sexta-feira, 5 de abril de 2013

È nessas horas que eu tenho vergonha de nosso país


O mundo está em crise financeira e social. Na Grécia, jovens lutam por mais emprego. O mesmo na Espanha, que foi palco de grandes protestos em maio e agosto por reformas políticas e mais emprego também. Em Nova York e Londres, centenas de pessoas ocupam os centros financeiros há semanas para exprimir suas opiniões quanto ao rumo do capitalismo irresponsável, que levou economias nacionais para a quase bancarrota. E enquanto isso, aqui no Brasil jovens estudantes protestam pelo direito de fumar sua maconha, livre da presença da Polícia Militar no campus da USP, considerada a universidade referência no Brasil e com uma maioria quase absoluta de advindos da classe média tradicional e classe alta desse país. Será que esses estudantes da USP não têm vergonha de estarem passando o atestado de idiotas, de garotas e garotos mimados sem causa nobre, de egoístas e manipuláveis por partidos de esquerda, que esqueceram que o mundo é outro e portanto precisam também mudar suas táticas? Será por isso que muitos cobrem o rosto para não serem reconhecidos? O campus da USP é enorme. A falta de segurança é histórica. Vários casos de estupro, assalto e até assassinato já aconteceram por lá. Os próprios estudantes reclamavam dessa falta de segurança no campus. Veio a PM e eles perceberam que para se ter segurança teriam de pagar um preço; o da liberdade de fumar maconha. Ora, a maconha ainda não é legalizada no Brasil. Então era de se esperar que a polícia cumprisse o que manda a lei, quando pegou três estudantes fumando um baseado em um carro, em um estacionamento. É lamentável que com tantos problemas que o Brasil enfrenta, o da corrupção, o da injustiça social, o da fome (pois ainda tem muita gente na miséria nesse país), e o da má qualidade de ensino de escolas públicas, esses jovens estudantes se rebelam e se deixam manipular por um assunto tão menor. Acordem, crianças! http://vocesa.abril.com.br/

quinta-feira, 4 de abril de 2013

descobrindo a idade


As inúmeras didáticas de ensino da atualidade visam facilitar a compreensão e fixação de vários conteúdos relacionados ao ensino da Matemática. Os jogos realizados em sala promovem uma interação entre os alunos, reforçam de forma direta a questão do respeito às regras, trabalham conteúdos envolvendo operações básicas e estimulam a busca por soluções. Uma atividade capaz de estimular o cálculo mental e reforçar operações básicas como adição, subtração e multiplicação é a brincadeira que um aluno, através de uma sequência de cálculos, descobre a idade atual do seu colega. A atividade consiste em aplicar as seguintes regras postuladas em sequência, veja: Escrever um número de dois algarismos Multiplicar o número por dois Adicionar cinco ao produto da multiplicação Multiplicar o resultado por cinquenta Adicionar ao produto, a diferença entre o ano atual e 250. Subtrair o ano do nascimento. O número encontrado será composto de quatro algarismos e deverá ser analisado da seguinte forma: O dois números da direita correspondem à dezena e à unidade e indicam a idade da pessoa. Os dois algarismos da esquerda correspondem às centenas e à milhar e indicam o número que a pessoa pensou anteriormente. Vamos verificar os cálculos com base no número 13. 1º passo 
Escrever um número de dois algarismos: 13 
2º passo 
Multiplicar o número por dois: 13 x 2 = 26 

3º passo Adicionar cinco ao produto da multiplicação: 26 + 5 = 31 
4º passo Multiplicar o resultado por cinquenta: 31 x 50 = 1550 

5º passo Adicionar ao produto, a diferença entre o ano atual e 250: 2010 – 250 = 1760
1550 + 1760 = 3310
 

6º passo 
Subtrair o ano do nascimento: 3310 – 1979 = 1331 
O número pensado foi o 13, e a idade da pessoa completa ou a completar no ano vigente, é de 31 anos. 
Ao desenvolver essa atividade o professor deve conduzir o exercício utilizando a resolução passo a passo no quadro, analisando com os alunos todos os cálculos efetuados, a fim de descobrirem o segredo do jogo e as operações utilizadas. Por Marcos Noé Graduado em Matemática Equipe Brasil Escola

terça-feira, 2 de abril de 2013

Recordar é reviver!


Ainda sinto o calor da sua macia mão Quando a segurava firme por proteção Ao tocá-la todo corpo tremia pela emoção As nossas pernas tremiam, disparava o coração O sabor inigualável daquele quente, e apaixonado beijo Sincera e honestamente até hoje procuro, e iguais almejo Um beijo doce, que trazia calma e ao mesmo tempo desejo Ficarão sós nas nossas lembranças, infelizmente é o que vejo Um abraço apertado que trazia muito conforto e segurança Como uma mensagem a nos dizer, somos a recíproca esperança Que não vejo em outros casais apaixonados nenhuma semelhança Era como se estivéssemos firmando uma forte e indestrutível aliança Seus cabelos negros e sedosos escorriam suavemente pelo ombro Emoldurando o seu rosto de indescritível beleza ainda hoje eu lembro Por vezes modificavas o penteado inovando, tecias linda e negra trança Que a dava um ar de menina moça combinando como sua interior criança Tempos que não voltam foram dias felizes, isto ninguém nos rouba nem tira Serviu para consolidar este nosso amor, e vivermos a relação sincera e verdadeira O objetivo foi sempre o amor, sei que muito me amas e sabes que só a você eu quero São nossas histórias de encontros e desencontros, mas com um final feliz e amor sincero! Ismael Santana Bastos 03/03/2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Ferramenta rastreia quem fala mal do trabalho no Twitter

Se você é uma daquelas pessoas que adora falar mal do trabalho no Twitter, uma nova ferramenta online vai estimulá-lo a fazer isso com ainda mais frequência: é o Fire Me! O aplicativo rastreia tuítes de usuários que reclamam de seus empregos e chefes na web. O sistema funciona, à princípio, em inglês e categoriza os tuítes em quatro áreas: haters (maus empregados), horrible bosses (chefes intragáveis), sexual intercourses (o chefe que se…) e os “potential killers” (assassinos em potencial). Obviamente, tudo com muito bom humor. Os tuítes são divididos pelos termos utilizados nas mensagens. Desenvolvido por alemães, o FireMe! é um site que exibe este conteúdo online com uma diagramação bem simples. Além disso, ele oferece opções extras, como um ranking com os que mais falam, verificação da sua conta no Twitter, possíveis desempregados e uma opção para mudar o idioma do serviço para o português do Brasil. Software exibe histórico de tuitadas de qualquer usuário (Foto: Aline Jesus/TechTudo) Na verificação da conta, você pode ver tudo o que já falou mal de seu chefe ou emprego e ter uma noção de “quão perto você está de ser demitido”. Esta ferramenta, porém, parece ser uma ótima aliada também para os próprios chefes, que podem simplesmente colocar o login do Twitter do usuário no site e ver tudo o que eles já falaram sobre seu emprego. Tem alguma dúvida sobre o Twitter? Comente no Fórum do TechTudo! Via O Globo Aline Jesus

domingo, 31 de março de 2013

De todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças.


Nas culturas pagãs, o ovo trazia a idéia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida. Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados. Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas. Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos. A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma. A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar. O nome páscoa surgiu a partir da palavra hebraica "pessach" ("passagem"), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para "abrir passagem" aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida). Ainda hoje a família judaica se reúne para o "Seder", um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar há leituras nas sinagogas. Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria [2] . Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que animais e plantas aparecem novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos.

sábado, 30 de março de 2013

Qual o significado do Sábado de Aleluia? Onde está escrito que Jesus desceu ao inferno e tomou das mãos do Diabo a chave da vida e da morte?


São duas perguntas que têm um mesmo contexto, o da Paixão e Ressurreição de Cristo. O Sábado de Aleluia é o Sábado Santo, o dia depois da morte de Cristo. A referência é sobretudo feita à noite do Sábado Santo, quando, na liturgia, se canta o aleluia pascoal, depois de 40 dias, a quaresma, durante os quais o Aleluia é omitido nas celebrações. É a celebração da Ressurreição de Cristo. O tema da descida de cristo à "mansão dos mortos" é um dos temas da fé cristã. Está presente já numa das primeiras profissões de fé, o Símbolo dos Apóstolos. Também Tomás de Aquino, teólogo medieval, dedicou todo um capítulo de sua Suma Teológica (quaestio 52 della Pars 3) a este argumento. Até mesmo Lutero incluiu essa afirmação nos seus preceitos: Como se deve crer que Cristo morreu e foi sepultado por nós, assim também é necessário crer que ele desceu à mansão dos mortos. Na Bíblia, o texto mais importante, nesse sentido, encontra-se em 1Pedro 3,18: Também Cristo morreu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, a fim de vos conduzir a Deus. Morto na carne, foi vivificado no espírito, no qual foi também pregar aos espíritos em prisão, a saber, aos que foram incrédulos outrora... Esse texto evoca a professia de Jesus, testemunhada por Mateus 12,40: Como Jonas esteve no ventre do monstro marinho três dias e três noites, assim ficará o Filho do Homem três dias e três noites no seio da terra. Também Atos dos Apóstolos 2,24 diz: Mas Deus o ressuscitou, libertando-o das angústias do Hades, pois não era possível que ele fosse retido em seu poder. Também Efésios 4,9: Que significa "subiu", senão que ele também desceu às profundezas da terra? O que desceu é também o que subiu acima de todos os céus, a fim de plenificar todas as coisas. O sentido básico dessa expressão teológica é professar que Jesus realmente morreu e que venceu a morte e o Demônio, que tem o poder da morte, como escrito em Hebreus 2,14: Ele participou da mesma condição, a fim de destruir pela morte o dominador da morte, isto é, o diabo. Há várias interpretações muito interessantes sobre esse tema. Bento XVI, hoje, sexta feira da paixão, respondendo a perguntas de expectadores, num programa na televisão italiana, disse que o fato de Jesus ter descido à mansão dos mortos significa que a sua morte abrange toda a humanidade, isto é, dela não são beneficiados apenas aqueles que vivem a partir da época de Cristo, mas também os que nasceram antes de Cristo. Outra interpretação, que merece ser sublinhada, vem do teólogo Von Balthasar. Ele diz que Cristo, descendo à mansão dos mortos, tornou-se o último da humanidade, alcançou os últimos e os redimiu. Pergunta de Daniel, Santos Resposta de Luiz da Rosa, em 23/04/2011 http://www.abiblia.org/

sexta-feira, 29 de março de 2013

calvário de Jesus


A paixão de Cristo é a narrativa do calvário de Jesus desde o momento em que ele é preso no Monte das Oliveiras, após a realização da última ceia com os apóstolos, até a sua morte na cruz. Na mesma noite em que é preso sob ordem de Caifás, o sumo sacerdote e maior autoridade do povo judeu, ele é julgado de forma sumária pelo Sinédrio, conselho dos anciões e suprema corte judaica. Acusado de blasfemo por se apresentar como o Rei de Israel, Jesus é condenado à morte. Como a região da Judéia estava sob domínio do Império Romano, caberia a Pôncio Pilatos, autoridade máxima romana na região, aplicar a punição. Pilatos, em função da proximidade da Páscoa, ofereceu a possibilidade de suspensão da condenação de Jesus, mas a multidão que estava no local incitada pelos sacerdotes preferiu que a liberdade fosse dada a Barrabás, um ladrão e assassino também condenado à morte.
 
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Jesus após os flagelos, em cena de "A Paixão de Cristo"
A partir da sentença proferida de forma definitiva por Pilatos, Jesus teria passado pelos flagelos que os romanos impunham aos condenados. Entre eles, ser açoitado pelo flagellum taxillatum, espécie de chicote com três ramais que terminavam em bolas de metal com relevos e unidas por arame, e carregar até o local da crucificação a trave horizontal da cruz. A paixão de Cristo é principalmente essa passagem das últimas horas da vida de Jesus, da última ceia até a sua morte na cruz, quando seu sofrimento teria sido uma prova de sua doação total e incondicional para redimir os pecados da humanidade, segundo os preceitos da Igreja Católica. Mas os eventos da Semana Santa rememoram outros acontecimentos importantes em torno da paixão de Cristo. Eles começam no domingo de Ramos que relembra a chegada de Jesus a Jerusalém, na semana da Páscoa judaica. Para receber Jesus, que vinha da Galiléia, o povo teria cortado ramos de árvores e folhas de palmeiras para forrar o chão onde ele teria passado montado num jumento. Também segurando folhas de palmeiras, parte da população de Jerusalém o teria saudado como rei dos judeus, filho do rei Davi e messias. Tal recepção teria feito com que sacerdotes e autoridades locais vissem em Jesus uma ameaça ao seu poder. Nesse mesmo domingo, ao chegar ao Templo Sagrado, Jesus teria se indignado com a presença de mercadores no local. A semana da Páscoa judaica levava milhares de pessoas a Jerusalém e ao Templo, onde faziam suas oferendas e rituais junto aos altares sagrados. Era uma oportunidade de ouro para os mercadores fazerem seus negócios. Mas Jesus os teria considerado profanadores e procurou afastá-los dali. A Semana Santa, que começa com o domingo de Ramos e tem na Sexta-Feira Santa a celebração da paixão de Cristo, encerra-se com o domingo de Páscoa, que relembra o que teria sido a ressurreição de Jesus Cristo.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Como excluir Facebook


Embora seja crescente o número de adeptos à rede social mais popular da internet – são 800 milhões de usuários com perfis no Facebook–, existe uma parcela significativa de pessoas que gostaria de ter o seu perfil excluído definitivamente de serviço. Isso é o que indica o Google Zeitgeist, um relatório do Google sobre os assuntos mais pesquisados ao longo de 2011. O termo “excluir o Facebook” foi o segundo desta lista. As razões que motivam os participantes a desejar remover seus perfis variam: alguns alegam problemas de privacidade, ciúmes, perda de tempo visualizando perfis e até perda de rendimento no trabalho. Independentemente da motivação que leva um usuário a excluir o seu Facebook, a coluna Tira-dúvidas de tecnologia vai auxiliar os leitores a removerem definitivamente o perfil na rede social. Dando um tempo O Facebook permite ao usuário desabilitar o perfil temporariamente, inclusive nesse período, todas as fotos, comentários, publicações no mural também ficarão inacessíveis. Podendo ser visualizadas, caso o perfil seja reativado. Nesse processo, o usuário pode escolher em ter a sua conta desativada, mas poder continuar a ser mencionado em publicações, marcações, receber convites para eventos. Ou então permanecer alheio a qualquer atividade na rede. Caso a escolha for pela primeira opção, é preciso marcá-la durante o preenchimento do formulário de solicitação de desativação do perfil. Mensagem recebida por e-mail, confirmando que a conta foi desativada (Foto: Reprodução) Para desativar o perfil, acesse a conta, e clique no botão à direita de Página Inicial. Selecione a opção Configurações da conta > Segurança > Desativar sua conta. Será exibido um formulário em que será preciso marcar uma das razões que motivaram a decisão de deixar de participar da rede. Após o seu preenchimento, basta confirmar a solicitação e a conta será desativada imediatadamente. O serviço de notificações do Facebook enviará uma mensagem de confirmação da desativação por e-mail para a conta cadastrada no perfil. Caso o usuário quiser ter o seu perfil reativado futuramente, bastará apenas informar os dados válidos de login (conta de e-mail e senha) e conectar normalmente no serviço. E com isso a conta será restaurada automaticamente. Removendo definitivamente Caso a intenção não seja apenas dar um tempo, mas remover definitivamente o perfil no Facebook, o usuário precisará requerer a exclusão, acessando a página de solicitação (. Será preciso estar conectado na internet e logado na sua conta do Facebook para solicitar a remoção definitiva do perfil. Página em que o usuário solicita a exclusão do perfihttps://mail.google.com/mail/?tab=jml (Foto: Reprodução) Mas, ainda assim, a remoção não é instantânea, após o preenchimento e confirmação da solicitação através do formulário o Facebook irá agendar a exclusão da conta para que ela ocorra dentro de um prazo de 14 dias. Até lá a conta ficará apenas suspensa. Somente após expirar esse prazo é que a conta será removida definitivamente sem que seja possível recuperá-la. Página em que o usuário solicita a exclusão do perfil (Foto: Reprodução) Página para confirmar o agendamento da exclusão do perfil (Foto: Reprodução) Os métodos descritos acima são as alternativas que os usuários possuem para a remoção do seu perfil, mas se você leitor, tiver alguma dúvida referente a esses procedimentos, não deixe de postá-la na área de comentários, que na próxima coluna Tira-dúvidas eu respondo para você. Série “Como fazer”:

terça-feira, 26 de março de 2013

Neymar diz não se incomodar com vaias e nega Barça pela 'milésima vez'


Novamente chamado de "pipoqueiro" por parte da torcida brasileira no empate de 1 a 1 da Seleção com a Rússia nesta segunda-feira, o atacante Neymar afirmou não ligar para as vaias e voltou a negar que já tenha algum acerto com o Barcelona para deixar o Santos. Antes da partida, o jornal espanhol "Sport" publicou que o craque já tem um documento assinado com o Barça dando preferência ao clube em uma transferência para o exterior e já teria até recebido € 10 milhões (R$ 26 milhões) de adiantamento. - Eu já falei mais de mil vezes que não tem nada certo com o Barcelona. Sou jogador do Santos. Isso é o que eu tenho a dizer - afirmou o camisa 11 depois do jogo, ainda no gramado do Stamford Bridge. Sobre as vaias e críticas de alguns torcedores nas arquibancadas, Neymar garantiu não ligar para os xingamentos. No empate de 2 a 2 com a Itália na última quinta, em Genebra, uma pessoa chegou a exibir uma faixa com a inscrição "pipoqueiro" para o atacante. Nesta segunda, alguns também gritaram a provocação no jogo. - Isso está cada vez mais normal. Mas não me incomoda. Deve incomodar quem xinga, porque não vai adiantar nada. Com Neymar apagado em campo, o Brasil só conseguiu o empate aos 44 minutos do segundo tempo, gol de Fred. Para o santista, o resultado não foi tão ruim. - Queríamos a vitória, mas conseguimos o gol de empate. Melhor o empate do que a derrota. O camisa 11 afirmou ainda que não sente diferenças entre a marcação de jogadores europeus e a sofrida no futebol brasileiro e que a razão para o mau desempenho é a falta de entrosamento com os companheiros de Seleção. - É a mesma que eu encontro no Brasil, que também é forte. Lá, eu tenho mais entrosamento com os jogadores do que aqui, estamos buscando entrosamento e uma forma melhor de jogar. Estamos no caminho certo - concluiu.

segunda-feira, 25 de março de 2013

MINHA CASA, MINHA VIDA


Dois prédios de um conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida em Niterói, no Rio de Janeiro, que ainda não foram entregues, estão com graves problemas estruturais e terão de ser demolidos e posteriormente reconstruídos. A confirmação foi feita nesta quinta-feira, pela Caixa Econômica Federal. Na quarta-feira (20), o programa RJTV, da Rede Globo, exibiu cenas de paredes dos dois blocos condenados com enormes rachaduras e paredes desalinhadas. O conjunto habitacional Zilda Arns II, com nove blocos e 371 unidades habitacionais, é destinado a pessoas desabrigadas e que vivem em áreas de risco na cidade, segundo a prefeitura de Niterói. Entre elas, estão sobreviventes dos deslizamentos de terra do Morro do Bumba em 2010. Essas famílias estão abrigadas no 3º Batalhão de Infantaria em São Gonçalo (RJ) há mais de dois anos, aguardando a conclusão das obras. Os dois blocos condenados têm 40 unidades habitacionais cada. O valor total contratado para o empreendimento Zilda Arns II é de quase R$ 21,9 milhões. Do montante, foram liberados perto de R$ 19 milhões e o índice de conclusão da obra é de 88,68%. A Caixa, responsável por repassar os recursos para o empreendimento, diz ainda não ter prazo para a reconstrução dos dois blocos. Por meio de sua assessoria de imprensa, o banco afirmou que aguarda conclusão de laudos técnicos para informar a situação de segurança dos outros sete blocos do conjunto Zilda Arns II. Para o conjunto Zilda Arns I, de 83 apartamentos, o prazo de entrega foi mantido para abril deste ano.

domingo, 24 de março de 2013

ENCONTRO ENTRE PAPA FRANCISCO E PAPA EMÉRITO BENTO XVI


O Papa Francisco e o Papa emérito Bento XVI se abraçaram ao se encontrarem neste sábado na residência apostólica de Castel Gandolfo, onde o antecessor do atual pontífice vive desde que renunciou. Após se cumprimentarem, eles foram a uma capela para rezar. Depois, reuniram-se a sós na biblioteca privada, onde conversaram por 45 minutos. (Foto: AFP)