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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Dia Nacional da Consciência Negra


O Dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro em todo o país. A data homenageia Zumbi, um africano que nasceu livre, mas foi escravizado aos seis anos de idade. Mais tarde ele voltaria para sua terra natal e seria líder do Quilombo dos Palmares. Zumbi morreu em 20 de novembro de 1695. O objetivo do Dia da Consciência Negra é fazer uma reflexão sobre a importância do povo e da cultura africana no Brasil. Também serve para analisarmos o impacto que tiveram no desenvolvimento da identidade cultural brasileira. A música, a política, a religião e a gastronomia entre várias outras áreas foram profundamente influenciadas pela cultura negra. Este é um dia de comemorar e valorizar a cultura afro-brasileira. Feriado do Dia Nacional da Consciência Negra Confira os estados e cidades que consideram o Dia Nacional da Consciência Negra como feriado: Alagoas - Todos os municípios, Lei Estadual Nº 5.724/95 Amazonas - Todos os municípios, Lei nº 84/2010 Amapá - Todos os municípios, Lei Estadual Nº 1169/2007 Bahia - 3 municípios Espírito Santo - 2 municípios Goiás - 4 municípios Maranhão - 1 município (Pedreiras) Minas Gerais - 11 municípios Mato Grosso do Sul - 1 município (Corumbá) Mato Grosso - Todos os municípios, Lei Estadual Nº 7879/2002 Paraná - 3 municípios Rio de Janeiro - Todos os municípios, Lei Estadual Nº 4007/2002 Rio Grande do Sul - Todos os municípios - facultativo, Lei Estadual nº 8.352 São Paulo - 102 municípios Tocantins - 1 município (Porto Nacional). Origem do Dia Nacional da Consciência Negra O Dia da Consciência Negra foi estabelecido pelo projeto Lei nº 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. No entanto, apenas em 2011 a presidente Dilma Roussef sancionou a Lei 12.519/2011 que cria a data, sem obrigatoriedade de feriado. No entanto, atualmente, o Dia Nacional da Consciência Negra é considerado feriado em mais de mil municípios História de Zumbi No período do Brasil colonial, Zumbi simbolizou a luta do negro contra a escravidão que sofriam os africanos. Zumbi morreu enquanto defendia a sua comunidade e lutava pelos direitos do seu povo. O Quilombo dos Palmares, localizado no atual estado de Alagoas, liderado por Zumbi, formavam a resistência ao sistema escravocrata que vigorava. Ali os negros escravizados recuperavam sua liberdade, preservavam a cultura africana na colônia e viviam do plantio e do comércio realizado com cidades próximas. O assassinato de Zumbi o transformou num mito entre os africanos escravizados e sua história foi passando de geração em geração. Zumbi lutou até a morte contra a escravidão, que só terminaria em 13 de maio de 1888, com a abolição oficial da escravatura no Brasil, cerca de 193 anos após sua morte. www.calendarr.com

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Nossa consciência

Quando os noticiários tratam de acidentes com aeronaves, é comum ouvirmos falar da "caixa preta", que apesar da destruição do avião, é preservada, porque estruturada com o fim de registrar as causas do desastre. Fazendo um paralelo, podemos dizer que nossa consciência é a "caixa preta" na qual ficam registrados nossos pensamentos e atos, sem que a morte logre apagar, uma vírgula sequer, de tudo quanto fizemos.
 

Assim, aqueles que não conseguimos conceber o mecanismo do qual se servem as leis divinas para contabilizar os equívocos e acertos cometidos, podemos imaginar, por analogia, de que forma isso acontece. 

Ora, se os homens, criados por Deus, têm meios de construir um compartimento numa aeronave, capaz de registrar as ocorrências para posterior análise, por que é que Deus, a inteligência suprema do universo, não teria melhores condições de preservar, em nossa consciência, os registros necessários?

Aqueles que pensamos que a morte do corpo físico apagará nossos feitos, estamos deveras equivocados.
 

Se assim não fosse, como entender o dizer de Jesus, que "a cada um será dado segundo suas obras"?

Mas como é que nós responderemos perante as leis, se não as conhecemos?

Os espíritos superiores dizem que as leis divinas estão inscritas na nossa consciência, dessa forma, não poderemos alegar ignorância.

A afirmativa evangélica de que todos os pecados serão perdoados, exceto os que forem cometidos contra o espírito, fala dessa realidade.

Os pecados contra o espírito, são as infrações cometidas contra a consciência, isto é, os equívocos conscientes.
 

Podemos afirmar, sem medo de errar, que muitas das atitudes equivocadas, não têm o aval da nossa consciência, pois sabemos que estamos agindo mal.

Essa voz interior, que nos acode à mente quando planejamos uma ação má, é a voz da consciência a nos advertir para que não a concretizemos. O que ocorre, na maioria das vezes, é que não lhe damos ouvidos.

Se mesmo na justiça humana, há distinção entre o crime doloso e o culposo, não poderia ser diferente quanto à justiça divina, que julga sempre pela intenção, e nunca pelas aparências.
 

Não é outro o motivo pelo qual Jesus assevera que mais será cobrado de quem mais tiver. Quem mais sabe, mais responsável é pelos atos.

É dessa forma que cada um responderá, perante as leis divinas, diante do tribunal implacável da própria consciência, por todos os atos praticados.

Assim, é importante que consultemos periodicamente os registros da nossa "caixa preta", para que na hora da averiguação não nos decepcionemos conosco mesmos.
 

E não tenhamos dúvidas! Todos teremos nosso momento de prestação de contas à divindade através da nossa consciência.

E tenhamos certeza de que somente responderemos pelos nossos atos, jamais pelos atos dos outros, porque "a cada um segundo suas obras".

Você sabia?

Você sabia que as leis divinas são de justiça e amor?

E que essas leis não querem a morte do equivocado, mas a eliminação do equívoco?

São também leis de misericórdia, pois nos permitem oportunidades sempre renovadas para o aprendizado das lições da vida, embora as circunstâncias não sejam as mesmas, principalmente para os recalcitrantes, que não querem aproveitá-las devidamente.

Por essa razão, não devemos adiar a hora de fazer o bem na medida das nossas forças, para que nos libertemos de vez por todas, dos grilhões que nos mantêm presos ao sofrimento, e alcemos vôos mais altos, na direção da felicidade que nos acena.
 
 


Edna Silva