quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Querida mãe


Eu tinha sete anos quando descobri que você era gorda, feia e horrorosa. Até então, eu acreditava que você era linda – em todos os sentidos da palavra. Eu lembro de fuçar os antigos álbuns e ficar um bom tempo olhando para fotos suas no deck de um barco. Seu maiô branco, tomara que caia, parecia glamuroso como o de uma estrela de cinema. Sempre que eu tinha a chance, tirava aquele maiô maravilhoso do fundo do seu armário e ficava imaginando quando é que eu seria grande o suficiente para vesti-lo, quando é que eu seria como você. Mas numa noite, tudo isso mudou. Estávamos todos vestidos para uma festa e você me disse: “Olha para você, tão magra e bonita. E olha para mim, gorda, feia, horrorosa.” De primeira, não entendi o que você quis dizer. “Você não é gorda.” - eu disse, inocente e com sinceridade - ao que você respondeu, “Sim, eu sou, querida. Sempre fui gorda, desde criança.” Nos dias seguintes, eu tive algumas revelações doloridas, que moldaram a minha vida toda. Concluí que: 1. você deveria ser mesmo gorda, porque mães não mentem. 2. gordo é sinônimo de feio e horroroso. 3. quando eu crescesse, seria como você e, portanto, seria gorda, feia e horrorosa também. Passados alguns anos, eu revivi essa conversa e todas as centenas de outras que vieram depois e tive muita raiva de você. Por não se julgar atraente ou digna de atenção. Por ser tão insegura. Porque, como meu grande modelo de mulher, você me ensinou a agir assim também. A cada careta que você fazia em frente ao espelho, a cada nova dieta do momento que iria mudar sua vida, a cada colherada culpada de “ai, eu não devia”, eu aprendia que mulheres deveriam ser magras para serem dignas e socialmente aceitas. Que meninas deveriam passar por privações porque a maior contribuição delas para o mundo era a aparência física. Exatamente como você, eu passei a minha vida inteira me sentindo gorda – (nem sei quando foi que “gorda” se tornou um sentimento). E porque eu acreditava que era gorda, também me achava imprestável. Mas os anos se passaram. Sou mãe. E sei que te culpar por minha péssima relação com meu corpo é inútil e injusto. Hoje entendo que você também é um produto de uma longa linhagem de mulheres que foram ensinadas a se odiar. Olha só para o exemplo que a vovó te deu. Era uma vítima da própria aparência, e fez regime todos os dias da vida dela até morrer, aos 79 anos. Costumava se maquiar para ir ao correio, por medo de alguém vê-la de cara lavada. Eu lembro do “suporte” que ela te deu quando você anunciou que papai tinha te deixado por outra mulher. O primeiro comentário dela foi, “Eu não entendo porque ele te deixaria. Você se cuida, usa batom. Entendo que você esteja acima do peso, mas não é muito.” Papai também não te acalentava. “Meu Deus, Jan”, uma vez ouvi ele te dizer. “Não é difícil. Calorias consumidas x calorias gastas. Se você quer perder peso, você só tem que comer menos.” Aquela noite, no jantar, eu assisti você implementar essa dica milagrosa de emagrecimento do papai. Você preparou um chow mein para o jantar (se lembra como, nos anos 80, no subúrbio da Austrália, essa combinação de carne moída, repolho e shoyu era considerada o melhor da culinária exótica?). A comida de todo mundo estava em um prato comum, mas a sua estava em um pratinho de sobremesa. Enquanto você sentava em frente a sua patética porção de carne moída, lágrimas silenciosas escorriam pelo seu rosto. Eu não disse nada. Nem quando os seus ombros começaram a curvar por causa do seu incomodo. Ninguém te amparou. Ninguém te disse para deixar de ser ridícula e se servir um prato decente. Ninguém te disse que você já era amada, já era boa o suficiente. Suas conquistas e seu valor – como professora de crianças com necessidades especiais e mãe de três filhos – eram repetidamente reduzidas à insignificância quando comparadas aos centímetros de cintura que você não conseguia perder. Me despedaçou o coração testemunhar seu desespero, e sinto muito por não ter te defendido. Eu já tinha aprendido, àquela altura, que você ser gorda era culpa sua. Eu tinha ouvido papai falar de perder peso como um processo “muito simples” – coisa que, ainda assim, você não conseguia fazer. A lição: você não merecia comer e com certeza não merecia nenhuma compreensão. Mas eu estava errada, mãe. Hoje eu entendo o que é crescer em uma sociedade que diz para as mulheres que a beleza delas é o que mais importa, e, ao mesmo tempo, define padrões estéticos absoluta e eternamente fora de alcance. Eu também entendo a dor que é internalizar essas mensagens. Nós acabamos nos tornando nossos próprios carcereiros e nos impomos punições sempre que não conseguimos chegar lá. Ninguém é mais cruel conosco do que nós mesmas. Mas essa maluquice precisa acabar, mãe. Acaba com você, acaba comigo. Acaba agora. Merecemos mais – mais que ter dias horríveis por pensamentos ligados a nossa péssima forma física, desejando que ela fosse diferente. E não é mais só sobre você e eu. É também sobre a Violet. Sua neta tem apenas 3 anos e eu não quero que esse ódio ao corpo tome conta dela e estrangule sua felicidade, sua confiança, seu potencial. Eu não quero que ela acredite que a aparência é o maior ativo que ela possui, e que vai definir o valor dela no mundo. Quando a Violet nos olha para aprender a ser uma mulher, precisamos ser os melhores modelos que pudermos. Precisamos mostrar para ela, com palavras e com as nossas ações, que as mulheres são boas o suficiente exatamente como são. E para ela acreditar, nós precisamos acreditar primeiro. Quanto mais velhas ficamos, mais pessoas queridas perdemos, doentes ou em acidentes. A perda é sempre trágica, sempre muito precoce. Às vezes eu penso o que essas pessoas não dariam para ter mais tempo num corpo saudável. Um corpo que as permitisse viver um pouco mais. O tamanho das coxas ou os pés de galinha não importariam. Seria vivo, e portanto seria perfeito. O seu corpo é perfeito. Ele te permite desarmar todo mundo com seu sorriso, contaminar cada um com sua risada. Te dá seus braços para envolver a Violet e apertá-la até ela gargalhar. Cada momento que gastamos nos preocupando com a nossa forma física é um momento jogado fora, um pedaço precioso de vida que a gente não vai recuperar nunca mais. Vamos honrar e respeitar nossos corpos pelo que eles fazem ao invés de desprezá-los pelo que eles são. Vamos manter o foco em viver vidas saudáveis e ativas, deixar nosso peso de lado e largar nosso ódio ao corpo no passado, que é onde ele merece ficar. Quando eu olhava para aquela foto sua de maiô branco anos atrás, meus olhos inocentes de criança enxergavam a verdade. Eu via amor incondicional, beleza e sabedoria. Eu via a minha mãe. Com amor, Kasey. Nota: Texto original em inglês, escrito por Kasey Edwards e publicado no Daily Life. Traduzimos com a autorização da autora. Agradecemos.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Não podemos aceitar esse tipo de coisa


Uma manifestação em apoio aos professores em greve das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro - e contra a truculência da polícia - acabou em quebra-quebra no centro da cidade nesta segunda-feira. Milhares de pessoas se reuniram em frente à Câmara Municipal durante o protesto que era pacífico. Contudo, uma minoria de manifestantes entrou em confronto com a polícia. Em São Paulo, um ato em apoio aos ativistas cariocas teve destino semelhante.​ Os professores se concentraram na Candelária, no Rio. Eles foram pela avenida Rio Branco e chegaram à Câmara Municipal. Às 18h30, a Polícia Militar estimava em 10 mil o número de pessoas no ato que foi organizado pelo Facebook e que pretendia reunir 1 milhão de pessoas. Por volta das 20h10, manifestantes mascarados tentavam arrombar a entrada lateral da Câmara Municipal. Nesse momento, o protesto estava divido em dois: um movido pelos professores, em frente à casa legislativa. Outro, por ativistas em Black Blocs, que tentavam invadir e pichavam o prédio. Depois disso, morteiros foram disparados e uma agência bancária foi atacada. Coquetéis molotov foram jogados contra a Câmara, o que não foi suficiente para incendiar o prédio. Por volta das 20h45, a polícia dispersou a manifestação. Contudo, às 21h, um ônibus queimava na esquina da avenida Rio Branco com a rua Santa Luzia. Alguns ativistas fugiram para a Lapa, o que levou a correria de pedestres, que passaram em meio a carros. Alguns veículos fizeram a volta para fugir da confusão. Em São Paulo, a confusão começou quando manifestantes jogaram bombas contra policiais por volta das 20h20. Alguns ativistas atearam fogo em objetos e fizeram barricadas na avenida Ipiranga e na rua Barão de Itapetininga. A polícia interveio e dispersou a manifestação. Os ativistas mascarados, contudo, usaram pedras, metais e madeira para quebrar vidraças de agências bancárias e lojas. No centro de São Paulo, próximo ao 1º Distrito Policial, uma viatura foi virada por manifestantes. Motorista: manifestantes disseram que ônibus ia virar "estatística" O condutor do ônibus incendiado por manifestantes no Rio conta que o veículo estava sem passageiros, apenas com ele e o cobrador, já que retornava à garagem. "Estava trafegando normalmente pela avenida Rio Branco, quando veio um rapaz mascarado na janela e mandou todo mundo descer. Eu recolhi meus pertences e desci rapidamente. Ele disse que o ônibus iria virar estatística", diz Herique Santos Souza. O condutor disse que se refugiou em um estacionamento subterrâneo próximo. "Obviamente a gente sente um pouco de receio nossas horas, de que eles iriam fazer alguma coisa comigo. Mas não fizeram nada e disseram que até queriam me proteger. Mas virei as costas e fui embora." O incêndio foi controlado pelos Bombeiros. Plano de carreira motiva protestos Enviado pelo prefeito Eduardo Paes à Câmara de Vereadores no dia 17 de setembro e aprovado no dia 1º de outubro o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações prevê mudanças na remuneração e nos cargos dos professores, o que provocou uma série de protestos. Veja as principais polêmicas em torno das propostas. Colaborou com esta notícia o internauta José Carlos Pereira de Carvalho, do Rio de Janeiro (RJ), que participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. .

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Como transferir a multa para outro motorista


Às vezes, você leva uma multa, mas não era você que estava no volante naquele dia. Assim, a melhor alternativa é transferir os pontos para outra carteira: a de quem estava dirigindo e cometeu a infração. Veja como transferir a multa para outro motorista e não perder pontos em sua CNH de maneira injusta. Isso é normal acontecer, afinal, quem nunca emprestou o carro para a mulher, o amigo, o filho, etc? E não tem como ficar controlando todos os passos dele, então pode ser que surja uma multa inesperada na sua casa. Quando isto acontecer, não fique preocupado, pois há solução fácil para contornar o problema. Procedimentos para transferir a multa para outro motorista Quando o dono do veículo receber a multa em sua residência, deve indicar no papel anexo quem estava no veículo quando ocorreu a infração. Infelizmente, a notificação demora 30 dias para chegar em sua residência, então você precisará puxar um pouco da memória para lembrar quem estava com o veículo na ocasião. Após isso, será necessário que o dono do veículo e o motorista infrator (que estava dirigindo) reconheçam firma em cartório da assinatura. Se não puderem fazer isso, terão que ir juntos no departamento de trânsito da cidade para que haja testemunhas no local e coletem as assinaturas. Geralmente, o prazo dado pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) para envio da indicação do condutor no dia da multa é de 15 dias. Tome cuidado apenas para não indicar a pessoa errada e transferir a multa para outro motorista somente quando esta realmente for dele. Todas as novas medidas estão sendo tomadas para evitar fraudes (o que acontecia muito), mas estando dentro da Lei, você consegue transferir a multa para outro motorista de maneira fácil.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

todos os problemas de ser gordo


Você não pode comer tudo o que quer, tomando sempre os cuidados para não engordar mais e acabar ficando obeso Você é o tipo de pessoa mais zuada, perdendo só pros gays (que aliás tem leis anti-homofóbicas) e pros feiosos em excesso Você fica com a auto estima baixa piorando cada vez mais e ficando mais ansioso e deprimido, e compensa isso comendo ainda mais Não gosta de sair de casa justamente por ser gordo e ficar com vergonha (fobia social) Ser gordo em geral altera toda a vida de um sujeito, desde a saúde até o lado de relacionamentos amorosos e amizade Vive em constante vontade de ser magro e conseguir manter a dieta Nenhuma roupa fica boa, você fica com vergonha de si mesmo, as calças então nem se fala Um magrelo de rosto e cabelo bonito é bonito, pórem um gordo de rosto e cabelo bonito é um gordo porco fedorento Perde muitas roupas engordando ou emegrecendo com dietas As cocotas de acham repulsivo e ridículo Dependendo do seu nível de gordice você pode ter dificuldades em arrumar um emprego por ser um "gordão preguiçoso" Você tem tendência a ser desajeitado Gordos suam por tudo até parado seu rosto fica pingando gota de suor. O suor que se acumula nas dobras causando mal cheiro Pois é caras, estou fazendo academia a muito tempo, 9 meses, em conjunto com uma dieta não muito rígida, time melhora sim, mas continuo gordo A cada dia que se passa a vontade de desistir é maior. SUGESTÕES PARA O EMAGRECIMENTO Entrar em uma academia de qualidade (3 dias por semana está ótimo a princípio para perda de peso) Focar exercícios aeróbicos como esteira e bicicleta, também dando enfoque em abdominais e exercícios para queima de gorduras Fazer uma dieta, começando no café da manha com um copo de leite + pão integral (forma de preferência) light + 2 frutas + cereais No almoço apenas 1 MASSA (sugestão 2 colheres de arroz) + Feijão (2 conchas) + 2 VERDURAS OU VEGETAIS + 1 FRUTA + CARNE MAGRA Lanche da tarde pode ser semelhante ao matinal, pórem pode ser adicionado um alimento mais calórico, como pão de sal e afins Noite só frutas e alimentos de baixas calorias Coma sempre de 3 em 3 horas DICAS DO USER A procura pela felicidade. Substituir carboidratos simples (Pão branco, arroz branco, macarrão) por integrais ou carboidratos de alto índice glicêmico, como BATATA DOCE Consumir filés de frango regularmente, ao mínimo de uma vez por dia. Consumir vegetais. Aveia é uma forte aliada juntamente com leite + banana no café da manhã. Iogurtes desnatados ajudam muito, tomar quando bate aquela fome de tarde. Comer mais de 5 vezes por dia. Não comer carboidratos na última refeição. Mensagem editada pelo usuário Dark Corner em 16/04/2012 16:59.

domingo, 6 de outubro de 2013

Ficha limpa’ dos clubes


Torneio mais importante da América do Sul, a Copa Libertadores da América pode ter mudanças radicais em seu novo estatuto, que será divulgado em breve. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira, a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) incluiu, em seu novo regulamento, a exigência de que clubes apresentem balanços financeiros e não acumulem dívidas para participar da competição. Uma espécie de ‘ficha limpa’. Segundo a publicação, as condições serão divididas em cinco áreas: financeira, administrativa, jurídica, de infraestrutura e esportiva. Os clubes terão que cumprir vários requisitos para obter uma licença anual para jogar qualquer torneio da Conmebol. Tal modelo é utilizado pela Uefa (União Europeia de Futebol) desde 2003 e também pela Fifa, desde 2007, após a criação de seu Regulamento de Licenciamento de Clubes. A entidade deve dar um prazo para os clubes se adaptarem. Portanto, as competições de 2014 não devem exigir a licença. Ainda de acordo com o diário, o principal pilar do novo estatuto será a questão econômica. O chamado "fair play financeiro", que visa evitar que os clubes gastem mais do que arrecadam, e garante um maior equilíbrio entre as receitas dos clubes, será adotado e diminuirá a disparidade financeira das equipes. Tal medida, por exemplo, estava entre os desejos do grupo "Bom Senso F.C", formado por atletas do futebol brasileiro para contestar a CBF. Seguindo o modelo da Uefa, a Conmebol também criará outros tipos de punições, além da exclusão, caso o descumprimento não seja tão grave. Há multas, bloqueio de premiações e advertências. Caso já vigorasse, o estatuto impediria que clubes como Bahia, Coritiba, Flamengo, Fluminense, Palmeiras, Portuguesa e Vasco, por exemplo, participassem da Libertadores. Todos eles têm pendências salariais com jogadores, justamente um dos itens que preveem exclusão das competições.

sábado, 5 de outubro de 2013

Alergias respiratórias: o que fazer?


Poeira doméstica, pelos de animais, cheiros muito fortes ou clima seco são alguns dos fatores que podem atrair as temíveis alergias respiratórias, como a asma e a rinite. Hoje o Universo Jatobá traz as dicas a pedido da leitora Débora, que diz sofrer com o tempo seco. Segundo a Dra. Yara Mello, alergologista do Hospital e Maternidade São Luiz, com a entrada da primavera os casos podem piorar, principalmente nos estados do Sul. “Durante o período, o pólen é levado de uma planta para outra por insetos ou pelo vento e esses grãos podem chegar às vias nasais, trazendo um incômodo para quem já sofre com esses problemas”, esclarece. Os sintomas são de fácil identificação: tosse seca, falta de ar, espirros, coceiras no olho e no nariz e coriza. As viroses e infecções das vias aéreas podem piorar os sintomas. Segundo ela, nas mudanças de estações e no inverno também é comum haver uma piora dos sintomas devido às condições ambientais. As alergias respiratórias podem ser identificadas com um teste cutâneo, que localiza os agentes responsáveis pela alergia. “Em geral, no Brasil, o maior responsável por alergias respiratórias é o ácaro de poeira domiciliar”, diz Yara. Antes de qualquer providência, é recomendado conversar com o médico assim que perceber algum sintoma. “Existem alguns cuidados simples que podem ser bastante importantes no caso da prevenção das crises. O primeiro deles é ouvir o que o seu médico tem a dizer”, ressalta. Além de manter a limpeza da casa para reduzir a exposição à poeira, quem sofre com as alergias respiratórias deve evitar ficar perto dos animais de estimação ou de pelúcia, por causa dos pelos, e manter as vias nasais constantemente hidratadas com soro fisiológico para minimizar o desconforto. Na hora da faxina, prefira o aspirador de pó. A vassoura levanta as partículas de sujeira para o ar, o que pode prejudicar o alérgico mesmo que ele não esteja em casa no momento. E tem mais: evite produtos químicos com cheiros muito fortes. É recomendado usar apenas agua e sabão neutro. Outra dica é manter a higiene de cobertores e edredons, evitar o uso de muitos tapetes ou carpete em casa e também de cortinas de tecido. O ideal são as persianas impermeáveis, que são mais fáceis de limpar e evitam o acúmulo de poeira. http://universojatoba.com.br/

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

"Gente falsa não fala, insinua.


Não conversa, gera intriga. Não elogia, adula. Não deseja, cobiça. Não colabora, interfere. Não participa, se infiltra. Não sorri, mostra os dentes. Gente falsa é doente e pobre de espírito, merece piedade e consideração pois não caminha, rasteja pela vida, insidiosamente, sabotando a felicidade alheia e sobrevivendo de seus restos. Gente falsa desconhece a beleza e a nobreza da alma porque não ama, vive assim, às margens de tudo, então não vive... apenas existe."

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Cicatrizes

Do passado eu trago lembranças Que em tempos felizes Trouxeram esperanças Um filtro na alma Me faz caminhar Tristezas esqueço Não quero lembrar São doces momentos suaves no ar Um lindo sorriso saído do olhar Pra que ficar triste, porque lamentar Sorrir para a vida é melhor que chorar É o tempo que passa É a gente a viver A vida não para Pra gente aprender Só levo da vida momentos felizes Feridas na alma deixam cicatrizes Não chore o passado A vida é o presente O nosso futuro Depende da gente Carlos Andarilho

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O teste da porta


Certo dia em um manicômio, 12 loucos iam ser testados para receberem alta, os 12 foram postos em fila e logo chegou um médico e disse: - Bom Dia Rapazes! Hoje vocês terão uma chance de sair das nossas instalações... Os loucos se animaram, mal conseguiam ficar parados, então o médico disse: - Fechem seus olhos e se imaginem de frente para um lindo oceano com um lindo pôr-do-sol no fundo Todos os loucos obedeceram Então os assistentes desse médico desenharam uma porta na parede, porém mal feita, e o médico continuou... - E neste oceano, vivem peixes, baleias, sereias... Por favor abram seus olhos Todos os 12 obedeceram Logo viram a porta e saíram correndo todos os 11 juntos, e se chocaram contra a parede. Mas espera, juntos no total são 12, cade o 12º? Ah, ele esta ali! - Olá meu amigo, diz o medico. - Olá, o louco responde. - Parabéns, você poderá ir embora e voltar para a sua família - Oba! - E me diga porque não foi com os outros? - É que eles são muito burros doutor - Porque diz isso? E então o louco sussurrou no ouvido do médico: - A chave está com comigo.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Zeca Camargo está numa situação complicada na Globo. Deixaram o apresentador sem saída. E isso tem causado um clima estranho nos bastidores.


A própria emissora está espalhando discretamente que o apresentador recebeu convite para ficar no Vídeo Show. Imaginem Zeca, que brilha no Fantástico no domingo à noite, ter de dividir a cena toda tarde com a modelo Fernanda Lima, que é o egocentrismo em pessoa... Ele não merece, né? Muita sacanagem, pois Zeca sempre deu conta do recado, é carismático, e ainda agrada ao telespectador A verdade é que a Globo já vem treinando Tadeu Schmidt há um tempão para ocupar o lugar dele no Fantástico. E agora veio com essa história de enfiá-lo no Vídeo Show. E Renata Ceribelli que se cuide. Ela pode ser a próxima, pois a dança das cadeiras está forte por lá...

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

nunca julgue


PENA DE QUEM NÃO VAI LER POR PREGUIÇA ! Um médico entrou no hospital com pressa depois de ser chamado a uma cirurgia de emergência. Ele respondeu ao chamado, o mais rápido possível, mudou de roupas e foi diretamente para o bloco cirúrgico. Ele encontrou o pai do menino indo e vin do na sala de espera do médico. Depois de vê-lo, o pai gritou: "Por que você tomou todo esse tempo para vir, não sabia que a vida de meu filho está em perigo... você não tem senso de responsabilidade??" O médico sorriu e disse: "Desculpe, eu não estava no hospital e eu vim o mais rápido que pude depois de receber a chamada... E agora, eu gostaria que você se acalma-se para que eu possa fazer o meu trabalho" "Me acalmar? E se fosse seu filho quem estivesse nesta sala agora, você estaria calmo? Se o seu filho fosse agora o que estivesse morrendo?" Disse o pai irritado O médico sorriu novamente e respondeu:. "Eu vou dizer o que disse Jó na Bíblia "Do pó viemos e ao pó voltaremos, bendito seja o nome de Deus" Os médicos não podem prolongar a vida. Vou interceder por seu filho, vamos fazer todo o possível pela graça de Deus " "Dar conselhos quando não estamos em situação é tão fácil", murmurou o pai. A cirurgia levou algumas horas, depois que o médico saiu feliz, "Graças a Deus! Seu filho está salvo!" E sem esperar por uma resposta do pai, com muita pressa olha para o relógio e foge. Ao mesmo tempo que vai, ele disse: "Se você tiver alguma dúvida, pergunte a enfermeira!" "Por que é tão arrogante? Não podia esperar mais alguns minutos para eu pedir mais informações sobre o estado do meu filho"
E a enfermeira, cheia de lágrimas pelo seu rosto: "O filho do Dr. morreu ontem em um acidente de estrada, o médico estava no cemitério quando você chamou para realizar a cirurgia do SEU FILHO. E agora que ele salvou a vida de seu filho, ele correu para terminar o sepultamento de seu filho." Não julgue as pessoas, você não sabe qual é a realidade delas... Nunca julgue ninguém, porque você nunca sabe nada sobre a vida dessa pessoa e o que está acontecendo na vida dela. "Se você ler esta mensagem, clique em Compartilhar, para que outras pessoas possam vê-la e refletir sobre isso."

domingo, 29 de setembro de 2013

Parto normal ou cesárea? Quem decide - o médico, a mãe, o bebê?


No Brasil, 82% dos partos na rede privada são cirúrgicos (cesarianas). Isso é um escândalo. Leia duas opiniões opostas de mulheres. E discuta. RUTH DE AQUINO
Uma mãe e seu bebê. Existe no Brasil uma ditadura de cesáreas? Leia opiniões opostas de duas mulheres. (Foto: Monalisa Marques) A opção pelo parto normal ou pela cesárea é um tema que mobiliza profundamente as mulheres – mães ou ainda não.
A “opção”, no Brasil, tem se encaminhado para uma ditadura de cesáreas. Os últimos números são estarrecedores. A proporção de partos cirúrgicos (cesarianas) no Sistema Único de Saúde (SUS) passou de 24% em 2000 para 38% em 2011. E nos hospitais privados? 82% !!!!!!!! Sério, isso é um escândalo. A Organização Mundial da Saúde considera 15% de cesáreas no total de partos o índice aceitável. No Brasil, a taxa (se unirmos as redes pública e privada) é de 52%. Uma pesquisadora da Riocruz diz que a cesariana, “que deveria ser uma forma de resgatar vidas”, no Brasil está diretamente relacionada à comodidade dos profissionais em agendar seus compromissos. Infelizmente, não são só os médicos. As mães, por medo ou também por comodidade, têm optado pela cesariana em grandes números antes mesmo de engravidar. Ditadura nenhuma é boa: nem a do parto normal nem a da cesariana. É preciso ter mais informação e menos mitos, criados para estimular cirurgias. Eis os dois depoimentos selecionados do Mulher 7x7, publicados em novembro de 2011. Vamos sempre promover o debate, sem censura nem patrulha. Cresce número de mulheres com trauma pós-parto. Por MARCELA BUSCATO, editora em ÉPOCA Eu nunca tive filhos e nem estou em vias de ter um. Ainda assim, sempre tive uma certeza: se um dia eu ficar grávida, vou fazer uma cesariana. Brinco que não sou mulher suficiente para passar pelas dores de um parto natural. Quero todas drogas a que tenho direito. E ansiosa ao cubo como sou, não aguentaria a expectativa do “quando é que vai nascer?”. É melhor marcar dia, hora e pronto. Sim, eu sei de todos os benefícios do parto natural: diminui os riscos de complicações relacionadas a uma cirurgia, favorece o contato entre mãe e filho e ainda propicia uma recuperação mais rápida para as mães. Mas essa é a minha opinião desmiolada e egoísta, de quem ainda não é mãe, tem medo de sentir dor e aflição de sair desesperada rumo ao hospital no meio da noite – ou pior, em pleno trânsito engarrafado de São Paulo. Outro dia, li uma reportagem no jornal britânico The Guardian que reforçou as minhas convicções. Pelo menos, a princípio. O jornal relatava que uma pesquisa do Liverpool Women’s Hospital apontava que 40% mais pacientes pediram para fazer cesariana porque tinham ficado traumatizadas após o parto natural do primeiro filho. Já há até um nome para o fenômeno: estresse pós-traumático pós-parto. É como se fosse estresse pós-traumático causado por um assalto, um acidente, uma guerra. Mas, neste caso, o motivo é o sofrimento físico e emocional desencadeado pelo parto. Um levantamento da Universidade Federal de Pernambuco, publicado no ano passado no Jornal Brasileiro de Psiquiatria, aponta que entre 21,4% e 34% dos partos podem ser classificados como complicados. E que até 6% das mulheres desenvolvem o estresse pós-traumático pós-parto. O trauma pode ser causado por dois motivos: a dor prolongada e extrema durante o parto ou pela sensação da mãe de perder o controle da situação, o que inclui o medo de que ela e o bebê morram. Os sintomas do estresse pós-traumático pós-parto são muito semelhantes aos desencadeados pelos outros tipos: a pessoa tem pesadelos recorrentes e revive a situação que gerou o trauma em vários momentos do seu dia a dia. Em muitos casos, as mães se recusam a engravidar novamente com medo do parto. O estresse pós-traumático causado pelo parto ainda não é muito conhecido – mesmo entre os médicos, que podem confundi-lo com depressão pós-parto. Quem dirá, entre os leigos. Vamos confessar que não é difícil pensar “mas que frescura, antes as mulheres davam a luz na roça, sozinhas, e não havia nada dessa história de estresse pós-traumático”. O desconhecimento a respeito dessa condição aumenta o sofrimento das mulheres, que se sentem culpadas por sensações tão conflitantes em um dos momentos descritos pela sociedade como o mais sublime da vida das mulheres. Alguns especialistas afirmam que o aumento do número de casos de estresse pós-traumático pós-parto é causado, ironicamente, pelos avanços da medicina. As técnicas que facilitaram os nascimentos e diminuíram as mortes maternas e os riscos de sequelas para os bebês causadas por complicações no parto também aumentaram a expectativa das futuras mamães. A hipótese é que atualmente seria mais aterrorizante para as mulheres presenciar qualquer dificuldade durante o trabalho de parto do que antigamente. Outro motivo por trás de muitos casos é a falta de tato da equipe de médicos e enfermeiros, que no corre-corre dos hospitais e em meio ao que é rotina – pelo menos, para eles – se esquecem de explicar para as mães os procedimentos que serão realizados. Muitas pacientes acabam não se sentindo envolvidas nas decisões a serem tomadas (romper a bolsa ou não, acelerar o trabalho de parto, optar por uma cesariana). E essa sensação de perda de controle ou de descaso, que pode levar ao estresse pós-traumático, não acontece só nos casos de parto normal. Pode ocorrer durante a preparação para uma cesariana ou mesmo durante a cirurgia, quando as mães são acordadas para acompanhar o nascimento de seus bebês. O modo de trazer um bebê ao mundo é um assunto quase religioso: há aqueles que defendem sob toda e qualquer circunstância o parto normal. E há quem não veja problemas em fazer uma cesariana. Por isso, o importante é conversar com o médico para descobrir o que é mais indicado para o seu caso – e isso inclui não só condições físicas, mas também aquilo que lhe deixa mais segura. Em resumo, o que eu aprendi depois de fazer essa pesquisa básica é que: 1) mulheres, é normal ter medo da hora do parto, não precisamos ter vergonha; 2) o nascimento do seu filho pode não ser aquele momento de glória suprema e inenarrável que todo mundo descreve. Você não é um E.T. se o parto do seu bebê for mais complicado ou demorado do que o de outras mulheres que você conhece; 3) exija que a equipe médica lhe dê todas as informações que você quiser e não dispense a presença de um acompanhante. No Brasil, foi sancionada uma lei em 2005 que obriga todos os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) ou conveniados a ele a permitir a presença de um acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. Por isso, na dúvida, não grite só de dor, não. A favor do parto normal. Quando for normal. Por RUTH DE AQUINO Adorei o texto da Marcela. Por ser corajoso, por revelar que ela prefere cesárea, por confessar seus medos – por ela e pelo futuro neném. Quis comentar. Mas, como tive dois filhos de parto normal, resolvi escrever um post também. Eu poderia telefonar para alguns obstetras que dissessem o óbvio: que o pós-parto normal é infinitamente menos traumático para a mãe do que o pós-cesárea. É menos doloroso e a recuperação é mais rápida. Poderia entrevistar alguns psicólogos que repetissem a sabedoria corriqueira: no parto normal, a mãe participa ativamente e não simplesmente assiste a uma cirurgia que retira o bebê de sua barriga. Os partos normais bem sucedidos tendem a dar à mãe uma maior plenitude, exatamente o sentimento de controle tão almejado – e raro. Isso não quer dizer que eu seja contra a cesárea. Nem que seja a favor do parto normal “a qualquer custo”. Apenas não me parece razoável a decisão inflexível da mãe ou do médico – a favor do parto normal ou da cesárea -, antes mesmo que se apresentem as condições favoráveis a uma ou outra forma de dar à luz. É algo que me soa fruto de falta (ou excesso) de informação. Ou simplesmente “trauma pré-parto”. Por que decidir antes mesmo de engravidar? Não é por informação. Mas por um medo natural. Ou por ouvir histórias positivas e negativas sobre as duas formas de parir. Muitas vezes histórias mirabolantes, que nem correspondem à verdade, mas a uma percepção subjetiva. Nenhuma gravidez, nenhum parto é igual. Mas as contrações são, sim, extremamente dolorosas. E a gente esquece porque a dor é o menos importante neste momento. Tive meu filho Bruno aos 27 anos. Trabalhei na redação até dois dias antes. A bolsa arrebentou, fui para a maternidade de madrugada. Meu médico era tão obcecado com a ideia de eu não sentir dor que me deu (a meu ver) uma peridural um pouco forte demais. E o parto demorou mais tempo porque eu não senti com a força prevista as contrações. O obstetra tinha que me dizer quando fazer a força necessária – eu sentia, mas não muito. E toda a minha ioga e preparação pré-parto ficaram talvez relegadas a segundo plano, diante de um parto normal em que senti ter perdido um pouco o controle sobre minhas sensações. O pai estava a meu lado. Bruno nasceu após algumas horas. E eu saí da sala de parto já contra a anestesia peridural num parto relativamente rápido. Tive meu filho Pedro aos 32 anos. Aos nove meses de gravidez, jogava frescobol na praia com meu novo companheiro. Fomos para casa, passamos antes no supermercado, eu fiquei no carro porque me sentia cansada e as contrações começaram. Mandei chamá-lo pelo alto falante. Seguimos direto para a maternidade. Eu de biquini e areia e sal. Não deu tempo de quase nada. Meu obstetra (já era outro, claro, mais afável e menos prepotente) estava fora do Rio, eu chamei um colega dele por telefone, eu estava com seis centímetros de dilatação, não deu tempo de o anestesista chegar, o pai estava ao lado do médico vendo o bebê nascer e o ajudou a aparar o Pedro. Senti todas as contrações. E foi um parto pra lá de normal. Os avós só souberam quando Pedro estava a meu lado no quarto. Digamos que dei sorte (e ajudei um pouco com o frescobol na praia – algo que meu pai considerou totalmente irresponsável da minha parte). Como eu poderia, antes mesmo de engravidar, decidir o rumo da Natureza? Aliás, nem quis saber o sexo de nenhum dos filhos. Isso era mais comum nos anos 1980. Nem eu nem os pais (o pai de cada um) sabíamos. Foi surpresa, embora achasse que fossem meninos. Já minha irmã, que teve seu primeiro filho na Inglaterra, onde a política é “parto normal a qualquer custo”, sofreu mais de 12 horas de contrações – e, ao fim de todo esse sacrifício, precisou fazer cesárea porque o bebê tinha entrado em sofrimento. O segundo filho ela teve no Brasil. E quis ter parto normal de qualquer jeito. Foi “normal” tecnicamente. Mas não foi. Porque foi praticamente equivalente a uma cirurgia. O terceiro filho foi direto uma cesárea. No caso dela, teria sido melhor poupá-la do sofrimento desde o primeiro filho. Por isso, não vou desfiar aqui estatísticas, nem opiniões de especialistas, ou obstetras, ou psicólogos, ou estudos, ou pesquisas. Nem falar sobre cicatrizes aqui ou ali. Alguma cicatriz sempre haverá. Minha avó teve 23 filhos em casa. Era pobre. Numa época em que mulheres nem podiam decidir quando engravidar, quanto mais como parir. Hoje, comemoro a autodeterminação da mulher informada, a escolha do momento, com quem e como. Acho bem estranha essa moda de “parto-espetáculo” , com vídeos, plateias. Como também estranho a moda inversa hoje em dia, do “parto na banheira de casa”. Mas, cada mãe é de um jeito, não é? De qualquer forma, opiniões pré-concebidas sobre o parto normal ou cesárea não me parecem as melhores. A indústria da cesariana cria um monte de paranoias. A obsessão pelo parto normal tampouco é a melhor conselheira. Não há fracassos nessa hora. Não somos mais mães ou menos mães de um jeito ou de outro. Mas optar por cesárea na busca do “controle” – e assim entregamos todo o “controle” a um cirurgião? A vida nos mostra os caminhos. Nossos bebês podem ter uma vontade completamente diferente da nossa. Podem até querer vir ao mundo antes do planejado por mamãe, papai e médico. E aí? Onde ficam as nossas lindas e estudadas convicções? Boa hora, Marcela (é assim que dizíamos antigamente). Seja em que hora for. ................................................. * Nossos agradecimentos a Monalisa Marques pelas belíssimas fotos de bebês que nos cedeu para publicação no blog. Em breve, teremos um post com ela explicando o making off dos ensaios

sábado, 28 de setembro de 2013

Dama da noite


A dama-da-noite é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e muito popular devido ao aroma inebriante de suas flores. Ela apresenta caule ereto e ramificado, com ramos sinuosos, a princípio eretos, mas tornam-se pendentes nas pontas. Seu porte é médio, geralmente 1,5 metros, mas pode atingir até 4 metros de altura. Suas folhas são simples, perenes, ovais a lanceoladas, brilhantes, coriáceas e sustentadas por longos pecíolos. As abundantes inflorescências surgem na primavera e verão, carregando numerosas flores tubulares, de coloração creme-esverdeada, que exalam um intenso perfume, principalmente à noite. Os frutinhos que se seguem, são bagas, de coloração branca, translúcidos. A dama-da-noite é uma planta vigorosa e de rápido crescimento, ela é utilizada geralmente isolada, mas fica bem em pequenos grupos. É uma peça indispensável em jardins aromáticos, “dos sentidos” e borboletários. Pode ser conduzida como arvoreta e trepadeira também, através de podas e tutoramento, perfumando assim calçadas, pátios e cobrindo caramanchões, arcos, treliças, entre outros suportes. Para atenuar-lhe o forte perfume, deve ser plantada à meia-sombra, desta forma sua floração será menos intensa. Não deve ser utilizada próximo a janelas de dormitórios, principalmente em quartos de pessoas sensíveis e crianças. Diz-se que sua pungente fragrância é uma dos mais fortes entre as plantas; algumas pessoas a acham enjoativa. Suas flores atraem diversas espécies de abelhas, beija-flores e borboletas. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera salinidade, geadas fortes ou frio intenso. Também pode ser plantada em vasos, com adubações e regas mais freqüentes. As podas devem ser efetuadas após a floração principal. Multiplica-se por sementes e estaquia dos ramos semi-lenhosos A dama-da-noite é uma planta arbustiva, de textura semi-lenhosa e muito popular devido ao aroma inebriante de suas flores. Ela apresenta caule ereto e ramificado, com ramos sinuosos, a princípio eretos, mas tornam-se pendentes nas pontas. Seu porte é médio, geralmente 1,5 metros, mas pode atingir até 4 metros de altura. Suas folhas são simples, perenes, ovais a lanceoladas, brilhantes, coriáceas e sustentadas por longos pecíolos. As abundantes inflorescências surgem na primavera e verão, carregando numerosas flores tubulares, de coloração creme-esverdeada, que exalam um intenso perfume, principalmente à noite. Os frutinhos que se seguem, são bagas, de coloração branca, translúcidos. A dama-da-noite é uma planta vigorosa e de rápido crescimento, ela é utilizada geralmente isolada, mas fica bem em pequenos grupos. É uma peça indispensável em jardins aromáticos, “dos sentidos” e borboletários. Pode ser conduzida como arvoreta e trepadeira também, através de podas e tutoramento, perfumando assim calçadas, pátios e cobrindo caramanchões, arcos, treliças, entre outros suportes. Para atenuar-lhe o forte perfume, deve ser plantada à meia-sombra, desta forma sua floração será menos intensa. Não deve ser utilizada próximo a janelas de dormitórios, principalmente em quartos de pessoas sensíveis e crianças. Diz-se que sua pungente fragrância é uma dos mais fortes entre as plantas; algumas pessoas a acham enjoativa. Suas flores atraem diversas espécies de abelhas, beija-flores e borboletas. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera salinidade, geadas fortes ou frio intenso. Também pode ser plantada em vasos, com adubações e regas mais freqüentes. As podas devem ser efetuadas após a floração principal. Multiplica-se por sementes e estaquia dos ramos semi-lenhosos