Dois meses após ser internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, o sanfoneiro Dominguinhos segue na semi-UTI (unidade de terapia intensiva). Segundo o filho do músico, Mauro, o quadro de saúde do músico é estável, e os batimentos cardíacos e o funcionamento dos rins "estão perfeitos".
"Ele está há dois meses entubado e até hoje não acordou. Meu pai está em um sono profundo só dele", disse o filho nesta segunda-feira (18) em entrevista ao UOL. A sedação do cantor foi suspensa no dia 2 de janeiro.
Durante todo o período de internação, Dominguinhos é acompanhado por seus filhos, Mauro e Liv Moraes, e sua ex-mulher Guadalupe Mendonça. "Meu pai não pode receber visitas por ser um quadro complicado. Então, nós nos revezamos aqui no hospital", disse Mauro.
Na último terça (12), o cantor fez 72 anos e sua família organizou uma missa no bairro da Várzea, em São Paulo.
Entenda o quadro de saúde
Dominguinhos deu entrada no hospital Hospital Santa Joana, em Recife, no dia 17 de dezembro, com arritmia cardíaca e infecção respiratória. No dia 22 daquele mês, o músico precisou passar por uma cirurgia para a colocação de um marca-passo cardíaco temporário por conta da arritmia.
Neste período, o cantor foi submetido a uma traqueostomia e hemodiálise. Dominguinhos ficou sem sedação e, mesmo assim, não se comunicava com a família e médicos. No dia 8 de janeiro, ele sofreu uma parada cardíaca no hospital, que foi revertida.
A pedidos dos familiares, no dia 13 de janeiro, Dominguinhos foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. Segundo o último boletim médico divulgado no dia 14 do mesmo mês, o músico respondia de forma satisfatória ao tratamento médico e apresentava melhora no padrão hemodinâmico e respiratório.
Dominguinhos continua com o marca-passo temporário e tomando medicações para controlar a arritmia.
Câncer
Diagnosticado com câncer de pulmão há seis anos, Dominguinhos sofreu um princípio de infarto no início de 2011, quando foi internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ele foi submetido a um cateterismo e a uma angioplastia. Por conta de seu estado de saúde, cancelou dois shows no final de 2011.
sábado, 2 de março de 2013
Dominguinhos
Dois meses após ser internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, o sanfoneiro Dominguinhos segue na semi-UTI (unidade de terapia intensiva). Segundo o filho do músico, Mauro, o quadro de saúde do músico é estável, e os batimentos cardíacos e o funcionamento dos rins "estão perfeitos".
"Ele está há dois meses entubado e até hoje não acordou. Meu pai está em um sono profundo só dele", disse o filho nesta segunda-feira (18) em entrevista ao UOL. A sedação do cantor foi suspensa no dia 2 de janeiro.
Durante todo o período de internação, Dominguinhos é acompanhado por seus filhos, Mauro e Liv Moraes, e sua ex-mulher Guadalupe Mendonça. "Meu pai não pode receber visitas por ser um quadro complicado. Então, nós nos revezamos aqui no hospital", disse Mauro.
Na último terça (12), o cantor fez 72 anos e sua família organizou uma missa no bairro da Várzea, em São Paulo.
Entenda o quadro de saúde
Dominguinhos deu entrada no hospital Hospital Santa Joana, em Recife, no dia 17 de dezembro, com arritmia cardíaca e infecção respiratória. No dia 22 daquele mês, o músico precisou passar por uma cirurgia para a colocação de um marca-passo cardíaco temporário por conta da arritmia.
Neste período, o cantor foi submetido a uma traqueostomia e hemodiálise. Dominguinhos ficou sem sedação e, mesmo assim, não se comunicava com a família e médicos. No dia 8 de janeiro, ele sofreu uma parada cardíaca no hospital, que foi revertida.
A pedidos dos familiares, no dia 13 de janeiro, Dominguinhos foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. Segundo o último boletim médico divulgado no dia 14 do mesmo mês, o músico respondia de forma satisfatória ao tratamento médico e apresentava melhora no padrão hemodinâmico e respiratório.
Dominguinhos continua com o marca-passo temporário e tomando medicações para controlar a arritmia.
Câncer
Diagnosticado com câncer de pulmão há seis anos, Dominguinhos sofreu um princípio de infarto no início de 2011, quando foi internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ele foi submetido a um cateterismo e a uma angioplastia. Por conta de seu estado de saúde, cancelou dois shows no final de 2011.
sexta-feira, 1 de março de 2013
aborto 2
ABORTO
Desde que a pessoa tenha dinheiro para pagar, o aborto é permitido no Brasil. Se a mulher for pobre, porém, precisa provar que foi estuprada ou estar à beira da morte para ter acesso a ele. Como consequência, milhões de adolescentes e mães de família que engravidaram sem querer recorrem ao abortamento clandestino, anualmente.
A técnica desses abortamentos geralmente se baseia no princípio da infecção: a curiosa introduz uma sonda de plástico ou agulha de tricô através do orifício existente no colo do útero e fura a bolsa de líquido na qual se acha imerso o embrião. Pelo orifício, as bactérias da vagina invadem rapidamente o embrião desprotegido. A infecção faz o útero contrair e eliminar seu conteúdo.
O procedimento é doloroso e sujeito a complicações sérias, porque nem sempre o útero consegue livrar-se de todos os tecidos embrionários. As membranas que revestem a bolsa líquida são especialmente difíceis de eliminar. Sua persistência na cavidade uterina serve de caldo de cultura para as bactérias que subiram pela vagina, provoca hemorragia, febre e toxemia.
A natureza clandestina do procedimento dificulta a procura por socorro médico, logo que a febre se instala. Nessa situação, a insegurança da paciente em relação à atitude da família, o medo das perguntas no hospital, dos comentários da vizinhança e a própria ignorância a respeito da gravidade do quadro colaboram para que o tratamento não seja instituído com a urgência que o caso requer.
A septicemia resultante da presença de restos infectados na cavidade uterina é causa de morte frequente entre as mulheres brasileiras em idade fértil. Para ter ideia, embora os números sejam difíceis de estimar, se contarmos apenas os casos de adolescentes atendidas pelo SUS para tratamento das complicações de abortamentos no período de 1993 a 1998, o número ultrapassou 50 mil. Entre elas, 3.000 meninas de dez a quatorze anos.
Embora cada um de nós tenha posição pessoal a respeito do aborto, é possível caracterizar três linhas mestras do pensamento coletivo em relação ao tema.
Há os que são contra a interrupção da gravidez em qualquer fase, porque imaginam que a alma se instale no momento em que o espermatozoide penetrou no óvulo. Segundo eles, a partir desse estágio microscópico, o produto conceptual deve ser sagrado. Interromper seu desenvolvimento aos dez dias da concepção constituiria crime tão grave quanto tirar a vida de alguém aos 30 anos depois do nascimento. Para os que pensam assim, a mulher grávida é responsável pelo estado em que se encontra e deve arcar com as consequências de trazer o filho ao mundo, não importa em que circunstâncias.
No segundo grupo, predomina o raciocínio biológico segundo o qual o feto, até a 12ª semana de gestação, é portador de um sistema nervoso tão primitivo que não existe possibilidade de apresentar o mínimo resquício de atividade mental ou consciência. Para eles, abortamentos praticados até os três meses de gravidez deveriam ser autorizados, pela mesma razão que as leis permitem a retirada do coração de um doador acidentado cujo cérebro se tornou incapaz de recuperar a consciência.
Finalmente, o terceiro grupo atribui à fragilidade da condição humana e à habilidade da natureza em esconder das mulheres o momento da ovulação, a necessidade de adotar uma atitude pragmática: se os abortamentos acontecerão de qualquer maneira, proibidos ou não, melhor que sejam realizados por médicos, bem no início da gravidez.
Conciliar posições díspares como essas é tarefa impossível. A simples menção do assunto provoca reações tão emocionais quanto imobilizantes. Então, alheios à tragédia das mulheres que morrem no campo e nas periferias das cidades brasileiras, optamos por deixar tudo como está. E não se fala mais no assunto.
A questão do aborto está mal posta. Não é verdade que alguns sejam a favor e outros contrários a ele. Todos são contra esse tipo de solução, principalmente os milhões de mulheres que se submetem a ela anualmente por não enxergarem alternativa. É lógico que o ideal seria instruí-las para jamais engravidarem sem desejá-lo, mas a natureza humana é mais complexa: até médicas ginecologistas ficam grávidas sem querer.
Não há princípios morais ou filosóficos que justifiquem o sofrimento e morte de tantas meninas e mães de famílias de baixa renda no Brasil. É fácil proibir o abortamento, enquanto esperamos o consenso de todos os brasileiros a respeito do instante em que a alma se instala num agrupamento de células embrionárias, quando quem está morrendo são as filhas dos outros. Os legisladores precisam abandonar a imobilidade e encarar o aborto como um problema grave de saúde pública, que exige solução urgente.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
TOC – TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Menor assume ter disparado sinalizador que matou boliviano
O Fantástico localizou o torcedor corintiano que teria detonado o sinalizador naval responsável pela morte do torcedor boliviano. Ele será apresentado nesta segunda-feira à Justiça por orientação do advogado da torcida organizada Gaviões da Fiel.
Sempre ao lado da mãe, o jovem falou com exclusividade ao repórter Valmir Salaro.
Ele tem 17 anos, é o terceiro dos seis filhos de uma família humilde. Quase quatro dias depois da tragédia na Bolívia, o garoto está novamente ao lado da mãe. Ele decidiu contar a versão dele para o que aconteceu na noite da última quarta-feira. Como é menor de idade, não pode mostrar o rosto.
Repórter: O que aconteceu?
Jovem: Bom, naquele exato momento lá que o sinalizador disparou, nós estávamos comemorando o gol. Eu trouxe o sinalizador na minha mochila, estava dentro de uma sacola, eu fui acender, para mim, era como se fosse um igual aos outros. Eu tirei a tampinha em cima, puxei a cordinha embaixo e não aconteceu nada. No momento que eu fui puxar de novo, eu estava manuseando, não sabia como manusear, puxei pela segunda vez e disparou, foi para a torcida boliviana.
Repórter: Você fez mira pra atingir a torcida?
Jovem: Não, não fiz nenhum tipo de mira. Estava apoiado na minha mão assim. Para mim só ia acender e pronto, não sabia que o negócio ia sair voando assim ou algo parecido.
Repórter: Você viu quando acertou no menino?
Jovem: Não, não. No intervalo do jogo, eu perguntei para os policiais lá se tinha machucado alguém, os policiais falaram que estava tudo bem.
Mas a torcida adversária indicava que algo grave tinha acontecido.
Jovem: Começaram a gritar assassino, falou que nós íamos morrer. Eu perguntei para o policial lá, ele falou: ‘Não, está tudo bem e o menino está bem’.
O adolescente conta que esperou a partida terminar.
Jovem: Quando acabou o jogo, nós fomos embora. Nós fomos lá para fora do estádio, esperamos nosso ônibus chegar e embarcamos no ônibus. Só fui ter certeza que ele morreu no ônibus mesmo, só na volta mesmo, que mostraram lá para mim, começaram a falar, entraram na internet. Depois daquele momento, eu falei: ‘minha vida acabou, o que eu vou fazer?’ Eu matei uma criança de 14 anos de idade.
Logo depois do jogo, 12 torcedores brasileiros foram detidos. Mas o jovem que assume ter feito o disparo não estava entre eles.
Jovem: Eu fiquei sentado e os policiais começaram a prender o pessoal que estava lá, mas eles não vieram em mim.
Repórter: E você também não se apresentou como sendo o torcedor que fez o disparo?
Jovem: Não, não porque eu fiquei com medo na hora mesmo de alguma coisa, eu fiquei com medo, não sabia o que fazer, para mim o garoto não tinha morrido, eu pensei que os meninos iam ser soltos no final do jogo.
Ele diz que foi orientado por integrantes da Gaviões da Fiel a não procurar a polícia, na Bolívia.
Jovem: Eu perguntei opinião se eu podia me entregar lá para o pessoal no lugar dos meninos. O pessoal me recomendou: ‘Não, é melhor não se entregar porque nós estamos na Bolívia, você veio com a gente, você é nossa responsabilidade’.
Repórter: Você está confessando que fez o disparo do sinalizador porque realmente você fez isso ou para proteger alguém da torcida?
Jovem: Não, não protegi ninguém não. Eu só quero assumir meu erro mesmo. Porque não é certo as pessoas pagarem por uma coisa que não fizeram, se eu tivesse no lugar delas, também não queria pagar com uma coisa que eu não fiz, ficar preso injustamente.
O adolescente contou que faz parte da torcida organizada há dois anos e que não conhecia os torcedores que ficaram presos.
Jovem: Eu conheço eles de vista.
O jovem diz que comprou o sinalizador naval na Rua 25 de março, área de comércio popular em São Paulo.
Jovem: Fui comprar uns jogos do videogame lá, eu vi um cara vendendo, eu falei: ‘vou comprar um sinalizador para levar para o jogo’.
Para ele, o sinalizador seria usado para chamar a atenção dos outros torcedores da Gaviões.
Jovem: Quis buscar um espaço, quis mostrar que eu que fiz aquilo lá, quis fazer uma festa para o Corinthians. Eu amo o Corinthians.
O advogado da torcida organizada Gaviões da Fiel diz que o adolescente vai ser encaminhado à Justiça na tarde de segunda. “Ele vai ser apresentado juntamente com a mãe dele, mas o juiz da vara Da Infância e Juventude provavelmente aplicará algum tipo de medida sócio-educativa, nesse primeiro momento, e entregará a guarda desse menor à mãe, que responsável e representante legal dele”, afirmou o advogado Ricardo Cabral.
Segundo a especialista em direito internacional Maristela Basso, os dois países têm acordo de extradição, mas isso não se aplica a menores porque Brasil e Bolívia seguem a convenção da ONU sobre os direitos da criança e do adolescente.
“Se trata de uma criança, um menor para não dizer uma criança, e, portanto, ele é submetido a uma legislação especial, tanto aqui quanto na Bolívia, muito semelhante a legislação, protetiva da criança”, ressalta Basso.
O jovem brasileiro pode ter que prestar serviços comunitários ou ficar apreendido por no máximo três anos.
Repórter: O que você diria pra família do garoto?
Jovem: Primeiramente, perdão mesmo. Não só para a família do Kevin, mas para a família dos meninos que estão presos lá também.
A mãe do jovem diz que, se o filho não se apresentasse como autor do disparo, ela mesma o entregaria à polícia.
Mãe do jovem: Ele sabe, ele me conhece, ele sabe que eu entregaria ele.
Repórter: Se a senhora pudesse ter contato com a família desse garoto, o que a senhora diria para a família?
Mãe do jovem: Eu pediria perdão à mãe, eu sei a dor que ela está sentindo. Eu sei que jamais, é uma coisa que mãe nenhuma perdoa, mas eu pediria.
Repórter: A senhora perdoaria se a situação fosse ao contrário?
Mãe do jovem: Eu acho que não.
Repórter: Como você se sente agora?
Jovem: Eu me sinto a pior pessoa do mundo. Não sei mais o que fazer da minha vida. Me arrependo amargamente.
'Olha uma coisa chama-se perdão, perdão de um erro inrreparavel por que se trata de uma morte, a outra coisa chama se responsabilidade, coisas que a gente não vê principalmente por esses torcedores, a gente sabe tambem que estam em jogo muitos interesses, e sabemos que aqui no Brasil nem sempre se faz justiça.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Suspeita de matar pacientes diz que procedimentos foram atos médicos
A médica é Virgínia Helena Soares de Souza
Olha é preocupante o caso,lugar onde vivemos as ultimas esperanças, nunca deveriam acontecer essas barbaridades.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
ANJO DA GUARDA
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Seis estratégias simples para emagrecer com saúde.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Nunca julgue ninguem
Um médico entrou no hospital com pressa depois de ser chamado a uma cirurgia de emergência. Ele respondeu ao chamado, o mais rápido possível, mudou de roupas e foi diretamente para o bloco cirúrgico. Ele encontrou o pai do menino indo e vindo na sala de espera do médico. Depois de vê-lo, o pai gritou:
"Por que você tomou todo esse tempo para vir, não sabia que a vida de meu filho está em perigo... você não tem senso de responsabilidade??"
O médico sorriu e disse: "Desculpe, eu não estava no hospital e eu vim o mais rápido que pude depois de receber a chamada... E agora, eu gostaria que você se acalma-se para que eu possa fazer o meu trabalho"
"Me acalmar? E se fosse seu filho quem estivesse nesta sala agora, você estaria calmo? Se o seu filho fosse agora o que estivesse morrendo?" Disse o pai irritado
O médico sorriu novamente e respondeu:. "Eu vou dizer o que disse Jó na Bíblia "Do pó viemos e ao pó voltaremos, bendito seja o nome de Deus" Os médicos não podem prolongar a vida. Vou interceder por seu filho, vamos fazer todo o possível pela graça de Deus "
"Dar conselhos quando não estamos em situação é tão fácil", murmurou o pai.
A cirurgia levou algumas horas, depois que o médico saiu feliz, "Graças a Deus! Seu filho está salvo!"
E sem esperar por uma resposta do pai, com muita pressa olha para o relógio e foge. Ao mesmo tempo que vai, ele disse: "Se você tiver alguma dúvida, pergunte a enfermeira!"
"Por que é tão arrogante? Não podia esperar mais alguns minutos para eu pedir mais informações sobre o estado do meu filho"
E a enfermeira, cheia de lágrimas pelo seu rosto:
"O filho do Dr. morreu ontem em um acidente de estrada, o médico estava no cemitério quando você chamou para realizar a cirurgia do SEU FILHO. E agora que ele salvou a vida de seu filho, ele correu para terminar o sepultamento de seu filho."
Não julgue as pessoas, você não sabe qual é a realidade delas...
Nunca julgue ninguém, porque você nunca sabe nada sobre a vida dessa pessoa e o que está acontecendo na vida dela.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Sexo entre profissional e paciente
Cheryl Greene, terapeuta sexual cujo trabalho é mostrado no filme 'As Sessões'
Folha - Como você se tornou "terapeuta sexual substituta?"
Cherryl Cohen Greene - No início dos anos 1970 eu morava na Califórnia, no centro da revolução de costumes nos EUA. Ganhava um dinheiro como modelo-vivo, posando nua, quando soube desse trabalho. Conversei com meu marido na época. Vivíamos um casamento aberto, eu já tinha tido vários parceiros sexuais e ele também. Ele apoiou minha decisão.
O que é preciso fazer para ser esse tipo de terapeuta?
Um curso. Tem quem ache que só por ser bonita e ter tido muitos parceiros pode oferecer o tratamento. Mas ajudamos pessoas que têm dificuldades --não conseguem ter ereção ou orgasmo, nunca fizeram sexo. Precisam de alguém aberto, amoroso e sensível em quem confiem para aprender a superar.
Como é feito o trabalho?
São oito sessões, em cada uma há experiências diferentes, não só sexuais. Ajudo a pessoa a relaxar. Ao tocar um cliente pela primeira vez não quero que pense na ereção. O ponto é fazer com que se conheça e se abra ao prazer.
Há protocolo dessa terapia?
Sim. Foi desenvolvido pelo casal Master e Johnson. Trabalhamos com um terapeuta convencional, que não tem contato físico com o paciente (prefiro chamar de cliente).
É o terapeuta convencional que nos indica. Após a sessão, fazemos um relatório para esse terapeuta.
Na primeira sessão ensino o cliente a relaxar e massageio seu corpo inteiro. Na seguinte, o cliente me massageia e eu o conduzo, mostrando do que gosto ou não. Depois vem o exercício com o espelho, a pessoa se olha nua. Daí começam carícias mais íntimas, ensino a manter a ereção por mais tempo, a penetrar uma mulher de forma mais prazerosa para ela.
Como você encara o sexo sem envolvimento afetivo?
Tudo o que é consensual entre adultos é válido. O lindo do meu trabalho é que você não precisa se apaixonar, mas tem que se tornar íntimo da pessoa e respeitá-la. E é lindo saber que 85% conseguem uma vida sexual satisfatória depois das sessões.
Como evita que o cliente se apaixone por você?
Conto detalhes da minha vida privada a ele, digo que sou casada e feliz. Isso já diminui as expectativas.
E se você se apaixonar?
Já aconteceu. Estou casada com ele há 32 anos. Bob me procurou depois que terminaram as sessões. Na segunda vez que saímos já fizemos sexo fora do "consultório".
O que ele acha desse trabalho?
Eu nem me apaixonaria se ele não aprovasse o que faço. Quando lhe perguntam, ele diz que sabe o que fiz por ele e o que posso fazer para melhorar a vida de outros.
É outro casamento aberto?
Não. O amor é uma coisa, o trabalho é outra. Guio o cliente, ensino. Faz parte da terapia eu mesma ter orgasmo. Muitos precisam saber que são capazes de fazer isso. Para mim, termina ali.
Você ainda trabalha?
Tenho três clientes. Quando comecei, atendia dez por semana. Vivemos uma onda conservadora, há menos gente fazendo. Espero que com o filme e o livro mais gente se interesse pelo trabalho.
http://www1.folha.uol.com.br/
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Rebelião na Fundação Casa deixa saldo de 12 feridos
CAIU A MARQUISE DO HOSPITAL REGIONAL DE SOBRAL
O que me parece esdrúxulo não é a marquise do Hospital Regional de Sobral ter caído, nem muito menos ter ferido dois operários que trabalhavam na obra. Bizarro mesmo é a continuação da notícia: “as duas pessoas atingidas foram encaminhadas à Santa Casa de Misericórdia de Sobral para serem socorridas…”
Mas, o tal hospital não foi inaugurado? Não tem um Serviço de Emergência? Não funciona?
Esclarece o blog do Eliomar: “O hospital, que deve começar a funcionar totalmente em maio, foi inaugurado há um mês com festa da cantora baiana Ivete Sangalo, que recebeu cachê de R$ 650 mil do Governo do Estado.”
No hospital foram gastos aproximadamente R$ 120 milhões de reais.
Por: Mourão
vete Sangalo fez show de inauguração do hospital com cachê de R$ 650 mil (Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Mais uma prova que DEUS existe....
Em 2007 estava acontecendo um teste (peneira) aqui em Bacabal...era o ultimo dia de testes quando me avisaram e pediram que eu fosse la. Pensei bem e decidi ir, mas sem muitas esperanças. Chegando la participei do coletivo, joguei mais ou menos uns 15 min. Quando acabou, me chamaram e disseram que eu havia passado no teste pra jogar em um clube la em Fortaleza. Depois falaram com meus pais e queriam me levar logo para que eu pudesse jogar o campeonato. Bem aceitei, meus pais aceitaram tbm...a viajem estava marcada para uma sexta feira... véspera do dia das mães. Então saímos daqui de Bacabal 5h da manha mais ou menos. Quando estávamos a poucos quilômetros de Caxias-MA, um outro carro desviou de um buraco e bateu de frente com o carro em que eu estava...foi algo tragico...eu não consegui ver nada pq estava dormindo...mas dpois me contaram tudo. Alguns minutos depois acordei na beira da pista, não lembro de quase nada...mas algumas pessoas que estavam la no local e que tive o privilegio de encontrar novamente disseram que eu nao parava quieto no lugar, andava no meio da BR pra la e pra cá atordoado...dpois lembro que passei a mão no rosto e tive um grande susto...meus dedos tocaram os ossos do meu rosto, pois estava aberto de cima a baixo...meus lábios se partiram, minha lingua ficou toda cortava que mal conseguia falar...então pararam uma caminhonete e me colocaram na carroceria, lembro tbm que eu me tramia muito...e as pessoas que estavam la me ajudando, disseram que eu estava agonizando, ja quase morto...e como é normal do ser humano...naquele momento me consideraram como morto. Ei mas esqueceram algo...DEUS ESTAVA NO CONTROLE, eu sentia que algo me fortalecia naquele momento, Deus mandou anjos naquele momento para que estivessem ali comigo. Então fui levado para um hospital em Teresina, cheguei pela manhã ainda, e so foram me atender à noite quando meus pais chegaram com meus documentos. Entao costuraram meu rosto e passei mais ou menos la, uma semana. O Dr. de Fortaleza que é o dono do mesmo time que eu ia defender...ligou para meus pais e pediu que me levassem para Fortaleza urgentemente...entao fui pra o Hospital de la, onde bancaram toda minha cirurgia e nessa cirurgia teve a mão de Deus para conduzir os médicos pois era muito arriscada. Graças a Deus ocorreu tudo bem depois de 7h de cirugia. Hj tenho uma placa de titânio na cabeça e mais ou menos uns 80 parafusos a mais...rsrs. Mas nunk senti nenhuma dor, e como o Dr. prometeu, ele fez a cirugia para que eu pudesse voltar a jogar futebol...e hj cabeceio bola...e ate faço alguns gols de cabeça...rsrsrs. TUDO ISSO GRAÇAS AO MEU BOM DEUS. Vlw galera por lerem um pouco da minha historia....abraços
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