segunda-feira, 4 de março de 2013

O FIM DO MUNDO E DESASTRES APOCALÍPTICOS


Não queria voltar sobre esse tema que está fora do espirito do blog que é SOL e Mudanças climáticas, mas os muitos email que recebi na minha posta particular, me faz retornar sobre estas lendas sobre o próximo fim do mundo. Entre as lendas que circulam, mais ridículas são aqueles do fim do mundo, que regularmente se repetem e regularmente são refutadas pelo facto de que isso não acontece. São sistematicamente feitos livros, artigos, documentários e conferências por estudiosos que tomam a “evidência” do fim do mundo para um determinado ano, e sempre sistematicamente nunca é algo tão alegando que “ainda não estávamos prontos”, você encontra uma nova data para o fim do mundo e você começa a partir da cabeça. Enquanto isso, muitas pessoas ficam ricas à custa do crédulo. Como sempre, os búfalos são um negócio muito rentável. No entanto, é incrível como as pessoas têm memória curta e esquecem os inúmeros boatos sobre as muitas coisas sensacionais que estavam para acontecer e que não aconteceu, como tudo girava em torno do ano de 2000 em que, por estudiosos de todos tipos, muitas coisas foram escritas sobre as catástrofes, fim do mundo, mudanças importantes que estavam por vir, eventos religiosos / paranormais fatos excepcionais positivos e negativos, etc. Nada aconteceu em 2000 do que era previsto! E o mesmo vale para outras previsões semelhantes sobre outras datas …. Enquanto isso, no entanto, muitos têm sido capazes de fazer dinheiro com estes idiotas previsões, e continuará a fazê-lo para o inevitável búfalo previsões futuro. Ah, sim, as pessoas têm memória muito curta …

domingo, 3 de março de 2013

Domingo no Parque


Domingo no Parque era um programa de competição que fazia parte do Programa Silvio Santos nos anos 70 e anos 80. Num cenário de parque de diversões, equipes de duas escolas (que nos anos 80 passaram a ser representadas por times de futebol) se enfrentavam em diversas provas, como a corrida de bebês, o cabo de guerra, o concurso de dança, o foguetinho e, no encerramento do programa, o jogo da cobrinha. Entre 1977 e 1978, o programa foi dirigido por Homero Salles. De 1978 a 1981, o diretor foi Gugu Liberato. Podemos dizer que Sílvio Santos é um apresentador completo. Ele não depende do tipo de público, do formato do programa, nem muito menos dependeu da época em que o programa foi ao ar para se dar bem no comando de uma atração. Silvio Santos se sente à vontade apresentando qualquer programa, e com o público infantil (público esse mais exigente que o comum), não foi diferente. Sílvio Santos esteve por 18 anos à frente de um dos maiores sucessos da Tv brasileira, o Domingo no Parque. Quantas crianças que assistiram ao Domingo no Parque tornaram-se adultas durante o período em que o infantil esteve presente em nossa tevê? A atração infantil surgiu na Tv Tupi em 1968 quando o programa dominical de Silvio Santos foi rebatizado de Domingo no Parque e passou a ter 6 horas. Na época séries como Mulher Elétrica e Garota Dínamo, Ark II, Joe 90 e desenhos como Super Presidente, eram exibidos durante o programa. Em 1978 Gugu Liberato que tinha sido contratado por Sílvio Santos como assistente de produção chegava a direção do programa. Quando a Tv Tupi fechou em 1979 o infantil transferiu-se para Record, vindo em seguida para a TVS onde ficou até 1986.

sábado, 2 de março de 2013

Dominguinhos

Dois meses após ser internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, o sanfoneiro Dominguinhos segue na semi-UTI (unidade de terapia intensiva). Segundo o filho do músico, Mauro, o quadro de saúde do músico é estável, e os batimentos cardíacos e o funcionamento dos rins "estão perfeitos". "Ele está há dois meses entubado e até hoje não acordou. Meu pai está em um sono profundo só dele", disse o filho nesta segunda-feira (18) em entrevista ao UOL. A sedação do cantor foi suspensa no dia 2 de janeiro. Durante todo o período de internação, Dominguinhos é acompanhado por seus filhos, Mauro e Liv Moraes, e sua ex-mulher Guadalupe Mendonça. "Meu pai não pode receber visitas por ser um quadro complicado. Então, nós nos revezamos aqui no hospital", disse Mauro. Na último terça (12), o cantor fez 72 anos e sua família organizou uma missa no bairro da Várzea, em São Paulo. Entenda o quadro de saúde Dominguinhos deu entrada no hospital Hospital Santa Joana, em Recife, no dia 17 de dezembro, com arritmia cardíaca e infecção respiratória. No dia 22 daquele mês, o músico precisou passar por uma cirurgia para a colocação de um marca-passo cardíaco temporário por conta da arritmia. Neste período, o cantor foi submetido a uma traqueostomia e hemodiálise. Dominguinhos ficou sem sedação e, mesmo assim, não se comunicava com a família e médicos. No dia 8 de janeiro, ele sofreu uma parada cardíaca no hospital, que foi revertida. A pedidos dos familiares, no dia 13 de janeiro, Dominguinhos foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. Segundo o último boletim médico divulgado no dia 14 do mesmo mês, o músico respondia de forma satisfatória ao tratamento médico e apresentava melhora no padrão hemodinâmico e respiratório. Dominguinhos continua com o marca-passo temporário e tomando medicações para controlar a arritmia. Câncer Diagnosticado com câncer de pulmão há seis anos, Dominguinhos sofreu um princípio de infarto no início de 2011, quando foi internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ele foi submetido a um cateterismo e a uma angioplastia. Por conta de seu estado de saúde, cancelou dois shows no final de 2011.

sexta-feira, 1 de março de 2013

aborto 2


Atualmente, a lei permite o aborto nos casos de violência sexual e risco de morte da mãe. O Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) pune a gestante que pratica o aborto ilegal, ou permite que ele seja feito, com pena de detenção que varia entre 1 a 3 anos. O projeto aumenta a pena de detenção para 2 a 4 anos. Punição dobrada Nos casos de aborto feito sem o consentimento da gestante, cuja pena atual é de 3 a 10 anos de reclusão, a proposta dobra a punição para 6 a 20 anos. Se houver consentimento no aborto praticado por outra pessoa, a pena é aumentada para 4 a 15 anos de reclusão. Hoje, esse crime é punido com reclusão de 1 a 4 anos. "Por estranho que pareça, as penas para o aborto previstas no Código Penal são extremamente brandas. E o pior: induzir, instigar e auxiliar a mulher grávida à prática do aborto não é considerado crime", avalia Marcelo Serafim. Direito do nascituro O parlamentar argumenta que a personalidade civil da pessoa começa com o nascimento e que o Código Civil (Lei 10.406/02) garante o direito do nascituro (bebê no ventre da mãe) desde a concepção. "Fica evidente a preocupação da legislação em proteger os direitos de uma criança no ventre da mãe. Para os efeitos civis, ela ainda não é pessoa, mas poderá vir a ser e se tornar herdeira legítima de alguém e ser cidadã. Logo, se nascer com vida, seus direitos irão retroagir à data da concepção", explica. Tramitação O projeto será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário. Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/1773586-aborto-uma-pr%C3%A1tica-conden%C3%A1vel/#ixzz2MKWzResK

ABORTO


Desde que a pessoa tenha dinheiro para pagar, o aborto é permitido no Brasil. Se a mulher for pobre, porém, precisa provar que foi estuprada ou estar à beira da morte para ter acesso a ele. Como consequência, milhões de adolescentes e mães de família que engravidaram sem querer recorrem ao abortamento clandestino, anualmente. A técnica desses abortamentos geralmente se baseia no princípio da infecção: a curiosa introduz uma sonda de plástico ou agulha de tricô através do orifício existente no colo do útero e fura a bolsa de líquido na qual se acha imerso o embrião. Pelo orifício, as bactérias da vagina invadem rapidamente o embrião desprotegido. A infecção faz o útero contrair e eliminar seu conteúdo. O procedimento é doloroso e sujeito a complicações sérias, porque nem sempre o útero consegue livrar-se de todos os tecidos embrionários. As membranas que revestem a bolsa líquida são especialmente difíceis de eliminar. Sua persistência na cavidade uterina serve de caldo de cultura para as bactérias que subiram pela vagina, provoca hemorragia, febre e toxemia. A natureza clandestina do procedimento dificulta a procura por socorro médico, logo que a febre se instala. Nessa situação, a insegurança da paciente em relação à atitude da família, o medo das perguntas no hospital, dos comentários da vizinhança e a própria ignorância a respeito da gravidade do quadro colaboram para que o tratamento não seja instituído com a urgência que o caso requer. A septicemia resultante da presença de restos infectados na cavidade uterina é causa de morte frequente entre as mulheres brasileiras em idade fértil. Para ter ideia, embora os números sejam difíceis de estimar, se contarmos apenas os casos de adolescentes atendidas pelo SUS para tratamento das complicações de abortamentos no período de 1993 a 1998, o número ultrapassou 50 mil. Entre elas, 3.000 meninas de dez a quatorze anos. Embora cada um de nós tenha posição pessoal a respeito do aborto, é possível caracterizar três linhas mestras do pensamento coletivo em relação ao tema. Há os que são contra a interrupção da gravidez em qualquer fase, porque imaginam que a alma se instale no momento em que o espermatozoide penetrou no óvulo. Segundo eles, a partir desse estágio microscópico, o produto conceptual deve ser sagrado. Interromper seu desenvolvimento aos dez dias da concepção constituiria crime tão grave quanto tirar a vida de alguém aos 30 anos depois do nascimento. Para os que pensam assim, a mulher grávida é responsável pelo estado em que se encontra e deve arcar com as consequências de trazer o filho ao mundo, não importa em que circunstâncias. No segundo grupo, predomina o raciocínio biológico segundo o qual o feto, até a 12ª semana de gestação, é portador de um sistema nervoso tão primitivo que não existe possibilidade de apresentar o mínimo resquício de atividade mental ou consciência. Para eles, abortamentos praticados até os três meses de gravidez deveriam ser autorizados, pela mesma razão que as leis permitem a retirada do coração de um doador acidentado cujo cérebro se tornou incapaz de recuperar a consciência. Finalmente, o terceiro grupo atribui à fragilidade da condição humana e à habilidade da natureza em esconder das mulheres o momento da ovulação, a necessidade de adotar uma atitude pragmática: se os abortamentos acontecerão de qualquer maneira, proibidos ou não, melhor que sejam realizados por médicos, bem no início da gravidez. Conciliar posições díspares como essas é tarefa impossível. A simples menção do assunto provoca reações tão emocionais quanto imobilizantes. Então, alheios à tragédia das mulheres que morrem no campo e nas periferias das cidades brasileiras, optamos por deixar tudo como está. E não se fala mais no assunto. A questão do aborto está mal posta. Não é verdade que alguns sejam a favor e outros contrários a ele. Todos são contra esse tipo de solução, principalmente os milhões de mulheres que se submetem a ela anualmente por não enxergarem alternativa. É lógico que o ideal seria instruí-las para jamais engravidarem sem desejá-lo, mas a natureza humana é mais complexa: até médicas ginecologistas ficam grávidas sem querer. Não há princípios morais ou filosóficos que justifiquem o sofrimento e morte de tantas meninas e mães de famílias de baixa renda no Brasil. É fácil proibir o abortamento, enquanto esperamos o consenso de todos os brasileiros a respeito do instante em que a alma se instala num agrupamento de células embrionárias, quando quem está morrendo são as filhas dos outros. Os legisladores precisam abandonar a imobilidade e encarar o aborto como um problema grave de saúde pública, que exige solução urgente.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

TOC – TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO


TOC, ou transtorno obsessivo-compulsivo, é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade descrito no “Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais” da Associação de Psiquiatria Americana, que se caracteriza pela presença de crises recorrentes de obsessões e compulsões. Entende-se por obsessão pensamentos, ideias e imagens que invadem a pessoa insistentemente, sem que ela queira. Como um disco riscado que se põe a repetir sempre o mesmo ponto da gravação, eles ficam patinando dentro da cabeça e o único jeito para livrar-se deles por algum tempo é realizar o ritual próprio da compulsão, seguindo regras e etapas rígidas e pré-estabelecidas que ajudam a aliviar a ansiedade. Alguns portadores dessa desordem acham que, se não agirem assim, algo terrível pode acontecer-lhes. No entanto, a ocorrência dos pensamentos obsessivos tende a agravar-se à medida que são realizados os rituais e pode transformar-se num obstáculo não só para a rotina diária da pessoa como para a vida da família inteira. Classificação Existem dois tipos de TOC: a) Transtorno obsessivo-compulsivo subclínico – as obsessões e rituais se repetem com frequência, mas não atrapalham a vida da pessoa; b) Transtorno obsessivo-compulsivo propriamente dito: as obsessões persistem até o exercício da compulsão que alivia a ansiedade. Causas As causas do TOC não estão bem esclarecidas. Certamente, trata-se de um problema multifatorial. Estudos sugerem a existência de alterações na comunicação entre determinadas zonas cerebrais que utilizam a serotonina. Fatores psicológicos e histórico familiar também estão entre as possíveis causas desse distúrbio de ansiedade. Sintomas Em algumas situações, todas as pessoas podem manifestar rituais compulsivos que não caracterizam o TOC. O principal sintoma da doença é a presença de pensamentos obsessivos que levam à realização de um ritual compulsivo para aplacar a ansiedade que toma conta da pessoa. Preocupação excessiva com limpeza e higiene pessoal, dificuldade para pronunciar certas palavras, indecisão diante de situações corriqueiras por medo que uma escolha errada possa desencadear alguma desgraça, pensamentos agressivos relacionados com morte, acidentes ou doenças são exemplos de sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo. Frequência Em geral, só nove anos depois que manifestou os primeiros sintomas, o portador do distúrbio recebe o diagnóstico de certeza e inicia do tratamento. Por isso, a maior parte dos casos é diagnosticada em adultos, embora o transtorno obsessivo-compulsivo possa acometer crianças a partir dos três, quatro anos de idade. Na infância, o distúrbio é mais frequente nos meninos. No final da adolescência, porém, pode-se dizer que o número de casos é igual nos dois sexos. Tratamento O tratamento pode ser medicamentoso e não medicamentoso. O medicamentoso utiliza antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina. São os únicos que funcionam. A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem não medicamentosa com comprovada eficácia sobre a doença. Seu princípio básico é expor a pessoa à situação que gera ansiedade, começando pelos sintomas mais brandos. Os resultados costumam ser melhores quando se associam os dois tipos de abordagem terapêutica. É sempre importante esclarecer o paciente e sua família sobre as características da doença. Quanto mais a par estiverem do problema, melhor funcionará o tratamento. Recomendações * Não há quem não tenha experimentado alguma vez um comportamento compulsivo, mas se ele se repete a ponto de prejudicar a execução de tarefas rotineiras, a pessoa pode ser portadora de transtorno obsessivo-compulsivo e precisa de tratamento; * Crianças podem obedecer a certos rituais, o que é absolutamente normal. No entanto, deve chamar a atenção dos pais a intensidade e a frequência desses episódios. O limite entre normalidade e TOC é muito tênue; * Os pais não devem colaborar com a perpetuação das manias e rituais dos filhos. Devem ajudá-los a enfrentar os pensamentos obsessivos e a lidar com a compulsão que alivia a ansiedade; * O respeito a rituais do portador de TOC pode interferir na dinâmica da família inteira. Por isso, é importante estabelecer o diagnóstico de certeza e encaminhar a pessoa para tratamento; * Esconder os sintomas por vergonha ou insegurança é um péssimo caminho. Quanto mais se adia o tratamento, mais grave fica a doença. http://drauziovarella.com.br

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Menor assume ter disparado sinalizador que matou boliviano


O Fantástico localizou o torcedor corintiano que teria detonado o sinalizador naval responsável pela morte do torcedor boliviano. Ele será apresentado nesta segunda-feira à Justiça por orientação do advogado da torcida organizada Gaviões da Fiel. Sempre ao lado da mãe, o jovem falou com exclusividade ao repórter Valmir Salaro. Ele tem 17 anos, é o terceiro dos seis filhos de uma família humilde. Quase quatro dias depois da tragédia na Bolívia, o garoto está novamente ao lado da mãe. Ele decidiu contar a versão dele para o que aconteceu na noite da última quarta-feira. Como é menor de idade, não pode mostrar o rosto. Repórter: O que aconteceu? Jovem: Bom, naquele exato momento lá que o sinalizador disparou, nós estávamos comemorando o gol. Eu trouxe o sinalizador na minha mochila, estava dentro de uma sacola, eu fui acender, para mim, era como se fosse um igual aos outros. Eu tirei a tampinha em cima, puxei a cordinha embaixo e não aconteceu nada. No momento que eu fui puxar de novo, eu estava manuseando, não sabia como manusear, puxei pela segunda vez e disparou, foi para a torcida boliviana. Repórter: Você fez mira pra atingir a torcida? Jovem: Não, não fiz nenhum tipo de mira. Estava apoiado na minha mão assim. Para mim só ia acender e pronto, não sabia que o negócio ia sair voando assim ou algo parecido. Repórter: Você viu quando acertou no menino? Jovem: Não, não. No intervalo do jogo, eu perguntei para os policiais lá se tinha machucado alguém, os policiais falaram que estava tudo bem. Mas a torcida adversária indicava que algo grave tinha acontecido. Jovem: Começaram a gritar assassino, falou que nós íamos morrer. Eu perguntei para o policial lá, ele falou: ‘Não, está tudo bem e o menino está bem’. O adolescente conta que esperou a partida terminar. Jovem: Quando acabou o jogo, nós fomos embora. Nós fomos lá para fora do estádio, esperamos nosso ônibus chegar e embarcamos no ônibus. Só fui ter certeza que ele morreu no ônibus mesmo, só na volta mesmo, que mostraram lá para mim, começaram a falar, entraram na internet. Depois daquele momento, eu falei: ‘minha vida acabou, o que eu vou fazer?’ Eu matei uma criança de 14 anos de idade. Logo depois do jogo, 12 torcedores brasileiros foram detidos. Mas o jovem que assume ter feito o disparo não estava entre eles. Jovem: Eu fiquei sentado e os policiais começaram a prender o pessoal que estava lá, mas eles não vieram em mim. Repórter: E você também não se apresentou como sendo o torcedor que fez o disparo? Jovem: Não, não porque eu fiquei com medo na hora mesmo de alguma coisa, eu fiquei com medo, não sabia o que fazer, para mim o garoto não tinha morrido, eu pensei que os meninos iam ser soltos no final do jogo. Ele diz que foi orientado por integrantes da Gaviões da Fiel a não procurar a polícia, na Bolívia. Jovem: Eu perguntei opinião se eu podia me entregar lá para o pessoal no lugar dos meninos. O pessoal me recomendou: ‘Não, é melhor não se entregar porque nós estamos na Bolívia, você veio com a gente, você é nossa responsabilidade’. Repórter: Você está confessando que fez o disparo do sinalizador porque realmente você fez isso ou para proteger alguém da torcida? Jovem: Não, não protegi ninguém não. Eu só quero assumir meu erro mesmo. Porque não é certo as pessoas pagarem por uma coisa que não fizeram, se eu tivesse no lugar delas, também não queria pagar com uma coisa que eu não fiz, ficar preso injustamente. O adolescente contou que faz parte da torcida organizada há dois anos e que não conhecia os torcedores que ficaram presos. Jovem: Eu conheço eles de vista. O jovem diz que comprou o sinalizador naval na Rua 25 de março, área de comércio popular em São Paulo. Jovem: Fui comprar uns jogos do videogame lá, eu vi um cara vendendo, eu falei: ‘vou comprar um sinalizador para levar para o jogo’. Para ele, o sinalizador seria usado para chamar a atenção dos outros torcedores da Gaviões. Jovem: Quis buscar um espaço, quis mostrar que eu que fiz aquilo lá, quis fazer uma festa para o Corinthians. Eu amo o Corinthians. O advogado da torcida organizada Gaviões da Fiel diz que o adolescente vai ser encaminhado à Justiça na tarde de segunda. “Ele vai ser apresentado juntamente com a mãe dele, mas o juiz da vara Da Infância e Juventude provavelmente aplicará algum tipo de medida sócio-educativa, nesse primeiro momento, e entregará a guarda desse menor à mãe, que responsável e representante legal dele”, afirmou o advogado Ricardo Cabral. Segundo a especialista em direito internacional Maristela Basso, os dois países têm acordo de extradição, mas isso não se aplica a menores porque Brasil e Bolívia seguem a convenção da ONU sobre os direitos da criança e do adolescente. “Se trata de uma criança, um menor para não dizer uma criança, e, portanto, ele é submetido a uma legislação especial, tanto aqui quanto na Bolívia, muito semelhante a legislação, protetiva da criança”, ressalta Basso. O jovem brasileiro pode ter que prestar serviços comunitários ou ficar apreendido por no máximo três anos. Repórter: O que você diria pra família do garoto? Jovem: Primeiramente, perdão mesmo. Não só para a família do Kevin, mas para a família dos meninos que estão presos lá também. A mãe do jovem diz que, se o filho não se apresentasse como autor do disparo, ela mesma o entregaria à polícia. Mãe do jovem: Ele sabe, ele me conhece, ele sabe que eu entregaria ele. Repórter: Se a senhora pudesse ter contato com a família desse garoto, o que a senhora diria para a família? Mãe do jovem: Eu pediria perdão à mãe, eu sei a dor que ela está sentindo. Eu sei que jamais, é uma coisa que mãe nenhuma perdoa, mas eu pediria. Repórter: A senhora perdoaria se a situação fosse ao contrário? Mãe do jovem: Eu acho que não. Repórter: Como você se sente agora? Jovem: Eu me sinto a pior pessoa do mundo. Não sei mais o que fazer da minha vida. Me arrependo amargamente. 'Olha uma coisa chama-se perdão, perdão de um erro inrreparavel por que se trata de uma morte, a outra coisa chama se responsabilidade, coisas que a gente não vê principalmente por esses torcedores, a gente sabe tambem que estam em jogo muitos interesses, e sabemos que aqui no Brasil nem sempre se faz justiça.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Suspeita de matar pacientes diz que procedimentos foram atos médicos


O Fantástico traz uma história digna de um filme de terror. Esta semana uma médica foi presa em Curitiba suspeita de matar pacientes de uma UTI. Dois médicos que trabalhavam com ela, e também foram presos, falaram com exclusividade para o Fantástico. “Ele dizia claramente: ‘eles vão me matar aqui mãe’. Ainda falei para ela: ‘A senhora não é Deus!’ Ela é Deus, ela desliga o que ela quiser”, diz uma paciente. A médica é Virgínia Helena Soares de Souza, 30 anos de carreira, há sete chefiando a UTI do Hospital Evangélico, um dos maiores de Curitiba. As denúncias são de parentes de pacientes que morreram e ex-funcionários do hospital. A chefe da UTI foi indiciada pela polícia por homicídio qualificado e foi presa. “Juridicamente, pela parte criminal, nós não falamos em eutanásia. O que ocorre quando você antecipa um óbito nós qualificamos como homicídio”, diz a delegada Paula Brisola. Ao todo, 60 pessoas já procuraram a polícia esta semana, mas, se a suspeita é tão grave, por que demorou? E por que o medo de aparecer? “Eu vi muita coisa lá e eu sofri muito. Eu dependia do emprego. Se eu fosse denunciar alguma coisa ali, eles me mandavam embora”, diz uma funcionária. “São dois médicos e uma médica que fazem a mesma coisa, igual”, afirma Sílvio de Almeida, técnico em enfermagem. A médica Maria Israela Boccato está presa e a polícia também prendeu outros dois anestesistas da equipe: Edison Anselmo e Anderson de Freitas. O Fantástico conversou, com exclusividade com os dois médicos, que estão em prisão temporária. A médica é Virgínia Helena Soares de Souza Olha é preocupante o caso,lugar onde vivemos as ultimas esperanças, nunca deveriam acontecer essas barbaridades.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

ANJO DA GUARDA


Eu estou ao seu lado e sou aquele que nunca desacredita dos seus sonhos, sou eu que as vezes altero seu itinerário, e até atraso seus horários para evitar acidentes ou encontros desagradáveis. Sim, sou eu que falo ao seu ouvido aquelas "inspirações" que você acredita que acabou de ter como "grande idéia". Sou eu quem te causa aqueles arrepios quando você se aproxima de lugares ou situações que vão te fazer mal, e sou eu quem chora por você quando você com a sua teimosia insiste em fazer tudo ao contrário só para desafiar o mundo. Quantas noites passei á cabeceira de sua cama velando por sua saúde, cuidando de sua febre e renovando suas energias. Quantos dias eu te segurei para que você não entrasse naquele ônibus, carro e até avião? Quantas ruas escuras eu te guiei em segurança? Não sei, perdia a conta, e isso não importa. O que realmente importa, e o que me deixa triste e preocupado, é quando você assume a postura de vítima do mundo, quando você não acredita na sua capacidade de resolver os problemas, quando você aceita as situações como insolúveis, quando você para de "lutar" e simplesmente reclama de tudo e de todos, quando você desiste de ser feliz e culpa outra pessoa pela sua infelicidade, quando você deixa de sorrir e assume que não há motivos para rir, quando o mundo está repleto de coisas maravilhosas, quando se esquece até de mim, seu anjo da guarda, aquele que Deus deu a honra de auxiliar nessa missão tão difícil que é viver e progredir. Já que me deixaram falar diretamente com você, gostaria de te lembrar, que estou ao seu lado sempre, mesmo quando você acredita estar totalmente só e abandonado, até nesse momento eu estou segurando a sua mão, eu estou consolando seu coração, eu estou te olhando, e por te amar demais, fico triste com a sua tristeza, mas, como eu sei que você nasceu para brilhar, eu agradeço a Deus a oportunidade bendita de te conhecer e cuidar de você, porque você é realmente muito especial. Seu anjo da guarda, que acredita em você Paulo Roberto Gaefkev

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Seis estratégias simples para emagrecer com saúde.


1. Faça lanches entre as refeições. Coma a cada três horas. 2. Aposte no café da manhã. É ele que deve fornecer a energia necessária para ficar ativo até a hora do almoço. 3. Beba um ou dois copos de água meia hora antes de almoçar ou jantar. 4. Comece suas refeições pela salada. 5. Não siga nenhuma daquelas dietas que mandam cortar carboidratos ou gorduras completamente. É importante comer de tudo, mas com moderação. 6. Levante-se do sofá. A dobradinha dieta e exercício físico é imbatível para garantir o emagrecimento.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Nunca julgue ninguem


Um médico entrou no hospital com pressa depois de ser chamado a uma cirurgia de emergência. Ele respondeu ao chamado, o mais rápido possível, mudou de roupas e foi diretamente para o bloco cirúrgico. Ele encontrou o pai do menino indo e vindo na sala de espera do médico. Depois de vê-lo, o pai gritou: "Por que você tomou todo esse tempo para vir, não sabia que a vida de meu filho está em perigo... você não tem senso de responsabilidade??" O médico sorriu e disse: "Desculpe, eu não estava no hospital e eu vim o mais rápido que pude depois de receber a chamada... E agora, eu gostaria que você se acalma-se para que eu possa fazer o meu trabalho" "Me acalmar? E se fosse seu filho quem estivesse nesta sala agora, você estaria calmo? Se o seu filho fosse agora o que estivesse morrendo?" Disse o pai irritado O médico sorriu novamente e respondeu:. "Eu vou dizer o que disse Jó na Bíblia "Do pó viemos e ao pó voltaremos, bendito seja o nome de Deus" Os médicos não podem prolongar a vida. Vou interceder por seu filho, vamos fazer todo o possível pela graça de Deus " "Dar conselhos quando não estamos em situação é tão fácil", murmurou o pai. A cirurgia levou algumas horas, depois que o médico saiu feliz, "Graças a Deus! Seu filho está salvo!" E sem esperar por uma resposta do pai, com muita pressa olha para o relógio e foge. Ao mesmo tempo que vai, ele disse: "Se você tiver alguma dúvida, pergunte a enfermeira!" "Por que é tão arrogante? Não podia esperar mais alguns minutos para eu pedir mais informações sobre o estado do meu filho" E a enfermeira, cheia de lágrimas pelo seu rosto: "O filho do Dr. morreu ontem em um acidente de estrada, o médico estava no cemitério quando você chamou para realizar a cirurgia do SEU FILHO. E agora que ele salvou a vida de seu filho, ele correu para terminar o sepultamento de seu filho." Não julgue as pessoas, você não sabe qual é a realidade delas... Nunca julgue ninguém, porque você nunca sabe nada sobre a vida dessa pessoa e o que está acontecendo na vida dela.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Sexo entre profissional e paciente


Aos 68, Cheryl Cohen Greene continua o trabalho que iniciou há 30 anos: atender clientes com impotência, ejaculação precoce ou limitações que dificultam o sexo. Em seu livro, "As Sessões: Minha Vida como Terapeuta do Sexo", que chega esta semana às livrarias brasileiras, ela conta que teve mais de 900 parceiros sexuais. À Folha, Greene diz como ajuda seus clientes e como entrou na profissão, que muitos consideram prostituição. "Ir a uma prostituta é como ir a um restaurante, escolher no cardápio e ser servido pelos funcionários, que esperam que você volte. Ter sessões com a terapeuta sexual substituta é como ir a uma escola de culinária: você descobre onde achar ingredientes, aprende receitas e sai fazendo pratos por conta própria."Cheryl Greene, terapeuta sexual cujo trabalho é mostrado no filme 'As Sessões' Folha - Como você se tornou "terapeuta sexual substituta?" Cherryl Cohen Greene - No início dos anos 1970 eu morava na Califórnia, no centro da revolução de costumes nos EUA. Ganhava um dinheiro como modelo-vivo, posando nua, quando soube desse trabalho. Conversei com meu marido na época. Vivíamos um casamento aberto, eu já tinha tido vários parceiros sexuais e ele também. Ele apoiou minha decisão. O que é preciso fazer para ser esse tipo de terapeuta? Um curso. Tem quem ache que só por ser bonita e ter tido muitos parceiros pode oferecer o tratamento. Mas ajudamos pessoas que têm dificuldades --não conseguem ter ereção ou orgasmo, nunca fizeram sexo. Precisam de alguém aberto, amoroso e sensível em quem confiem para aprender a superar. Como é feito o trabalho? São oito sessões, em cada uma há experiências diferentes, não só sexuais. Ajudo a pessoa a relaxar. Ao tocar um cliente pela primeira vez não quero que pense na ereção. O ponto é fazer com que se conheça e se abra ao prazer. Há protocolo dessa terapia? Sim. Foi desenvolvido pelo casal Master e Johnson. Trabalhamos com um terapeuta convencional, que não tem contato físico com o paciente (prefiro chamar de cliente). É o terapeuta convencional que nos indica. Após a sessão, fazemos um relatório para esse terapeuta. Na primeira sessão ensino o cliente a relaxar e massageio seu corpo inteiro. Na seguinte, o cliente me massageia e eu o conduzo, mostrando do que gosto ou não. Depois vem o exercício com o espelho, a pessoa se olha nua. Daí começam carícias mais íntimas, ensino a manter a ereção por mais tempo, a penetrar uma mulher de forma mais prazerosa para ela. Como você encara o sexo sem envolvimento afetivo? Tudo o que é consensual entre adultos é válido. O lindo do meu trabalho é que você não precisa se apaixonar, mas tem que se tornar íntimo da pessoa e respeitá-la. E é lindo saber que 85% conseguem uma vida sexual satisfatória depois das sessões. Como evita que o cliente se apaixone por você? Conto detalhes da minha vida privada a ele, digo que sou casada e feliz. Isso já diminui as expectativas. E se você se apaixonar? Já aconteceu. Estou casada com ele há 32 anos. Bob me procurou depois que terminaram as sessões. Na segunda vez que saímos já fizemos sexo fora do "consultório". O que ele acha desse trabalho? Eu nem me apaixonaria se ele não aprovasse o que faço. Quando lhe perguntam, ele diz que sabe o que fiz por ele e o que posso fazer para melhorar a vida de outros. É outro casamento aberto? Não. O amor é uma coisa, o trabalho é outra. Guio o cliente, ensino. Faz parte da terapia eu mesma ter orgasmo. Muitos precisam saber que são capazes de fazer isso. Para mim, termina ali. Você ainda trabalha? Tenho três clientes. Quando comecei, atendia dez por semana. Vivemos uma onda conservadora, há menos gente fazendo. Espero que com o filme e o livro mais gente se interesse pelo trabalho. http://www1.folha.uol.com.br/

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Rebelião na Fundação Casa deixa saldo de 12 feridos


A rebelião na unidade da Fundação Casa, na Vila Conceição, Zona Leste de São Paulo, nesta quinta-feira (21), deixou um saldo de 12 feridos, segundo a assessoria de imprensa da instituição. O diretor e mais seis funcionários feitos reféns estão entre os feridos, cinco mais gravemente, com hematomas e cortes por todo o corpo e na cabeça. Cinco internos também ficaram feridos no tumulto. Todos foram levados para hospitais da região e passam bem. saiba mais Rebelião na Fundação Casa em São Paulo é controlada Internos fazem reféns na Fundação Casa, diz sindicato Segundo a assessoria, a rebelião foi controlada às 13h20. A rebelião teve início por volta das 9h30, quando os jovens que cumprem medida socioeducativa fizeram 18 funcionários reféns, queimaram colchões e quebraram móveis no local. A unidade abriga 60 internos. Na tarde desta quinta-feira, funcionários da fundação faziam uma revista na unidade. Segundo a assessoria, um procedimento interno será aberto para apurar o ocorrido.