quarta-feira, 5 de abril de 2017

Adeus sistema análogico


O Ex-presidente Lula da Silva em pronunciamento durante cerimônia de início das transmissões da TV digital no Brasil, ocorrida na Sala São Paulo em 2007. A televisão digital no Brasil remete à implementação do sistema digital de televisão no Brasil que, entre 2006 e 2007, se definiu de maneira significativa, apesar das polêmicas quanto ao padrão adotado e alguns impasses ainda pendentes. A primeira transmissão oficial de sinal de TV digital no Brasil ocorreu em 2 de dezembro de 2007, às 21h20, na Sala São Paulo, na cidade de São Paulo. A solenidade reuniu mais de 2000 pessoas e contou com a presença do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e de grandes empresários do setor. A partir de maio de 2008, teve início a campanha de popularização da televisão digital brasileira, que incluía demonstrações em pontos de grande circulação.[1] Nesta época várias cidades em quatro das cinco regiões do Brasil e suas respectivas capitais já possuíam transmissão digital antes da expectativa inicial, mesmo assim em 2008 apenas 470 mil aparelhos aptos a receber o sinal digital foram vendidos e a cifra atingia apenas cerca de 907 mil brasileiros.[2] Em 2009, o governo iniciou uma ampla campanha de divulgação sobre o que era a televisão digital, seus benefícios, além de fazer acordos com as fabricantes para baratear os preços, e a partir disso, as vendas de televisores aptos ao sistema digital melhoraram consideravelmente.[3] No final de julho de 2012 a TV Acre e a TV Rondônia, afiliadas da Rede Globo em Rio Branco, no Acre e Porto Velho, em Rondônia, iniciam as transmissões digitais, sendo as últimas que faltavam, agora todas as capitais brasileiras passam a ter acesso à TV Digital. A partir de agosto de 2012, 44.9 milhões de brasileiros residentes nas capitais e 43.041.964 habitantes de outras cidades já têm acesso a pelo menos um dos canais digitais brasileiros.[4] Em 2016, Gilberto Kassab disse que a TV Digital do Brasil terá resolução 4K a partir de 2020. Desligamento da Televisão Analógica O Brasil é primeiro país no mundo a conduzir o desligamento analógico em conjunto com o leilão de parte da faixa usada pela televisão. No ano de 2014, a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), publicou o edital n°2/2014-SOR/SPR/CD-ANATEL [7], referente ao leilão de radiofrequências na faixa de 700 MHz (mais especificamente, a faixa de 708-803 MHz) para o uso do sistema de quarta geração de telefonia móvel (4G), em atendimento às políticas governamentais de desenvolvimento da banda larga no País [8], e consoante com a identificação internacional da faixa, pela União Internacional de Telecomunicações – UIT, para serviços de telefonia móvel [9]. O leilão, ocorrido em 30 de setembro de 2014, arrecadou cerca de 9 bilhões de reais [10], dos quais parte deverá ser reservada para cumprir obrigações do desligamento. O leilão da faixa de 700 MHz trouxe consigo a necessidade de remanejamento de canais de televisão que atualmente utilizam a faixa. As emissoras analógicas e digitais que ocupam a faixa UHF compreendida entre os canais 52 ao 69 deverão ser realocadas, dentro da mesma faixa, para os canais 14 a 51. Em algumas cidades grandes, como São Paulo e Belo Horizonte, a grande ocupação do espectro impede que o remanejamento dos canais para uso pelo 4G seja feito sem que antes haja o desligamento analógico. Data do desligamento Agrupamento dos municípios 2016 15/02/2016 - 01/03/2016 Rio Verde 26/10/2016 - 17/11/2016 Brasília 2017 29/03/2017 São Paulo 31/05/2017 Goiânia 26/07/2017 Belo Horizonte Fortaleza Sobral Juazeiro do Norte Recife Salvador 27/09/2017 Campinas Franca Ribeirão Preto Santos São Paulo Vale do Paraíba 25/10/2017 Rio de Janeiro Vitória 2018 31/01/2018 Curitiba Florianópolis Porto Alegre 28/03/2018 Bauru Presidente Prudente São José do Rio Preto São Luís 30/05/2018 Belém João Pessoa Maceió Manaus Teresina Aracaju Natal 28/11/2018 Boa Vista Campo Grande Cuiabá Macapá Palmas Paraná Oeste do Paraná Porto Velho Rio Branco Rio de Janeiro Interior do Rio de Janeiro Rio Grande do Sul Sul do Rio Grande do Sul São Paulo Interior de São Paulo 05/12/2018 Blumenau Jaraguá do Sul Joinville Campina Grande Dourados Bandeira caruaru.jpg Caruaru Petrolina Rondonópolis Feira de Santana Vitória da Conquista Governador Valadares Juiz de Fora Uberaba Uberlândia Imperatriz Marabá Mossoró Parnaíba Santa Maria 2023 Todas as outras cidades Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Caixa socorreu Odebrecht no estádio do Corinthians com R$ 350 milhões


A Odebrecht fez uma transação sigilosa com a Caixa Econômica Federal em 2014 para cobrir um buraco milionário para construção da Arena do Corinthians, palco da abertura da Copa do Mundo. Conforme o jornal Folha de S.Paulo, o dinheiro, gasto pela empreiteira no estádio, não tem prazo para retorno. Para ajudar a Odebrecht a recuperá-lo, o banco estatal comprou debêntures (títulos de crédito lançados ao mercado para captar recursos) emitidas pela empreiteira no valor de ao menos R$ 350 milhões. Na prática, funciona como um empréstimo. A Odebrecht terá que devolver esse recurso à Caixa com juros. O ex-presidente do Corinthians e atual deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP), que participou do projeto de construção da arena, confirmou à Folha a transação, mas disse que não comentaria o negócio porque o acerto foi feito entre a Caixa e a Odebrecht, sem envolver o clube. Em 2014, a Odebrecht fez uma única emissão de debêntures, com valor próximo do socorro da Caixa, com vencimento em 2021, segundo pesquisa feita pelo jornal. A empreiteira foi contratada pelo Corinthians em 2011 para erguer o estádio. Pelo plano original, um financiamento do BNDES no valor de R$ 400 milhões seria utilizado para bancar parte da obra. O restante seria quitado com R$ 420 milhões em créditos cedidos pela Prefeitura de São Paulo – os Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento (CIDs). O financiamento do BNDES, feito via Caixa, só saiu em março de 2014 e um impasse surgiu em relação aos CIDs: uma ação judicial questionou a validade do benefício municipal. Isso espantou os poucos empresários interessados em comprar os certificados, mesmo com o atrativo de descontá-los do pagamento de impostos. A Odebrecht, mesmo sem os recursos, concluiu a obra a tempo da abertura da Copa. Ou seja, com o estádio entregue e em uso, já com o dinheiro recebido do BNDES, havia ainda um buraco de R$ 420 milhões decorrente do impasse em torno das CIDs. Foi aí que a Caixa decidiu comprar os papéis da Odebrecht. Segundo a Folha, a operação foi estruturada porque a arena não tinha garantias suficientes para recorrer a outro banco. Marcelo Odebrecht, então presidente da companhia, atuou diretamente para agilizar os empréstimos e pressionou a Caixa para que o dinheiro fosse liberado com poucas garantias. O executivo está preso em Curitiba há um ano e quatro meses e foi condenado a 19 anos de prisão por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro descobertos pela Operação Lava-Jato. A reportagem da Folha procurou a Odebrecht e a Caixa Econômica Federal e enviou perguntas específicas sobre a emissão e compra das debêntures. Por meio de sua assessoria, a instituição financeira pública informou, conforme o jornal, que as operações envolvendo a Arena Corinthians são protegidas por sigilo bancário. Por isso, afirmou que não iria se manifestar sobre o caso. A assessoria de imprensa da construtora Odebrecht informou que, neste momento, não iria se pronunciar sobre a operação no estádio. A empresa e seus executivos negociam um acordo de leniência e de colaboração com a força-tarefa da Lava-Jato, que prendeu diretores e o ex-presidente da companhia.

quarta-feira, 22 de março de 2017

O grande Tarciso


A estreia na televisão foi em Noites Brancas, um teleteatro da TV Tupi, dirigido por Geraldo Vietri em 1959. Em outro teleteatro da mesma emissora, Uma Pires Camargo, em 1961, contracenou pela primeira vez com Glória Menezes, com quem casaria pouco tempo depois e os dois passaram a formar um dos casais de maior sucesso da televisão brasileira. Ele foi o galã da primeira telenovela diária da televisão brasileira, 2-5499 Ocupado (1963), na Excelsior, ao lado da já mulher na vida real, Glória Menezes. Protagonizou ainda mais sete telenovelas na mesma emissora até se transferir com Glória para a Rede Globo, onde estrearam em Sangue e Areia. A partir daí, Tarcísio se tornou uma das presenças mais constantes da teledramaturgia brasileira e já tem mais de 50 trabalhos entre telenovelas; minisséries e seriados de televisão. Também no cinema, Tarcísio Meira se tornou um dos principais atores, principalmente nos anos 70 e 1980. O primeiro filme em que atuou foi Casinha Pequenina (1963), ao lado de Mazzaropi; entre seus maiores sucessos estão Máscara da Traição, As Confissões de Frei Abóbora, Independência ou Morte, Missão: Matar, O Marginal, República dos Assassinos e Eu Te Amo. Duas de suas mais importantes interpretações no meio encontram-se em A Idade da Terra, de Glauber Rocha, e Eu, de Walter Hugo Khouri. Recebeu o prêmio APCA de melhor ator oferecido pela Associação Paulista de Críticos de Arte por sua atuação na minissérie A Muralha (2000), produzida pela Globo. Interpretou Fausto Leitão na atual novela das 9 da TV Globo, A Lei do Amor.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Estresse pode causar câncer?


Estresse psicológico é o que sentimos quando estamos sob pressão mental, física ou emocional. Embora seja normal que todos estejam sujeitos ao estresse de tempos em tempos a exposição contínua e repetida ao estresse pode levar tanto a doenças mentais quanto à doenças físicas. Algumas das condições que pessoas sob estresse apresentam com mais frequência são resfriados, dores lombares, problemas de coração e estômago além de um maior risco de depressão. Existe uma relação entre estresse e câncer? Mas existe uma relação entre o desenvolvimento de câncer e estresse? Um estudo emblemático tentou responder essa questão comparando o número de casos de câncer entre judeus que viveram o holocausto da segunda guerra mundial e judeus que não viveram esta época (clique aqui para ver o estudo). Neste estudo foi constatado que pessoas que passaram pelo horror da guerra apresentaram mais casos de câncer do que aquelas que não viveram este período. Os resultados deste estudo foram importantes para mostrar como conflitos como estes podem ter efeitos devastadores mesmo muitos anos depois, no entanto não podemos dizer que foi apenas o estresse que causou o maior número de casos de câncer, visto que estas pessoas também foram submetidas à desnutrição, frio e exposição a agentes infecciosos diversos. Uma revisão recente sobre o assunto juntou os resultados dos últimos 30 anos de estudo sobre a relação de câncer e estresse (clique aqui para ver a revisão). Hoje não temos dados para dizer que o câncer pode ser causado pelo estresse, no entanto estresse parece influenciar os resultados do tratamento e talvez possa ter efeito na progressão da doença em pessoas que já têm câncer. Uma ligação indireta entre estresse e câncer é a maior propensão a maus hábitos de vida como o fumo, o ganho de peso e a maior ingesta de bebidas alcoólicas e estes fatores sim, estão ligados ao desenvolvimento e progressão do câncer. Alguns hormônios liberados durante o estresse como a adrenalina e os corticoides endógenos têm o efeito teórico de estimular o crescimento de novos vasos sanguíneos. Não há, no entanto, forte comprovação deste mecanismo como o causador de piores resultados de tratamento em pessoas sob estresse. O mais provável é que pessoas que têm câncer e estão sob forte estresse percam a esperança no tratamento e passem a não segui-lo corretamente, ou a não procurar ajuda quando elas se sintam mal. O que mostra mais uma vez a importância da parceria entre pacientes, família, cuidadores e equipe médica. Em conclusão, em relação ao desenvolvimento de câncer, não se estresse, estresse não é uma causa de câncer! Para os pacientes em tratamento, não esconda o estresse, confie nos seus e divida essa responsabilidade. As pessoas que te cercam querem o melhor para você! DR FELIPE ADES ONCOLOGIA DE HOJE E AMANHA

quarta-feira, 8 de março de 2017

O VELHO GUERREIRO


CHACRINHA EM SUA ULTIMA APRESENTAÇÃO Desde a década de 1970 era chamado de Velho Guerreiro, conforme homenagem feita a ele por Gilberto Gil que assim se referiu a Chacrinha numa conhecida letra de canção que compôs chamada "Aquele Abraço" Nasceu em Surubim, no Agreste de Pernambuco. Ainda na infância mudou-se com a família para Caruaru, também em Pernambuco, e depois, aos 10 anos de idade, para Campina Grande na Paraíba. Aos 17, foi estudar no Recife, capital pernambucana. Começou a cursar faculdade de Medicina em 1936 e em 1937 teve o seu primeiro contato com o rádio na rádio Clube de Pernambuco, ao dar uma palestra sobre alcoolismo. Chacrinha, apesar de sucessivas crises financeiras na família, teve uma infância tranquila. Em 1956 estreou na televisão com o programa Rancho Alegre, na TV Tupi, na qual começou a fazer também a Discoteca do Chacrinha. Em seguida foi para a TV Rio e, em 1967, foi contratado pela Rede Globo. Chegou a fazer dois programas semanais: Buzina do Chacrinha (no qual apresentava calouros, distribuía abacaxis e perguntava "-Vai para o trono, ou não vai?") e Discoteca do Chacrinha. Cinco anos depois voltou para a Tupi. Em 1978 transferiu-se para a TV Bandeirantes e, em 1982, retornou à Globo, onde ocorreu a fusão de seus dois programas num só, o Cassino do Chacrinha, que fez grande sucesso nas tardes de sábado. Uma frase sua que era muito citada afirmava que "Na televisão nada se cria, tudo se copia"[7]. Alcançou grande popularidade com os seus programas de calouros, nos quais apresentava-se com roupas engraçadas e espalhafatosas, acionando uma buzina de mão para desclassificar os calouros e empregando um humor debochado, utilizando bordões e expressões que se tornariam populares, como "Teresinha!", "Vocês querem bacalhau?", "Eu vim para confundir, não para explicar!" e "Quem não se comunica, se trumbica!". Os jurados ajudavam a criar o clima de farsa, no qual se destacaram Carlos Imperial, Aracy de Almeida, Rogéria, Elke Maravilha e Pedro de Lara, dentre muitos outros. Outro elemento para o sucesso dos programas para TV eram as chacretes - dançarinas profissionais de palco, que faziam coreografias para acompanhar as músicas e animar o programa. No início eram conhecidas como as "vitaminas do Chacrinha". Além da coreografia ensaiada, as dançarinas recebiam nomes exóticos e chamativos como Rita Cadillac, Índia Amazonense, Fátima Boa Viagem, Suely Pingo de Ouro, Fernanda Terremoto, Cristina Azul, entre outras. Anualmente, lançava em seu programa uma marchinha para o Carnaval. Conhecido como Velho Guerreiro, em 1987 foi homenageado pela Escola de Samba carioca Império Serrano com o enredo "Com a boca no mundo - Quem não se comunica se trumbica", foi a única vez que desfilou numa escola de samba, surgiu no último carro alegórico, que reproduzia o cenário de seu programa, rodeado de chacretes, de Russo (seu assistente de palco) e Elke Maravilha. Em outubro de 1987 recebeu, dos professores Annita Gorodicht e Paulo Alonso, o título de "doutor honoris causa" da Faculdade da Cidade, no Rio. Seu aniversário de 70 anos foi comemorado em setembro de 1987 com um jantar oferecido em sua homenagem pelo então Presidente da República, José Sarney. Durante o ano de 1988, já doente, foi substituído em alguns programas por Paulo Silvino. Ao voltar à cena, no mês de junho, comandou a atração com João Kléber, até que pudesse se sentir forte novamente. Faleceu no dia 30 de junho de 1988, às 23h30, de infarto do miocárdio e insuficiência respiratória (tinha câncer no pulmão) aos 70 anos. O último programa Cassino do Chacrinha foi ao ar em 2 de julho de 1988. esse o ultimo!!! Chacrinha faleceu no dia 30/06/1988. Em 02/07/1988 foi transmitido o último programa gravado pelo Velho Guerreiro. Atrações: Placa Luminosa - Mais Uma Vez Jane e Herondy Jairzinho e Simony - Adivinha Jair Rodrigues e As Marcianas - Sonhos Coloridos Virginie - Más Companhias Vanusa e Manolo Otero - Eu Não Sei Jane Duboc - Sonhos Abelhudos - Dia de Paraíso Evandro Mesquita - Andar no Céu Benito Di Paula - Quando a Festa Acabar Via Negromonte - Preconceito Entrevista - Rômulo Arantes Roberto Leal - Fata Morgana RPM - Partners Silvinho Blau Blau - Medo Feroz Paralamas do Sucesso - Uns Dias Capital Inicial

quarta-feira, 1 de março de 2017

A importância do sono


Nervos à flor da pele e falta de atenção podem ser sinais de dívida. E quem está cobrando é o seu sono. É verdade que uma única noite mal dormida pode ser recuperada na noite seguinte. O problema é quando isso não ocorre e as horas a menos de sono vão se acumulando. O resultado da falta do descanso necessário para o nosso corpo é uma série de problemas de saúde. Alguns efeitos são rapidamente notados, como o estresse. A falta de sono produz consequências, muitas delas graves, em todo nosso organismo. Quem acorda cedo, vai dormir tarde e espreme o tempo de sono no período que resta antes do despertador tocar acaba em dívida com o travesseiro --o nome dado para isso é restrição de sono. Quem mais sofre são os trabalhadores noturnos, que possuem o que é chamado de privação de sono. Dormir é um comportamento fundamental para sobrevivência. Isso porque nosso corpo funciona de acordo com os ritmos circadianos, regulados pelos momentos de vigília e de sono. É o nosso relógio biológico. Quando começa a escurecer, a temperatura do nosso corpo baixa, e a redução da luminosidade induz a produção de melatonina, hormônio que prepara nosso sono. Nosso relógio biológico precisa no escuro da noite para funcionar. A vida na cidade, com os atrativos noturnos e o tempo gasto nos delocamentos atrapalham nosso sono Varar a madrugada e acordar tarde – o famoso "trocar o dia pela noite" – também bagunça nosso relógio biológico. Isso porque o sono durante o dia não possui a qualidade do sono da noite. Assim, não conseguimos o tempo suficiente para o descanso do corpo promovido pelo repouso e para a faxina da mente feita pelos sonhos. "As pessoas acham que não precisam dormir, e não dão valor ao sono como dão a outras coisas, como aos exercícios físicos", diz Cláudia Moreno, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP. A luz do celular bloqueia a produção da melatonina, hormônio que nos faz dormir, retardando o início do sono Quantas horas por noite? "As pesquisas indicam que dormir menos do que 5 h em média aumenta as chances de doenças cardiovasculares", afirma Lorenzi. Segundo ele, o efeito da falta de sono em um ataque cardíaco não é imediato. Contudo, é grande a frequência de problemas cardíacos que surgem quando a pessoa esta passando por período de noites mal dormidas. Um recente estudo feito na Alemanha mostrou que a privação de sono sobrecarrega o coração. A necessidade de sono varia com a idade e de pessoa para pessoa. Bebês e adolescentes precisam dormir bem mais do que adultos. E a regra de um mínimo de 8 horas de sono não é universal. Em média, a quantidade de sono ideal seria por volta de 7 horas. "Algumas pessoas se sentem bem com 6 horas de sono. Acordam sem sonolência, bem-dispostas, não sentem sono durante o dia", diz Moreno. Mas se não é esse seu caso, é porque deveria gastar mais algumas horinhas na cama. A quantidade necessária de sono para você é a que te permite acordar bem e estar bem disposto durante o dia É possível saber se estamos quites com nossos travesseiros verificando sintomas imediatos da falta de sono. Cochilar com bastante facilidade quando se está lendo, assistindo à TV, em reuniões ou no trânsito indicam nosso grau de sonolência. O Instituto do Sono possui um teste on-line em que você pode verificar se precisa dormir mais. A falta de sono está associada ao ganho de peso e ao diabetes Dor de cabeça, cansaço e estresse são os problemas imediatos As consequências mais agudas e imediatas da falta de sono incluem mau humor e estresse. "Quem dorme pouco fica mais nervoso", diz Lorenzi. Ele explica que isso ocorre porque o sistema nervoso simpático, associado à descarga de adrenalina e ao estresse, acaba mais ativo que o parassimpático, que promove o relaxamento. "A pessoa também pode sofrer com dores de cabeça, cansaço ao longo do dia, sonolência em horário que deveria estar acordada e atenta", diz Moreno. Aí que mora o risco de consequências mais graves da noite mal dormida. "Se a pessoa opera uma máquina, pode causar um acidente", diz a especialista. Além de sonolência em diferentes momentos do dia, a restrição de sono provoca mau humor e estresse Problemas cardiovasculares, obesidade, envelhecimento são efeitos Quem não dorme o necessário costuma ter mais resfriados e gripes ao longo do ano. É o efeito da redução da imunidade, que faz com que as pessoas fiquem mais suscetíveis a contrair doenças. Problemas gastrointestinais também são males de quem dorme pouco. "Sono é importante para muitas funções do nosso organismo, praticamente todas", diz Ribeiro. A falta de sono também está associada ao ganho de peso, segundo Lorenzi. "Quanto mais privada de sono a pessoa é, maior a chance de sofrer de obesidade", diz ele. O ganho de peso deve-se a alterações nos ciclos hormonais e ao fato de nos alimentarmos de maneira pior. Estudos também mostram que a falta de sono aumenta o apetite e a resistência à insulina, estando associado ao diabetes. Devido à influência do sono no sistema endócrino, o déficit crônico é fator de risco associado a alguns tipos de câncer, como o de mama e de próstata, diz Ribeiro. Falta de sono aumenta a pressão sanguínea e sobrecarrega o coração, elevando o risco de infarto É possível ficar em dia com o sono; saiba como pagar sua dívida De acordo com os especialistas, nada melhor do que dormir para recuperar a energia do corpo e da mente. "Já que somos sociedade privada de sono, cochilar pode ser uma boa ideia", diz Lorenzi. Segundo o cardiologista, não existe estudo que mostra que cochilo reduz problemas cardiovasculares, mas os efeitos imediatos de uma noite mal dormida podem ser sanados com uma soneca. Para Moreno, uma forma de compensar a restrição de sono ao longo da semana é dormindo sem culpa no fim de semana. Muitas pessoas acham que perdem tempo dormindo, mas é importante compensar no fim de semana o sono perdido. Permita-se dormir quando pode dormir" Cláudia Moreno, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP Um exemplo de descuido é ver até mesmo o lazer como mais importante que o momento de sono. "Quem acha que não precisa dormir está correndo o risco de ter problemas crônicos no futuro", completa. Fernando Cymbaluk Do UOL, em São Paulo

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

*A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?*


Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta: - Vocês sabem onde está o médico do hospital? Com tranqüilidade o médico respondeu: - Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil? E ela, ríspida, retorquiu: - Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico? Mantendo-se calmo, ele contestou: - Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la?! - Como?! O senhor?! Com essa roupa?!... - Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta... - Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico... - Veja bem as coisas como são... - disse o médico - ... as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo "boa tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito... Um dos mais belos trajes da alma é a educação; Sabemos que a roupa faz a diferença, mas o que não podemos negar é que: falta de educação, arrogância, falta de humildade, pessoas que se julgam donas do mundo e da verdade, grosseria derrubam qualquer vestimenta. Basta às vezes, apenas 5 minutos de conversa para que o ouro da vestimenta se transforme em barro. Educação é tudo! A vida é feita de: agir, reagir, corrigir... "Desta vida nada se leva... Só se deixa!!! Então, te deixo o meu melhor: Meu melhor sorriso, Meu maior abraço, Minha melhor intenção.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

PRODUTOS DA CHINA


Você, com certeza, já comprou produtos chineses no comércio brasileiro. Estes produtos são presença constante no mercado nacional. Mas por que será que a China domina tanto a distribuição de mercadorias em nosso país? A resposta para este cenário é uma só: o preço! A China é uma potência na fabricação de todos os tipos de produtos e, por isso, se tornou uma das maiores exportadoras do mundo. A grande variedade de produtos, a produção em larga escala e o preço extremamente baixo são os responsáveis pela massiva presença da China no mercado brasileiro, seja nas famosas lojas de R$ 1,99, no comércio popular de rua ou na internet. Entre os principais produtos vendidos pelos chineses, encontramos brinquedos, eletrônicos, roupas, acessórios, bijuterias, bicicletas, entre outras coisas. Atualmente, a China é o segundo país mais cogitado pelos brasileiros para compras, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Para se ter uma ideia do potencial dos chineses, somente no comércio eletrônico, o país faturou no primeiro semestre do ano um valor aproximado de US$ 816 bilhões. Por que os produtos chineses são mais baratos? A China consegue vender produtos baratos por causa de seus custos de fabricação. O país consegue produzir em larga escala porque sua produção é muito barata, resultado direto de leis trabalhistas flexíveis, que geram mão de obra de baixo custo e pouquíssima carga tributária. Por estes motivos, um videogame que custa R$ 2 mil no Brasil pode ser encontrado na China por apenas R$ 500. No caso dos carros, na China apenas 20% do valor do veículo correspondem aos impostos. Já no Brasil, o valor dos tributos corresponde a 40% do preço final de um carro. O preço do produto chinês é baixo principalmente por causa das etapas de produção, que são baseadas em alta tecnologia e em profissionais baratos, até mesmo no setor de engenharia. Isso também explica a crescente diversidade dos produtos chineses. No geral, mercadorias como bicicletas, computadores e DVDs vindos da China apresentam um preço final de 10% a 20% mais barato do que as fabricadas no Brasil. Atualmente, esse potencial de barateamento dos produtos na China faz com que o país exporte de forma significativa para África, América Latina e Ásia. Qualidade dos produtos chineses Durante muito tempo, os produtos chineses foram vistos com maus olhos e tinham a fama de serem materiais de baixa qualidade. Contudo, esse tempo de desconfiança ficou para trás. Hoje, a China investe na qualidade de seus produtos por meio de tecnologia de ponta. Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O Pior dia da vida do Moacir Barbosa


Nós gostamos tanto de futebol,que algumas histórias nunca poderam serem esquecidas, ate 2014 nós Brasileiros tinhamos a copa de 1950 como o grande vexame Brasileiro em copas do mundo, mas vexame mesmo foi fora de campo, alguns Brasileiros ja ganharam e já perderam tambem, vamos falar de um ex jogador que participou da copa de 1950,hoje ele vive no céu, mas na minha opinião foi umas das pessoas mais injustiçadas publicamente depois de perder uma copa. Considerado um dos maiores goleiros do Brasil, mas que se transformou em um dos grandes vilões da história do futebol nacional. Bastou um lance, na final da Copa do Mundo de 1950, para marcar a vida do jogador. O episódio foi tão impactante que foi apelidado de 'Maracanazzo'. Mas na opinião de Solange Guimarães, amiga do ex-goleiro, esse não foi o pior momento vivido por ele. Para ela, ser barrado na Granja Comary, concentração da seleção brasileira, durante preparação para o Mundial de 1994 foi o mais duro golpe sofrido por Barbosa. - Aquele dia, acho que foi o pior dia da vida do Moacir Barbosa, porque ele chegou aqui chorando e falando que não esperava de Parreira, que foi quem barrou a entrada dele. Falei para ele deixar para lá. Disse: "Não 'esquenta' não, você foi um bom goleiro, é uma boa pessoa. Cada um age de uma maneira, mas você tem amigos em Ramos, sua família. Então, esquece isso, não vai mais lá, procura só as pessoas que te amam de verdade" - disse. Solange, que hoje mora na casa onde o ex-goleiro e sua esposa Clotilde viveram por 30 anos, relembra com carinho dos anos em que teve Barbosa como vizinho no bairro de Ramos, subúrbio do Rio de Janeiro. Assim como Paulo Lages, que gostava do ex-jogador como um pai. Além de servir como inspiração para o menino que queria ser goleiro, mais do que seguir a profissão, Paulo seguiu os conselhos de nunca parar de estudar. - Defendo ele, porque ele era homem, não moleque. Ele foi um cara que morreu crucificado, magoado, mas nunca vi o Barbosa dizer: " O fulano que errou na jogada". Ele fez um papel para mim como se fosse um pai. Estou com 67, mas posso estar com 100 anos que não vou esquecer dele - afirmou Paulo. Após o fracasso no Maracanã, Barbosa buscou um lugar seguro para tentar se reconstruir e encontrou paz e bons amigos no bairro de Ramos, subúrbio do Rio de Janeiro. Ele morava na Rua João Romariz, e Dona Elza Fernandes, a vizinha da frente, viu os amigos de Barbosa desaparecerem. - Os colegas que tinha antigamente, na época que era famoso, abandonaram, desprezaram ele. O pobre daqui não, mas os grandões de lá. Morreu triste - relembrou. Barbosa morreu no dia 7 de abril de 2000, aos 79 anos, em Praia Grande, litoral de São Paulo, mas sua história não se resume ao lance que calou os 174 mil torcedores (público oficial) do dia 16 de julho de 1950. Mas, ele só voltou a atuar pela Seleção apenas uma vez, três anos depois da fatídica tarde, no Campeonato Sul-Americano do Peru, contra o Equador. Em 1960, Barbosa deixou o Vasco, clube onde conquistou dois títulos estaduais (1952 e 1958) e os torneios quadrangulares do Rio e do Chile, em 1953. Três anos depois de atuando pelo Campo Grande, Barbosa encerrou a carreira, aos 42 anos, e se tornou funcionário do Maracanã. O sr Carlos Alberto Parreira fez parte da comissão tecnica do Felipão em 2014 e que pra mim essa sim foi a pior decpçao que uma seleção brasileira pode trazer ao seu torcedores, será que alguns anos la na frente ele vai ter coragem de mostrar a cara dentro de uma seleção Brasileira? será que ele vai ter vergonha de um dia ter passado por tudo que passou? e ter capacidade de chamar alguem de azarão, nao encoste que vc traz azar? Carlos Alberto Parreira suas atitudes foram vergonhosa, perdeu fora de campo, mais do que dentro.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

O Polêmico Carlos Imperial


Envolvido no lançamento das carreiras de Roberto Carlos, Paulo Sérgio, Elis Regina, Tim Maia, Wilson Simonal, Clara Nunes e inúmeros outros artistas, as atividades de Imperial incluem a produção de filmes e peças de teatro, participação em programas de televisão e autoria de músicas de sucesso como "A Praça" e "Vem quente que eu estou fervendo". Nas notas da biografia póstuma Dez! Nota Dez!: Eu Sou Carlos Imperial, Denilson Monteiro afirma que "a cena cultural brasileira dos anos 1960 a 1990 seria muito diferente se não fosse Carlos Imperial", acrescentando que "ele foi presença constante na música, no cinema, no teatro, na TV, nos jornais e revistas, e até na política". Dono de personalidade polêmica, Carlos Imperial se autodeclarava "rei da pilantragem" e tornou-se célebre por seu estilo de vida irreverente e libertino marcado por incontáveis casos amorosos. Seguindo o exemplo de seu amigo e vizinho Agildo Ribeiro, Imperial descobriu no mundo artístico uma "boa maneira de chamar a atenção", especialmente das mulheres[1]. Amante da música popular e colecionador de discos importados[2], Imperial admirava os métodos de Tom Parker, empresário de Elvis Presley, e aproveitou o nascente movimento do rock brasileiro: ele criou o Clube do Rock, espaço de música e dança em Copacabana que se tornou ponto de convergência de um grupo de artistas que se apresentavam em clubes, rádio e televisão. Imperial também atuou no conjunto Os Terríveis, onde tocou piano e acordeão[3]. A repercussão negativa do caso Aída Curi para o cenário do rock carioca levou Imperial a aproximar-se da bossa nova. Ele produziu, pela Polydor, os dois primeiros discos de 78 rotações do conterrâneo Roberto Carlos e investiu na carreira do pupilo como um "príncipe da bossa nova". Entretanto, o cantor foi considerado imitador de João Gilberto e os discos não fizeram sucesso. Em seguida, Imperial apresentou Roberto Carlos à Columbia e foi o produtor (não creditado) de seu primeiro LP, Louco por Você. Imperial também revelou Elis Regina, que esperava posicionar como concorrente de Celly Campelo; porém, o LP Viva a Brotolândia desagradou a cantora e teve vendas inexpressivas. Em meados dos anos 60 Imperial aderiu à Jovem Guarda e compôs sucessos como "O bom" (interpretado e co-escrito por Eduardo Araújo), "Mamãe passou açúcar em mim" (na voz de Wilson Simonal) e "A Praça" (na voz de Ronnie Von e tema dos humorísticos Praça da Alegria e A Praça É Nossa), além da música Para o Diabo os conselhos de vocês, composta em parceria com Nenéo e sucesso na voz de Paulo Sérgio. Em pouco tempo, Imperial tornou-se um compositor disputado, com vários temas inscritos em festivais de música. Imperial foi o último parceiro de Ataulfo Alves; a dupla compôs, entre outras, "Você passa e eu acho graça", primeiro sucesso de Clara Nunes. No fim dos anos 60 Imperial desenvolveu o estilo musical pilantragem, inspirado no rock e no soul americanos, e formou o conjunto A Turma da Pesada como concorrente da Turma da Pilantragem. Sob a produção de Imperial, o grupo gravou o LP Pilantrália (paródia da Tropicália), com participação de músicos como Paulo Moura e Wagner Tiso. Em nova formação, com as gêmeas cantoras Celia & Celma e o próprio Imperial, a Turma da Pesada fez incontáveis apresentações no eixo Rio-São Paulo. Em 1970, o sucesso do soul brasileiro, liderado por Tim Maia, levou Imperial a explorar o filão, lançando no gênero (que denominou "som livre") artistas como Tony Tornado e Guilherme Lamounier. Nos anos seguintes, a atividade de Imperial como produtor musical se tornou esporádica. Em parceria com Oberdan Magalhães, produziu, entre outros, o compacto duplo da trilha sonora de Sábado Alucinante e os discos que lançaram Dudu França. Imperial estreou na televisão em um quadro semanal no programa de variedades Meio-Dia, da TV Tupi, onde mostrava seus artistas -- entre os quais, Roberto Carlos (apresentado como "Elvis Presley brasileiro"), Tim Maia e Paulo Silvino. Mais tarde, Imperial apresentou, no Rio de Janeiro, seus próprios programas de auditório na TV Continental, na TV Tupi e na TV Rio, e, em certo período, outro programa em Belo Horizonte. Na época, revelou Erasmo Carlos, Renato e Seus Blue Caps e Jorge Ben. Em São Paulo, produziu na TV Excelsior o programa O Bom, apresentado por Eduardo Araújo, como concorrente do Jovem Guarda, da TV Record. Na época, Imperial participou, como concorrente, do programa Esta noite se improvisa, onde enfrentava a simpatia de Chico Buarque e Caetano Veloso com sua pose de "ogro midiático"[1]: "O auditório o vaiava. Ele ria e atirava beijos debochados. As vaias ficavam mais fortes."[1] De volta à TV Tupi, em 1968, Imperial apresentou o programa Barra Limpa[1], época em que descobriu o cantor Fábio. Em 1971 Imperial foi contratado pela TV Globo como codiretor do game show Alô Brasil, Aquele Abraço[1]. Mais tarde, participou do júri do Programa Flávio Cavalcanti, na TV Tupi, e do Programa Silvio Santos, então na TV Globo. De volta à TV Rio, apresentou por dois meses o Show do Grande Rio, programa de entrevistas e comentários. Em 12 de agosto de 1978 estreou o Programa Carlos Imperial nas noites de sábado da TV Tupi, com atrações musicais variadas e forte investimento na disco music. Nele, Imperial apresentou artistas como Gretchen e Dudu França. Com boa audiências, mas prejudicado pela situação precária da Tupi, o programa foi transferido para a TVS, onde estreou em 9 de junho de 1979. O programa passou a ser gravado em São Paulo, onde era retransmitido pela TV Record, e contou com mais atrações paulistas. Uma comprovação de fraude na verificação de audiência, com o envolvimento de funcionários do Ibope, fez o programa ser tirado do ar. Silvio Santos, o dono da emissora, seguiu tratando Imperial com grande importância, convidando-o todos os anos para o júri do Troféu Imprensa. Segundo o jornalista Mauricio Stycer, Carlos Imperial "usou e abusou de métodos escusos para promover seus artistas e projetos culturais. Inventou histórias, mentiu, armou falsas brigas, plantou notas na imprensa". Ele costumava protagonizar falsas brigas com parceiros de trabalho, como Chacrinha, Erasmo Carlos e o maestro Caçulinha, argumentando que "se você quiser chamar a atenção para você, comece a falar mal da pessoa que estiver em maior evidência no momento". Imperial teve seu nome envolvido, junto com o do apresentador Luiz de Carvalho e de celebridades da Jovem Guarda, em escândalo de corrupção de menores associado ao uso das garçonnières de Imperial para orgias sexuais. Dias depois de dar sua versão do caso ao juiz Alberto Augusto Cavalcante de Gusmão, Imperial teve sua prisão decretada, e seu programa na TV Rio foi cancelado. Imperial e Eduardo Araújo buscaram abrigo na fazenda de Araújo em Joaíma enquanto não obtinham a revogação da prisão; lá compuseram "Vem quente que eu estou fervendo". Mário Gomes conseguiu retardar em dois meses o lançamento, em 1976, de O Sexo das Bonecas ao obter na Justiça a apreensão dos cartazes do filme. O ator, que sentiu-se "profundamente aborrecido em ver seu rosto ... usando batom e cílios postiços", também manifestou indignação com as modificações no roteiro e o "título sensacionalista da produção"]. Em março de 1977, o jornal Luta Democrática divulgou notícia falsa que causou sérios danos à reputação de Mário Gomes, então astro emergente de novelas na TV Globo. Imperial "não assumia nem negava a autoria do boato", mas "analistas de seu estilo literário apontavam a semelhança do texto da notícia com os editoriais de suas colunas". Imperial registrou como sendo de sua autoria várias músicas de domínio público. Carlos Imperial casou-se em 23 de abril de 1956 com Rose Gracie, filha de Carlos Gracie, tendo dois filhos: Maria Luíza (nascida em 13 de julho de 1956) e Marco Antônio (nascido em 22 de setembro de 1957). A relação do casal foi atribulada, pontuada por casos extraconjugais de Imperial, e Rose pediu desquite pouco depois do nascimento de Marco Antônio. Em 1968, Imperial começou uma relação estável com a cantora Celia, da dupla Celia & Celma, que durou até 1971. Em 1985, casou-se com a modelo Andréa Carla; o casamento durou até o início da década de 1990. Imperial também teve namoros notórios com, entre outras, Ita Rauchfeld, Maria Stella Splendore, Vicky Schneider, Myriam Pérsia, Baby Conceição, Sandra Escobar, Sandra Castro, Vera Garrido, Arlete Moreira e Marly Mendes. Em sua última aparição pública, apresentou à nação sua nova namorada, a amazonense Jana, de apenas 14 anos. Na época, Imperial tinha 42 anos a mais que a moça. Além de namoradas fixas, Imperial costumava hospedar em suas casas várias de suas "lebres" de cada vez. Ele "precisava da casa cheia de mulheres, pois sua imagem fora construída assim".[1] A aversão de Imperial a entorpecentes o levou a ter uma relação conflituosa com o filho, Marco Antônio, e o irmão, Paulo. Imperial foi vítima de miastenia grave, doença desencadeada por uma dose de diazepam no pós-operatório de uma lipoaspiração. Após operação para a retirada do timo, não resistiu e faleceu, aos 55 anos. Antes de morrer, Imperial teria deixado em testamento 25% de seus bens à sua namorada da época, a filha de 17 anos de um funcionário de sua empresa construtora. O documento, porém, foi considerado inválido.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Associação Chapecoense de Futebol


Associação Chapecoense de Futebol (ACF) é um clube de futebol brasileiro, sediado na cidade de Chapecó, Santa Catarina. Foi fundado em 10 de maio de 1973, com o objetivo de restaurar o futebol na cidade de Chapecó. Sua origem está ligada ao fato de que, na década de 1970, a região possuía apenas alguns times amadores, sendo inexpressiva em relação ao futebol profissional. Com o propósito de reverter esta situação, alguns desportistas, jovens apaixonados pelo esporte, decidiram se reunir para criar um time de futebol profissional para a cidade. Entre os presentes nos primeiros encontros, destacam-se Alvadir Pelisser, Heitor Pasqualotto, Altair Zanella, representante do clube Independente, Lotário Immich e Vicente Delai, representantes do Clube Atlético de Chapecó. De maneira geral, pode-se dizer que a Associação Chapecoense, posteriormente um dos grandes do futebPara o deslocamento até a cidade de Medellin, onde seria disputada a primeira partida da final da Copa Sul-Americana de 2016, a equipe iria de Guarulhos para Santa Cruz de la Sierra a bordo de um voo comercial, depois seguiria de Santa Cruz de la Sierra até Medellin a bordo de um voo fretado pela companhia aérea boliviana LaMia. Porém, às 1:15 (UTC-2) do dia 29 de novembro de 2016, a aeronave de registro CP-2933 acidentou-se enquanto efetuava a aproximação para pouso no Aeroporto Internacional José María Córdova, próximo ao local conhecido como Monte Gordo, com 77 pessoas a bordo, incluindo jogadores, dirigentes e comissão técnica da Chapecoense, além de jornalistas.[22] As operações de resgate iniciaram-se imediatamente após o acidente, porém, logo no início da manhã, foi informado pelas equipes de resgate que 71 pessoas haviam morrido.[23] Apenas seis pessoas sobreviveram: os jogadores Alan Ruschel, Jakson Follmann e Neto, o jornalista Rafael Henzel, e os tripulantes Erwin Tumiri e Ximena Suarez.[24] Segundo as investigações preliminares, o acidente teria sido causado por uma pane seca, quando há falta de combustível nos tanques para serem bombeados aos motores, causando a parada dos mesmos.[25] A pane seca teria sido causada pelo planejamento incorreto do voo, já que a autonomia da aeronave era para 3000 quilômetros, enquanto o trajeto tinha 2 975 quilômetros, tendo uma margem de apenas 25 quilômetros, considerada baixíssima na aviação.[26] Tributo pelas vítimas do Voo 2933 na Arena Condá. O acidente causou comoção nacional e internacional. Grandes equipes, como Real Madrid e Barcelona, respeitaram um minuto de silêncio antes dos seus respectivos treinos no dia 29 de novembro.[27] A Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) cancelou a final da Copa Sul-Americana de 2016.[28] A Confederação Brasileira de Futebol adiou por uma semana a segunda partida da final da Copa do Brasil e a última rodada do Campeonato Brasileiro.[29] O presidente do Brasil Michel Temer decretou luto oficial no Brasil de três dias logo após a notícia do acidente.[30] Por todo o mundo, os principais jornais imediatamente repercutiram o acidente, bem como as principais redes de notícia de todos os países; logo redes como CNN e BBC e jornais como The New York Times, El País e Le Monde passaram a cobrir a tragédia.[31] Já na manhã do dia 29, as redes sociais da mesma forma exibiram reações que de forma unânime manifestavam apoio às vítimas da tragédia. Em suas contas pelo Twitter, os atletas Pelé, Maradona, Messi e Neymar Jr., entre muitos outros, manifestaram pesar e solidariedade; os times de futebol de todo o mundo também usaram este meio para expressar o luto e apoio ao time brasileiro e às famílias das vítimas, além de suas páginas oficiais.[32] Logo hashtags como "#forçachape" ou "#fuerzachape" se tornaram as trending topics em todo o mundo e o vídeo que exibia a equipe rezando unida tornou-se o mais compartilhado. A equipe contra quem jogaria a Chapecoense, Atlético Nacional, imediatamente também manifestou sua solidariedade e a intenção de ceder o título ao adversário vitimado.[33] No mesmo dia do acidente, dirigentes do Atlético Nacional enviaram um pedido formal à CONMEBOL pedindo que o título da Copa Sul-Americana de 2016 fosse entregue para a Chapecoense:[34] “ O Atlético Nacional pede para a Conmebol que o título da Copa Sul-Americana seja entregue à Associação Chapecoense de Futebol como louro honorário pela sua grande perda e em homenagem póstuma às vítimas do fatal acidente que deixa o nosso esporte de luto. Da nossa parte, e para sempre, a Chapecoense é a campeã da Copa Sul-Americana.[35] ” — Atlético Nacional da Colombia, 02 de Dezembro 2016. No dia 30 de novembro, no horário que seria disputada a Final da Copa Sul-Americana, o canal Fox Sports 1 entrou em silêncio no período que estava reservado para a transmissão do jogo. A tela ficou toda preta em sinal de luto, com a hashtag #90minutosdesilencio e um cronômetro para marcar o tempo que a cobertura da partida duraria.[36] No Twitter um usuário simulou uma partida intitulada "Final dos sonhos" e o assunto ficou entre um dos mais comentados nos trending topics na rede.[37] Neste mesmo dia, no estádio Atanasio Girardot, a equipe do Atlético Nacional organizou uma homenagem aos mortos no acidente, no mesmo horário em que seria disputada a partida de ida da final. Em 5 de dezembro, os dirigentes da CONMEBOL reuniram-se por teleconferência e decidiram declarar a Chapecoense campeã da Copa Sul-Americana de 2016. Além do título, a equipe conquistou uma vaga na Copa Libertadores da América de 2017 e irá disputar o título da Recopa Sul-Americana de 2017 contra o próprio Atlético Nacional, que conquistara a Copa Libertadores da América de 2016. Reconstrução (2016–presente)[editar | editar código-fonte] Duas semanas após o acidente, a equipe da Chapecoense iniciou os esforços de reconstrução do clube, obtendo jogadores diversos clubes brasileiros, que emprestaram ou negociaram os atletas. Entre os novos jogadores, estão o goleiro Elias, emprestado pelo Juventude,o zagueiro Douglas Grolli, emprestado pelo Cruzeiro,[42] e o atacante Rossi, vendido pelo Goiás,] além da contratação do técnico Vagner Mancini.[44] No início de 2017, eram 15 os reforços contratados pela Chapecoense. Títulos[editar ol catarinense, surgiu da união dos clubes Atlético Chapecó e Independente.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

PARABÉNS SÃO PAULO


Considerada a maior cidade do país e da América do Sul, São Paulo vai completar 463 anos na quarta-feira, dia 25 de janeiro de 2017 Confira lugares da cidade que são capazes de tirar o fôlego de quem gosta de uma bela paisagem (Germano Lüders/EXAME.com) São Paulo – A selva de pedra chamada São Paulo pode até assustar alguns. Mas, quando vistos de cima, os tons de cinza da cidade compõem uma belíssima paisagem. Para que paulistanos e turistas possam desfrutar dessa vista, a empresa São Paulo Turismo indicou 7 vistas panorâmicas capazes de tirar o fôlego. Confira nas imagens quais são os pontos que valem a visita. (Apolo Salomão Sales / Flickr Commons) No Núcleo da Pedra Grande, no Parque Estadual da Cantareira, a vista é a recompensa final de uma trilha de quase 5 quilômetros em meio à natureza. O cansaço do caminho vale a pena, já que o bloco maciço de granito (a chamada Pedra Grande), de onde se vê a cidade, fica a 1.000 metros de altitude. Em dias claros e sem muitas nuvens, é possível ver até mesmo trechos da Serra do Mar, além de São Paulo. A caminhada total (ida e volta) é de 9,5 quilômetros. (Flickr Commons / Deni Williams) Também na região central da cidade, o Viaduto do Chá é caminho de milhares de pessoas, mas, entre os atropelos do dia a dia, nem todos conseguem perceber a paisagem em volta. De cima do ponto turístico inaugurado em 1892, é possível ver, de um lado, o Vale do Anhangabaú e o Viaduto Santa Ifigênia ao fundo. Do outro, estão a Praça da Bandeira, o Edifício Matarazzo e o Shopping Light. (Fernanda Frazão / Viagem e Turismo) Shopping não é só para comprar. No terraço do Cidade Jardim, o visitante desfruta de uma vista da Marginal Pinheiros e seus edifícios espelhados. À noite, as luzes dão um tom ainda mais moderno à capital. (Mário Rodrigues / Veja São Paulo) Um dos lugares mais românticos de São Paulo, o Edifício Itália tem 165 metros de altura e ostenta uma vista privilegiada da cidade. Além do visual, o prédio localizado na Avenida Ipiranga, no Centro, abriga o restaurante Terraço Itália, com sua alta gastronomia e, claro, uma bela paisagem. (Roberto Setton / Viagem e Turismo) O apelido do lugar já indica que passar um tempo por lá vale a pena. Para quem gosta de natureza e vida ao ar livre, a Praça Coronel Custódio Fernandes, mais conhecida como Praça do Pôr-do-Sol, no Alto de Pinheiros, é uma boa opção para curtir o fim de tarde, vendo os prédios e as árvores da cidade. (Rafael Cusato / Quatro Rodas) Assim como o Núcleo da Pedra Grande (Parque Estadual da Cantareira), para ver a paisagem do Mirante da Serra do Mar é preciso caminhar por uma trilha, que fica no Núcleo Curucutu do Parque Estadual da Serra do Mar. O caminho tem 2,1 quilômetros de extensão (ida e volta) e a vista que se tem do cume da serra é de nada menos do que o litoral sul do estado, Itanhaém e Mongaguá, em dia de céu aberto. As visitas ao local são limitadas a 6 grupos de 12 pessoas, por dia, e só podem ser feitas com agendamento. Por Luciana Carvalho

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Trio Los Angeles, sucesso nos anos 80


"Sha-la-la, sha-la-la! Sha-la-la, sha-la-la! Põe o pé na lua e descubra que o futuro está perto". Em 1984, a música "Transas e Caretas" estava na boca do povo e na abertura da novela homônima. O hit na trilha do folhetim da Rede Globo era o passo definitivo para o sucesso do Trio Los Angeles. O conjunto formado por Márcio Mendes, sua irmã Ana Maria Mendes e Cléo Ferreira despontou no início dos anos 80 com a música "Vamos Dançar Mambolê". A trinca abusava de elementos sensuais e oitentistas como maiôs asas-delta, bustiês coloridos e danças sexy. No auge, eram figurinhas fáceis em programas de auditório como Chacrinha, Bolinha e Silvio Santos. Nos anos 90, a formação original se dissolveu com a saída das duas morenas. Desde então, Márcio Mendes segue com o Trio Los Angeles sempre mudando os integrantes. Atualmente, está com duas loiras, na faixa dos 25 anos, Anne e Luana. Reprodução/Reprodução Capas de álbuns do Trio Los Angeles Em entrevista ao EGO, o único remanescente do grupo original fala sobre o retorno da banda, que se hoje em dia se apresenta em casas como a Trash80's, em São Paulo, e o período que passou longe dos holofotes. EGO - Desde quando o trio Los Angeles está de volta? MÁRCIO MENDES - Na verdade, eu nunca parei. Ano passado fiquei dois anos no Nordeste, em Recife, para pesquisar ritmos e gravei um CD solo, que lancei há dez meses. Então, voltei para São Paulo e comecei a divulgar esse trabalho. Mas o trio Los Angeles continua? MÁRCIO MENDES - Sim, agora estou trabalhando com a Anne (23 anos) e Luana (24 anos). Fizemos uma pesquisa e encontramos as meninas que se enquadravam melhor no perfil. E as duas integrantes originais do Trio? MÁRCIO MENDES - No auge, eu trabalhava com Ana Mendes, que é minha irmã, e Cléo Ferreira. Mas as meninas saíram há alguns anos. De lá para cá, tive algumas formações diferentes. "Sha-la-la, sha-la-la! Sha-la-la, sha-la-la! Põe o pé na lua e descubra que o futuro está perto". Em 1984, a música "Transas e Caretas" estava na boca do povo e na abertura da novela homônima. O hit na trilha do folhetim da Rede Globo era o passo definitivo para o sucesso do Trio Los Angeles. O conjunto formado por Márcio Mendes, sua irmã Ana Maria Mendes e Cléo Ferreira despontou no início dos anos 80 com a música "Vamos Dançar Mambolê". A trinca abusava de elementos sensuais e oitentistas como maiôs asas-delta, bustiês coloridos e danças sexy. No auge, eram figurinhas fáceis em programas de auditório como Chacrinha, Bolinha e Silvio Santos. Nos anos 90, a formação original se dissolveu com a saída das duas morenas. Desde então, Márcio Mendes segue com o Trio Los Angeles sempre mudando os integrantes. Atualmente, está com duas loiras, na faixa dos 25 anos, Anne e Luana. Reprodução/Reprodução Capas de álbuns do Trio Los Angeles Em entrevista ao EGO, o único remanescente do grupo original fala sobre o retorno da banda, que se hoje em dia se apresenta em casas como a Trash80's, em São Paulo, e o período que passou longe dos holofotes. EGO - Desde quando o trio Los Angeles está de volta? MÁRCIO MENDES - Na verdade, eu nunca parei. Ano passado fiquei dois anos no Nordeste, em Recife, para pesquisar ritmos e gravei um CD solo, que lancei há dez meses. Então, voltei para São Paulo e comecei a divulgar esse trabalho. Mas o trio Los Angeles continua? MÁRCIO MENDES - Sim, agora estou trabalhando com a Anne (23 anos) e Luana (24 anos). Fizemos uma pesquisa e encontramos as meninas que se enquadravam melhor no perfil. E as duas integrantes originais do Trio? MÁRCIO MENDES - No auge, eu trabalhava com Ana Mendes, que é minha irmã, e Cléo Ferreira. Mas as meninas saíram há alguns anos. De lá para cá, tive algumas formações diferentes. Divulgação/Divulgação Márcio Mendes hoje aos 57 anos Teve alguma briga, desentendimento quando elas saíram? MÁRCIO MENDES - Não teve nada de briga. Elas saíram porque engravidaram, tiveram filhos, pararam para ter a própria família. Mas continuam lindas como antes. Agora vou gravar um DVD com a participação das duas, elas cantando e dançando os hits do Trio Los Angeles. Quando a fama foi diminuindo, como você encarou? MÁRCIO MENDES - Quando você tem um nome como eu tenho, um nome consolidado, você não é esquecido. Tudo que eu faço hoje tenho um retorno bom. É claro que a saída delas foi difícil. Perder duas pessoas que fazem sucesso com você e ter que recomeçar com novas meninas causa um certo constrangimento. E o que você andou fazendo nesses tempos que o conjunto esteve em baixa? MÁRCIO MENDES - Eu trabalho muito, viajo muito, tive fazendo shows nos Estados Unidos para a colônia brasileira. Miami, Nova York, Los Angeles. Eu também ten ho um programa no canal NGT (canal 48, UHF), "O Melhor da Vida com Márcio Mendes" que faço para a melhor idade. Você acha que o Trio Los Angeles é algo datado ou que ainda tem espaço no mercado? MÁRCIO MENDES - Não existe datado, existe ser atualizado. Eu quero ser um Omo (marca de sabão em pó) de embalagem nova, nem dos anos 70, nem dos 80. Sempre procurei ter minha embalagem atual e moderna. Maquiagem, cabelo, figurino, é tudo da moda. Agora, se eu vou emplacar um novo sucesso? Quem pode respoder isso é alguém como Reginaldo Rossi, que veio com "Garçom", feita por ele 40 anos atrás, e fez sucesso. Leia no EGO mais notícias sobre as celebridades. Renata Sakai Do EGO, em São Paulo