quinta-feira, 14 de junho de 2018

As camisas das 32 seleções da Copa


Uma taça, oito marcas, 32 países e 64 camisas estarão presentes na Copa do Mundo. Entre as oito cores do Mundial, vermelho e branco darão o tom na Rússia . Já Adidas e Nike dominam o mercado, com 22 seleções - 12 da empresa alemã e outras 10 da americana. A Puma, que em 2006 contava com 12 times, entre eles a campeã Itália, vê seu cartel cair para quatro - depois que Camarões, Gana, Argélia, Costa do Marfim, além da Azzurra, ficaram sem vagas. New Balance, Umbro, Hummel, Erreà e Uhlsport são as outras fornecedoras. Grupo A RÚSSIA Desde 2006, a Rússia deixou o branco para adotar o vermelho na camisa titular. O modelo, como a Adidas vem fazendo com outras seleções, tem uma inspiração em versões do final dos anos 80 e início dos 90. No caso russo, a referência é o clássico uniforme utilizado pela União Soviética nos Jogos de 1988 – apenas sem a sigla CCCP no peito. No escudo, a seleção da casa leva o brasão de armas na camisa - a águia de duas cabeças e São Jorge, padroeiro do país, matando o dragão. Simboliza a unidade da Igreja e do Estado. ARÁBIA SAUDITA O uniforme principal é uma homenagem à equipe que participou Copa de 1994, na melhor campanha da história do país, ocasião em que chegou às oitavas de final nos Estados Unidos. Na nuca, é possível ver uma fita verde com o brasão de armas do país em branco que traz uma palmeira com duas espadas cruzadas. Esse era o escudo da federação até 2017, quando passou a adotar a águia, símbolo do país.EGITO Foi o primeiro time africano a jogar uma Copa, ainda em 1934 (perdeu na estreia para a Hungria, por 4 a 2). À época, o uniforme era verde, antiga cor da bandeira. Com a Revolução Egípcia na década de 50, a bandeira mudou de cor, assim como a seleção. O vermelho, que simboliza a história do país, predomina na camisa titular. O branco, representando a queda da monarquia sem derramamento de sangue, está presente no calção e no kit reserva. O preto, que significa o final da ocupação britânica no país, aparece no meião. URUGUAI Após transitar entre outras cores, a tradicional camisa foi adotada em 1910 como homenagem ao triunfo do time amador local River Plate F.C. sobre o poderoso argentino Alumni. Na ocasião, o River jogou com seu segundo uniforme, camisa azul celeste. Nesta versão, além de detalhes negros, "Un sol para Atlántida", famosa escultura de Montevidéu, ganha destaque no peito. O escudo traz a sigla da Associação Uruguaia de Futebol (AUF) em um pilar dourado cercado por louros e uma bola. Teria sido inspirado na torre principal do Estádio Centenário, em Montevidéu. Grupo B PORTUGAL As cores da bandeira dão o tom uniforme português. Porém, as tonalidades de rubro mudam a cada Copa. Dessa vez, com detalhes dourados, a camisa faz referência ao título europeu de dois anos atrás. Cristiano Ronaldo e a moderna realeza também são elementos que ajudaram a construir a nova versão do kit lusitano. No emblema no peito, os escudos azuis com pontos brancos representam as chagas de Cristo, com a Cruz da Ordem de Cristo ao fundo. ESPANHA O uniforme é dominado, como de hábito, pelo vermelho que representa a união da nação e vem sendo utilizado desde a primeira participação da equipe numa Copa do Mundo, em 1934. A novidade é o padrão retrô da Adidas, inspirado na Copa de 94 que leva o amarelo da bandeira para a lateral da camisa. Diferentemente do azul da última Copa, o modelo reserva volta a ser todo branco. MARROCOS Já teve o verde como uniforme titular. Hoje predomina o vermelho, cor que tem um significado histórico considerável no Marrocos - ela proclama a descendência da dinastia real alaouita. Na bandeira, representa resistência, força e bravura, enquanto o verde (do calção) é a cor do Islã. No escudo, o pentagrama é o selo de Salomão. IRÃ Agora vestida de Adidas, a seleção iraniana mantém o mesmo padrão desde a primeira Copa disputada pelo país, em 1978: camisa titular basicamente branca, com a reserva vermelha – ambas cores da bandeira. Ambos os modelos prezam pela simplicidade e fogem da linha retrô da fornecedora alemã. No peito, o emblema vermelho no centro da bandeira é uma composição estilizada de vários elementos islâmicos. Sua forma de tulipa simboliza os valores de patriotismo e autossacrifício, referindo-se à lenda em estas flores crescem do sangue derramado pelos mártires. Grupo C FRANÇA Desde a primeira participação, em 1930, bandeira francesa sempre inspirou o uniforme. O azul, da camisa, representa o poder legislativo. O branco, do calção (e que predomina na versão reserva), o poder executivo. O vermelho, do meião, o povo francês. O mote da campanha da fornecedora é a diversidade francesa, e um escudo estampado dentro de um hexágono (a forma geométrica da França) no uniforme avisa: “Nos Differences Nous Unissent” (Nossas diferenças nos unem). AUSTRÁLIA Olhando as cores e o fornecedor, quase dá para dizer que é a seleção canarinho, apesar de a bandeira australiana adotar as cores do Reino Unido. A inspiração do uniforme titular dos Socceroos vem da acácia, árvore símbolo da nação, cujas flores verdes e amarelas foram as primeiras cores adotadas pelo país. No escudo, a seleção usa no peito o emblema de armas, com os brasões dos estados da Austrália. Em volta dele, o emu, o canguru e a acácia, representando a fauna e flora local. PERU A camisa titular sempre teve a tonalidade blanquirroja das cores da bandeira, mas a tradicional listra diagonal só foi introduzida nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. Na primeira aparição peruana num Mundial, em 1930, ela era basicamente branca com um detalhe vermelho no peito. Na atual versão, a novidade são os detalhes dourados vistos nas bordas da faixa vermelha e também nos ombros. Segundo a fornecedora, elas representam a riqueza da cultura inca. DINAMARCA A tradicional cruz escandinava é um padrão em todos os países nórdicos. A primeira bandeira a surgir com esse design, entretanto, foi a da Dinamarca, que dá o tom no único uniforme produzido pela Hummel no Mundial da Rússia. Predominante desde a primeira vez que o país disputou uma Copa, em 1986, o vermelho que toma conta na bandeira dá o tom na camisa titular. Cabe ao branco ser a cor do kit reserva. Grupo D ARGENTINA Mais um exemplo de uniforme inspirado numa versão mais antiga. A camisa titular tem como base aquela usada no título da Copa América de 1993, a última grande conquista da seleção argentina. No que diz respeito às cores, o azul e o branco da bandeira predominam, mas o preta surgiu no calção junto com as tradicionais listras. No escudo, o fundo dourado representa a glória pura e radiante como o sol. Os louros na parte de baixo representam a vitória. ISLÂNDIA O uniforme da estreante Islândia combina as cores tradicionais do país: azul, vermelho e branco – que representam três dos elementos que compõem a ilha. O vermelho (da camisa de goleiro) é o fogo produzido pelos vulcões da ilha, o branco (da reserva) lembra o gelo e a neve que cobrem a Islândia e o azul (da titular) das montanhas. Para o povo islandês, a coloração da bandeira representa uma visão da paisagem de seu país. É a única seleção da Copa na qual os kits são produzidos pela marca italiana Erreà. Islândia lança uniforme, e presidente do país pede apoio da torcida brasileira CROÁCIA O tradicional xadrez que virou ícone desde 1998 veio em versão repaginada, com quadrados bem maiores do que o comum. A origem vem do brasão de armas, simbolizando os reis croatas desde o século X, e a inspiração seria uma flor comum no país chamada kockavica. O vermelho, o branco e o azul, esse último da camisa reserva, seguem o padrão da maioria dos países do leste europeu, que usam as cores Pan-Eslavas. NIGÉRIA O verde da bandeira, que representa a agricultura, está presente nos dois modelos, sobretudo o reserva. A diferença é que o titular - inspirado na versão em 94, a primeira Copa da Nigéria - ganhou muitos detalhes brancos, que tomam conta do uniforme (um sucesso de vendas). No escudo, o desenho traz uma águia esverdeada sobre uma bola, dentro de um círculo onde se lê, em vermelho, o nome da entidade e a referência à capital, Abuja. A inspiração foi o próprio brasão nacional, no qual a ave representa honra. BRASIL O uniforme tem origem na bandeira, sendo que a opção pela camisa amarela e o calção azul surgiu em 1954, após um concurso realizado para ver qual mais agradava. Utilizado nos primórdios da Seleção, o branco da camisa titular foi utilizado nos quatro primeiros Mundiais e acabou abolido por conta da derrota para o Uruguai na final da Copa de 50. Na versão atual, batizada de Ouro Samba (Samba Gold), a Amarelinha é inspirada no manto do tricampeonato em 70 e tem a cor mais vibrante das últimas duas décadas. Na parte de trás da nuca, uma faixa vertical na gola traz, depois de 50 anos, o azul de volta à camisa principal. Já a versão reserva recebeu o título de Azul Celestial (Soar Blue) e tem marca d’água, em estampa de mosaico, formada por estrelas que partem do escudo. Relembra dois importantes fatos marcados na história do nosso futebol: o Mundial da Suécia (1958), primeira vez em que o azul foi adotado, oficialmente, como a segunda cor da Seleção; e a primeira estrela a ser fincada no peito, uma honra oferecida apenas aos campeões do mundo. Os números, como na época da competição, voltam a ter a cor amarela. Calção branco e meias azuis completam o uniforme. SUÍÇA Símbolo e cores da bandeira sempre dominaram o uniforme principal da equipe suíça – o vermelho predominando no kit titular, e o branco no reserva. Simples assim. Do lado esquerdo do peito, a cruz branca faz referência à bandeira do Cantão de Schwyz, uma das áreas territoriais que deram origem ao país. Do direito, o escudo conta com a silhueta estilizada de um jogador de futebol e as siglas da Federação Suíça de Futebol em francês e italiano (ASF) e alemão (SFV) línguas oficiais do país. COSTA RICA O vermelho, que representa o sangue derramado pelos mártires pela independência, domina a camisa. O azul, referente ao mar do Caribe e do Oceano Pacífico está no calção. Só que o uniforme dividiu opiniões no país. Segundo a fornecedora de material, a camiseta está "sóbria e simples", representando o ecossistema local, mas a Costa Rica é dona de uma das maiores diversidades de fauna e flora, fazendo do país referência em ecoturismo. O que causou uma certa insatisfação na torcida. SÉRVIA A exemplo de Rússia e Croácia (além de outras nações do leste europeu que não estão na Copa), usa as cores Pan-Eslavas na bandeira, que inspira o uniforme. Utilizado nos únicos três únicos jogos de Copa da Sérvia como nação independente, em 2010, o vermelho predomina no kit principal, um dos mais básicos da Puma. O grande destaque está na versão reserva, onde a bandeira do país atravessa a frente da camisa, predominantemente branca. Ele também aparece na parte superior das costas, logo abaixo da gola. Grupo F ALEMANHA A inspiração é totalmente retrô. A camisa titular se baseia naquela utilizada no tricampeonato mundial em 1990. A reserva, na cor verde, vem de outros carnavais – foi utilizada na campanha do bi em 1974, na final de 86 e a última vez que foi vista num Mundial foi na semifinal de 90. O preto e branco predominante vem da bandeira da Prússia, que deu origem ao país (veja abaixo). A partir de 1988, a camisa ganhou detalhes nas cores alemã. No escudo, a águia é símbolo da extinta Alemanha Ocidental e homenageia o emblema da família Hohenzollern, que unificou a Prússia. MÉXICO Mais uma camisa da Adidas com pegada retrô. A do México, com três faixas de cada lado, lembra os modelos criados pela empresa alemã para a Copa de 94 (muito embora os Aztecas tenham utilizado um uniforme completamente diferente nos Estados Unidos, produzido pela Umbro). Em comum, as cores da bandeira: branco é a paz e a unidade, o verde é a esperança e as riquezas naturais, e o vermelho é o sangue dos heróis nacionais. No escudo, o desenho sobre o qual a ave se apoia é o mapa da antiga cidade, que teria dado origem ao povo mexicano. SUÉCIA Mais uma versão retrô da Adidas, sendo que aqui o uniforme titular usa duas referências da virada dos anos 80 para os 90. Há uma influência da camisa utilizada na campanha da classificação para a Copa de 90, após longos anos de ausência sueca no Mundial. Já o formato da gola deriva do uniforme de 1992 (usada na Euro em casa, ocasião em que foi até a semifinal). A tradicional cor amarela é bem mais fraca se comparado com o modelo de 1990, assim como as três listras da marca alemã estão agora dispostas nas laterais do corpo, embora continuem azuis. Na nuca da camisa reserva, a palavra “Sverige” pode ser lida. COREIA DO SUL O vermelho (Yang), o azul (Ying) presentes no símbolo “Teageuk” da bandeira sempre estiveram na camisa. Mas, desde a Copa de 98, os sul-coreanos assumiram de vez o tom avermelhado na versão titular. A maior novidade é o escudo simplificado em preto e branco projetado para, segundo a fornecedora, dar uma “sensação viva e contemporânea”. Já o modelo reserva leva a sério o “Teageuk” e é inteiramente inspirado na bandeira sul-coreana, representando a “influência global do país”. Grupo G BÉLGICA Tradicionalmente conhecidos como “Red Devils”, os belgas vestem agora Adidas, que também utiliza uma espécie de versão retrô ao adotar um detalhe xadrez no peito, a exemplo da equipe que disputou a Eurocopa de 1984, na França. O vermelho é a cor dominante na camisa titular, mas as outras duas cores da bandeira inspirada no brasão de armas do Ducado de Brabant aparecem nas golas mangas e faixa no peitos. No escudo, há no entorno louros e uma coroa na parte de cima, concedida pelo Rei Albert I em 1920 como homenagem dos 25 anos de fundação da federação. PANAMÁ Estreante na Copa, o Panamá é, ao lado da vizinha Costa Rica, uma das duas seleções parceiras da New Balance. Segundo a fornecedora, as camisas inspiram-se no pássaro nacional do Panamá, o Harpy Eagle, no hino nacional e no horizonte da Cidade do Panamá. As cores sãs as mesmas da bandeira nacional. O vermelho predominando na versão titular, e o branco, com detalhes em azul, na reserva. TUNÍSIA O único uniforme produzido pela alemã “Uhlsport” não vem com muitas inovações e, como nas outras quatro Copas disputadas pelas Águias de Cartago, segue as cores da bandeira local. A versão principal é basicamente vermelha, com detalhes em branco – no kit reserva, as cores se invertem. No escudo, a águia está acompanhada das imagens do sol, da lua e de uma estrela do deserto, símbolos da bandeira nacional. INGLATERRA Um dos mais tradicionais. Sem grandes inovações desde a primeira Copa, em 1950, o branco toma conta de basicamente todo o primeiro uniforme, mas o azul (do calção) e o vermelho (que predomina no reserva e aparece em detalhes na camisa titular) da bandeira do Reino Unido estão representados. No escudo, os três leões são do brasão da família real desde o reinado de Ricardo Coração de Leão, na Era Medieval, e foram incluídos na seleção como uma forma de distinguir o time. Grupo H POLÔNIA Os uniformes refletem as cores da bandeira nacional, adotadas em 1831 com inspiração no brasão da Comunidade Polaco-Lituana. Exceto por pequenos detalhes (na década de 20, por exemplo, os meiões eram listrados), o desenho permanece inalterado desde 1921. O titular tem camisa branca, calções vermelhos e meias brancas; o kit reserva é todo vermelho (embora às vezes usado com calções brancos). A águia branca, brasão polonês e símbolo da seleção nacional, está estampada do lado esquerdo do peito, que deixa de lado o emblema da federação de futebol, como é padrão na maioria das seleções. Desde 2009, os uniformes são fornecidos pela Nike. SENEGAL De fornecedor novo desde a virada do ano, Senegal leva a sério o apelido Leões de Teranga. Símbolo da seleção africana, até mesmo no escudo, o rei da selva está presente com destaque nos dois uniformes da equipe, estilizado em marca d’água na região do peito. A camisa titular é predominantemente branca, como era em 2002. O verde da bandeira dá o tom na versão reserva, enquanto o logo da FSF (Federação Senegalesa de Futebol) é aplicado no lado esquerdo do peito. COLÔMBIA Mais uma que adota as cores da bandeira no uniforme. A camisa titular virou amarela de vez nos anos 90 - a Copa de 94 foi a primeira com a nova padronização e, antes disso, variava entre azul, laranja e vermelho. O modelo é inspirado naquele utilizado no Mundial da Itália, ocasião em que Higuita, Rincón e Valderrama levaram a seleção cafetera até as oitavas de final jogando de vermelho. Já o reserva reedita o laranja, com destaque para a faixa vertical no lado esquerdo, em tom de azul escuro representando “La Mulera”, uma peça de vestuário usada por camponeses em algumas regiões do país. JAPÃO Apesar da bandeira branca com o sol nascente, o azul é a cor oficial da seleção japonesa, uma homenagem ao Oceano Pacífico e significa juventude na tradição local. Foi escolhida nos anos 30 para que a bandeira chamasse a atenção no peito dos jogadores. Sem o mesmo conceito retrô dos outros uniformes da Adidas, o uniforme titular é inspirado em uma armadura samurai – muito embora a versão reserva, com detalhes em cinza no ombro esquerdo, seja inspirada, na de 1992, ano do primeiro título da Copa da Ásia. São essas as cores das seleções que irão correr atrás da bola a partir de amanhã. Por Claudio Assis, Enderson Silva, Lucas Loos, Tarso Moura e Vinicius Souza, Rio de Janeiro sportv.globo.com

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Primeira final da Libertadores em jogo único tem data definida


Torneio passa a ter decisão em uma só partida a partir de 2019. Primeira final no novo formato será disputada em um sábado A Conmebol anunciou nesta segunda-feira, em Moscou, uma mudança importante para a Libertadores a partir do ano que vem. A final, tradicionalmente disputada em jogos de ida e volta, será realizada em partida única, assim como acontece com a Liga dos Campeões da Europa. A primeira decisão no novo formato será em 23 de novembro de 2019, em cidade a ser definida. Lima, Santiago, Rio de Janeiro e Porto Alegre são algumas das cidades que manifestaram o desejo de sediar a final, segundo reportagem do “Uol”. A edição em andamento do torneio será no formato antigo, com dois jogos. Por Vitor Geron por Onefootball

terça-feira, 12 de junho de 2018

Por que o Dia dos Namorados é em junho no Brasil e em fevereiro no resto do mundo?


O Dia dos Namorados é comemorado em 12 de junho no Brasil O Dia dos Namorados é comemorado em 12 de junho no Brasil - BBC Brasil/Getty Images O Dia dos Namorados é uma data comemorativa, não oficial, destinada aos casais de namorados, pretendentes e apaixonados. É tradição a troca de presentes, bombons e cartões com mensagens de amor entre namorados ou pessoas que se amam. Aqui no Brasil, esta data é comemorada em 12 de junho. Em outros países, como nos Estados Unidos, por exemplo, a comemoração ocorre em 14 de fevereiro (Dia de São Valentim – Valentine’s Day). História da data (14 de fevereiro) - Origem do Dia de São Valentim A comemoração desta data remonta o Império Romano. Um bispo da Igreja Católica, São Valentim, foi proibido de realizar casamentos pelo imperador romano Claudius II. Porém, o bispo desrespeitou a ordem imperial e continuou com as celebrações de matrimônio, porém de forma secreta. Foi preso pelos soldados e condenado à morte. Enquanto estava na prisão, recebeu vários bilhetes e cartões, de jovens apaixonados, valorizando o amor, a paixão e o casamento. O bispo Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro do ano 270. Em sua homenagem, esta data passou a ser destinada aos casais de namorados e ao amor. A comemoração passou a ser realizada todo 14 de junho, principalmente, na Europa e, posteriormente (século XVII), nos Estados Unidos. História do Dia dos Namorados no Brasil (12 de junho) No Brasil, a data apresenta uma história bem diferente, pois está relacionada ao frei português Fernando de Bulhões (Santo Antônio). Em suas pregações religiosas, o frei sempre destacava a importância do amor e do casamento. Em função de suas mensagens, depois de ser canonizado, ganhou a fama de “santo casamenteiro”. Portanto, em nosso país foi escolhida a data de 12 de junho por ser véspera do dia de Santo Antônio (13 de junho). Assim como em diversos países do mundo, aqui também é tradição a troca de presentes e cartões entre os casais de namorados. O Dia dos Namorados nos Estados Unidos Nos Estados Unidos o dia dos namorados é chamado de Valentine’s Day. Celebrado em 14 de fevereiro, a comemoração é feita de uma forma diferente da brasileira. Nos Estados Unidos a data é comemorada, principalmente, por namorados, casais casados, noivos, amigos e pessoas que se amam (entre pais e filhos também é comum). Os que se amam demonstram, nesta data, todo seu amor através da troca de cartões, flores, chocolates e presentes. Os cartões costumam ser confeccionados pela própria pessoa, o que dá um toque bem criativo e pessoal a data.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

A Casa da Seleção Brasileira na Copa do Mundo


Brasil se hospedará em resort de luxo, com piscina, spa, academia e uma praia privada – além de estar a alguns metros do centro de treinamento. Após vencer a Áustria por 3×0, no último amistoso preparatório para a Copa do Mundo, a Seleção Brasileira chegou neste domingo a Sochi, cidade que será a sua casa durante o Mundial. Conhecida como a “Riviera russa” e com cerca de 340 mil habitantes, o local contrasta com grande parte do país, onde o frio predomina. Sochi, aliás, não é uma cidade desconhecida para os amantes do esporte. Antes de ser uma das cidades-sede da Copa de 2018, o Estádio Olímpico de Sochi também recebeu as Olimpíadas de Inverno de 2014 e a Copa das Confederações no ano passado. A cidade Localizada entre o Mar Negro e as montanhas do Cáucaso, com clima sub-tropical, Sochi é destino de muitos turistas durante o verão: não só pelo clima, mas também por conta das suas belas paisagens e infraestrutura. Além das praias, que, em vez de areia, é formada por pequenas pedras, Sochi também tem uma série de outras atrações, como o Parque Olímpico, construído para os Jogos de Inverno de 2014, o Estádio Fisht, o Ice Club Curling, entre outros. Outro local interessante e considerado um dos símbolos da cidade é a Khostinsky Tisosamshitovaya Grove, uma floresta, com árvores e um rio ideal para trilhas. Sochi ainda tem o Dendrary Botanical Garden, enorme jardim botânico, com uma diversidade de plantas e animais, a Casa de Campo de Stalin, o Teatro de Inverno e o Museu de Arte de Sochi. O hotel da Seleção A Seleção Brasileira se hospedará no Swissôtel Sochi Kamelia, que foi construído entre as décadas de 1930 e 1940 e tem vista privilegiada para o Mar Negro. Resort cinco estrelas, o local trará aos jogadores e a comissão técnica conforto, privacidade e completa estrutura de trabalho, além de estar a poucos metros dos dois campos de treinamento no antigo estádio municipal da cidade. Nos poucos momentos livres, os jogadores poderão jogar tênis, usar uma das piscinas do hotel ou ainda ir até a praia particular. O local ainda conta com SPAs de massagens terapêuticas, com velas aromatizadas. A delegação brasileira ocupará um dos três prédios do hotel, enquanto os familiares dos jogadores ficarão em outro. Essa, aliás, será a primeira vez que as famílias estarão no mesmo espaço que jogadores e comissão técnica.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Você está dormindo certo?


Segundo as últimas pesquisas, 1 em cada 5 brasileiros adultos sofre com as dores do refluxo. Se você faz parte dessa estatística, sabia que há um lado certo para dormir, no qual as dores podem ser apaziguadas? Segundo estudo publicado na célebre The Journal of Clinical Gastroenterology, dormir do lado esquerdo alivia a sensação de acidez no estômago Isso ajuda, mas infelizmente NÃO vai resolver o seu problema. Em compensação, uma xícara deste chá pela manhã pode efetivamente expulsar a sensação de acidez e queimação do seu corpo. A bebida faz parte de um método comprovadamente eficaz contra a azia e o refluxo. Você já deixou de comer o que mais gosta por medo dele aparecer… Você já é obrigado a dormir de um só jeito, de um só lado… Você já até comprou uma almofada parecida com esta… … e mesmo com tudo isso, seu refluxo continua não te deixando dormir. A sensação é horrível, eu sei. A comida não sai de jeito nenhum do seu peito… Parece que um ácido está corroendo a sua garganta… E você, instintivamente, começa a se arrepender. “Por que eu fui comer aquele bife?” “Eu bem que devia ter recusado o café”. Você pode até se acostumar, mas não precisa viver com todas essas restrições. É pedir muito, poder dormir sem a queimação no estômago? Ou mesmo comer e beber o que você mais gosta? A resposta é não – NÃO É PEDIR MUITO. Você só precisa seguir algumas recomendações corretas, porém pouco divulgadas. Quer dizer, para ser bem honesto, é pior do que pouco divulgadas. Você não terá acesso a essas informações em nenhum outro lugar. O motivo disso é muito simples, mas antes de entrar nesse assunto, permita-me assegurar: Você pode SIM restabelecer as funções naturais do seu sistema digestório e, desta forma: ✓ Conseguirá “esquecer que faz digestão”, deixando para trás toda a sensação de queimação, comida parada e acidez que tanto te tortura; ✓ Colocará um fim à dor da gastrite e do refluxo, que te impede de dormir; ✓ E poderá, finalmente, recuperar o prazer de comer. Tudo isso é plenamente possível. Você só precisa ter acesso a essas recomendações que poucas entidades sérias estão dispostas a te oferecer. Entre essas recomendações, a mais importante é a seguinte: Os remédios mais vendidos para distúrbios digestivos, quando em uso contínuo, são também os mais perigosos Eis aqui o motivo pelo qual você NÃO encontrará essas revelações em outro lugar. Não são todas as empresas que têm a coragem de contrariar os interesses da poderosa indústria farmacêutica. A grande mídia, de vez em quando, até assume esse risco e aparece com algumas denúncias… … mas para por aí. Você não irá encontrar em nenhuma matéria da internet uma recomendação séria, vinda de uma autoridade em saúde.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Os 9 sintomas de câncer de mama que toda mulher deve conhecer


Embora alguns sinais possam ser decorrentes de outras patologias menos perigosas do que o câncer, diante da menor suspeita devemos consultar um especialista para obter um diagnóstico precoce.O câncer de mama é uma doença crônica que se desenvolve quando as células do tecido mamário crescem de forma anormal. É um dos cânceres mais comuns nas mulheres, e embora também possa afetar aos homens, é a segunda causa de morte nesta população. Ainda que o tratamento e os métodos de prevenção tenham avançado, continua sendo um dos mais agressivos devido a sua fácil proliferação. As células malignas conseguem se movimentar pelos vasos sanguíneos e linfáticos e, quando não são tratas de forma oportuna, afetam outras partes do corpo. Devido a isso, é fundamental saber como a doença se manifesta em suas etapas iniciais e quando é conveniente consultar um médico para fazer exames específicos. Hoje queremos revelar 9 sintomas que, embora possam surgir em decorrência de outras doenças, não devem ser descartados como possíveis sinais. Descubra-os! 1. Massas nos seios podem ser sinais de câncer de mama O surgimento repentino de massas ou pequenas protuberâncias nos seios e axilas é um sinal que deve ser analisado de forma minuciosa, preferivelmente com a ajuda de um profissional. Este sintoma é comum nas pacientes com câncer de mama, dado que a doença afeta os processos inflamatórios e a atividade do sistema linfático. No entanto, muitas vezes são nódulos benignos, causados por uma infecção ou cistos. 2. Sangramentos anormais Os sangramentos anormais são um sintoma comum naquelas que sofrem de desequilíbrios hormonais. Apesar disso, é fundamental dar-lhes atenção, sobretudo quando surgem de forma incomum. No caso do câncer de mama, muitas mulheres podem sofrer um leve sangramento em um ou em ambos os mamilos. Se este for o caso, o melhor é solicitar exames médicos o antes possível. 3. Alterações na pele dos seios 4. Afundamento do mamilo Toda mulher deve analisar seus seios de forma regular e, depois de uma observação cuidadosa, deve avaliar se os mamilos apresentam alguma anormalidade. A retração ou afundamento de um ou de ambos é um sintoma evidente de tumores nas mamas. 5. Dor e sensibilidade Nas etapas iniciais deste tipo de câncer é muito raro sentir dor ou sensibilidade ao apalpar os seios. No entanto, conforme avança o crescimento das células, este sintoma começa a se manifestar de forma recorrente. Embora não possamos descartar que seu surgimento se deva por causa do câncer, é preciso levar em conta que também é comum pela tensão pré-menstrual, a mastite e as mudanças hormonais bruscas. 6. Secreções incomuns As secreções nos seios podem surgir durante a etapa da amamentação ou ser produto de uma infecção nos mamilos. No entanto, um grande número de pacientes com este tipo de câncer apresenta este sintoma quando a doença avança. Nestes casos, detecta-se uma secreção de cor transparente, branca ou amarelada que, muitas vezes, libera um odor desagradável. 7. Mudanças no tamanho das mamas O crescimento anormal das células no tecido mamário pode causar mudanças no tamanho, seja em uma ou em ambas as mamas. Se alguma delas parece estar inflamada ou tem um tamanho diferente do normal, isso é suficiente para solicitar uma consulta médica. 8. Perda de peso repentina As mulheres que perdem peso de forma repentina e inexplicável devem se preocupar. Embora para algumas possa parecer um benefício, por trás disso pode estar escondido um transtorno grave. A presença de células malignas afeta a atividade metabólica do corpo e, ao causar deficiências nutricionais, leva à perda alarmante de peso. 9. Fraqueza e cansaço No entanto, ela deixa de ser algo normal quando ocorre de forma repentina e recorrente, inclusive quando são mantidos hábitos de vida saudáveis. Manter este estado indica que algo não está bem no corpo e, provavelmente, a energia está sendo usada para combater este problema. Você identifica um ou vários sintomas em seu corpo? Se este for o caso, consulte um médico para receber a atenção adequada o antes possível. Lembre-se de que quanto mais rápido for feito o diagnóstico, maior é a chance de sucesso do tratamento.