quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Consumo e Relação com o Câncer


O consumo de bebidas alcoólicas é tão aceito socialmente que muitas pessoas não imaginam que elas são drogas potentes. A relação entre álcool e câncer tem sido avaliada, no Brasil, por meio de estudos de caso-controle, que estabeleceram a associação epidemiológica entre o consumo de álcool e cânceres da cavidade bucal e de esôfago. O uso combinado de álcool e tabaco aumenta ainda mais o risco de câncer nestas e em outras localizações, como a faringe e a laringe supraglótica. Além de agente causal de cirrose hepática, em interação com outros fatores de risco, como, por exemplo, o vírus da hepatite B, o alcoolismo está relacionado a 2 - 4% das mortes por câncer, implicado que está, também, na gênese dos cânceres de fígado, reto e, possivelmente, mama. Os estudos epidemiológicos têm demonstrado que o tipo de bebida (cerveja, vinho, cachaça etc.) é indiferente, pois parece ser o etanol, propriamente, o agente agressor. Esta substância psicoativa tem a capacidade de produzir alteração no sistema nervoso central, podendo modificar o comportamento dos indivíduos que dela fazem uso. Por ter efeito prazeroso, induz à repetição e, assim, à dependência. Os efeitos do álcool variam de acordo com a rapidez e a frequência com que ele é ingerido, com a quantidade de alimentos consumidos durante a ingestão de bebidas alcoólicas, com o peso da pessoa, com o estado de espírito desta pessoa etc. O álcool atinge rapidamente a circulação sangüínea e todas as partes do corpo, inclusive o sistema nervoso, provocando mesmo em doses pequenas a diminuição da coordenação motora e dos reflexos, o estado de euforia e a desinibição. Recorde-se que muitas doenças são causadas pelo uso contínuo do álcool: doenças neurais, mentais, musculares, hepáticas, gástricas, pancreáticas e entre elas o câncer. Isto sem falar nos problemas sociais que estão associados à ingestão de bebidas alcoólicas: acidentes de trânsito, homicídios, suicídios, faltas ao trabalho e atos de violência. O conselho para as pessoas que optarem por beber álcool é que limitem o consumo para menos de dois drinques por dia para homens e menos de um para mulheres. Mulheres grávidas, crianças e adolescentes não devem ingerir bebida alcoólica. Ministério da Saúde

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Mapa de riscos


O mapa de riscos ambientais permite aos trabalhadores identificar os riscos no ambiente de trabalho. É feito pela Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) com a ajuda de técnicos ou engenheiros de segurança no trabalho e no maior número de trabalhadores possível. Na construção civil, os canteiros evoluem conforme a obra avança. Por isso, recomenda-se a elaboração de pelo menos um mapa para cada fase de construção (escavação e fundação, estrutura, vedação e acabamento), no caso de obras comerciais e residenciais, ou frente de serviço, na construção pesada. A elaboração de um mapa de riscos obedece, de modo geral, às seguintes etapas: 1) Desenho da planta baixa do canteiro de obras; 2) Identificação, junto com os trabalhadores, dos riscos em cada setor e de sua intensidade. Os riscos podem ser biológicos, ergonômicos, físicos, mecânicos ou de acidentes e químicos. A intensidade - pequena, média ou grande - não precisa ser medida, ela expressa a percepção das pessoas sobre a gravidade de cada risco; 3) Marcação dos diferentes tipos de riscos no mapa. Cada empresa pode adotar símbolos (cores e formatos) próprios para a elaboração dos mapas. O importante é que eles sejam mantidos nos diferentes espaços ou empreendimentos. Algumas, por exemplo, incluem a quantidade de pessoas expostas a cada risco e uma tabela com ações preventivas para neutralizá-los. Jamila Venturini

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Notebook


Um laptop (no Brasil, também é chamado de notebook) ou computador portátil (em Portugal, abreviado frequentemente para portátil) é um computador portátil, leve, projetado para ser transportado e utilizado em diferentes lugares com facilidade. Geralmente um laptop contém tela de LCD (cristal líquido), teclado, mouse (geralmente um touchpad, área onde se desliza o dedo), unidade de disco rígido, portas para conectividade via rede local ou fax/modem, gravadores de CD/DVD. Os mais modernos não possuem mais a entrada para discos flexíveis (disquetes), e, havendo necessidade de utilizar um desses dispositivos, conecta-se um adaptador a uma das portas USB. Segundo o dicionário Aurélio, existe uma pequena distinção entre Laptop e Notebook, sendo o notebook aproximadamente do mesmo tamanho de um caderno universitário e necessariamente menor que o laptop. Apesar disso, não existe uma convenção oficial sobre a nomenclatura e na linguagem popular o uso dos dois nomes se faz de forma aleatória, sendo os computadores portáteis pequenos são ocasionalmente chamados de notebooks, e os computadores portáteis grandes são ocasionalmente chamados de laptops. A expressão laptop deriva da aglutinação dos termos em inglês lap (colo) e top (em cima) significando computador portátil, em contrapartida aos desktop (em cima da mesa). Laptops podem ser divididos em duas categorias: os portáteis, voltados especialmente aos que necessitam de um computador como acessório de trabalho, mas que locomovem-se com frequência entre um lugar e outro, e os desktops replacements, voltados a pessoas que querem computadores com alguma mobilidade, e com performance semelhante a de um computador de mesa. Laptops portáteis são pequenos e leves, projetados para que suas baterias sejam capazes de abastecê-los por um longo período de tempo (quatro a cinco horas ou mais). Isto ao custo de configurações de hardware mais simplificadas, como pouca memória RAM (raramente superior a 4 GB), placa de vídeo na maioria das vezes integrada ao chipset ou processador, velocidade do processador raramente superior a 3,00 GHz, e hard drive quase sempre limitado a 500 GB de capacidade . As telas mais comuns são as de 14" (ou 14,1" em widescreen) e 15" (ou 15,4" em widescreen).
Toshiba T1100. Osborne 1. Atuais substitutos de desktop, por outro lado, são projetados de modo a possuir performance comparável a bons computadores de mesa (4 GB ou mais de RAM, placa de video dedicada, 250 GB de espaço ou mais e até 2,8 GHz (Core 2 Duo, Core i3, Core i5, Core i7) de velocidade do processador. Tais laptops, voltados aos que querem performance (para uso de aplicativos pesados, tais como jogos, por exemplo) estão ficando mais leves, relativamente menores, e gastam mais lentamente suas baterias (que normalmente duram no máximo 4 horas em laptops com baterias de 9 células, executando aplicativos de peso médio). Desktop replacements comuns possuem entre 15 e 17 polegadas, embora alguns laptops possuam 19 ou mesmo 20 polegadas. Novos laptops possuem tamanho de uma agenda e são finos como uma capa de dvd, como alguns modelos da Acer e Asus, denominados netbooks Atualmente, muitos laptops são dotados de adaptadores de rede wireless, que possibilitam a conexão a redes de computadores sem fio. Essas redes podem ser instaladas em escritório, e já é muito comum encontrá-las também em residências. Com os adaptadores wireless, os usuários de laptops podem acessar a internet em diversos estabelecimentos, tais como restaurantes e aeroportos, sem a necessidade de conectar fios, desde que esses locais ofereçam o serviço. O acesso à rede sem fio também pode ser controlada, sendo que o internauta somente poderá se conectar à rede através do uso de senhas ou cartões. Esse tipo de tarifação tem sido muito utilizada por fornecer ao estabelecimento a possibilidade de, além de cobrar pelo serviço oferecido, ter controle de todos os usuários do serviço. Um dos grandes exemplos de sistemas de tarifação é o ACCESSCARD, onde o internauta compra cartões pré-pagos com tempo definido, e se loga ao sistema através da inserção de um código impresso no cartão. Mas hoje as operadoras de celular cobram uma taxa fixa de navegação de dados 3G. http://pt.wikipedia.org Veja sobre sua bateria.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Exaltasamba


Exaltasamba foi um dos grupos de samba e pagode de maior sucesso no Brasil. Formado nos anos 80 em São Bernardo do Campo, São Paulo. Tudo começou em 1986. Um grupo de pagodeiros se uniu e formou o Exaltasamba, que tocava em mesas de bares e restaurantes em cidades do ABC paulista. Em 1992, o grupo lançou o primeiro álbum Eterno Amanhecer. A principal música: "Quero Sentir de Novo". Em 1994, lançam seu segundo CD Encanto que começou a fazer sucesso e atraiu vários empresários e gravadoras. A parti daí o grupo começa a aparecer em programas de televisão e rádios. Tendo 24 horas de amor como o grande hit, executada em todas as rodas de samba do Brasil. Mas foi em 1996 que o Exalta fez um sucesso estrondoso com o disco Luz do Desejo - lançado pela gravadora EMI Music - com os sucessos "Telegrama", "Luz do Desejo" e "É você". O CD alcançou a marca de 750 mil cópias vendidas. O quarto álbum do grupo, Desliga e Vem (EMI Music) de 1997, superou o anterior em vendagem após chegar a um milhão cópias vendidas em menos de seis meses. O álbum seguia o estilo romântico do anterior. O disco Cartão Postal atingiu a marca de 1 milhão e 250 mil cópias vendidas. Esse CD fez com que o grupo ganhasse vários prêmios internacionais com: "Eu Me Apaixonei Pela Pessoa Errada". Essa música foi a mais tocada das rádios do Brasil em janeiro e fevereiro de 1999. Em 2002 O vocalista Chrigor Lisboa deixa o grupo por um problema familiar. Em 2003, gravam o sétimo disco da banda Alegrando a Massa. Nos vocais, entra Thiaguinho para reforçar a linha de frente do grupo, ao lado de Pericles. No ano de 2006, os pagodeiros apostaram no lançamento do 11° álbum e primeiro DVD do grupo, o Todos os Sambas Ao vivo. Em 2007, lançam seu 13° e segundo DVD, o Ao Vivo Pagode do Exalta. O principal hit do DVD - "Livre pra Voar" - chegou a ter mais de 50 mil downloads pagos. Ao Vivo Na Ilha Da Magia é o 14° álbum e o terceiro DVD do grupo gravado na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina.Tendo como musica de sucesso valeu. Em 2010, lançam seu 16° álbum, quarto DVD e primeiro Blu-Ray do grupo Exaltasamba – 25 Anos Ao Vivo gravado no Estádio Parque Antártica na cidade de São Paulo. Com foco na musica "Tá Vendo Aquela Lua", e com varias participações especiais. Em 2012, o canal Multishow transmitiu o penultimo show do Exaltasamba em Balneario Camboriu, Santa Catarina e a despedida oficial foi no programa "Esquenta" da Rede Globo apresentado por Regina Casé. [editar]O "recesso" do grupo Em 5 de junho de 2011, o mais conhecido integrante da banda Thiaguinho anuncia sua saída do grupo em visita ao programa Domingão do Faustão. Assim com a saída do integrante Thiaguinho, a banda anunciou que se retira por tempo indeterminado, para cada um dos integrantes dar mais atenção a família e a outros sonhos pessoais. "Essa nossa decisão, tomada em comum acordo por Péricles (banjo e vocal), Pinha (repique de mão), Thiaguinho (banjo e vocal), Brilhantina (cavaco),e Thell (tantã) encerra um ciclo que teve seu ápice no dia 05 de junho de 2010 quando 38 mil Exaltamaníacos estiveram presentes na gravação do DVD Exalta 25 Anos no Estádio Palestra Itália em São Paulo. Nós nos amamos muito, amamos nossos fãs, nossos colaboradores e nossos amigos que lutaram, sofreram, choraram, riram e, principalmente, venceram todos os obstáculos conosco". E envolvidos nesse amor pedimos, mais uma vez, carinho e compreensão de todos e esclarecemos que isso não é um adeus do Exalta. E, sim, um recesso sem prazo de retorno para que aprendamos a lidar melhor com tudo de maravilhoso que nos aconteceu durante esses 25 anos. "Estou precisando de um tempo para coisas que mal vivi ou evitava viver" - Diz Thiaguinho, o vocalista, sobre o motivo de sua saída do grupo. "O Exalta faz parte de mim e eu também faço parte deles, minhas músicas com certeza ajudaram muito o Exalta a ser o que é hoje, preciso me dedicar a mim, com minhas músicas e isso que vou fazer" finaliza o ex-vocalista da banda. Péricles - banjo e voz (1986-2012) Thiaguinho - voz e banjo (2003-2011) Pinha - repique e vocal (1986-2012) Thell - tantan e vocal (1986-2012) Brilhantina - cavaquinho e vocal (1986-2012) Izaías - violão e vocal (1986-2006) Marcelinho - vocal e pandeiro (1986-1991) Chrigor - voz e pandeiro (1993-2002) Marquinhos - tantan (1986-2001) Tortinho - banjo (1986-1988)

sábado, 19 de janeiro de 2013

Calcinha Preta

Calcinha Preta é uma banda de forró eletrônico brasileira, formada em Aracaju, Sergipe, em 8 de Dezembro de 1996[1] pelo empresário e compositor Gilton Andrade e seu irmão Wilamis Andrade. É conhecida pelo seu característico forró romântico, pelos shows superproduzidos, figurinos arrojados e pelas inúmeras formações que teve ao longo de sua história. Grande parte dos sucessos do grupo são na verdade versões de clássicos de rock e pop internacional. A banda já adaptou, por exemplo, sucessos de nomes como U2, Scorpions, Heart, Bruno Mars, Beyoncé, George Michael, Kansas, Angra, dentre vários outros. No decorrer de sua trajetória, a banda foi influenciada também por outros estilos, como o calipso, o arrocha, o sertanejo e o brega. No entanto, o teor romântico ainda prevalece, sendo a maioria das letras sobre amor e
relacionamentos. Possui uma extensa discografia de 27 volumes dentre álbuns de estúdio e ao vivo e a videografia da banda possui 4 DVDs oficiais e alguns outros promocionais (bootlegs de menor produção). Estima-se que o Calcinha Preta tenha vendido cerca de dez milhões de cópias em quase dezessete anos de carreira discográfica. Apesar de já ser um fenômeno no Nordeste desde o início dos anos 2000 e sempre arrastar multidões aos shows, o auge da banda se deu em 2009, quando alcançou o reconhecimento nacional ao emplacar o sucesso "Você Não Vale Nada", composição de Dorgival Dantas, na novela "Caminho das Índias", da Rede Globo de Televisão. Após a exposição gerada pela presença na trilha sonora da novela, a banda se apresentou, ainda em 2009, ao lado do cantor Roberto Carlos no especial de fim de ano promovido anualmente pela Rede Globo, além de ter participado em vários outros programas da emissora, como o Domingão do Faustão e o Programa da Xuxa. O sucesso a nível nacional também possibilitou ao Calcinha Preta internacionalizar sua agenda. Nos anos seguintes à novela, o grupo chegou a fazer mini-turnês por Estados Unidos, Europa (apresentando-se principalmente para brasileiros residentes nessas localidades) e África lusófona. Ao longo dos anos, a banda sempre renovou seu quadro de cantores, o que gerou a identificação dos fãs com integrantes específicos ou formações inteiras em diferentes épocas. No entanto, as constantes mudanças também geram muita confusão e torna difícil acompanhar a história da banda baseando-se em seus membros. Atualmente, o Calcinha Preta conta com 3 cantores: Silvânia Aquino (a mais antiga no grupo), Dennis Nogueira e Jobson Mascarenhas. No entanto, cantores como Daniel Diau (hoje na indústria musical Gospel) e Paulinha Abelha (hoje na dupla Paulinha Abelha e Marlus) são lembrados como alguns dos mais marcantes membros do Calcinha Preta. Curiosamente, a banda tornou-se notória por sempre contar com integrantes cabeludos muito antes de Wesley Safadão (Garota Safada) virar o símbolo das longas madeixas no forró. Os cabelos e as vozes de nomes como Berg Rabelo, Raied Neto, Marlus Viana e o carismático Bell Oliver são recordados com saudosismo pelos fãs. Integrantes Cantores Silvânia Aquino Dennis Nogueira Jobson Mascarenhas [editar]Ex-integrantes (cantores) Luciana - vol.01 ao vol. 03 Sidney - vol.01 ao vol.04 Alexandre Mello - vol.03 e vol.04 Jennifer Martins - vol. 03 ao vol. 09 Malba - vol.05 Daniel Diau - vol.04 ao vol.07 e vol.10 ao vol.18 - DVD 1,2 e 3 Rogério - vol.04 ao vol.06 Paulinha Abelha - vol. 5 ao vol. 22 - DVDs 1,2 e 3 Raied Neto - vol.06 ao vol.19 - DVD 1,2 e 3 Berg Rabelo - Vol.07 ao Vol.11 - DVD 1 Vanessa - vol.8 Karla Lins - vol. 08 Amara Barros - 2002 Marlus Vianna - vol.12 ao 13 e vol.18 ao 21 - DVD 3 Berg Lima - vol.18 - DVD 3 Cláudio Livier - vol.19 Mirella Vieira - vol.20 Michelle Menezes - vol.20 ao 21 Bell Oliver - vol.20 ao 25 - DVD 4 Anajara Gouvêia - vol. 21 ao 26 - DVD 4 Ramón Costa - vol. 23 ao 25 - DVD 4

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Luís Gonzaga


Luís ‘Lua’ Gonzaga ‘Gonzagão’ do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 –faleceu em Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o Rei do baião. Foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, ao resto do país, numa época em que a maioria desconhecia o baião, o xote e o xaxado. Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia e harmonias, ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião" (1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950).[2] Luís Gonzaga do Nascimento nasceu numa sexta-feira no dia 13 de dezembro de 1912, numa casa de barro batido na Fazenda Caiçara, povoado do Araripe, a 12 km de Exu (extremo oeste do Estado de Pernambuco, a 700 km do Recife), segundo filho de Ana Batista de Jesus (‘Mãe Santana’) e oitavo de Januário José dos Santos. O pe. José Fernandes de Medeiros o batizou na matriz de Exu em 5 de janeiro de 1913. Deveria ter o mesmo nome do pai, mas na madrugada em que nasceu, seu pai foi para o terreiro da casa, viu uma estrela cadente e mudou de ideia. Era o dia de São Luís Gonzaga no mês do Natal, o que explica a adoção do sobrenome "Nascimento". Antes dos dezoito anos Luís teve sua primeira paixão: Nazarena, uma moça da região. Foi rejeitado pelo pai dela, o coronel Raimundo Deolindo, que não o queria para genro e ameaçou-o de morte. Mesmo assim Luís e Nazarena namoraram algum tempo escondidos e planejavam o futuro. Januário e Santana lhe deram uma surra ao descobrirem que ele se envolveu com a moça. Revoltado por não poder casar-se com a moça, e por não querer morrer nas mãos do pai dela, Luís Gonzaga fugiu de casa e ingressou no exército no Crato (Ceará). Durante nove anos viajou por vários estados brasileiros, como soldado, sem dar notícias à família. Não teve mais nenhuma namorada, passando a ter amantes, até se casar. Em Juiz de Fora, MG, conheceu Domingos Ambrósio, também soldado e conhecido na região pela sua habilidade como acordeonista. A partir daí começou a se interessar pela área musical. Em 1939, deu baixa do exército na cidade do Rio de Janeiro: Estava decidido a se dedicar à música. Na então capital do Brasil, começou por tocar nas áreas de prostituição da cidade. No início da carreira, apenas solava acordeão em choros, sambas, foxtrotes e outros gêneros da época. Seu repertório era composto basicamente de músicas estrangeiras que apresentava, sem sucesso, em programas de calouros. Apresentava-se com o típico figurino do músico profissional: paletó e gravata. Até que, em 1941, no programa de Ary Barroso, foi aplaudido executando Vira e Mexe, com sabor regional, de sua autoria.[6] O sucesso lhe valeu um contrato com a gravadora Victor, pela qual lançou mais de 50 músicas instrumentais. Vira e mexe foi a primeira música que gravou em disco. Veio depois sua primeira contratação, pela Rádio Nacional. Lá conheceu o acordeonista gaúcho Pedro Raimundo, que usava os trajes típicos da sua região. Daí surgiu a ideia de apresentar-se vestido de vaqueiro, figurino que o consagrou como artista. Em 11 de abril de 1945, gravou sua primeira música como cantor, no estúdio da RCA Victor: a mazurca Dança Mariquinha em parceria com Saulo Augusto Silveira Oliveira. Também em 1945, uma cantora de coro chamada Odaléia ‘Léia’ Guedes dos Santos deu à luz um menino, no Rio. Luís Gonzaga mantinha um caso havia meses com a moça, iniciado quando já estava grávida. Sabendo que sua amante seria mãe solteira, assumiu a paternidade da criança, adotando-o e dando-lhe seu nome: Luís Gonzaga do Nascimento Júnior. Odaléia, que além de cantora de coro era sambista, foi expulsa de casa por ter engravidado do namorado, que não assumiu a criança. Foi parar nas ruas, até ser ajudada, descobrindo-se seu talento para cantar e dançar, passando a se apresentar em casas de samba no Rio, quando conheceu Luís. A relação com Luís era conflituosa e, após o nascimento do menino, piorou, com muitos ciúmes. Separaram‐se com menos de 2 anos de convivência. Léia criou o filho, e Luís os visitava. Em 1946 voltou pela primeira vez a Exu (Pernambuco), e reencontroou seus pais, Januário e Santana, que havia anos não sabiam nada sobre o filho e sofreram muito esse tempo todo. O reencontro com seu pai é narrado em sua composição Respeita Januário, em parceria com Humberto Teixeira. Em 1948, casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti, professora que se tornara sua secretária particular, e por quem se apaixonou. O casal permaneceu até o fim da vida de Luís. Não tiveram filhos biológicos, por Helena não poder engravidar, mas adotaram uma menina, a quem batizaram de Rosa. Nesse mesmo ano Léia morreu de tuberculose, para desespero de Luís. O filho deles, apelidado de Gonzaguinha, ficou órfão com 2 anos e meio. Luís queria levar o menino para morar com ele e Helena, e pediu para a mulher criá-lo como se fosse dela, mas Helena não aceitou, juntamente com sua mãe, Marieta, que achava aquilo um absurdo, já que nem filho verdadeiro de Luís era. Luís não viu saída: entregou o filho para os padrinhos da criança, Leopoldina e Henrique Xavier Pinheiro, criarem-no no Morro do São Carlos. Luís sempre visitava a criança e a sustentava financeiramente. Xavier o considerava filho de verdade e lhe ensinava viola, e o menino teve em Dina uma mãe. Luís não se dava bem com o filho, apelidado de Gonzaguinha. Passou a não ver mais o filho em sua infância, e sempre que o via brigavam. Achava que ele não teria um bom futuro, imaginando que se tornaria um malandro ao crescer, já que o menino tinha amizades ruins no morro, vivendo com malandros tocando viola pelos becos da favela. Dina tentava unir pai e filho, mas Helena não gostava da proximidade deles, e passou a espalhar para todos que Luís era estéril e não era o pai de Luisinho[2]. Luís sempre desmentia, já que não queria que ninguém soubesse que o menino era seu filho somente no registro civil. Amava o menino de fato, independente de não ser seu filho de sangue.[7] Na adolescência, o jovem se tornou rebelde: não aceitava ir morar com o pai, já que amava os padrinhos e odiava ser órfão de mãe, e dizia sempre que Luís não era seu pai biológico, o que o entristecia. Helena detestava o menino e vivia implicando com ele, humilhando-o, e por isso Gonzaguinha também não gostava da madastra, o que os afastou e causou mais brigas entre pai e filho, já que Luís dava razão à esposa. Não vendo medidas, internou o jovem em um colégio interno, para desespero de Dina e Xavier.[3] Gonzaguinha contraiu tuberculose aos 14 anos e quase morreu. Aos 16, Luís pegou-o para criar e o levou a força para a Ilha do Governador, onde morava, mas por ser muito autoritário e a esposa destratar o garoto, o que gerava brigas entre Luís e Helena, Gonzaga mandou o filho de volta ao internato. Ao crescer, a relação ficou mais tumultuada, pois o filho se tornou um malandro, viciado em bebidas alcoólicas. Gonzaguinha resolveu se tratar e concluiu a universidade, tornando‐se músico como o pai. Pai e filho ficaram mais unidos quando, em 1979, viajaram o Brasil juntos, compondo juntos. Tornaram‐se, enfim, amigos. Luís Gonzaga sofreu de osteoporose por anos. Morreu vítima de parada cardiorrespiratória no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi velado em Juazeiro do Norte (a contragosto de Gonzaguinha, que pediu que o corpo fosse levado o mais rápido possível para Exu, irritando várias pessoas que iriam ao velório e tornando Gonzaguinha "persona non grata" em Juazeiro do Norte) e posteriormente sepultado em seu município natal. Em 2012, o filme de Breno Silveira Gonzaga, De Pai Pra Filho, narrando a relação conturbada de Luís com o filho Gonzaguinha, em três semanas de exibição já alcançara a marca de 1 milhão de espectadores. fonte: http://pt.wikipedia.org

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Tarcísio Meira


Tarcísio Magalhães Sobrinho, mais conhecido como Tarcísio Meira (São Paulo, 5 de outubro de 1935), é um ator brasileiro de cinema, teatro e de televisão. É casado com a atriz Glória Menezes, com quem tem um filho, Tarcísio Filho, também ator. Filho de Raul Pompeia de Magalhães e de Maria do Rosario Meira (Jáio), descende, por seu pai, da aristocracia rural sul-mineira, havendo sido seu trisavô paterno o tenente-coronel Antônio Joaquim Pereira de Magalhães, e por essa linhagem tem consanguinidade com o Protomártir da Independência do Brasil, o Tiradentes, com o cientista Vital Brazil e com o empresario Oscar Americano, consoante o livro "Vital Brazil Mineiro da Campanha, uma genealogia brasileira", de autoria de Lael Vital Brazil. Por sua mãe pertence a tradicionais troncos paulistas, tais como os Arrudas Botelhos, os Paes Lemes, os Cerqueiras Cesares e os Penteados, conforme relata Silva Leme em sua "Genealogia Paulistana", nos livros 2, 3 e 4. Estreou no teatro em 1957, na peça A Hora Marcada e, em 1959, já brilhava em O Soldado Tanaka, convidado por Sérgio Cardoso. A estreia na televisão foi em Noites Brancas, um teleteatro da TV Tupi, dirigido por Geraldo Vietri em 1959. Em outro teleteatro da mesma emissora, Uma Pires Camargo, em 1961, contracenou pela primeira vez com Glória Menezes, com quem casaria pouco tempo depois e os dois passaram a formar um dos casais de maior sucesso da televisão brasileira. Ele foi o galã da primeira telenovela diária da televisão brasileira, 2-5499 Ocupado (1963), na Excelsior, ao lado da já mulher na vida real, Glória Menezes. Protagonizou ainda mais sete telenovelas na mesma emissora até se transferir com Glória para a Rede Globo, onde estrearam em Sangue e Areia. A partir daí, Tarcísio se tornou uma das presenças mais constantes da teledramaturgia brasileira e já tem mais de 50 trabalhos entre telenovelas; minisséries e seriados de televisão. Também no cinema, Tarcísio Meira se tornou um dos principais atores, principalmente nos anos 70 e 1980. O primeiro filme em que atuou foi Casinha Pequenina (1963), ao lado de Mazzaropi; entre seus maiores sucessos estão Máscara da Traição, As Confissões de Frei Abóbora, Independência ou Morte, Missão: Matar, O Marginal, República dos Assassinos e Eu Te Amo. Duas de suas mais importantes interpretações no meio encontram-se em A Idade da Terra, de Glauber Rocha, e Eu, de Walter Hugo Khouri. Recebeu o prêmio APCA de melhor ator oferecido pela Associação Paulista de Críticos de Arte por sua atuação na minissérie A Muralha (2000), produzida pela Globo. fonte: http://pt.wikipedia.org

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Francisco Cuoco


Francisco Cuoco (São Paulo, 29 de novembro de 1933) é um ator brasileiro com uma sólida carreira no teatro, cinema e televisão (tendo sido intérprete de personagens que marcaram época), cantor, diretor, escritor, poeta, músico, artista plástico, humorista e cineasta. De origem humilde, filho de um feirante italiano, trabalhava durante o dia com o pai na feira e à noite estudava, buscando uma profissão estável. Queria estudar Direito. Mas ao entrar em contato com a Escola de Arte Dramática de Alfredo Mesquita, decidiu ser um profissional de dramaturgia. Abandonou os estudos de leis e códigos e se entregou à vocação artística. Estreou no teatro em peças do Teatro Brasileiro de Comédia e depois atuou pela companhia Teatro dos Sete, trabalhando com diretores como Alberto D'Aversa, Gianni Ratto, Fernando Torres e atores como Ítalo Rossi, Fernanda Montenegro, Carminha Brandão, entre outros, segundo informações do site www.itaucultural.org.br/teatro. Seu primeiro protagonista no teatro foi com o personagem Werneck, de O Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues, em 1961, com direção de Fernando Torres. Em 1964 foi premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) como melhor ator coadjuvante na peça Boeing-Boeing, segundo o site www.apca.org.br/premiados. Depois de muitos anos afastado dos palcos, por causa do trabalho intenso na televisão, Cuoco voltou com a comédia de Rodrigo Murat, "Os três homens baixos", em 2004. Depois seguiram-se outras comédias - O último bolero (de João Machado), Circunscisão em Nova York (João Bethencourt) e Deus é química (Fernanda Torres). Sua primeira telenovela foi Renúncia, escrita por Walter Negrão, levada ao ar em 1965 pela TV Record, na qual já estreou como protagonista, ao lado da atriz Irina Grecco. A partir daí, Cuoco foi emendando um trabalho atrás do outro, sempre revestido da aura de galã dos sonhos das telespectadoras, posto dividido na época com Carlos Zara, Tarcísio Meira e Hélio Souto. Participou de telenovelas na Rede Tupi e, principalmente, na TV Excelsior, onde viveu o Dr. Fernando, protagonista de Redenção, a telenovela que até hoje mantém o recorde de permanência no ar, com 596 capítulos exibidos ao longo de dois anos. Ainda, teve posição de destaque no enredo de Sangue do meu sangue, exibida em 1969. Transferiu-se para a Rede Globo em 1970, e seu primeiro trabalho na emissora foi a telenovela Assim na Terra como no céu, de Dias Gomes, na qual viveu o protagonista Vítor Mariano, um padre que abandona a batina para se casar e tem seus planos frustrados pela morte misteriosa da noiva. A partir daí, fez sucessivos trabalhos que levaram a assinatura de Janete Clair, que o tinha como um de seus atores preferidos. Para Cuoco, Janete criou o Cristiano de Selva de pedra, o jornalista Alex de O semideus, o taxista "Carlão" - trabalho muito elogiado de Cuoco na primeira versão da novela Pecado capital -, o misto de mocinho e vilão "Herculano" de O astro, o ambicioso Tião Bento em Sétimo sentido e o político "Lucas" em Eu prometo. Suas participações mais recentes no cinema foram nos filmes Cafundó(2008), de Paulo Betti e Clóvis Bueno, Traição (1998 - conjunto de três episódios baseados na obra de Nélson Rodrigues), e Gêmeas (1999), de Andrucha Waddington, em que fez Jorge, o pai das gêmeas do título. Estrelou Anuska, manequim e mulher (1968), Os xeretas (2001), e participou em Um Anjo Trapalhão (2000), Cafundó (2005) e Didi - O caçador de tesouros (2006). [editar]Carreira fonte: http://pt.wikipedia.org

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Agildo Ribeiro


Agildo da Gama Barata Ribeiro Filho (Rio de Janeiro, 26 de abril de 1932) é um ator e humorista brasileiro. Filho do político Agildo Barata, Agildo Ribeiro foi casado cinco vezes. Suas esposas foram mulheres famosas como Consuelo Leandro, Marília Pera, mas passou 34 anos casado com Didi Barata Ribeiro, também atriz e bailarina, falecida em 2009. Humorista de enorme sucesso nos anos 1970 tanto no Brasil como em Portugal, co-estrelou diversos programas de humor da TV Globo, ao lado de Jô Soares, Paulo Silvino e Chacrinha. Nessa fase, o seu programa mais famoso foi Planeta dos Homens. fonte: http://pt.wikipedia.org

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Moacyr Franco


Moacyr de Oliveira Franco (Ituiutaba, 5 de outubro de 1936) é um ator, cantor, compositor, autor, apresentador de TV, humorista, e político brasileiro. É filiado ao PSL.Começou sua carreira nos anos 60 no programa Praça da Alegria. Interpretando o personagem "Mendigo", emplacou um grande sucesso ao gravar a marchinha de carnaval "Me Dá Um Dinheiro Aí". Estourou com outras músicas, como Suave é a Noite (versão de Tender is the Night), "Pelé agradece", "E tu te vais" , "Pedagio" e Eu Nunca Mais Vou Te Esquecer. Sofreu um sério acidente automobilístico na década de 70, o que lhe prejudicou a carreira. Depois do sucesso que vivenciara na primeira metade da década de 70, nunca recuperou a imensa popularidade que tinha. Desde então lançou vários discos (fez muito sucesso com a canção Balada número sete, homenagem ao grande jogador de futebol Mané Garrincha), além de trabalhar nas principais emissoras do país apresentando, produzindo, escrevendo e atuando em diversos programas. Continua a seguir paralelamente a carreira de cantor, apresentando-se por todo o Brasil. Em 1978 explodiu em todo o país com o sucesso "Turbilhão" (A nossa vida é um carnaval...), música mais tocada no carnaval daquele ano. Nas décadas de 80 e 90 compôs várias músicas no gênero sertanejo, que alcançaram os primeiros lugares nas paradas, tais como: "Dia de Formatura", com Nalva Aguiar, "Seu amor ainda é tudo", "Ainda ontem chorei de saudade" e "Se eu não puder te esquecer", com João Mineiro e Marciano. Na TV apresentou vários programas como Pequenos Brilhantes, A Mulher é um Show, Concurso de Paródias, Moacyr Franco Show e Moacyr TV, na Rede Globo (sempre tendo como redator o amigo de infância Gilberto Garcia, falecido em 1996) além de atuar nos humorísticos Meu Cunhado, ao lado de Ronald Golias, Ô… Coitado!, A Praça é Nossa (onde interpreta também o homossexual caipira Jeca Gay), SBT Palace Hotel entre outros. Participou também da versão da Rede Globo, Praça da Alegria, apresentada por Luís Carlos Miéli. No Programa "Moacyr Franco Show", revelou vários artistas como: Isabela Garcia, Guto Franco, Carla Daniel, Nizo Neto, Rosana Garcia, sua afilhada de batismo, entre outros. Em 2011, ganhou o Troféu Menina de Ouro de melhor ator coadjuvante no Festival de Cinema de Paulínia por conta do personagem Delegado Justo no filme O Palhaço, de Selton Mello.[1] Seu filho Guto Franco fez sucesso ao ser lançado ainda criança em programas do pai, chegando a participar como ator da telenovela O Grito produzida e exibida pela TV Globo na década de 1970. Guto participou da Praça interpretando o personagem Dona Guajarina e atualmente é diretor e redator chefe do humorístico A Turma do Didi exibido pela Rede Globo aos domingos. Seu filho mais velho, Moacyr Franco Jr., é comandante dos aviões da TAM e faz voos internacionais. João Vitor, fez programa de televisão ainda novo assim como Guto, participou mais atualmente de Meu Cunhado e hoje com seu nome artístico Johnny Franco segue carreira na área musical, cantando, especificamente músicas com letras em inglês. fonte: http://pt.wikipedia.org

sábado, 12 de janeiro de 2013


Um circo é comumente uma companhia itinerante que reúne artistas de diferentes especialidades, como malabarismo, palhaço, acrobacia, monociclo, contorcionismo, equilibrismo, ilusionismo, entre outros. A palavra também descreve o tipo de apresentação feita por esses artistas, normalmente uma série de atos coreografados à músicas. Um circo é organizado em uma arena - picadeiro circular, com assentos em seu entorno, enquanto circos itinerantes costumam se apresentar sob uma grande tenda ou lona.História Cenas de circo por volta de 1891. Obra do pintor Arturo Michelena. Dos chineses aos gregos, dos egípcios aos indianos, quase todas as civilizações antigas já praticavam algum tipo de arte circense há pelo menos 4 000 anos- mas o circo como o conhecemos hoje só começou a tomar forma durante o Império Romano. O primeiro a se tornar famoso foi o Circus Maximus, que teria sido inaugurado no século VI a.C., com capacidade para 150 000 pessoas. A atração principal eram as corridas de carruagens, mas, com o tempo, foram acrescentadas as lutas de gladiadores, as apresentações de animais selvagens e de pessoas com habilidades incomuns, como engolidores de fogo. Destruído por um grande incêndio, esse anfiteatro foi substituído, em 40 a.C., pelo Coliseu, cujas ruínas até hoje compõem o cartão postal número um de Roma. A Roma por sua vez, tem papel muito importante na história do circo. Com o fim do império dos Césares e o início da era medieval, artistas populares passaram a improvisar suas apresentações em praças públicas, feiras e entradas de igrejas. "Nasciam assim as famílias de saltimbancos, que viajavam de cidade em cidade para apresentar seus números cômicos, de pirofagia, malabarismo, dança e teatro". Tudo isso, porém, não passa de uma pré-história das artes circenses, porque foi só na Inglaterra do século XVIII que surgiu o circo moderno, com seu picadeiro circular e a reunião das atrações que compõem o espetáculo ainda hoje. Cavaleiro de 1 001 habilidades, o ex-militar inglês Philip Astley inaugurou, em 1768, em Londres, o Royal Amphitheatre of Arts (Anfiteatro Real das Artes), para exibições eqüestres. Para quebrar a seriedade das apresentações, alternou números com palhaços e todo tipo de acrobata e malabarista. O sucesso foi tamanho que, 50 anos depois, o circo inglês era imitado não só no resto do continente europeu, mas atravessara o Atlântico e se espalhara pelos quatro cantos do planeta. [editar]O circo no Brasil A história do circo no Brasil começa no século XIX, com famílias e companhias vindas da Europa, onde agruparam-se em guetos e manifestavam sentimentos diversos através de interpretações teatrais onde não demonstravam apenas interesses individuais e sim despertavam consciência mútua. No Brasil, mesmo antes do circo de Astley, já havia os ciganos que vieram da Europa, onde eram perseguidos. Sempre houve ligação dos ciganos com o circo. Entre suas especialidades incluíam-se a domadores de ursos, o ilusionismo e as exibições com cavalos.Eles viajavam de cidade em cidade, e adaptavam seus espetáculos ao gosto da população local. Números que não faziam sucesso na cidade eram tirados do programa. [editar]Novo circo O novo circo é um movimento recente que adiciona às técnicas de circo tradicionais a influência de outras linguagens artísticas como a dança e o teatro, levando em conta que a música sempre fez parte da tradição circense. No Brasil existem atualmente vários grupos pesquisando e utilizando esta nova linguagem. [editar]Uso de animais em circos Há uma grande controvérsia sobre o uso de animais em circos, há duas correntes de pensamento, com prós e contras o uso de animais em shows. Segundo a corrente de pessoas que são contra o uso de animais em circo, seu uso tem sido gradativamente abandonado, uma vez que tais animais por vezes sofriam maus-tratos (tais como dentes precariamente serrados, jaulas minúsculas, estresse etc.) e, além disso, eram frequentemente abandonados, já que a manutenção de grandes animais, como tigres e elefantes demanda muito dinheiro.[1] Há ainda inúmeros casos em que acidentes, principalmente envolvendo animais selvagens, nos quais pessoas saem feridas ou até mesmo mortas, como o caso de uma garota chinesa, atacada por um tigre.[2] Por outro lado existem inúmeros circos brasileiros que possuem infra-estrutura e recursos para manterem seus animais, com auxilio de biologos e veterinários contratados para garantir o bem estar dos animais. A maioria deles com documentação do Ibama. Existem raros casos de acidentes envolvendo animais selvagens, nos quais pessoas saem feridas ou até mesmo mortas.[carece de fontes] Atualmente é proibido o uso de animais em algumas cidades, mas na maioria dos municípios brasileiros ainda é permitida sua exibição, tendo em vista que não há uma legislação federal que regule a matéria. Alguns empresários circenses, artistas, produtores culturais e estudiosos lutam para que seja aprovada uma legislação federal que regulamente o uso de animais em circos.[carece de fontes]

Lábios


Toco-te com meus dedos a tua alma... E com meus olhos a tua pele... Sonha-me com tua vida... E respira-me em teus sonhos... Leva-me em pensamentos e traz-me aqui... Onde tenho a ti... Meus dedos tocam teus lábios... Teus dedos nos meus lábios... e neste segundo são os teus lábios que quero. Não me fale palavras... Elas se vão... Quero teus beijos e quero me deixar perder em ti... E sentir tua alma na minha... unida pelo beijo mais ardente que nossos lábios já sentiram... Autor:Marcelo Rondoni

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

jo soares


José Eugênio Soares, mais conhecido como Jô Soares ou simplesmente Jô (Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 1938), é um humorista, apresentador de televisão, escritor, artista plástico, dramaturgo, diretor teatral, músico e ator brasileiro.Filho do empresário paraibano Orlando Soares e da dona de casa Mercedes Leal, Jô queria ser diplomata quando criança. Estudou no Colégio São Bento do Rio de Janeiro e em Lausanne na Suíça, no Lycée Jaccard, com este objetivo. Porém, percebeu que o senso de humor apurado e a criatividade inata o apontavam para outra direção.[1] Dono de um talento versátil, além de atuar, dirigir, escrever roteiros, livros e peças de teatro, Jô Soares também é apreciador de jazz e chegou a apresentar um programa de rádio na extinta Jornal do Brasil AM, no Rio de Janeiro, além de uma experiência na também extinta Antena 1 Rio de Janeiro. [editar]Vida pessoal Entre 1959 e 1979, Jô SoarCarreira como ator de televisão 1967 - Em "Família Trapo", roteirizava ao lado de Carlos Alberto de Nóbrega e atuava como Gordon, o mordomo - TV Record-SP. 1970 - "Faça Humor, Não Faça Guerra" foi primeiro humorístico da TV Globo a contar a com a participação do comediante. O programa em meio à Guerra Fria e ao conflito do Vietnã brincava com o slogan pacifista hippie "Make love, don't make war" (Faça amor, não faça a guerra). 1973 - "Satiricom", novo humorístico da TV Globo, com direção de Augusto César Vanucci, realizava roteiros com Max Nunes e Haroldo Barbosa. A atração satirizava o título do filme homônimo de Federico Fellini - "Satyricon". Na promoção do programa, todavia, diziam que era a "sátira da comunicação" num mundo que tinha virado uma "aldeia global", expressão que esteve na moda depois dos primeiros anos da TV via satélite. 1976 - "Planeta dos Homens", nova sátira com o cinema - desta vez, a série cinematográfica "O Planeta dos Macacos", atuava com roteiros de Haroldo Barbosa. 1981 - "Viva o Gordo", com direção de Walter Lacet e Francisco Milani, foi o primeiro programa solo dele. Tinha roteiros de Armando Costa. Deu origem ao espetáculo do gênero "one man show" de Jô chamado "Viva o Gordo, Abaixo o Regime" (sátira explícita ao Golpe Militar de 1964 ainda vigente àquela época). As aberturas do programa brincavam com efeitos especiais usando técnica de inserção de imagens de Jô entre cenas famosas do cinema (como em "Cliente Morto Não Paga" e "Zelig") ou "contracenando" com políticos nacionais e internacionais, como Orestes Quércia, Jânio Quadros, Ronald Reagan etc. 1982 - Participação no "Chico Anysio Show". 1983 Participação no musical infantil "Plunct, Plact, Zuuum". Comentários no Jornal da Globo até 1987. 1988 - "Veja o Gordo", estreia no SBT com o mesmo estilo do "Viva o Gordo" da Rede Globo. 2000 - Participação no especial de Natal do programa "Sai de Baixo" - episódio "No Natal a Gente Vem Te Mudar" (sátira ao título da peça de Naum Alves de Souza, "No Natal a Gente Vem Te Buscar". Também neste ano estréia o talk-show Programa do Jô, na Rede Globo, onde entrevista diversas personalidades das mais variadas áreas, seguindo até hoje no ar. foi casado com a atriz Teresa Austregésilo. Com ela teve um filho: Rafael Soares (nascido em 1964). De 1980 a 1983, a atriz Sílvia Bandeira, doze anos mais nova, foi sua esposa. Já namorou a atriz Mika Lins. Em 1987, casou-se com a designer gráfica Flávia Junqueira Pedras Soares, de quem se separou em 1998. Atualmente os dois tem sido vistos juntos novamente.[2] O apresentador admitiu sofrer de TOC. Em sua casa os quadros precisam estar tombados levemente para a direita.[3] É sobrinho de Kanela, ex-técnico da seleção brasileira de basquete. No dia 01 de outubro de 2012, levou ao ar um programa especial que reprisou uma entrevista com Lolita Rodrigues, Nair Bello em homenagem à apresentadora Hebe Camargo. Com quem declarou ter vivido intensas paixões durante sua juventude fonte: http://pt.wikipedia.org