indesejada, dor crônica, perfuração, alterações no sangramento menstrual, alergia e migração do aparelho.
Quem pode fazer a laqueadura?
O método pode ser feito por mulheres que não desejam mais ter filhos por opção própria, mas como é definitivo, só é permitido por lei em mulheres maiores de 25 anos ou com pelo menos dois filhos vivos, diminuindo a chance de se arrependerem. Sendo assim, uma mulher de 30 anos que não possui filhos pode realizar a laqueadura, e o mesmo é possível em uma mulher de 20 anos que já tem, pelo menos, 2 filhos.
Entretanto, mesmo quando a mulher já é mãe pela segunda vez, existem outras circunstâncias que podem gerar arrependimento, como quando ela perda de um filho, troca de parceiro ou melhora sua condição financeira.
Por isso, é necessário que se cumpra o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade de realizar a laqueadura e a efetivação do processo cirúrgico, período em que deve ser oferecido à mulher o serviço de regulação da fecundidade e um aconselhamento por equipe multidisciplinar, visando desencorajar a esterilização precoce.
Existe ainda a possibilidade da cirurgia ser realizada em mulheres com risco de saúde e até mesmo de morte, em casos de concepção. Entretanto, nessas situações, a laqueadura só pode ser realizada mediante um laudo testemunhado em relatório e assinado por dois médicos.
Como é o pré e o pós-operatório?
A cirurgia de laqueadura exige alguns cuidados antes e depois de ser realizada. Entenda:
a operação pela ANVISA.
É possível reverter o método?
É possível reverter a laqueadura por meio do método de laparoscopia, mas o processo possui muitos riscos e não é realizado pela maioria dos ginecologistas. Por isso, comumente a cirurgia é considerada irreversível.
Entretanto, quando a laqueadura foi feita utilizando clipes ou anéis, a reversão é possível em 80% dos casos. Para que possa ser realizada, é preciso que o final das tubas uterinas tenha sido preservado e que não haja dilatação. Esse processo chama-se anastomose, em que a tuba cortada é religada e suturada novamente.
sexta-feira, 11 de maio de 2018
O que é laqueadura?
De acordo com a lei brasileira, a laqueadura pode ser feita em qualquer mulher com mais de 25 anos ou que tenha pelo menos dois filhos vivos. Porém, sua principal indicação é em mulheres que podem apresentar risco de saúde, tanto para ela quanto para o bebê, caso engravidem.
A ligadura de trompas é o método contraceptivo mais eficaz conhecido, embora ainda haja uma pequena chance da mulher engravidar. Quando a gestação ocorre, há uma grande probabilidade de que seja uma gravidez ectópica (fora do útero). Além dessa complicação, existe a possibilidade de arrependimento devido à incapacidade de gerar filhos, resultando assim em um quadro de depressão.
Como a laqueadura é feita?
O procedimento é indolor e pode ser feito por ginecologistas, com duração média de 40 minutos. Inicialmente, o paciente é anestesiado por meio de inalação ou injeção. O médico então promove incisões para, em seguida, inserir um pequeno dispositivo, que ajudará a localizar as trompas.
Após amarrar, cortar ou apertar as tubas uterinas, o corte é fechado com pequenos pontos. Geralmente, a mulher é liberada algumas horas depois da cirurgia.
Tipos de laqueadura
Existe mais de uma maneira de realizar a operação. Entretanto, todas seguem o princípio básico da laqueadura, que é impedir a passagem do ovócito e dos espermatozoides pelas trompas, evitando a fecundação.
Basicamente, as laqueaduras são classificadas de acordo com a maneira como o corte é feito e suas vias de acesso, sendo os principais tipos a abdominal e a vaginal. Além disso, existem diversas maneiras de romper efetivamente as trompas, incluindo:
Anéis de plástico;
Clipes de titânio (cirúrgicos);
Cauterização;
Fio de sutura.
Para escolher o procedimento ideal para cada mulher, é preciso levar em consideração fatores como a preferência, aderência e cicatriz, além da presença de endometriose ou mioma.
Laqueadura abdominal
Laparotomia
A laqueadura por laparotomia é o método mais comum utilizado no SUS, em que um corte horizontal semelhante a um corte de cesariana é feito na barriga. Devido ao tamanho do corte, trata-se de uma operação mais invasiva, com maior risco de infecção e dor no pós-operatório.
Minilaparotomia
Assim como na laparotomia, a laqueadura é feita por meio de um corte abdominal, acima da púbis. Entretanto, no caso da minilaparotomia esse corte é bem menor. Esse tipo de cirurgia normalmente é feito em no máximo até dois dias após o parto, momento em que há um aumento do volume do útero, o que facilita a operação.
Normalmente, a laqueadura não pode ser realizada durante ou nos próximos 42 dias após um parto ou aborto, devido à fragilidade emocional em que a mulher se encontra. Mas quando é comprovada a necessidade do procedimento, a cirurgia indicada é a minilaparotomia.
Laparoscopia (videolaparoscopia)
Esse procedimento se baseia na inserção de uma minicâmera em pequenos furos realizados na região do abdômen. Para o cirurgião, esta maneira de realizar a laqueadura é melhor pelo fato da câmera permitir uma visão mais detalhada dos órgãos e tecidos internos.
Por ser menos invasiva, possui menor risco de infecção, cicatrização menos aparente, maior chance de eficácia e recuperação mais rápida com relação à laparotomia.
Laqueadura vaginal
Colpotomia
Assim como a videolaparoscopia, é menos invasiva e, por isso, apresenta menor perda sanguínea, menor dor no pós-operatório e menor tempo de internação. Ela é feita por meio de uma incisão pelo fundo-de-saco posterior da vagina (espaço ao redor do colo uterino, na região posterior), a partir de onde as trompas são alcançadas. Entretanto, apresenta maior risco de infecção.
Histeroscopia
A laqueadura histeroscópica consiste na inserção de um histeroscópio (aparelho endoscópico de tubo ótico com sistema de iluminação) na vagina. Nesse procedimento não é realizado corte algum e, dentre todas as formas de realizar a laqueadura, essa é a única que dispensa centro cirúrgico.
Durante o processo, o histeroscópio acessa as trompas por meio da cavidade endometrial (mucosa que recobre a face interna do útero). Ao chegar nas trompas, o aparelho insere uma pequena mola de aço inoxidável de 4 cm, chamada de stent tubário, que causa uma inflamação local. Assim, ocorre uma reação do sistema imunológico que leva ao crescimento de tecido cicatricial, provocando o fechamento das trompas.
Por depender do processo de cicatrização, esse método leva cerca de 3 meses para ser concluído. Após esse período, a mulher passa por uma radiografia do sistema reprodutor feminino, a fim de comprovar ou não a obstrução completa da tuba uterina.
Atenção!
Em fevereiro de 2017, a Anvisa determinou a suspensão da importação, distribuição, venda e uso do stent tubário Essure, classificando-o como risco máximo. De acordo com o órgão, a implementação do dispositivo pode provocar gravidez indesejada, dor crônica, perfuração, alterações no sangramento menstrual, alergia e migração do aparelho.
Quem pode fazer a laqueadura?
O método pode ser feito por mulheres que não desejam mais ter filhos por opção própria, mas como é definitivo, só é permitido por lei em mulheres maiores de 25 anos ou com pelo menos dois filhos vivos, diminuindo a chance de se arrependerem. Sendo assim, uma mulher de 30 anos que não possui filhos pode realizar a laqueadura, e o mesmo é possível em uma mulher de 20 anos que já tem, pelo menos, 2 filhos.
Entretanto, mesmo quando a mulher já é mãe pela segunda vez, existem outras circunstâncias que podem gerar arrependimento, como quando ela perda de um filho, troca de parceiro ou melhora sua condição financeira.
Por isso, é necessário que se cumpra o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade de realizar a laqueadura e a efetivação do processo cirúrgico, período em que deve ser oferecido à mulher o serviço de regulação da fecundidade e um aconselhamento por equipe multidisciplinar, visando desencorajar a esterilização precoce.
Existe ainda a possibilidade da cirurgia ser realizada em mulheres com risco de saúde e até mesmo de morte, em casos de concepção. Entretanto, nessas situações, a laqueadura só pode ser realizada mediante um laudo testemunhado em relatório e assinado por dois médicos.
Como é o pré e o pós-operatório?
A cirurgia de laqueadura exige alguns cuidados antes e depois de ser realizada. Entenda:
a operação pela ANVISA.
É possível reverter o método?
É possível reverter a laqueadura por meio do método de laparoscopia, mas o processo possui muitos riscos e não é realizado pela maioria dos ginecologistas. Por isso, comumente a cirurgia é considerada irreversível.
Entretanto, quando a laqueadura foi feita utilizando clipes ou anéis, a reversão é possível em 80% dos casos. Para que possa ser realizada, é preciso que o final das tubas uterinas tenha sido preservado e que não haja dilatação. Esse processo chama-se anastomose, em que a tuba cortada é religada e suturada novamente.
quinta-feira, 10 de maio de 2018
Hipotireoidismo e hipertireoidismo
Falta de apetite
Ganho de peso constante, mesmo sem exagerar no consumo de alimentos
Depressão
Intolerância ao tempo frio
Redução dos batimentos cardíacos
Fadiga
Prisão de ventre
Dificuldade de raciocinar de forma clara
Retenção de líquidos
Pele pálida ou amarelada
Consulte um médico para obter um diagnóstico mais preciso e dar início ao tratamento o antes possível. Os medicamentos utilizados irão fornecer os hormônios que a tireoide não está conseguindo produzir sozinha, por isso, infelizmente, pacientes com hipotireoidismo podem precisar fazer uso de medicação específica para o resto da vida.
Também é possível combinar os remédios com hábitos alimentares saudáveis, incluindo alimentos capazes de estimular a tireoide. O principal deles é o iodo, precursor da produção hormonal da glândula, por isso aumente o consumo de peixes, frutos do mar e alga marinha, também conhecida como nori e muito usada na culinária japonesa.
É importante também evitar a ingestão de soja, já que ela contém um tipo de isoflavona capaz de inibir as funções da tireoide, exatamente o oposto do que precisam as pessoas que sofrem com o hipotireoidismo.
quarta-feira, 9 de maio de 2018
Copa do Mundo de 1994 - Estados Unidos
terça-feira, 8 de maio de 2018
Mioma
Os miomas não são indetectáveis pelo olho humano, mas suas massas volumosas podem distorcer ou ampliar o útero. Eles podem ser únicos ou múltiplos, e em casos extremos a expansão do útero é tamanha que atinge a caixa torácica.
Tipos
Os miomas uterinos se separam em três tipos a depender de sua localização na parede do útero:
Miomas subserosos: localizam-se na porção mais externa do útero e geralmente crescem para fora. Este tipo de mioma não costuma afetar o fluxo menstrual, porém, pode tornar-se desconfortável pelo seu tamanho e pressão sobre outros órgãos da pelve
Miomas pediculados: são ligados à superfície uterina por uma ponte fibromuscular e por onde vem também sua circulação. Normalmente assintomáticos, o seu crescimento ao longo do tempo pode predispor à torção de seu pedículo, sendo causa de dor aguda o que pode levar à necessidade de cirurgia de urgência para sua retirada
Miomas intramurais: crescem no interior da parede uterina e se expandem, fazendo com que o útero aumente seu tamanho. São os tipos de miomas mais comuns e geralmente provocam um intenso fluxo menstrual, dor pélvica ou sensação de peso
Miomas submucosos: ficam na parte mais profunda da do útero, bem por abaixo da capa que reveste a cavidade uterina. São os miomas menos comuns e provocam intensos e prolongados períodos menstruais
Miomas intracavitários: se localizam totalmente dentro da cavidade uterina. Eles costumam causar sangramento entre os períodos e, muitas vezes, causar cólicas.
Mioma uterino
REVISADO POR
Dr. Jurandir Piassi Passos
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA - CRM 60633/SP
ESPECIALISTA MINHA VIDA
segunda-feira, 7 de maio de 2018
Coma alcoólico
Enquanto muita gente acha graça em beber até cair, o assunto é sério: o coma alcoólico é o resultado dos excessos e pode matar. Entenda neste texto o que é e o que fazer em casos de coma alcoólico.
É importante que você entenda o processo do álcool no organismo. O fígado é o órgão responsável por metabolizar a ingestão da bebida alcoólica. Em média, é preciso de uma hora para cada dose, podendo variar este tempo conforme o peso, altura, tipo físico e gênero (mulheres levam mais tempo). Se há a ingestão rápida e contínua de bebidas alcoólicas, o fígado não aguenta metabolizar o álcool. Aí, então, é questão de tempo para entrar em coma alcoólico.
No coma alcoólico, a pessoa perde os sentidos, ficando com a consciência mais lenta e com dificuldade para respirar. Por isso, pode ocorrer a parada respiratória e/ou cardíaca. Outra perigosa consequência é a sufocação pelo vômito, pois, para defender-se, o próprio organismo provoca o vômito e, por a pessoa estar inconsciente, ela pode aspirar o líquido e o mesmo parar nos pulmões.
Para evitar a morte ou sequelas, é importante que a pessoa seja rapidamente socorrida. No atendimento hospitalar há hidratação intensa para que o fígado consiga voltar ao seu funcionamento, o uso de glicose para normalizar a queda de açúcar no sangue e o monitoramento do quadro clínico do paciente (pressão arterial, batimentos cardíacos, etc).
Como socorrer?
O primeiro passo é ligar para o SAMU através do telefone 192 ou ambulância local.
Enquanto aguarda, deixe a pessoa deitada de lado. Isso evita a asfixia por vômito.
Não faça a pessoa ingerir algum alimento ou medicação. Aguarde o socorro médico.
Afrouxe as roupas e deixe a vítima confortável.
Se a vítima tiver uma parada cardíaca, aplicar a respiração boca a boca e massagem cardíaca até a chegada dos socorristas.
fonte:alcoolismo.com.br
domingo, 6 de maio de 2018
Cai predio em Sp
sábado, 5 de maio de 2018
Copa do Mundo de 1990 - Itália
sexta-feira, 4 de maio de 2018
Rodrigo o craque do peixe
Além da derrota para o uruguaio Nacional por 1 a 0, na noite de terça-feira, pela primeira fase da Copa Libertadores, o Santos deixou Montevidéu lamentando a lesão sofrida pelo atacante Rodrygo. Responsável pelo contusão, o lateral do Nacional e da seleção uruguaia, Jorge Fucile, admitiu que precisou apelar para a violência para parar o jovem jogador de 17 anos.
“Tive que me cuidar porque levei três dribles no meio das pernas pela primeira vez na história. Devemos aplaudir Rodrygo, porque tem uma personalidade e um talento inato muito grande, poucos jogadores podem arrancar de 0 a 100 em espaços curtos como ele. Eu não tinha mais o que fazer a não ser tirá-lo do campo e aí acabou o jogo (para o Santos)”, afirmou o jogador em entrevista a rede Sport 890, destacada pelo Ovación, a editoria esportiva do jornal uruguaio El País.
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Cefaléia Orgásmica
A dor de cabeça que surge durante a relação sexual, é chamada de cefaleia orgástica, e embora afete mais os homens que já sofrem com enxaquecas, as mulheres também podem ser afetadas.
Ainda não se sabe exatamente porque essa dor aparece mas a teoria mais aceite é que isso aconteça porque durante o contato íntimo os músculos se contraem e a energia liberada durante o ato sexual aumenta a largura dos vasos sanguíneos dentro do cérebro, o que pode causar alterações graves como aneurisma ou AVC, por exemplo.
Como reconhecer os sintomas
A dor de cabeça orgásmica surge especialmente durante o orgasmo, mas também pode surgir alguns instantes antes ou depois do clímax. A dor surge de forma repentina e afeta principalmente a parte de trás da cabeça e a nuca, com uma sensação de peso. Algumas pessoas relatam que sentem muito sono quando esta dor aparece.
Como é feito o tratamento
O tratamento para dor de cabeça que surge depois do sexo é feito com o uso de analgésicos como o Paracetamol mas dormir num local escuro também ajuda a descansar e ter um sono mais profundo e restaurador, e a pessoa acorda bem e sem dores. Uma compressa fria na nuca também costuma ser eficiente para aliviar o desconforto.
A cefaléia orgásmica é uma doença rara e até mesmo as pessoas afetadas apresentam esse quadro, apenas tem 1 ou 2 vezes na vida. No entanto, há relatos de pessoas que apresentam esse tipo de dor de cabeça em praticamente todas as relações sexuais, e nesse caso deve-se buscar ajuda médica para iniciar o tratamento com uso de remédios.
Quando ir ao médico
A dor de cabeça que surge durante ou logo após o sexo geralmente passa em poucos minutos ou algumas horas, mas pode ser indicado buscar ajuda médica quando:
A dor de cabeça é muito intensa ou surge de forma frequente;
A dor de cabeça não cessa com analgésicos, e não melhora com uma boa noite de sono;
A dor de cabeça acaba gerando uma enxaqueca, que se manifesta com dor intensa localizada numa outra parte da cabeça que não seja a nuca.
Nesse caso o médico pode pedir exames como a tomografia cerebral para verificar se os vasos sanguíneos do cérebro encontram-se normais ou se pode haver o rompimento de um aneurisma ou AVC hemorrágico, por exemplo.
Como evitar a cefaleia causada pelo orgasmo
Para quem sofre com esse tipo de dor de cabeça de forma frequente, a melhor forma de evitar esse tipo de desconforto é não ter relações sexuais, mas como isso pode não ser uma opção, o neurologista poderá receitar remédios usados contra enxaqueca para prevenir o surgimento da dor. Esses remédios podem ter que ser tomados diariamente por aproximadamente 1 mês para depois avaliar se teve o efeito esperado ou se é preciso substituir os remédios por outros.
Outras estratégias que também contribuem para o sucesso do tratamento, e cura da cefaleia orgástica, são bons hábitos de vida como dormir e descansar de forma adequada, fazer exercícios de forma regular e se alimentar bem, comendo carnes magras, ovos, laticínios, legumes, verduras, grãos e cereais, diminuindo o consumo de alimentos industrializados, processados, ricos em gordura, açúcar e aditivos alimentares.
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Copa do Mundo de 1986 - México
domingo, 29 de abril de 2018
Vírus influenza (vacina contra gripe)
Segundo um balanço preliminar divulgado nesta sexta, 29,59 milhões de pessoas dos grupos prioritários receberam a dose, o que equivale a 94,53% da meta, que era vacinar 31,3 milhões.
O público-alvo é formado por idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, doentes crônicos — diabéticos, por exemplo — indígenas, presidiários e profissionais de saúde. A meta estabelecida pelo Ministério corresponde a 80% do público-alvo total.
A campanha teve início em 15 de abril e, segundo a previsão inicial, deveria ter terminado em 26 de abril. No entanto, o Ministério da Saúde optou pela prorrogação para aumentar a imunização, já que a procura tinha ficado bem abaixo da meta.
De acordo com os números divulgados nesta sexta-feira, dez estados já atingiram a meta de cobrir pelo menos 80% do público-alvo: Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – que atingiu a maior cobertura do país, com 90,79% do público-alvo imunizado.
Nos demais estados, o Ministério da Saúde recomenda que as secretarias locais estendam mais uma vez a campanha até que a meta seja atingida — Mato Grosso do Sul, Pernambuco e São Paulo já anunciaram a medida.
Vírus influenza
A imunização protege contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no inverno passado: A (H1N1) – conhecido popularmente como gripe suína –, A (H3N2) e B.
Foram distribuídas, neste ano, 43 milhões de doses da vacina para 65 mil postos de saúde, segundo a pasta. Em 2012, 26 milhões de pessoas foram imunizadas, número equivalente a 86,3% do público-alvo naquele ano. O índice superou a meta prevista, de 80% do público.
O objetivo deste ano era de atingir cerca de 80% do público-alvo da ação, que inclui idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, indígenas, presidiários e profissionais de saúde. Doentes crônicos e mulheres no período até 45 dias depois do parto também devem receber a vacina.
“A vacinação é segura e feita com o objetivo de diminuir o risco de ter doença grave e evitar o óbito. Ao mesmo tempo, as pessoas que apresentarem os sintomas de gripe devem procurar o posto de saúde, porque tem tratamento”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em nota oficial divulgada pelo ministério.
Reduzir internações
O principal objetivo da campanha é ajudar a reduzir as complicações, internações e mortes decorrentes da gripe. A meta é reforçar o atendimento às pessoas com doenças crônicas, independentemente da faixa etária. Isso inclui quem tem problemas cardíacos, pulmonares, transplante de rim, obesidade, deficiência mental e pacientes que usam medicamentos imunossupressores, entre outros.
A novidade de 2013 foi que os doentes crônicos tiveram acesso ampliado a todos os postos de saúde, e não apenas aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Cries). Para isso, é preciso apresentar apenas a prescrição médica no ato da vacinação.
Pacientes já cadastrados em programas de controle de doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão inscritos. Caso a unidade de saúde que oferece atendimento regular não tenha um posto de vacinação, a pessoa deve solicitar uma prescrição médica.
Os pacientes da rede privada ou conveniada também devem ter prescrição médica e apresentá-la nos postos durante a campanha.
Vírus inativo
O vírus usado na vacina é inativo e, por isso, não causa gripe. Porém, ao se vacinar, a pessoa pode pegar outros tipos de vírus capazes de provocar um resfriado ou uma gripe mais fraca. Existe, ainda, a possibilidade de o indivíduo se vacinar no momento em que já se contaminou com o vírus. Nesse caso, a dose não terá efeito.
Dúvidas mais comuns
Veja as perguntas mais comuns sobre a vacina e sobre a gripe. As informações são do Ministério da Saúde e da diretora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato.
1) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses público-alvo?
Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como pneumonia, e morrer pela doença.
2) Quem se vacinou no ano passado precisa tomar a dose novamente?
Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após a aplicação da vacina. E também porque sua composição é feita conforme os vírus que mais circularam no ano anterior.
3) O que é influenza?
A influenza é o nome científico do vírus da gripe. É uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório. É de alta transmissão, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, comuns no outono e no inverno.
4) Gripe e resfriado são a mesma coisa?
Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus influenza (A, B ou C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado por um rinovírus (com seus vários tipos).
Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores (congestão nasal e coriza), tosse, rouquidão, febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo. Mas, enquanto a gripe pode deixar a pessoa de cama, o resfriado geralmente não passa de tosse e coriza.
5) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?
A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.
6) A vacina contra a gripe imuniza contra o resfriado?
Não. A vacina contra a gripe protege apenas contra os três principais vírus influenza que estão circulando no país.
7) A dose tem alguma contraindicação?
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.
8) Posso ficar gripado(a) após me vacinar?
Não, isso é um mito. A vacina contra influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe.
Na época em que a vacina é aplicada, circulam vários vírus respiratórios, que podem não ser o da gripe em questão, e as pessoas podem ser infectadas por eles. Além disso, é possível pegar um resfriado.
9) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses.
10) Fora do período da campanha é possível me vacinar?
Não pelo SUS. Depois da campanha, só serão vacinados os presidiários e indivíduos que apresentem problemas de saúde específicos. Clínicas as privadas poderão oferecer a vacina a toda população – inclusive para quem não faz parte do grupo prioritário – desde que as doses compradas estejam registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
11) A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito de um antigripal?
Não. A vacina previne contra a gripe, e o antigripal é um medicamento usado para reduzir os efeitos causados pela doença.
12) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável passar por uma avaliação médica antes da vacinação.
13) É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não, mas o documento é necessário para atualizar outras vacinas do calendário anual. Para quem não apresentar a caderneta no momento da aplicação da dose, será feito outro cartão para o registro, que deve ser guardado para comprovar o histórico vacinal.
14) Pessoas que tomam corticoide podem ser vacinadas?
Sim, o uso não impede a imunização.
15) Quanto tempo após a vacinação eu posso doar sangue?
Uma portaria do Ministério da Saúde publicada em 2011 declarou que o doador fica inapto para doar sangue pelo período de um mês a partir da data em que foi vacinado contra o vírus da gripe. Depois desse prazo, está liberado.
Fonte: G1.com
sábado, 28 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1982 - Espanha
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Copa do Mundo de 1978 - Argentina
Assinar:
Postagens (Atom)
