A resposta para este cenário é uma só: o preço! A China é uma potência na fabricação de todos os tipos de produtos e, por isso, se tornou uma das maiores exportadoras do mundo. A grande variedade de produtos, a produção em larga escala e o preço extremamente baixo são os responsáveis pela massiva presença da China no mercado brasileiro, seja nas famosas lojas de R$ 1,99, no comércio popular de rua ou na internet.
Entre os principais produtos vendidos pelos chineses, encontramos brinquedos, eletrônicos, roupas, acessórios, bijuterias, bicicletas, entre outras coisas. Atualmente, a China é o segundo país mais cogitado pelos brasileiros para compras, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.
Para se ter uma ideia do potencial dos chineses, somente no comércio eletrônico, o país faturou no primeiro semestre do ano um valor aproximado de US$ 816 bilhões.
Por que os produtos chineses são mais baratos?
A China consegue vender produtos baratos por causa de seus custos de fabricação. O país consegue produzir em larga escala porque sua produção é muito barata, resultado direto de leis trabalhistas flexíveis, que geram mão de obra de baixo custo e pouquíssima carga tributária.
Por estes motivos, um videogame que custa R$ 2 mil no Brasil pode ser encontrado na China por apenas R$ 500. No caso dos carros, na China apenas 20% do valor do veículo correspondem aos impostos. Já no Brasil, o valor dos tributos corresponde a 40% do preço final de um carro.
O preço do produto chinês é baixo principalmente por causa das etapas de produção, que são baseadas em alta tecnologia e em profissionais baratos, até mesmo no setor de engenharia. Isso também explica a crescente diversidade dos produtos chineses.
No geral, mercadorias como bicicletas, computadores e DVDs vindos da China apresentam um preço final de 10% a 20% mais barato do que as fabricadas no Brasil. Atualmente, esse potencial de barateamento dos produtos na China faz com que o país exporte de forma significativa para África, América Latina e Ásia.
Qualidade dos produtos chineses
Durante muito tempo, os produtos chineses foram vistos com maus olhos e tinham a fama de serem materiais de baixa qualidade. Contudo, esse tempo de desconfiança ficou para trás. Hoje, a China investe na qualidade de seus produtos por meio de tecnologia de ponta.
Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
PRODUTOS DA CHINA
A resposta para este cenário é uma só: o preço! A China é uma potência na fabricação de todos os tipos de produtos e, por isso, se tornou uma das maiores exportadoras do mundo. A grande variedade de produtos, a produção em larga escala e o preço extremamente baixo são os responsáveis pela massiva presença da China no mercado brasileiro, seja nas famosas lojas de R$ 1,99, no comércio popular de rua ou na internet.
Entre os principais produtos vendidos pelos chineses, encontramos brinquedos, eletrônicos, roupas, acessórios, bijuterias, bicicletas, entre outras coisas. Atualmente, a China é o segundo país mais cogitado pelos brasileiros para compras, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.
Para se ter uma ideia do potencial dos chineses, somente no comércio eletrônico, o país faturou no primeiro semestre do ano um valor aproximado de US$ 816 bilhões.
Por que os produtos chineses são mais baratos?
A China consegue vender produtos baratos por causa de seus custos de fabricação. O país consegue produzir em larga escala porque sua produção é muito barata, resultado direto de leis trabalhistas flexíveis, que geram mão de obra de baixo custo e pouquíssima carga tributária.
Por estes motivos, um videogame que custa R$ 2 mil no Brasil pode ser encontrado na China por apenas R$ 500. No caso dos carros, na China apenas 20% do valor do veículo correspondem aos impostos. Já no Brasil, o valor dos tributos corresponde a 40% do preço final de um carro.
O preço do produto chinês é baixo principalmente por causa das etapas de produção, que são baseadas em alta tecnologia e em profissionais baratos, até mesmo no setor de engenharia. Isso também explica a crescente diversidade dos produtos chineses.
No geral, mercadorias como bicicletas, computadores e DVDs vindos da China apresentam um preço final de 10% a 20% mais barato do que as fabricadas no Brasil. Atualmente, esse potencial de barateamento dos produtos na China faz com que o país exporte de forma significativa para África, América Latina e Ásia.
Qualidade dos produtos chineses
Durante muito tempo, os produtos chineses foram vistos com maus olhos e tinham a fama de serem materiais de baixa qualidade. Contudo, esse tempo de desconfiança ficou para trás. Hoje, a China investe na qualidade de seus produtos por meio de tecnologia de ponta.
Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
O Pior dia da vida do Moacir Barbosa
Considerado um dos maiores goleiros do Brasil, mas que se transformou em um dos grandes vilões da história do futebol nacional. Bastou um lance, na final da Copa do Mundo de 1950, para marcar a vida do jogador. O episódio foi tão impactante que foi apelidado de 'Maracanazzo'. Mas na opinião de Solange Guimarães, amiga do ex-goleiro, esse não foi o pior momento vivido por ele. Para ela, ser barrado na Granja Comary, concentração da seleção brasileira, durante preparação para o Mundial de 1994 foi o mais duro golpe sofrido por Barbosa.
- Aquele dia, acho que foi o pior dia da vida do Moacir Barbosa, porque ele chegou aqui chorando e falando que não esperava de Parreira,
que foi quem barrou a entrada dele. Falei para ele deixar para lá. Disse: "Não 'esquenta' não, você foi um bom goleiro, é uma boa pessoa. Cada um age de uma maneira, mas você tem amigos em Ramos, sua família. Então, esquece isso, não vai mais lá, procura só as pessoas que te amam de verdade" - disse.
Solange, que hoje mora na casa onde o ex-goleiro e sua esposa Clotilde viveram por 30 anos, relembra com carinho dos anos em que teve Barbosa como vizinho no bairro de Ramos, subúrbio do Rio de Janeiro. Assim como Paulo Lages, que gostava do ex-jogador como um pai. Além de servir como inspiração para o menino que queria ser goleiro, mais do que seguir a profissão, Paulo seguiu os conselhos de nunca parar de estudar.
- Defendo ele, porque ele era homem, não moleque. Ele foi um cara que morreu crucificado, magoado, mas nunca vi o Barbosa dizer: " O fulano que errou na jogada". Ele fez um papel para mim como se fosse um pai. Estou com 67, mas posso estar com 100 anos que não vou esquecer dele - afirmou Paulo.
Após o fracasso no Maracanã, Barbosa buscou um lugar seguro para tentar se reconstruir e encontrou paz e bons amigos no bairro de Ramos, subúrbio do Rio de Janeiro. Ele morava na Rua João Romariz, e Dona Elza Fernandes, a vizinha da frente, viu os amigos de Barbosa desaparecerem.
- Os colegas que tinha antigamente, na época que era famoso, abandonaram, desprezaram ele. O pobre daqui não, mas os grandões de lá. Morreu triste - relembrou.
Barbosa morreu no dia 7 de abril de 2000, aos 79 anos, em Praia Grande, litoral de São Paulo, mas sua história não se resume ao lance que calou os 174 mil torcedores (público oficial) do dia 16 de julho de 1950. Mas, ele só voltou a atuar pela Seleção apenas uma vez, três anos depois da fatídica tarde, no Campeonato Sul-Americano do Peru, contra o Equador. Em 1960, Barbosa deixou o Vasco, clube onde conquistou dois títulos estaduais (1952 e 1958) e os torneios quadrangulares do Rio e do Chile, em 1953. Três anos depois de atuando pelo Campo Grande, Barbosa encerrou a carreira, aos 42 anos, e se tornou funcionário do Maracanã.
O sr Carlos Alberto Parreira fez parte da comissão tecnica do Felipão em 2014 e que pra mim essa sim foi a pior decpçao que uma seleção brasileira pode trazer ao seu torcedores, será que alguns anos la na frente ele vai ter coragem de mostrar a cara dentro de uma seleção Brasileira? será que ele vai ter vergonha de um dia ter passado por tudo que passou? e ter capacidade de chamar alguem de azarão, nao encoste que vc traz azar? Carlos Alberto Parreira suas atitudes foram vergonhosa, perdeu fora de campo, mais do que dentro.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
O Polêmico Carlos Imperial
Envolvido no lançamento das carreiras de Roberto Carlos, Paulo Sérgio, Elis Regina, Tim Maia, Wilson Simonal, Clara Nunes e inúmeros outros artistas, as atividades de Imperial incluem a produção de filmes e peças de teatro, participação em programas de televisão e autoria de músicas de sucesso como "A Praça" e "Vem quente que eu estou fervendo".
Nas notas da biografia póstuma Dez! Nota Dez!: Eu Sou Carlos Imperial, Denilson Monteiro afirma que "a cena cultural brasileira dos anos 1960 a 1990 seria muito diferente se não fosse Carlos Imperial", acrescentando que "ele foi presença constante na música, no cinema, no teatro, na TV, nos jornais e revistas, e até na política".
Dono de personalidade polêmica, Carlos Imperial se autodeclarava "rei da pilantragem" e tornou-se célebre por seu estilo de vida irreverente e libertino marcado por incontáveis casos amorosos.
Seguindo o exemplo de seu amigo e vizinho Agildo Ribeiro, Imperial descobriu no mundo artístico uma "boa maneira de chamar a atenção", especialmente das mulheres[1]. Amante da música popular e colecionador de discos importados[2], Imperial admirava os métodos de Tom Parker, empresário de Elvis Presley, e aproveitou o nascente movimento do rock brasileiro: ele criou o Clube do Rock, espaço de música e dança em Copacabana que se tornou ponto de convergência de um grupo de artistas que se apresentavam em clubes, rádio e televisão. Imperial também atuou no conjunto Os Terríveis, onde tocou piano e acordeão[3].
A repercussão negativa do caso Aída Curi para o cenário do rock carioca levou Imperial a aproximar-se da bossa nova. Ele produziu, pela Polydor, os dois primeiros discos de 78 rotações do conterrâneo Roberto Carlos e investiu na carreira do pupilo como um "príncipe da bossa nova". Entretanto, o cantor foi considerado imitador de João Gilberto e os discos não fizeram sucesso. Em seguida, Imperial apresentou Roberto Carlos à Columbia e foi o produtor (não creditado) de seu primeiro LP, Louco por Você.
Imperial também revelou Elis Regina, que esperava posicionar como concorrente de Celly Campelo; porém, o LP Viva a Brotolândia desagradou a cantora e teve vendas inexpressivas.
Em meados dos anos 60 Imperial aderiu à Jovem Guarda e compôs sucessos como "O bom" (interpretado e co-escrito por Eduardo Araújo), "Mamãe passou açúcar em mim" (na voz de Wilson Simonal) e "A Praça" (na voz de Ronnie Von e tema dos humorísticos Praça da Alegria e A Praça É Nossa), além da música Para o Diabo os conselhos de vocês, composta em parceria com Nenéo e sucesso na voz de Paulo Sérgio. Em pouco tempo, Imperial tornou-se um compositor disputado, com vários temas inscritos em festivais de música. Imperial foi o último parceiro de Ataulfo Alves; a dupla compôs, entre outras, "Você passa e eu acho graça", primeiro sucesso de Clara Nunes.
No fim dos anos 60 Imperial desenvolveu o estilo musical pilantragem, inspirado no rock e no soul americanos, e formou o conjunto A Turma da Pesada como concorrente da Turma da Pilantragem. Sob a produção de Imperial, o grupo gravou o LP Pilantrália (paródia da Tropicália), com participação de músicos como Paulo Moura e Wagner Tiso. Em nova formação, com as gêmeas cantoras Celia & Celma e o próprio Imperial, a Turma da Pesada fez incontáveis apresentações no eixo Rio-São Paulo.
Em 1970, o sucesso do soul brasileiro, liderado por Tim Maia, levou Imperial a explorar o filão, lançando no gênero (que denominou "som livre") artistas como Tony Tornado e Guilherme Lamounier. Nos anos seguintes, a atividade de Imperial como produtor musical se tornou esporádica. Em parceria com Oberdan Magalhães, produziu, entre outros, o compacto duplo da trilha sonora de Sábado Alucinante e os discos que lançaram Dudu França.
Imperial estreou na televisão em um quadro semanal no programa de variedades Meio-Dia, da TV Tupi, onde mostrava seus artistas -- entre os quais, Roberto Carlos (apresentado como "Elvis Presley brasileiro"), Tim Maia e Paulo Silvino. Mais tarde, Imperial apresentou, no Rio de Janeiro, seus próprios programas de auditório na TV Continental, na TV Tupi e na TV Rio, e, em certo período, outro programa em Belo Horizonte. Na época, revelou Erasmo Carlos, Renato e Seus Blue Caps e Jorge Ben.
Em São Paulo, produziu na TV Excelsior o programa O Bom, apresentado por Eduardo Araújo, como concorrente do Jovem Guarda, da TV Record. Na época, Imperial participou, como concorrente, do programa Esta noite se improvisa, onde enfrentava a simpatia de Chico Buarque e Caetano Veloso com sua pose de "ogro midiático"[1]: "O auditório o vaiava. Ele ria e atirava beijos debochados. As vaias ficavam mais fortes."[1]
De volta à TV Tupi, em 1968, Imperial apresentou o programa Barra Limpa[1], época em que descobriu o cantor Fábio.
Em 1971 Imperial foi contratado pela TV Globo como codiretor do game show Alô Brasil, Aquele Abraço[1]. Mais tarde, participou do júri do Programa Flávio Cavalcanti, na TV Tupi, e do Programa Silvio Santos, então na TV Globo. De volta à TV Rio, apresentou por dois meses o Show do Grande Rio, programa de entrevistas e comentários.
Em 12 de agosto de 1978 estreou o Programa Carlos Imperial nas noites de sábado da TV Tupi, com atrações musicais variadas e forte investimento na disco music. Nele, Imperial apresentou artistas como Gretchen e Dudu França. Com boa audiências, mas prejudicado pela situação precária da Tupi, o programa foi transferido para a TVS, onde estreou em 9 de junho de 1979. O programa passou a ser gravado em São Paulo, onde era retransmitido pela TV Record, e contou com mais atrações paulistas. Uma comprovação de fraude na verificação de audiência, com o envolvimento de funcionários do Ibope, fez o programa ser tirado do ar. Silvio Santos, o dono da emissora, seguiu tratando Imperial com grande importância, convidando-o todos os anos para o júri do Troféu Imprensa.
Segundo o jornalista Mauricio Stycer, Carlos Imperial "usou e abusou de métodos escusos para promover seus artistas e projetos culturais. Inventou histórias, mentiu, armou falsas brigas, plantou notas na imprensa". Ele costumava protagonizar falsas brigas com parceiros de trabalho, como Chacrinha, Erasmo Carlos e o maestro Caçulinha, argumentando que "se você quiser chamar a atenção para você, comece a falar mal da pessoa que estiver em maior evidência no momento".
Imperial teve seu nome envolvido, junto com o do apresentador Luiz de Carvalho e de celebridades da Jovem Guarda, em escândalo de corrupção de menores associado ao uso das garçonnières de Imperial para orgias sexuais. Dias depois de dar sua versão do caso ao juiz Alberto Augusto Cavalcante de Gusmão, Imperial teve sua prisão decretada, e seu programa na TV Rio foi cancelado. Imperial e Eduardo Araújo buscaram abrigo na fazenda de Araújo em Joaíma enquanto não obtinham a revogação da prisão; lá compuseram "Vem quente que eu estou fervendo".
Mário Gomes conseguiu retardar em dois meses o lançamento, em 1976, de O Sexo das Bonecas ao obter na Justiça a apreensão dos cartazes do filme. O ator, que sentiu-se "profundamente aborrecido em ver seu rosto ... usando batom e cílios postiços", também manifestou indignação com as modificações no roteiro e o "título sensacionalista da produção"]. Em março de 1977, o jornal Luta Democrática divulgou notícia falsa que causou sérios danos à reputação de Mário Gomes, então astro emergente de novelas na TV Globo. Imperial "não assumia nem negava a autoria do boato", mas "analistas de seu estilo literário apontavam a semelhança do texto da notícia com os editoriais de suas colunas".
Imperial registrou como sendo de sua autoria várias músicas de domínio público.
Carlos Imperial casou-se em 23 de abril de 1956 com Rose Gracie, filha de Carlos Gracie, tendo dois filhos: Maria Luíza (nascida em 13 de julho de 1956) e Marco Antônio (nascido em 22 de setembro de 1957). A relação do casal foi atribulada, pontuada por casos extraconjugais de Imperial, e Rose pediu desquite pouco depois do nascimento de Marco Antônio.
Em 1968, Imperial começou uma relação estável com a cantora Celia, da dupla Celia & Celma, que durou até 1971. Em 1985, casou-se com a modelo Andréa Carla; o casamento durou até o início da década de 1990.
Imperial também teve namoros notórios com, entre outras, Ita Rauchfeld, Maria Stella Splendore, Vicky Schneider, Myriam Pérsia, Baby Conceição, Sandra Escobar, Sandra Castro, Vera Garrido, Arlete Moreira e Marly Mendes. Em sua última aparição pública, apresentou à nação sua nova namorada, a amazonense Jana, de apenas 14 anos. Na época, Imperial tinha 42 anos a mais que a moça.
Além de namoradas fixas, Imperial costumava hospedar em suas casas várias de suas "lebres" de cada vez. Ele "precisava da casa cheia de mulheres, pois sua imagem fora construída assim".[1]
A aversão de Imperial a entorpecentes o levou a ter uma relação conflituosa com o filho, Marco Antônio, e o irmão, Paulo.
Imperial foi vítima de miastenia grave, doença desencadeada por uma dose de diazepam no pós-operatório de uma lipoaspiração. Após operação para a retirada do timo, não resistiu e faleceu, aos 55 anos. Antes de morrer, Imperial teria deixado em testamento 25% de seus bens à sua namorada da época, a filha de 17 anos de um funcionário de sua empresa construtora. O documento, porém, foi considerado inválido.
domingo, 29 de janeiro de 2017
Associação Chapecoense de Futebol
Associação Chapecoense de Futebol (ACF) é um clube de futebol brasileiro, sediado na cidade de Chapecó, Santa Catarina. Foi fundado em 10 de maio de 1973, com o objetivo de restaurar o futebol na cidade de Chapecó. Sua origem está ligada ao fato de que, na década de 1970, a região possuía apenas alguns times amadores, sendo inexpressiva em relação ao futebol profissional. Com o propósito de reverter esta situação, alguns desportistas, jovens apaixonados pelo esporte, decidiram se reunir para criar um time de futebol profissional para a cidade.
Entre os presentes nos primeiros encontros, destacam-se Alvadir Pelisser, Heitor Pasqualotto, Altair Zanella, representante do clube Independente, Lotário Immich e Vicente Delai, representantes do Clube Atlético de Chapecó. De maneira geral, pode-se dizer que a Associação Chapecoense, posteriormente um dos grandes do futebPara o deslocamento até a cidade de Medellin, onde seria disputada a primeira partida da final da Copa Sul-Americana de 2016, a equipe iria de Guarulhos para Santa Cruz de la Sierra a bordo de um voo comercial, depois seguiria de Santa Cruz de la Sierra até Medellin a bordo de um voo fretado pela companhia aérea boliviana LaMia. Porém, às 1:15 (UTC-2) do dia 29 de novembro de 2016, a aeronave de registro CP-2933 acidentou-se enquanto efetuava a aproximação para pouso no Aeroporto Internacional José María Córdova, próximo ao local conhecido como Monte Gordo, com 77 pessoas a bordo, incluindo jogadores, dirigentes e comissão técnica da Chapecoense, além de jornalistas.[22] As operações de resgate iniciaram-se imediatamente após o acidente, porém, logo no início da manhã, foi informado pelas equipes de resgate que 71 pessoas haviam morrido.[23] Apenas seis pessoas sobreviveram: os jogadores Alan Ruschel, Jakson Follmann e Neto, o jornalista Rafael Henzel, e os tripulantes Erwin Tumiri e Ximena Suarez.[24]
Segundo as investigações preliminares, o acidente teria sido causado por uma pane seca, quando há falta de combustível nos tanques para serem bombeados aos motores, causando a parada dos mesmos.[25] A pane seca teria sido causada pelo planejamento incorreto do voo, já que a autonomia da aeronave era para 3000 quilômetros, enquanto o trajeto tinha 2 975 quilômetros, tendo uma margem de apenas 25 quilômetros, considerada baixíssima na aviação.[26]
Tributo pelas vítimas do Voo 2933 na Arena Condá.
O acidente causou comoção nacional e internacional. Grandes equipes, como Real Madrid e Barcelona, respeitaram um minuto de silêncio antes dos seus respectivos treinos no dia 29 de novembro.[27] A Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) cancelou a final da Copa Sul-Americana de 2016.[28] A Confederação Brasileira de Futebol adiou por uma semana a segunda partida da final da Copa do Brasil e a última rodada do Campeonato Brasileiro.[29] O presidente do Brasil Michel Temer decretou luto oficial no Brasil de três dias logo após a notícia do acidente.[30] Por todo o mundo, os principais jornais imediatamente repercutiram o acidente, bem como as principais redes de notícia de todos os países; logo redes como CNN e BBC e jornais como The New York Times, El País e Le Monde passaram a cobrir a tragédia.[31] Já na manhã do dia 29, as redes sociais da mesma forma exibiram reações que de forma unânime manifestavam apoio às vítimas da tragédia. Em suas contas pelo Twitter, os atletas Pelé, Maradona, Messi e Neymar Jr., entre muitos outros, manifestaram pesar e solidariedade; os times de futebol de todo o mundo também usaram este meio para expressar o luto e apoio ao time brasileiro e às famílias das vítimas, além de suas páginas oficiais.[32] Logo hashtags como "#forçachape" ou "#fuerzachape" se tornaram as trending topics em todo o mundo e o vídeo que exibia a equipe rezando unida tornou-se o mais compartilhado. A equipe contra quem jogaria a Chapecoense, Atlético Nacional, imediatamente também manifestou sua solidariedade e a intenção de ceder o título ao adversário vitimado.[33] No mesmo dia do acidente, dirigentes do Atlético Nacional enviaram um pedido formal à CONMEBOL pedindo que o título da Copa Sul-Americana de 2016 fosse entregue para a Chapecoense:[34]
“ O Atlético Nacional pede para a Conmebol que o título da Copa Sul-Americana seja entregue à Associação Chapecoense de Futebol como louro honorário pela sua grande perda e em homenagem póstuma às vítimas do fatal acidente que deixa o nosso esporte de luto. Da nossa parte, e para sempre, a Chapecoense é a campeã da Copa Sul-Americana.[35] ”
— Atlético Nacional da Colombia, 02 de Dezembro 2016.
No dia 30 de novembro, no horário que seria disputada a Final da Copa Sul-Americana, o canal Fox Sports 1 entrou em silêncio no período que estava reservado para a transmissão do jogo. A tela ficou toda preta em sinal de luto, com a hashtag #90minutosdesilencio e um cronômetro para marcar o tempo que a cobertura da partida duraria.[36] No Twitter um usuário simulou uma partida intitulada "Final dos sonhos" e o assunto ficou entre um dos mais comentados nos trending topics na rede.[37] Neste mesmo dia, no estádio Atanasio Girardot, a equipe do Atlético Nacional organizou uma homenagem aos mortos no acidente, no mesmo horário em que seria disputada a partida de ida da final.
Em 5 de dezembro, os dirigentes da CONMEBOL reuniram-se por teleconferência e decidiram declarar a Chapecoense campeã da Copa Sul-Americana de 2016. Além do título, a equipe conquistou uma vaga na Copa Libertadores da América de 2017 e irá disputar o título da Recopa Sul-Americana de 2017 contra o próprio Atlético Nacional, que conquistara a Copa Libertadores da América de 2016.
Reconstrução (2016–presente)[editar | editar código-fonte]
Duas semanas após o acidente, a equipe da Chapecoense iniciou os esforços de reconstrução do clube, obtendo jogadores diversos clubes brasileiros, que emprestaram ou negociaram os atletas. Entre os novos jogadores, estão o goleiro Elias, emprestado pelo Juventude,o zagueiro Douglas Grolli, emprestado pelo Cruzeiro,[42] e o atacante Rossi, vendido pelo Goiás,] além da contratação do técnico Vagner Mancini.[44] No início de 2017, eram 15 os reforços contratados pela Chapecoense.
Títulos[editar
ol catarinense, surgiu da união dos clubes Atlético Chapecó e Independente.
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
PARABÉNS SÃO PAULO
(Germano Lüders/EXAME.com) São Paulo – A selva de pedra chamada São Paulo pode até assustar alguns. Mas, quando vistos de cima, os tons de cinza da cidade compõem uma belíssima paisagem. Para que paulistanos e turistas possam desfrutar dessa vista, a empresa São Paulo Turismo indicou 7 vistas panorâmicas capazes de tirar o fôlego. Confira nas imagens quais são os pontos que valem a visita.
(Apolo Salomão Sales / Flickr Commons) No Núcleo da Pedra Grande, no Parque Estadual da Cantareira, a vista é a recompensa final de uma trilha de quase 5 quilômetros em meio à natureza. O cansaço do caminho vale a pena, já que o bloco maciço de granito (a chamada Pedra Grande), de onde se vê a cidade, fica a 1.000 metros de altitude. Em dias claros e sem muitas nuvens, é possível ver até mesmo trechos da Serra do Mar, além de São Paulo. A caminhada total (ida e volta) é de 9,5 quilômetros.
(Flickr Commons / Deni Williams) Também na região central da cidade, o Viaduto do Chá é caminho de milhares de pessoas, mas, entre os atropelos do dia a dia, nem todos conseguem perceber a paisagem em volta. De cima do ponto turístico inaugurado em 1892, é possível ver, de um lado, o Vale do Anhangabaú e o Viaduto Santa Ifigênia ao fundo. Do outro, estão a Praça da Bandeira, o Edifício Matarazzo e o Shopping Light.
(Fernanda Frazão / Viagem e Turismo) Shopping não é só para comprar. No terraço do Cidade Jardim, o visitante desfruta de uma vista da Marginal Pinheiros e seus edifícios espelhados. À noite, as luzes dão um tom ainda mais moderno à capital.
(Mário Rodrigues / Veja São Paulo) Um dos lugares mais românticos de São Paulo, o Edifício Itália tem 165 metros de altura e ostenta uma vista privilegiada da cidade. Além do visual, o prédio localizado na Avenida Ipiranga, no Centro, abriga o restaurante Terraço Itália, com sua alta gastronomia e, claro, uma bela paisagem.
(Roberto Setton / Viagem e Turismo) O apelido do lugar já indica que passar um tempo por lá vale a pena. Para quem gosta de natureza e vida ao ar livre, a Praça Coronel Custódio Fernandes, mais conhecida como Praça do Pôr-do-Sol, no Alto de Pinheiros, é uma boa opção para curtir o fim de tarde, vendo os prédios e as árvores da cidade.
(Rafael Cusato / Quatro Rodas) Assim como o Núcleo da Pedra Grande (Parque Estadual da Cantareira), para ver a paisagem do Mirante da Serra do Mar é preciso caminhar por uma trilha, que fica no Núcleo Curucutu do Parque Estadual da Serra do Mar. O caminho tem 2,1 quilômetros de extensão (ida e volta) e a vista que se tem do cume da serra é de nada menos do que o litoral sul do estado, Itanhaém e Mongaguá, em dia de céu aberto. As visitas ao local são limitadas a 6 grupos de 12 pessoas, por dia, e só podem ser feitas com agendamento.
Por Luciana Carvalho
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Trio Los Angeles, sucesso nos anos 80
"Sha-la-la, sha-la-la! Sha-la-la, sha-la-la! Põe o pé na lua e descubra que o futuro está perto". Em 1984, a música "Transas e Caretas" estava na boca do povo e na abertura da novela homônima. O hit na trilha do folhetim da Rede Globo era o passo definitivo para o sucesso do Trio Los Angeles.
O conjunto formado por Márcio Mendes, sua irmã Ana Maria Mendes e Cléo Ferreira despontou no início dos anos 80 com a música "Vamos Dançar Mambolê". A trinca abusava de elementos sensuais e oitentistas como maiôs asas-delta, bustiês coloridos e danças sexy. No auge, eram figurinhas fáceis em programas de auditório como Chacrinha, Bolinha e Silvio Santos.
Nos anos 90, a formação original se dissolveu com a saída das duas morenas. Desde então, Márcio Mendes segue com o Trio Los Angeles sempre mudando os integrantes. Atualmente, está com duas loiras, na faixa dos 25 anos, Anne e Luana.
Reprodução/Reprodução
Capas de álbuns do Trio Los Angeles
Em entrevista ao EGO, o único remanescente do grupo original fala sobre o retorno da banda, que se hoje em dia se apresenta em casas como a Trash80's, em São Paulo, e o período que passou longe dos holofotes.
EGO - Desde quando o trio Los Angeles está de volta?
MÁRCIO MENDES - Na verdade, eu nunca parei. Ano passado fiquei dois anos no Nordeste, em Recife, para pesquisar ritmos e gravei um CD solo, que lancei há dez meses. Então, voltei para São Paulo e comecei a divulgar esse trabalho.
Mas o trio Los Angeles continua?
MÁRCIO MENDES - Sim, agora estou trabalhando com a Anne (23 anos) e Luana (24 anos). Fizemos uma pesquisa e encontramos as meninas que se enquadravam melhor no perfil.
E as duas integrantes originais do Trio?
MÁRCIO MENDES - No auge, eu trabalhava com Ana Mendes, que é minha irmã, e Cléo Ferreira. Mas as meninas saíram há alguns anos. De lá para cá, tive algumas formações diferentes.
"Sha-la-la, sha-la-la! Sha-la-la, sha-la-la! Põe o pé na lua e descubra que o futuro está perto". Em 1984, a música "Transas e Caretas" estava na boca do povo e na abertura da novela homônima. O hit na trilha do folhetim da Rede Globo era o passo definitivo para o sucesso do Trio Los Angeles.
O conjunto formado por Márcio Mendes, sua irmã Ana Maria Mendes e Cléo Ferreira despontou no início dos anos 80 com a música "Vamos Dançar Mambolê". A trinca abusava de elementos sensuais e oitentistas como maiôs asas-delta, bustiês coloridos e danças sexy. No auge, eram figurinhas fáceis em programas de auditório como Chacrinha, Bolinha e Silvio Santos.
Nos anos 90, a formação original se dissolveu com a saída das duas morenas. Desde então, Márcio Mendes segue com o Trio Los Angeles sempre mudando os integrantes. Atualmente, está com duas loiras, na faixa dos 25 anos, Anne e Luana.
Reprodução/Reprodução
Capas de álbuns do Trio Los Angeles
Em entrevista ao EGO, o único remanescente do grupo original fala sobre o retorno da banda, que se hoje em dia se apresenta em casas como a Trash80's, em São Paulo, e o período que passou longe dos holofotes.
EGO - Desde quando o trio Los Angeles está de volta?
MÁRCIO MENDES - Na verdade, eu nunca parei. Ano passado fiquei dois anos no Nordeste, em Recife, para pesquisar ritmos e gravei um CD solo, que lancei há dez meses. Então, voltei para São Paulo e comecei a divulgar esse trabalho.
Mas o trio Los Angeles continua?
MÁRCIO MENDES - Sim, agora estou trabalhando com a Anne (23 anos) e Luana (24 anos). Fizemos uma pesquisa e encontramos as meninas que se enquadravam melhor no perfil.
E as duas integrantes originais do Trio?
MÁRCIO MENDES - No auge, eu trabalhava com Ana Mendes, que é minha irmã, e Cléo Ferreira. Mas as meninas saíram há alguns anos. De lá para cá, tive algumas formações diferentes.
Divulgação/Divulgação
Márcio Mendes hoje aos 57 anos
Teve alguma briga, desentendimento quando elas saíram?
MÁRCIO MENDES - Não teve nada de briga. Elas saíram porque engravidaram, tiveram filhos, pararam para ter a própria família. Mas continuam lindas como antes. Agora vou gravar um DVD com a participação das duas, elas cantando e dançando os hits do Trio Los Angeles.
Quando a fama foi diminuindo, como você encarou?
MÁRCIO MENDES - Quando você tem um nome como eu tenho, um nome consolidado, você não é esquecido. Tudo que eu faço hoje tenho um retorno bom. É claro que a saída delas foi difícil. Perder duas pessoas que fazem sucesso com você e ter que recomeçar com novas meninas causa um certo constrangimento.
E o que você andou fazendo nesses tempos que o conjunto esteve em baixa?
MÁRCIO MENDES - Eu trabalho muito, viajo muito, tive fazendo shows nos Estados Unidos para a colônia brasileira. Miami, Nova York, Los Angeles. Eu também ten
ho um programa no canal NGT (canal 48, UHF), "O Melhor da Vida com Márcio Mendes" que faço para a melhor idade.
Você acha que o Trio Los Angeles é algo datado ou que ainda tem espaço no mercado?
MÁRCIO MENDES - Não existe datado, existe ser atualizado. Eu quero ser um Omo (marca de sabão em pó) de embalagem nova, nem dos anos 70, nem dos 80. Sempre procurei ter minha embalagem atual e moderna. Maquiagem, cabelo, figurino, é tudo da moda. Agora, se eu vou emplacar um novo sucesso? Quem pode respoder isso é alguém como Reginaldo Rossi, que veio com "Garçom", feita por ele 40 anos atrás, e fez sucesso.
Leia no EGO mais notícias sobre as celebridades.
Renata Sakai
Do EGO, em São Paulo
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Os Mistérios da sexta feira 13
Tem gente por aí que não suporta nem falar em sexta-feira 13 por considerar essa data um símbolo de mau agouro. Em dias assim, há quem desvie de gatos pretos, troque de calçada para não passar nem perto de uma escada e, claro, faz um monte de mandingas e simpatias para mandar para longe o azar. Outras pessoas, no entanto, embora tenha a sexta-feira 13 como um dia não tão sortudo quanto os demais, adoram a oportunidade de assustar e de sentir medo. É nesse dia, aliás, que muita gente põe na cabeça que assistir filmes de terror, especialmente os baseados em fatos reais, é um ótimo programa para a noite. Mas, superstições à parte, a sexta-feira 13, tem vários fatos que nos deixam “encabulados”. Será que é possível tanta coincidência dessa data do calendário com alguns dos acontecimentos mais macabros e azarentos da história? O mais engraçado de tudo é que, por causa da data, o número 13 tanta acaba sendo isolado no “hall” da má sorte, embora não seja o único número considerado de azar pelo mundo, como você já viu aqui. Fazer o quê, não é? Pelo sim, pelo não, melhor mesmo é deixar as grandes decisões para o dia seguinte e torcer para que as 24 horas de azar passem rapidinho. E, enquanto você fica sem fazer nada, com medo de sair algo errado, quem sabe você não se anima um pouquinho com a lista que preparamos abaixo?
Confira 13 fatos sobre a sexta-feira 13 que você precisa saber:
2. E falando em medo, sabia que existe até mesmo um nome para quem tem fobia de sexta-feira 13? Chama-se paraskevidekatriafobia. A palavra, aliás, vem do grego paraskeví, que quer dizer sexta-feira; e dekatreís, que quer dizer 13 por extenso.
3. Não é de hoje que essa data é considerada azarenta. Desde o século 14, quando a obra Os Contos de Canterbury foram publicados, a sexta-feira 13 já começou a ser vista com maus olhos.
4. Para os cristão, essa data também não é muito boa. O número 13 é entendido como amaldiçoado devido ao número de pessoas na última ceia de Jesus Cristo com os apóstolos. Na ocasião, havia 13 pessoas à mesa, contanto com o apóstolo Judas, o traidor.
5. Na Roma antiga, o número 13 também era entendido como mau agouro. Ele estava ligado à morte, destruição e ao azar.
6. Segundo a mitologia nórdica, a sexta-feira foi uma homenagem á Frigga, a deus do amor, da beleza e da fertilidade. Daí surgiu a palavra friggadag e, assim, “friday”, que em inglês é sexta-feira.
Mas, com o cristianismo, a deusa foi transformada em uma bruxa pelos padres, que espalharam lendas de terror e vingança sobre ela. Uma das mais populares é a de que 11 feiticeiras e o demônio, além da Frigga (logo, 13 convidados) se reuniram à mesa para banquetes e rituais satânicos.
7. De acordo com a numerologia, o numeral 12 está ligado a algo completo, como os 12 meses do ano, os 12 apóstolos de Cristo, as 12 horas do relógio e assim por diante. Por outro lado, o 13 é uma espécie de transgressão, uma oposição à plenitude do 12.
8. Sabia que foi durante uma sexta-feira 14, mais exatamente de dezembro de 1968, que o governo militar decretou o AI-5 no Brasil? Para quem não sabe, AI-5 quer dizer Ato Institucional Nº 5, que se sobrepôs à Constituição de 1967 e dava poderes extraordinários ao presidente (militar) e suspendia várias garantias legais aos cidadãos.
9. Quer mais exemplos de azar? Foi no dia 13 de abril que aconteceu o acidente da nave Apollo 13. Curiosamente, ele foi lançado ao espaço às 13h13, no dia 11 de março de 1970, cuja soma das datas resulta no número 13. Coincidência ou não, o importante é que a tripulação teve a sorte de voltar com vida à Terra.
10. Como se não bastasse, Fidel Castro nasceu em uma sexta-feira 13, em pleno mês de agosto, sabia? O ano era 1926 e, desde então, já era possível saber que esse bebê se tornaria um adulto problema. Não acha?
11. Conforme a revista Nacional Geographic, os Estados Unidos perderam cerca de 900 milhões de dólares na sexta-feira 13. Isso acontece porque os investidores ficam com medo de fechar qualquer tipo de negócio nessa data.
12. E, só para você ter ideia do quanto os americanos levam essa história de sexta-feira 13 à sério: nos Estados Unidos, a maioria dos hospitais, hotéis e até mesmo alguns prédios residenciais não contam com o 13º andar e as companhias aéreas não têm a 13ª fileira. Do 12, eles pulam direto para o 14.
13. E, só para você ficar realmente impressionado, somamos o número de mortes nos filmes Sexta-Feira 13. Ao todo são 192, sendo:Sexta-Feira 13: 9 mortesSexta-Feira 13 parte 2: 10 mortes
Sexta-Feira 13 parte 3: 12 mortes
Sexta-Feira 13 – O Capítulo final: 14 mortes
Sexta-Feira 13 parte V – O Novo Começo: 22 mortes
Sexta-Feira 13 parte VI – Jason Vive: 18 mortes
Sexta-Feira 13 parte VII – 15 mortes
Sexta-Feira 13 parte VIII – Jason em Manhattan: 17 mortes
Sexta-Feira 13 parte IX – Jason vai para o Inferno: 21 mortes
Jason X: 21 mortes
Freddy vs Jason: 19 mortes
Sexta-Feira 13 (2009): 14 mortes

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
MITOS ESCOLARES
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
CONSTRUÇOES DESASTROSAS
Porta inconveniente – Nesta obra, a porta foi realmente mal projetada e não tem nenhuma utilidade.
A instalação de um vaso sanitário na parte de baixo da pia não parece muito apropriada, não é mesmo? Como será que as pessoas faziam para usar a privada?
Lacunas da construção – Neste projeto, é provável que o empreiteiro tenha desejado inovar na construção do playground.
Sem sentido – Para que serve uma esteira automática que leva para lugar nenhum?
Garagem no primeiro andar – Neste projeto houve claramente um erro de execução na obra da garagem. Como será que os moradores faziam para estacionar o carro no primeiro andar do sobrado?
Preservando a natureza – Este é um verdadeiro projeto sustentável. O engenheiro preservou mesmo a árvore.
Acessibilidade – Parece que neste projeto o engenheiro tentou aplicar o conceito de acessibilidade para cadeiras de rodas. Para descer até que serve, apesar do grande risco para os cadeirantes. Mas como faz para subir?
Uma escada estranha – Ao que tudo indica, segurança não foi um requisito importante na construção dessa escada. Aliás, qual será o objetivo de ter uma escada dessas em casa?
Qual era o objetivo da janela? – Nesta obra, uma janela foi colocada justamente na área fechada pela chaminé da lareira.
Trabalhar na indústria da construção civil não é fácil. Além de todas as normas de segurança e padrões de qualidade exigidos, os engenheiros precisam ficar atentos aos projetos e também às atividades desempenhadas por pedreiros, ajudantes, eletricistas, entre outros profissionais envolvidos nas obras.
Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Você conhece os palhaços Patati Patatá?
Originalmente, Patati Patatá era um grupo formado por artistas circenses, composto pela Garota Pupy, Mágica Alacazam e a dupla de palhaços Tuti Fruti e Pirulito. Rinaldi Faria e seu irmão que apresentavam mágica e cantava, respectivamente, eram sempre chamados para apresentarem com o grupo.
Em 1985, a dupla de palhaços e a Garota Pupy morreram depois de um acidente de automóvel. Para retornarem com o grupo para finalizar a agenda de shows deixada pela antiga formação, Rinaldi e seu irmão foram chamados para para substituir dois integrantes. Depois do término dos trabalhos, a detentora da marca decidiu não continuar com o grupo. Depois de algum tempo, Rinaldi conseguiu comprar a marca.
Na volta, do Patati Patatá, desta vez em dupla, as apresentações eram feitas em circos e nas escolas. Rinaldi, atual CEO da marca que gera 50 milhões de reais anualmente, fazia apresentações gratuitas nas escolas e essa tradição da dupla é mantida até os dias de hoje. Durante a década de 2000, a dupla por meio de uma gravadora, estrelaram uma série de DVDs de videoclipes. O sucesso desses DVDs interessou a compra da Som Livre que aumentou ainda mais a popularidade dos dois personagens pelas mídias.
Wagner Rocha (Patati) e Henrique Namura (Patatá) são os interpretes atuais mais famosos dos palhaços. Os atores raramente são identificados em público sem a maquiagem. Muitas duplas já interpretaram os palhaços. Depois de mais de um ano após saírem da programação do SBT, iniciou-se um contrato para os dois desenvolverem um novo programa infantil através de um canal por assinatura. Depois de várias negociações foi firmado um contrato com o canal pré-escolar Discovery Kids.
LEIAM:FATOS DESCONHECIDOS
domingo, 1 de janeiro de 2017
RECEITA DE ANO NOVO
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
ANO NOVO
Fogos de artifício durante as comemorações de ano-novo na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no Brasil
O ano-novo do calendário gregoriano começa em 1 de janeiro (Dia do Ano Novo), assim como era no calendário romano. Existem inúmeros calendários que permanecem em uso em certas regiões do planeta e que calculam a data do ano-novo de forma diferente. A comemoração ocidental tem origem num decreto do imperador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro deriva do nome de Jano, que tinha duas faces (sendo, portanto, bifronte) - uma voltada para frente (visualizando o futuro) e a outra para trás (visualizando o passado). O povo romano era politeísta, ou seja, adorava vários deuses diferentes, e não existe nenhum relato de que o povo judeu que viveu nessa mesma época tenha comemorado o ano-novo, nem que tampouco que os primeiros cristãos o tenham feito.
A ordem dos meses no calendário romano vai de janeiro a dezembro desde o rei Numa Pompilius em cerca de 700 a.C, de acordo com Plutarco e Macrobius. Foi só recentemente que o dia 1 de janeiro voltou a ser o primeiro dia do ano na cultura ocidental. Até 1751, por exemplo, na Inglaterra e no País de Gales (e em todos os domínios britânicos), o ano-novo começava em 25 de março. Desde então, o 1º de janeiro tornou-se o primeiro dia do ano. Durante a Idade Média, vários outros dias foram diversas vezes considerados como o início do ano civil (1 de março, 25 de março, 1 de setembro, 25 de dezembro). Em muitos países, como República Checa, Brasil, Espanha, Portugal, Itália e Reino Unido, o dia 1 de janeiro é um feriado nacional. (Para obter informações sobre a mudança do calendário juliano para o calendário gregoriano e o efeito sobre a datação de eventos históricos, consulte o verbete Mudança para o calendário gregoriano)
Com a expansão da cultura ocidental para muitos outros lugares do mundo durante séculos recentes, o calendário gregoriano foi adotado por muitos outros países como o calendário oficial e a data de 1 de janeiro tornou-se global para se comemorar o ano-novo, mesmo em países com suas próprias celebrações em outros dias (como Israel, China e Índia). Na cultura da América Latina, há uma variedade de tradições e superstições em torno dessas datas como presságios para o próximo ano.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
O POLÊMICO PADRE QUEVEDO
POR QUE NÃO JOGAS NA LOTERRIA?
Padre Quevedo
Se podes saber del futurro, me dega! Por que não jogas na loterria?!
(No programa do Ratinho no SBT)
UM PSÍQUICO É...
Padre Quevedo
Um psíquico é sempre uma pessoa que tem seu sistema psíquico desequilibrado. Plenamente normal, equilibrado, ninguém manifesta fenômenos parapsicológicos, que é uma psicorragia, onde escapa o fenômeno parapsicológico. Quanto mais tiver, mais doente. A manifestação de fenômenos parapsicológicos é um momento de desequilíbrio, uma psicorragia, uma doença, mesmo que seja passageira.
QUALQUER BOBAGEM É MILAGRE Padre Quevedo ou então milagre é uma bobagem. Expulsou o demônio, saiu caminhando, tinha um tique nervoso e agora está bem. Algum caso de devolução de uma perna? Os católicos tem muitos. Algum caso de devolução de uma mão? Os católicos têm muitos. Alguma cura instantânea de um leproso? Temos muitas.
(Criticando outras religiões que alegam fazer milagres!)
O FEITIÇO NÃO TEM PODER
Padre Quevedo
Na realidade, o feitiço não tem poder algum. O efeito do feitiço nada mais é do que o próprio temor da pessoa que se sente enfeitiçada. Por causa da auto-sugestão negativa, esta pessoa pode se sentir doente, mas a causa da doença não está no feitiço e sim no medo da pessoa que se auto-sugestionou.”
(Entrevista dada a Revista "Sexto Sentido")
QUATRO MIL PASTORES EXORCISTAS
Padre Quevedo
E mesmo com quatro mil pastores exorcistas, quando um pastor está doente, ele não procura outro pastor para que lhe expulse o demônio, ele procura um médico. Por que será? Eles são mal-intencionados. Ou são muito fanáticos, passaram por uma lavagem cerebral, mas parece que quando estão com um problema acordam.
Pois é muito mais frases desse polemico padre vc encontra nesse endereço:
https://www.mensagenscomamor.com/frases-padre-quevedo
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