domingo, 21 de fevereiro de 2010

Dois torcedores do São Paulo ficam feridos após ataque de palmeirenses

Agressão a são-paulinos ocorreu na Rua Monte Alegre, em Perdizes.
Vítimas foram levadas para a Santa Casa, no Centro; ninguém foi preso.



Dois torcedores do São Paulo ficaram feridos depois de serem atacados por um grupo de plameiresenses, por volta das 16h30 deste domingo, na altura do número 200 da Rua Monte Alegre, em Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo, de acordo com informações da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

Palmeiras e São Paulo se enfrentam neste domingo, no Parque Antarctica, também na Zona Oeste, pelo Campeonato Paulista de 2010. O clássico teve início às 17h. Os dois são-paulinos foram socorridos por equipes do Corpo dos Bombeiros e encaminhados à Santa Casa de Misericórdia, no Centro da capital. Segundo a polícia, ninguém foi preso pelas agressões. O caso foi registrado no 23º DP, de Perdizes.


Confrontos
Segundo a Polícia Militar de São Paulo, foram registrados neste domingo confrontos entre torcedores do Palmeiras e do São Paulo na Zona Leste da capital e em Santo André, no ABC, horas antes do clássico entre estas duas equipes.

Por volta das 13h30, palmeirenses e são-paulinos se enfrentaram nas imediações da estação da CPTM de Santo André. Com a chegada da polícia, muitos correram para a estação e pegaram o trem. Ao menos sete deles, no entanto, foram detidos portando pedaços de pau e de ferro. Eles foram levados para 1º DP do município, onde prestaram depoimento.

E, às 10h, pelo menos 57 torcedores do São Paulo foram presos, também portando paus e pedaços de ferro, no Itaim Paulista, na Zona Leste de São Paulo. Pouco antes eles teriam participado de um ataque a um ônibus com palmeirenses na Rua Enseada das Garoupas, próximo à Praça Sílvia Telles. Os torcedores detidos foram encaminhados ao 50° DP, no Itaim Paulista. Não há registro de vítimas nem de danos materiais

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A crise do Palmeiras e a demissão de Muricy


A crise do Palmeiras e a demissão de Muricy


Por PAULO MASSINI*
O jornal "O Estado de S.Paulo" publicou, no dia 28 de dezembro de 2009, um estudo sobre a saúde financeira dos clubes brasileiros, referente ao ano de 2008, realizado pela Casual Auditores.
Confesso que fiquei surpreso com o resultado: o Palmeiras é o clube grande de São Paulo que tem a menor dívida, R$ 55 milhões.
O São Paulo deve R$ 143,2 milhões, o Santos R$ 134,2 e o Corinthians R$ 118,2.
Este é o problema palmeirense que reflete dentro de campo: má qualidade de gestão dos seus recursos.
O clube tem um estádio muito bem localizado, dois centros de treinamento, um clube de campo inútil, e o seu maior patrimônio, 15 milhões de torcedores.
Mesmo assim, os seus dirigentes não conseguem transformar os bons números, inclusive o da sua dívida em recursos financeiros para as devidas contratações.
Em janeiro de 2011 o Palmeiras complerá seis anos de gestão pós Mustafá Contursi e o resultado é ruim.
Luiz Gonzaga Beluzzo foi eleito presidente e trouxe com ele uma idéia de modernização, não só do futebol, mas também do clube social.
Até o momento a Arena Palestra não saiu do papel e a gestão do futebol sob o comando de Gilberto Cipullo e Toninho Cecílio cometeu muitos equívocos.
Começou com a contratação de Vanderlei Luxemburgo.
Um ex-técnico ainda em atividade e muito centralizador.
Luxa mandou contratar Edmilson e Mozart. Eles custaram R$ 500 mil reais por mês enquanto vestiram a camisa palmeirense inflacionando a folha de pagamento.
Com eles vieram outros:Jumar, Sandro Silva, Jeferson e Marcão.
Luxemburgo não fez questão de segurar o zagueiro Henrique, afinal ele tinha um substituto pronto para jogar.
Indicou e a direção contratou Gladstone.
Valdívia não queria sair, foi negociado a preço de banana porque Luxa acreditava que o chileno e Diego Souza não poderiam jogar juntos.
Kleber foi embora e o Palmeiras não fez o esforço devido para segurá-lo.
O presidente Beluzzo, renomado economista, mandou diminuir o orçamento do futebol em 30%.
Manda quem pode obedece quem tem juízo.
Com menos recursos, o torcedor do Palmeiras segue sendo iludido com as promessas de Kleber, Valdívia e outros nomes.
Quando Beluzzo demitiu Luxemburgo e arrumou a casa com Jorginho, o título brasileiro estava próximo.
Nova mudança de rumos com a contratação de Muricy Ramalho.
O time caiu de produção também pela falta de planejamento do elenco
O técnico no momento decisivo, não encontrou substitutos para Pierre, Cleiton Xavier e Maurício Ramos que se machucaram.
O resultado vocês já sabem qual foi: Muricy Ramalho demora muito para acertar os times que dirige.
Não teve e não terá este tempo no Palmeiras, pois foi demitido e levou com ele o gerente de futebol Toninho Cecílio.
Mais uma multa para a surrada folha de pagamento.
Muricy tem responsabilidade na queda do time em 2009 e no futebol ruim deste início de temporada.
No tempo em que permaneceu deixou claro, honesto como sempre foi, que não queria jogador meia boca da Traffic e afastou Marquinhos e outros.
Na base abriu diálogo com os técnicos do Junior e do Palmeiras B, aproveitou Gualberto que estava de saída , João Arthur e Gabriel Silva bons jogadores e no final perdeu a guerra fria com o Cipullo.
Como já vimos os dirigentes da Sociedade Esportiva Palmeiras não conseguem transformar em recursos, seja humano ou financeiro, os seus valiosos bens.
Estádio próprio e bem localizado, a menor dívida dos grandes times de São Paulo, dois centros de treinamento, um clube social e outro de campo totalmente inútil, além do seu maior capital, os 15 milhões de torcedores ávidos por uma gestão decente e competente.
Ainda há tempo para correção de rumos.
Este grupo que comanda o futebol hoje, denominado MUDA PALMEIRAS, que nasceu com a marca da esperança de reorganização de um clube e de luta contra a tirania, precisa refletir, se unir e agir com inteligência e rapidez, para que o mal e seus asseclas mustafianos não retornem como um tsunami.
Mama mia!
*Paulo Massini é comentarista da Rede CBN de rádio.

SELEÇÃO BRASILEIRA

A Edição do meu blog agora vai se chamar ACONTECE, falaremos das atualidades e tudo o que esta contecendo de mais importante, como estamos no ano de copa do mundo, eu vou falar hoje sobre a seleção brasileira, a imagem que temos da seleção da ultima copa, de 2006, é extremamente negativa.
Quatro anos após o fiasco da Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, quando aseleção brasileira foi eliminada pela França, nas quartas de final da competição, o atacante Robinho, do Santos, garante que a equipe canarinho chegará muito mais bem preparada para a Copa de 2010, na África do Sul. O Mundial começa no dia 11 de junho. O Brasil estreia dia 15, contra a Coréia do Norte. 
E Robinho tem autoridade para dar a sua opinião sobre esse assunto polêmico. Afinal, era um dos caçulas do grupo de 2006 e, agora, é titular absoluto do técnico Dunga. Consegue estabelecer a comparação. Em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM e à Rádio Globo, nesta sexta-feira à tarde, no CT Rei Pelé, o Rei das Pedaladas afirmou que, em 2006, o time chegou à Alemanha mal preparado fisicamente. 

- Agora, é diferente. O grupo está fechado, focado e bem preparado. O Dunga conseguiu isso. Quando a seleção brasileira está unida, fica muito difícil de ser batida. Os erros de 2006 não serão cometidos - afirma o jogador. 

Um ponto bastante criticado na Copa de 2006 foi a badalação. Os treinos abertos em Weggis, na Suíça, onde a seleção se preparou, transformaram-se em eventos confusos, tumultuados inclusive com invasão de campo. Para Robinho, o assédio hoje em dia está mais controlado, mas ele não acha que esse questão tenha sido responsável pela queda da equipe na Alemanha. 

- Seleção brasileira é assim mesmo, arrasta muita gente. Não acho que isso tenha atrapalhado tanto, a gente se acostuma. Para mim, o maior problema mesmo foi que não estávamos tão bem preparados para a disputa de uma Copa do Mundo. Trata-se de um torneio curto, com sete jogos. Por isso, o principal fator é físico mesmo. Temos de chegar inteiros. 

Ronaldinho Gaúcho 

Robinho é fã do meia do Milan, faz muitos elogios ao gaúcho, mas não se mete a fazer lobby pela convocação do jogador. 

- Olha, o Ronaldinho é um craque, gosto muito dele. Agora, quem decide é o Dunga, né? Ele é quem tem de convocar.
visite o site
http://globoesporte.globo.com

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Acidente com avião no Texas não parece ter sido terrorismo, diz Casa Branca

Obama está informado sobre a situação, disse porta-voz Robert Gibbs.
Monomotor chocou-se contra prédio comercial em Austin.




O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, disse que o acidente aéreo desta quinta-feira (18) no Texas não parece ter sido um atentado terrorista.

Um avião de pequeno porte se chocou contra um prédio comercial em Austin, capital do Texas, na manhã desta quinta, deixando ao menos dois feridos, segundo a polícia local.

O presidente Barack Obama foi informado sobre a situação e está acompanhando o caso, segundo Gibbs.

O Departamento de Segurança Interna está investigando "todos os ângulos" do incidente, disse Gibbs a bordo do Air Force One, o avião presidencial, antes de partir para viagem ao estado do Colorado.

Imagem do prédio e dos destroços logo depois do choque. (Foto: AFP)




Ampliar FotoFoto: Editoria de Arte /G1

mapa acidente avião austin texas (Foto: Editoria de Arte /G1)

As informações sobre o acidente ainda são desencontradas.

Autoridades federais ouvidas pela
rede CNN teriam afirmado que o piloto teria jogado a aeronave contra o prédio após atear fogo à própria casa, mas não há confirmação oficial dessa informação.

http://g1.globo.com

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Com enredo 'do Orkut', Unidos da Tijuca encerra jejum e vence carnaval do Rio


Enredo sobre mistérios da humanidade foi sugerido em rede social.
Comissão de frente impressionou com rápida troca de roupas.

Pela primeira vez em 74 anos, a Unidos da Tijuca conquistou o título de melhor escola de samba do carnaval do Rio de Janeiro, com 299.9 pontos. O resultado saiu nesta quarta-feira (17), após uma acirrada apuração de quesitos na qual a Grande Rio (299.4 pontos) e a Beija-Flor de Nilópolis (299.2 pontos) figuraram como maiores rivais. A Unidos do Viradouro foi rebaixada e, em 2011, vai ser substituída pela São Clemente, campeã do Acesso.

O último campeonato da escola da Zona Norte do Rio havia sido no distante 1936, ainda na primeira década de desfiles oficiais, quando a Tijuca saiu com o samba-enredo "Natureza Bela do Meu Brasil". Nos últimos dez anos, a escola havia sido vice-campeã duas vezes, em 2004 e 2005, ambas com o atual carnavalesco, Paulo Barros.


O título de 2010 é o primeiro da escola do Morro do Borel na era do sambódromo. É também o segundo ano consecutivo em que o título do carnaval do Rio fica no bairro da Tijuca. Em 2009, o Salgueiro, também do bairro, havia sido o campeão do Grupo Especial.

A Unidos da Tijuca, que desfilou na primeira noite do Grupo Especial na Sapucaí, explorou mistérios da humanidade. O enredo "É segredo" foisugerido ao carnavalesco Paulo Barros por um adolescente, pelo Orkut.

O desfile "pop" da Tijuca teve truques de mágica, “fogo dourado”, mafiosos, personagens de quadrinhos esquiando em plataformas e até uma homenagem ao cantor Michael Jackson, morto em 2009. 

 Mágica na avenida
A Tijuca desfilou com seis carros alegóricos e 3,6 mil componentes, divididos em 32 alas. A surpresa veio logo na comissão de frente. Um camarim gigante montado na avenida desafiou o público a descobrir os truques dos mágicos. Bailarinas usaram o ilusionismo para trocar de roupa em segundos, seis vezes a cada execução da coreografia. Os vestidos mudavam de estampa e de tecido, e formavam, juntos, o nome da escola. 

Grávida, Adriane Galisteu acompanhou a bateria como rainha. Com uma peruca preta curta, a apresentadora se destacou no grupo em homenagem aos mafiosos e suas reuniões secretas e códigos de honra.. A bateria, com integrantes vestidos com ternos pretos, fez uma paradinha para que um carro antigo passasse pelo caminho, com mafiosos de armas em punho. 

 Fogo dourado na folia
No abre-alas, a Tijuca mostrou o mistério do incêndio da biblioteca de Alexandria, instigando o público sobre o que estaria escrito nos papiros que foram queimados. O fogo foi simbolizado com um “efeito especial”: turbinas de ventilador embaixo do carro “sopravam” fios dourados pra cima, criando chamas no carro alegórico. Paredes móveis da biblioteca giravam e revelavam foliões que estavam dentro da estrutura.

 
Outros mistérios da história também foram contados na avenida, como as minas do Rei Salomão, o cavalo de Tróia e o desaparecimento da Arca Sagrada que guardava os dez mandamentos. 

A escola também lembrou as fórmulas secretas da juventude e os mistérios da natureza, como a transformação de lagartas em borboletas. Chamou a atenção a ala que lembrava o mistério sobre o túmulo de Cleópatra. Escravos egípcios enfileirados puxavam, com cordas, um pequeno carro alegórico em homenagem à rainha.
Na terceira alegoria, os foliões brincaram de arqueologia, vasculhando vestígios dos antepassados. Placas na base do carro giravam, relevando outras faces que simbolizavam resquícios da história.

A identidade secreta de heróis de quadrinhos foi a brincadeira da quarta alegoria. Uma grande plataforma foi usada para que fantasiados de Batman esquiassem por ela. Inclinada, também foi usada para a escalada de homens-aranha.


Na ala sobre o mistério do Triângulo das Bermudas, um trocadilho: foliões com triângulos na cintura, onde bermudas estavam penduradas. 

No penúltimo carro, que falava da área 51, a base militar no deserto de Nevada, foi feita uma homenagem a Michael Jackson, com um sósia fazendo “moonwalk” no carro. “Michael vive em todas as estrelas”, dizia uma placa no carro. Símbolo da escola, um pavão gigante fechou o desfile.
http://g1.globo.com/

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

ROZAS DE OURO CAMPEÃ


Rosas de Ouro chama folião 'na palma da mão' para cantar samba sobre chocolate

Carro Rosas de Ouro


A Rosas de Ouro apostou num desfile com fantasias e coreografias caprichadas e tema "saboroso" para tentar conquistar o título do carnaval deste ano. Sexta escola a desfilar no primeiro dia de apresentações no Anhembi, em São Paulo, a escola procurou empolgar com o cheiro de chocolate na avenida, "paradinhas" da bateria e chamando o público "na palma da mão". 



Antes da Rosas de Ouro, passaram pelo Anhembi a Imperador do IpirangaLeandro de ItaqueraAcadêmicos do TucuruviMancha Verde e Vila Maria.

"Este é o nosso ano. Este campeonato é nosso e ninguém vai tirar", disse o intérprete Darlan, em uma espécie de "grito de guerra" no início do desfile. No ano passado, a escola ficou em terceiro lugar.



Este ano, a Rosas de Ouro contou a história do cacau e da produção do chocolate. A escola entrou na avenida às 5h31 com 3,5 mil componentes, divididos em 22 alas. Logo nos primeiros minutos, enfrentou problemas. Alguns integrantes da comissão de frente chegaram atrasados. 

A comissão representou a chegada dos espanhóis ao Golfo do México, que foram recebidos como deuses pelos povos nativos. O engano significou a morte para os nativos, os olmecas. Com isso, o cacau acabou levado para a Europa.

O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Luiz Antonio Butinhão Junior e Sueli Aparecida Riça Costa, foi apelidado pelo carnavalesco da Rosas de Ouro de 'cacau-rosé'.

No abre-alas, um templo sagrado mostrou o imperador Montezuma, que tomava a bebida feita do cacau em taças de ouro, que descartava depois para mostrar que o cacau valia mais que o ouro.

No abre-alas, a escola fala sobre a descoberta do cacau pelos espanhóis. A bateria, que vem com 250 ritmistas, lembra o filme "A Fantástica Fábrica de Chocolate" e o personagem Willy Wonka. Além de rainha de bateria da escola, Ellen Roche também simboliza a rainha da Fábrica de Chocolate.
    
  
Daigo Oliva
Ellen Rocche

No segundo carro, o fascínio dos espanhóis pela bebida. Máquinas que produziam cascatas de chocolate derretido se encarregavam de deixar os foliões com água na boca.

 No carro seguinte, uma homenagem ao museu do chocolate, em Colônia, na Alemanha. O quarto carro trouxe o chocolate como um presente. A escola mostrou bombons e a paixão despertada nos homens.

Um gigante cesto de ovos de Páscoa com braços, pernas e a cabeça de um coelho encerrou o desfile com tranquilidade. A escola fechou a passagem pelo Anhembi com o dia amanhecendo.

 A Rosas de Ouro apostou num desfile com fantasias e coreografias caprichadas e tema "saboroso" para tentar conquistar o título do carnaval deste ano. Sexta escola a desfilar no primeiro dia de apresentações no Anhembi, em São Paulo, a escola procurou empolgar com o cheiro de chocolate na avenida, "paradinhas" da bateria e chamando o público "na palma da mão". 



Antes da Rosas de Ouro, passaram pelo Anhembi a Imperador do IpirangaLeandro de ItaqueraAcadêmicos do TucuruviMancha Verde e Vila Maria.



O último título da Rosas havia sido em 1994. Em segundo lugar ficou a Mocidade Alegre, campeã do carnaval do ano passado, com 0,25 ponto de diferença em relação à Rosas.
VEJA TODAS AS NOTAS DA APURAÇÃO EM SP

Raul Zito
Comemoração na quadra da Rosas de Ouro (Foto: Raul Zito / G1)

Classificação/EscolaNota
1º Rosas de Ouro270,00
2º Mocidade Alegre269,75
3º Vai-Vai269,25
4º Mancha Verde269,00
5º Gaviões da Fiel268,75
6º Unidos de Vila Maria268,75
7º Império de Casa Verde268,50
8º Acadêmicos do Tucuruvi268,25
9º X-9 Paulistana268,00
10º Pérola Negra268,00
11º Águia de Ouro265,00
12º Tom Maior259,50
13º Imperador do Ipiranga258,25
14º Leandro de Itaquera257,50
Leandro de Itaquera e Imperador do Ipiranga foram rebaixadas.

O desempate entre Mocidade e Rosas  ocorreu no último quesito, comissão de frente. Justamente, a comissão que teve dificuldades no dia do desfile.

Alguns integrantes da comissão de frente da Rosas entraram na avenida atrasados, mas chegaram a tempo de se apresentar aos primeiros jurados. Representou a chegada dos espanhóis ao Golfo do México, que foram recebidos como deuses pelos povos nativos. O engano significou a morte para os nativos, os olmecas. Com isso, o cacau acabou levado para a Europa.

A escola entrou na avenida com 3,5 mil componentes, divididos em 22 alas. Logo nos primeiros minutos, enfrentou problemas.

 Desfile
A Rosas de Ouro apostou num desfile com fantasias e coreografias caprichadas e tema "saboroso" para tentar conquistar o título do carnaval deste ano. Sexta escola a desfilar no primeiro dia de apresentações no Anhembi, em São Paulo, a escola procurou empolgar com o cheiro de chocolate na avenida, "paradinhas" da bateria e chamando o público "na palma da mão".

No carro abre-alas, um templo sagrado mostrou o imperador Montezuma, que tomava a bebida feita do cacau em taças de ouro, que descartava depois para mostrar que o cacau valia mais que o ouro.
 

 Comemoração
Após o resultado da apuração, o diretor de bateria, Rafael "Gordinho", disse: "Acreditamos até o último minuto de que sairíamos vitoriosos. A Rosas estava batendo na trave faz tempo. Agora é a nossa vez."

Outros diretores correram até a arquibancada para agradecer aos torcedores que estavam presentes no Sambódromo do Anhembi. O diretor de harmonia, Roberto Dias, chorava muito e mal conseguia falar. "São 15 anos com esse grupo, é demais", disse.

A presidente da escola, Angelina Basílio, havia se retirado da pista um pouco antes do fim da apuração com medo de ser atingida por um dos objetos atirados pela torcida da Gaviões. Ela acompahou as últimas notas de dentro do camarote. 


 Ea gaviões hem????


Torcedores da Gaviões atiram objetos contra outras


Torcedores da Gaviões da Fiel atiraram objetos e promoveram tumulto durante a divulgação das notas das escolas de samba de São Paulo na tarde desta terça-feira (16) no sambódromo do Anhembi, na capital paulista.



Revoltados com as notas dadas pela comissão julgadora dos desfiles, torcedores da Gaviões, que ocupam as arquibancadas superiores do Anhembi, atiraram garrafas de plástico e outros objetos contra as torcidas das outras escolas.
Thiago Reis
Fotógrafa da Vai-Vai atingida por cadeira é atendida
Diante do tumulto, a diretoria da Gaviões se deslocou até a arquibancada da Gaviões para pedir que eles parassem.

"A revolta é pelas notas injustas, mais uma vez o preconceito está acima de tudo”, disse o presidente da Gaviões Eduardo fontes, referindo-se ao preconceito em relação às escolas ligadas a times de futebol.

A estimativa da Polícia Militar é de que haja cerca de 4 mil torcedores da Gaviões presentes no Anhembi. O público total é estimado entre 5 mil e 6 mil.

Algumas pessoas saíram feridas do tumulto, como é o caso de uma repórter fotográfica da Vai-Vai, que relatou ter sido atingida na perna por uma cadeira e, chorando muito, recebeu atendimento médico.
Acho que agora para o bem do carnaval, a liga das escolas de samba deveria exclui de vez essa Gaviões, pelo menos é o que eu espero.




Um outro repórter também foi atingido e foi levado por uma ambulância com um corte de cerca de 3 cm na cabeça.
 torcidas durante apuração