Como saber mais?
O livro “O direito à preguiça”, do escritor Paul Lafargue, é um clássico texto para compreensão da preguiça e suas dimensões na atualidade, através de uma leitura crítica da sociedade capitalista.
Juliana Spinelli Ferrari
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em psicologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista
Curso de psicoterapia breve pela FUNDEB - Fundação para o Desenvolvimento de Bauru
Mestranda em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP - Universidade de São Paulo
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Preguiça
Como saber mais?
O livro “O direito à preguiça”, do escritor Paul Lafargue, é um clássico texto para compreensão da preguiça e suas dimensões na atualidade, através de uma leitura crítica da sociedade capitalista.
Juliana Spinelli Ferrari
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em psicologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista
Curso de psicoterapia breve pela FUNDEB - Fundação para o Desenvolvimento de Bauru
Mestranda em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP - Universidade de São Paulo
domingo, 13 de outubro de 2013
Como você lida com os pelos do seu corpo?
Você se depila. Ok, isso eu já imaginava. A maior parte das mulheres e uma parte cada vez maior dos homens gasta um bom tempo de sua vida tirando os pelos e deixando a pele lisa. Mas a pergunta verdadeira aqui é: como você lida com seus pelos quando eles ainda estão no seu corpo?
Muita gente vai dizer que eles não são higiênicos e que se sentem sujas quando estão peludas. Bom, os médicos discordam disso. Os pelos são uma proteção do corpo. Ninguém arranca os cílios ou depila totalmente o nariz, né?
O Brasil é tão maluco por depilação que até exportou sua técnica de tirar todos os pelos a vista para o resto do mundo. Depilação brasileira é um sucesso, lá fora, para quem quer ficar sem um pelo no corpo. Mas será que a gente lida assim bem com isso tudo?
Não lidamos. Uma mulher que diz que não se depila ainda causa um rebuliço ao redor. Já vi discussões horríveis sobre o assunto, em que as pessoas realmente ofenderam a pessoa que disse que preferia manter seus pelos como eram.
Nos tornamos uma nação asséptica, no pior sentido da palavra. Pelos, fluídos corporais, cheiros... nada disso pode existir e como não tem muito jeito, afinal são coisas naturais, esconde-los foi a solução encontrada.
Para mostrar um ponto de vista bastante diferente, resolvi compartilhar com vocês o documentário 'My body, my hair' (Meu corpo, meus pelos, em tradução livre), que mostra um grupo de mulheres que resolveu dar adeus à cera, gilete e cremes. Não, elas não fizeram depilação a laser, simplesmente decidiram ficar ao natural.
É importante lembrar que não se depilar é diferente de não cortar os pelos de certas regiões. Assim como quando o pelo do nariz está grande e as pessoas cortam, os pelos nas regiões púbicas podem ser aparados. E a higiene está em outras coisas, não na quantidade de pelo que você tem.
A maior parte das mulheres brasileiras começa a se depilar ainda na adolescência e vira uma obrigação. A gente nunca parou para pensar em como agredimos nossa pele fazendo esses procedimentos tanta vezes. Talvez seja um bom momento para fazer essa reflexão.
Já pensou em fazer um teste e ver como você se sentiria ao natural?Por Carol Patrocínio | Preliminares
prefiro as lizinhas:
sábado, 12 de outubro de 2013
Agradecimento e muita devoção no dia de Nossa Senhora Aparecida
Devotos relatam graças obtidas com orações à padroeira do Brasil
Eventos em toda a região serão celebrados em homenaem à santa
Hoje até pode ser a data em que muitas crianças recebem presente dos pais, mas, para os católicos, desde 1953, é o momento de celebrar o dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, conhecida mais por Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Feriado nacional desde 1980, a celebração deste ano começou no dia 3, com a novena à padroeira, que terminou ontem. Durante todo este sábado haverá programação especial em comemoração à festa litúrgica no evento "Cenáculo com Maria 2013 - Sacrário vivo levando Amor", coordenado pela Renovação Carismática Católica, no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro.
Devoto da santa desde criança, o coordenador provincial da Juventude Missionária, Alisson Gusmão Antonio, 21 anos, teve a seu exemplo os próprios familiares, que sempre tiveram como referência a imagem da santa em todos os momentos, inclusive viagens. "Minha mãe carregava a imagem de Nossa Senhora junto da bíblia aonde íamos", conta. No dia 15 de fevereiro de 2001 não foi diferente: voltando da Serra do Mar para Sarandi, onde a família mora até hoje, o eixo da roda dianteira da caminhonete F1000 que seu pai dirigia quebrou, o automóvel rodou na pista e capotou. "Na hora minha mãe gritou 'Nossa Senhora Aparecida nos projeta!' e na mesma hora a caminhonete parou de capotar. Esse é o exemplo da nossa fé, é o principal milagre que eu acredito", lembra.
Havia seis pessoas no momento, ninguém morreu, mas sua irmã mais velha ficou paraplégica. "Ela ficou 15 dias na UTI. Na época várias pessoas fizeram promessa para Nossa Senhora e fomos cumprindo conforme ela melhorava", observa. Quando foram verificar o estado do veículo, encontraram um ímã de geladeira com a imagem da santa no chão da caminhonete, que guardam até hoje. Depois de três meses no hospital, Letícia Gusmão Antonio voltou para casa junto da família que, a partir de então, teve a fé redobrada.
O imobiliarista Eurico Shimizu, 47, teve sua devoção intensificada em 2010, quando passou por momentos difíceis com os familiares. Desde então, cada pequena graça ele credita à santa – a última delas foi a concretização de um sonho antigo, de fundar o novo prédio da imobiliária que fundou há 20 anos, objetivo alcançado este ano. Em agradecimento, Shimizu construiu no último andar uma capela para Nossa Senhora Aparecida e, logo após a inauguração, foi com a esposa, Rita Shimizu, 48, à Aparecida do Norte agradecer. Embora o feito seja recente, Rita conta que a fé na santa a acompanhou também quando fez uma cirurgia há 15 anos. "Eu tinha um problema cardíaco e os médicos na época disseram que eu não ia sobreviver", diz. Sobreviveu para também conferir de perto outra graça que diz ter recebido quando o filho teve meningite bacteriana. "Ele entrou em coma e depois, com a medicação, voltou. Foi algo inexplicável, se não fosse a bênção eu não sei", recorda.
Uma das graças recebidas na Vila Esperança, em Maringá, foi a concretização da paróquia Nossa Senhora Aparecida, construída há 12 anos, na praça que também recebe o nome da padroeira. "Antes, era só uma capela e batalhamos para conseguir construir a paróquia. É uma necessidade e se não trabalharmos em cima da fé as pessoas se afastam", comenta José Claudecir Conte, 58, tesoureiro de paróquia e devoto da santa. Desde a construção, os fiéis não passam um ano sequer sem celebrar: este ano haverá a missa da padroeira às 10h na igreja e no domingo um almoço especial aberto à comunidade. Em média são 400 pessoas que frequentam a igreja semanalmente.
CATOLICISMO
123 milhões de brasileiros são católicos, segundo o último Censo do IBGE, de 2010. É a religião com mais adeptos no País.
Ana Luiza Verzola
..ilumina a mina escura e funda o trem da minha vida... (:
'..me disseram, porém que eu viesse aqui prá pedir de
Romaria e prece paz nos desaventos..'
Dia mundial das crianças
Meus brinquedos
De repente
Ao lembrar dos brinquedos queridos
Que ficaram esquecidos
Dentro do armário
Me bate uma saudade
Me bate uma vontade
De voltar no tempo
De voltar ao passado
Mas nada acontece
Nada parece acontecer
E eu choro
Choro como o bebê que fui
E a criança que quero voltar a ser
Não quero crescer!
Clarice Pacheco
Feliz dia das crianças
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
O melhor dia das crianças
Noberto ensaia com os familiares os primeiros passos para ser professor (Foto: Flávio Antunes/G1
"Meu filho ganhou o maior presente para o Dia das Crianças”, é com essa frase que a dona de casa Nadja Sueli, de 33 anos, moradora do município de Nossa Senhora do Socorro, na Grande Aracaju, conta sobre a descoberta, o tratamento e a cura de um tumor diagnosticado no cérebro do seu filho, Noberto Tomás, de 8 anos.
Curado e a poucos dias do 'Dia das Crianças', Noberto fala com firmeza o quanto esperou para dizer que esse vai ser o melhor Dia das Crianças que ele podia ter e da vontade de voltar a comer o que mais gosta. “Cura é o melhor presente que ganhei para o Dia das Crianças. Agora vou voltar a brincar e a comer biscoito recheado de chocolate”.
Com um carrinho de bombeiros, Noberto também não
descartou a possibilidade de ser militar
(Foto: Flávio Antunes/G1)Fã de um dos maiores cantores de sertanejo universitário, Noberto quer comemorar seu dia com muita música do cantor Gustavo Lima. O pequeno já até adiantou um pouquinho do quanto vai soltar a voz.
“Eu já lavei o meu carro, regulei o som, já tá tudo preparado vem que o regue é bom. Menina fica a vontade entra e faça a festa me liga mais tarde vou adorar vamos nessa. Gata me liga mais tarde tem balada, quero curtir com você na madrugada dançar, pular, até o sol raiar. Tche, tche rere, tche, tche, tche”.Na conversa com a equipe do G1, era evidente o quanto o garoto gostava de falar. E ao ser questionado sobre o que queria ser quando crescesse, Noberto não pensou duas vezes e com uma frase rápida, objetiva e um gesto de quem realmente sabe o que quer, nos revelou o seu interesse pela educação. “Quero ser professor e falar para muita gente”.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Querida mãe
Eu tinha sete anos quando descobri que você era gorda, feia e horrorosa.
Até então, eu acreditava que você era linda – em todos os sentidos da palavra. Eu lembro de fuçar os antigos álbuns e ficar um bom tempo olhando para fotos suas no deck de um barco. Seu maiô branco, tomara que caia, parecia glamuroso como o de uma estrela de cinema. Sempre que eu tinha a chance, tirava aquele maiô maravilhoso do fundo do seu armário e ficava imaginando quando é que eu seria grande o suficiente para vesti-lo, quando é que eu seria como você.
Mas numa noite, tudo isso mudou. Estávamos todos vestidos para uma festa e você me disse: “Olha para você, tão magra e bonita. E olha para mim, gorda, feia, horrorosa.”
De primeira, não entendi o que você quis dizer.
“Você não é gorda.” - eu disse, inocente e com sinceridade - ao que você respondeu, “Sim, eu sou, querida. Sempre fui gorda, desde criança.”
Nos dias seguintes, eu tive algumas revelações doloridas, que moldaram a minha vida toda. Concluí que:
1. você deveria ser mesmo gorda, porque mães não mentem.
2. gordo é sinônimo de feio e horroroso.
3. quando eu crescesse, seria como você e, portanto, seria gorda, feia e horrorosa também.
Passados alguns anos, eu revivi essa conversa e todas as centenas de outras que vieram depois e tive muita raiva de você. Por não se julgar atraente ou digna de atenção. Por ser tão insegura. Porque, como meu grande modelo de mulher, você me ensinou a agir assim também.
A cada careta que você fazia em frente ao espelho, a cada nova dieta do momento que iria mudar sua vida, a cada colherada culpada de “ai, eu não devia”, eu aprendia que mulheres deveriam ser magras para serem dignas e socialmente aceitas. Que meninas deveriam passar por privações porque a maior contribuição delas para o mundo era a aparência física.
Exatamente como você, eu passei a minha vida inteira me sentindo gorda – (nem sei quando foi que “gorda” se tornou um sentimento). E porque eu acreditava que era gorda, também me achava imprestável.
Mas os anos se passaram. Sou mãe. E sei que te culpar por minha péssima relação com meu corpo é inútil e injusto. Hoje entendo que você também é um produto de uma longa linhagem de mulheres que foram ensinadas a se odiar.
Olha só para o exemplo que a vovó te deu. Era uma vítima da própria aparência, e fez regime todos os dias da vida dela até morrer, aos 79 anos. Costumava se maquiar para ir ao correio, por medo de alguém vê-la de cara lavada.
Eu lembro do “suporte” que ela te deu quando você anunciou que papai tinha te deixado por outra mulher. O primeiro comentário dela foi, “Eu não entendo porque ele te deixaria. Você se cuida, usa batom. Entendo que você esteja acima do peso, mas não é muito.”
Papai também não te acalentava.
“Meu Deus, Jan”, uma vez ouvi ele te dizer. “Não é difícil. Calorias consumidas x calorias gastas. Se você quer perder peso, você só tem que comer menos.”
Aquela noite, no jantar, eu assisti você implementar essa dica milagrosa de emagrecimento do papai. Você preparou um chow mein para o jantar (se lembra como, nos anos 80, no subúrbio da Austrália, essa combinação de carne moída, repolho e shoyu era considerada o melhor da culinária exótica?). A comida de todo mundo estava em um prato comum, mas a sua estava em um pratinho de sobremesa.
Enquanto você sentava em frente a sua patética porção de carne moída, lágrimas silenciosas escorriam pelo seu rosto. Eu não disse nada. Nem quando os seus ombros começaram a curvar por causa do seu incomodo. Ninguém te amparou. Ninguém te disse para deixar de ser ridícula e se servir um prato decente. Ninguém te disse que você já era amada, já era boa o suficiente. Suas conquistas e seu valor – como professora de crianças com necessidades especiais e mãe de três filhos – eram repetidamente reduzidas à insignificância quando comparadas aos centímetros de cintura que você não conseguia perder.
Me despedaçou o coração testemunhar seu desespero, e sinto muito por não ter te defendido. Eu já tinha aprendido, àquela altura, que você ser gorda era culpa sua. Eu tinha ouvido papai falar de perder peso como um processo “muito simples” – coisa que, ainda assim, você não conseguia fazer. A lição: você não merecia comer e com certeza não merecia nenhuma compreensão.
Mas eu estava errada, mãe. Hoje eu entendo o que é crescer em uma sociedade que diz para as mulheres que a beleza delas é o que mais importa, e, ao mesmo tempo, define padrões estéticos absoluta e eternamente fora de alcance. Eu também entendo a dor que é internalizar essas mensagens. Nós acabamos nos tornando nossos próprios carcereiros e nos impomos punições sempre que não conseguimos chegar lá. Ninguém é mais cruel conosco do que nós mesmas.
Mas essa maluquice precisa acabar, mãe.
Acaba com você, acaba comigo. Acaba agora. Merecemos mais – mais que ter dias horríveis por pensamentos ligados a nossa péssima forma física, desejando que ela fosse diferente. E não é mais só sobre você e eu. É também sobre a Violet. Sua neta tem apenas 3 anos e eu não quero que esse ódio ao corpo tome conta dela e estrangule sua felicidade, sua confiança, seu potencial. Eu não quero que ela acredite que a aparência é o maior ativo que ela possui, e que vai definir o valor dela no mundo. Quando a Violet nos olha para aprender a ser uma mulher, precisamos ser os melhores modelos que pudermos. Precisamos mostrar para ela, com palavras e com as nossas ações, que as mulheres são boas o suficiente exatamente como são. E para ela acreditar, nós precisamos acreditar primeiro.
Quanto mais velhas ficamos, mais pessoas queridas perdemos, doentes ou em acidentes. A perda é sempre trágica, sempre muito precoce. Às vezes eu penso o que essas pessoas não dariam para ter mais tempo num corpo saudável. Um corpo que as permitisse viver um pouco mais. O tamanho das coxas ou os pés de galinha não importariam. Seria vivo, e portanto seria perfeito.
O seu corpo é perfeito.
Ele te permite desarmar todo mundo com seu sorriso, contaminar cada um com sua risada. Te dá seus braços para envolver a Violet e apertá-la até ela gargalhar. Cada momento que gastamos nos preocupando com a nossa forma física é um momento jogado fora, um pedaço precioso de vida que a gente não vai recuperar nunca mais.
Vamos honrar e respeitar nossos corpos pelo que eles fazem ao invés de desprezá-los pelo que eles são. Vamos manter o foco em viver vidas saudáveis e ativas, deixar nosso peso de lado e largar nosso ódio ao corpo no passado, que é onde ele merece ficar.
Quando eu olhava para aquela foto sua de maiô branco anos atrás, meus olhos inocentes de criança enxergavam a verdade. Eu via amor incondicional, beleza e sabedoria. Eu via a minha mãe.
Com amor,
Kasey.
Nota: Texto original em inglês, escrito por Kasey Edwards e publicado no Daily Life. Traduzimos com a autorização da autora. Agradecemos.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Não podemos aceitar esse tipo de coisa

Uma manifestação em apoio aos professores em greve das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro - e contra a truculência da polícia - acabou em quebra-quebra no centro da cidade nesta segunda-feira. Milhares de pessoas se reuniram em frente à Câmara Municipal durante o protesto que era pacífico. Contudo, uma minoria de manifestantes entrou em confronto com a polícia. Em São Paulo, um ato em apoio aos ativistas cariocas teve destino semelhante.
Os professores se concentraram na Candelária, no Rio. Eles foram pela avenida Rio Branco e chegaram à Câmara Municipal. Às 18h30, a Polícia Militar estimava em 10 mil o número de pessoas no ato que foi organizado pelo Facebook e que pretendia reunir 1 milhão de pessoas.
Por volta das 20h10,
manifestantes mascarados tentavam arrombar a entrada lateral da Câmara Municipal. Nesse momento, o protesto estava divido em dois: um movido pelos professores, em frente à casa legislativa. Outro, por ativistas em Black Blocs, que tentavam invadir e pichavam o prédio.
Depois disso, morteiros foram disparados e uma agência bancária foi atacada. Coquetéis molotov foram jogados contra a Câmara, o que não foi suficiente para incendiar o prédio.
Por volta das 20h45, a polícia dispersou a manifestação. Contudo, às 21h, um ônibus queimava na esquina da avenida Rio Branco com a rua Santa Luzia.
Alguns ativistas fugiram para a Lapa, o que levou a correria de pedestres, que passaram em meio a carros. Alguns veículos fizeram a volta para fugir da confusão.
Em São Paulo, a confusão começou quando manifestantes jogaram bombas contra policiais por volta das 20h20. Alguns ativistas atearam fogo em objetos e fizeram barricadas na avenida Ipiranga e na rua Barão de Itapetininga. A polícia interveio e dispersou a manifestação.
Os ativistas mascarados, contudo, usaram pedras, metais e madeira para quebrar vidraças de agências bancárias e lojas. No centro de São Paulo, próximo ao 1º Distrito Policial, uma viatura foi virada por manifestantes.
Motorista: manifestantes disseram que ônibus ia virar "estatística"
O condutor do ônibus incendiado por manifestantes no Rio conta que o veículo estava sem passageiros, apenas com ele e o cobrador, já que retornava à garagem. "Estava trafegando normalmente pela avenida Rio Branco, quando veio um rapaz mascarado na janela e mandou todo mundo descer. Eu recolhi meus pertences e desci rapidamente. Ele disse que o ônibus iria virar estatística", diz Herique Santos Souza.
O condutor disse que se refugiou em um estacionamento subterrâneo próximo. "Obviamente a gente sente um pouco de receio nossas horas, de que eles iriam fazer alguma coisa comigo. Mas não fizeram nada e disseram que até queriam me proteger. Mas virei as costas e fui embora."
O incêndio foi controlado pelos Bombeiros.
Plano de carreira motiva protestos
Enviado pelo prefeito Eduardo Paes à Câmara de Vereadores no dia 17 de setembro e aprovado no dia 1º de outubro o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações prevê mudanças na remuneração e nos cargos dos professores, o que provocou uma série de protestos. Veja as principais polêmicas em torno das propostas.
Colaborou com esta notícia o internauta José Carlos Pereira de Carvalho, do Rio de Janeiro (RJ), que participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra.
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terça-feira, 8 de outubro de 2013
Como transferir a multa para outro motorista
Procedimentos para transferir a multa para outro motorista
Quando o dono do veículo receber a multa em sua residência, deve indicar no papel anexo quem estava no veículo quando ocorreu a infração. Infelizmente, a notificação demora 30 dias para chegar em sua residência, então você precisará puxar um pouco da memória para lembrar quem estava com o veículo na ocasião.
Após isso, será necessário que o dono do veículo e o motorista infrator (que estava dirigindo) reconheçam firma em cartório da assinatura. Se não puderem fazer isso, terão que ir juntos no departamento de trânsito da cidade para que haja testemunhas no local e coletem as assinaturas.
Geralmente, o prazo dado pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) para envio da indicação do condutor no dia da multa é de 15 dias.
Tome cuidado apenas para não indicar a pessoa errada e transferir a multa para outro motorista somente quando esta realmente for dele.
Todas as novas medidas estão sendo tomadas para evitar fraudes (o que acontecia muito), mas estando dentro da Lei, você consegue transferir a multa para outro motorista de maneira fácil.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
todos os problemas de ser gordo
domingo, 6 de outubro de 2013
Ficha limpa’ dos clubes
Torneio mais importante da América do Sul, a Copa Libertadores da América pode ter mudanças radicais em seu novo estatuto, que será divulgado em breve. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira, a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) incluiu, em seu novo regulamento, a exigência de que clubes apresentem balanços financeiros e não acumulem dívidas para participar da competição. Uma espécie de ‘ficha limpa’.
Segundo a publicação, as condições serão divididas em cinco áreas: financeira, administrativa, jurídica, de infraestrutura e esportiva. Os clubes terão que cumprir vários requisitos para obter uma licença anual para jogar qualquer torneio da Conmebol. Tal modelo é utilizado pela Uefa (União Europeia de Futebol) desde 2003 e também pela Fifa, desde 2007, após a criação de seu Regulamento de Licenciamento de Clubes. A entidade deve dar um prazo para os clubes se adaptarem. Portanto, as competições de 2014 não devem exigir a licença.
Ainda de acordo com o diário, o principal pilar do novo estatuto será a questão econômica. O chamado "fair play financeiro", que visa evitar que os clubes gastem mais do que arrecadam, e garante um maior equilíbrio entre as receitas dos clubes, será adotado e diminuirá a disparidade financeira das equipes. Tal medida, por exemplo, estava entre os desejos do grupo "Bom Senso F.C", formado por atletas do futebol brasileiro para contestar a CBF.
Seguindo o modelo da Uefa, a Conmebol também criará outros tipos de punições, além da exclusão, caso o descumprimento não seja tão grave. Há multas, bloqueio de premiações e advertências. Caso já vigorasse, o estatuto impediria que clubes como Bahia, Coritiba, Flamengo, Fluminense, Palmeiras, Portuguesa e Vasco, por exemplo, participassem da Libertadores. Todos eles têm pendências salariais com jogadores, justamente um dos itens que preveem exclusão das competições.
sábado, 5 de outubro de 2013
Alergias respiratórias: o que fazer?
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
"Gente falsa não fala, insinua.
Não conversa, gera intriga. Não elogia, adula. Não deseja, cobiça. Não colabora, interfere. Não participa, se infiltra. Não sorri, mostra os dentes. Gente falsa é doente e pobre de espírito, merece piedade e consideração pois não caminha, rasteja pela vida, insidiosamente, sabotando a felicidade alheia e sobrevivendo de seus restos. Gente falsa desconhece a beleza e a nobreza da alma porque não ama, vive assim, às margens de tudo, então não vive... apenas existe."
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Cicatrizes
Do passado eu trago lembranças
Que em tempos felizes
Trouxeram esperanças
Um filtro na alma
Me faz caminhar
Tristezas esqueço
Não quero lembrar
São doces momentos suaves no ar
Um lindo sorriso saído do olhar
Pra que ficar triste, porque lamentar
Sorrir para a vida é melhor que chorar
É o tempo que passa
É a gente a viver
A vida não para
Pra gente aprender
Só levo da vida momentos felizes
Feridas na alma deixam cicatrizes
Não chore o passado
A vida é o presente
O nosso futuro
Depende da gente
Carlos Andarilho
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