terça-feira, 5 de junho de 2012

Para Sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.

Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade

sábado, 2 de junho de 2012

Primeira Depilação!

Relatos da Primeira Depilação! (Já li umas 3 vezes e ri em todas! hahaha)
"Tenta sim. Vai ficar lindo..."

*Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos m...e avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de "Calígula" com "O albergue".

Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?
- .é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.
"Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra
quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo: "Baixe a calcinha".... como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar?!... eu estava com
sede de vingança.
Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Mas eu ainda estou na luta...

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Nosso querido Irmão Chico.

Vai como um vento solto numa campina Desliza na relva verde E vai subindo pela colina Todas as folhas secas Viram tapete aqui neste chão Nos pés desse homem bom Que só tem amor no seu coração Vê outra madrugada que vem chegando Fala com os passarinhos Brinca com as flores vai meditando Ele é um mensageiro Da alegria e jamais da dor Quer a felicidade da humanidade Seja onde for Ele é uma pessoa Que ama e perdoa e não vê a quem Anda pelos caminhos Levando a paz ajudando alguém Por todos os lugares Cruzando os mares fazendo o bem Ele é um homem bom Distribui amor e tudo o que tem Cheio de amor e fé ele é o nosso irmão Aquele grande amigo Que no perigo estende a mão Tem no olhar a calma Tem luz na alma e na sua voz Tem sempre uma palavra De amor a paz prá dizer prá nós Sabe tudo o que diz o livro sagrado E tudo o que ele ensina Em seu coração ele tem guardado Quem sabe o nome dele Se é Pedro ou Paulo ou se é João Só sei que é um homem bom Porque tem Jesus no seu coração Ele é uma pessoa Que ama e perdoa e não vê a quem Anda pelos caminhos Levando a paz ajudando alguém Por todos os lugares Cruzando os mares fazendo o bem Ele é um homem bom Distribui amor e tudo o que tem O Homem Bom - Roberto Carlos
De: Amigos de Chico Xavier

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Um dia um homem foi ao barbeiro.
Enquanto tinha seus cabelos cortados,
conversava com o barbeiro. Falava da vida e de Deus.
Daí a pouco, o barbeiro, incrédulo, não agüentou e falou: -
Deixa disso, meu caro, Deus não existe.
- Por que?
- Se Deus existisse, não haveria tantos doentes,mendigos, pobres...
Olhe em volta e veja quanta tristeza.
É só andar pelas ruas e enxergar.
- Bem, essa é a sua maneira de pensar, não é?
- Sim, claro.
Pois bem. O freguês pagou o corte e foi saindo,quando avistou imediatamente um maltrapilho imundo,com longos cabelos, barba desgrenhada,suja, abaixo do pescoço.
Não agüentou,deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe, não acredito em barbeiros.
- Como assim?
- Se existissem barbeiros,não haveriam pessoas de cabelos e barbas compridas.
- Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vem a mim, não vão ao barbeiro.
Eu não tenho culpa.
- É exatamente isso que acontece com as pessoas. Elas precisam mas não procuram a Deus.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Pai, te amo!
Te amo por tudo
Até pelo que não tiveste tempo
de fazer.
Te amo pelo que me ensinastes
Também pelas palavras que sempre ouvi de você...
Sempre com tanto Amor e carinho...
Te amo por cada minuto
Que passei a teu lado
E por cada lágrima
Derramada na tua ausência.
Te amo pelos abraços apertados
E me lembro de cada um,
Como se fosse hoje...
Sempre me tratando, como se
Eu fosse sua filha mais querida.
Pai, foi tão simples te amar,
Era só te olhar e sentir seu olhar
de amor para mim .
Você foi o melhor pai do mundo.
Te amarei para todo sempre...
Saudades Eternas..

terça-feira, 29 de maio de 2012

Quando um coração se parte em mil pedacinhos
Você sofre e pensa nunca mais poder amar
Um poeta disse:
“A dor é inevitável, o sofrimento é opcional”
O que o poeta quis dizer é que um coração partido em mil
Lhe dá a oportunidade de amar mil vezes mais
São mil pequenos corações pululando em seu peito
E amando mil outros corações
Só quando se fragmenta o amor egoísta
Descobre-se o mais nobre dos amores
O amor altruísta, o amor incondicional
Porque não se troca um amor por sexo
Amor por dinheiro, amor por conforto
Amor não se troca por nada, nem por outro amor
Amor, se dar...
...Simplesmente!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

PLANOS DE SAÚDE GRATUITOS PARA APOSENTADOS

Acabou todo o sofrimento gente ; o governo garantiu nossos direitos constitucionais . Vejam que maravilha ! ...

AGORA ESTOU ENTENDENDO A GRANDE POPULARIDADE DA QUERIDA PRESIDENT"A“.
O governo acaba de anunciar que todo cidadão brasileiro, ESPECIALMENTE O APOSENTADO, terá direito a dois planos de saúde privados e GRATUITOS
ASSIM e AMIL.


Eles devem ser utilizados da seguinte forma:

ASSIMque você passar mal, vai AMILpara o SUS.

E DEUS TE ILUMINE E PROTEJA.

BOA SORTE !!!

domingo, 27 de maio de 2012

O PARTO DA PROSTITUTA

Mineirinho foi preso, estava na delegacia, todo arrebentado. Seus advogados compareceram para libertá-lo, e perguntam o que havia acontecido. Mineirinho começa a explicar:
Bem, eu estava perto da zona e de repente, vi um montão de gente aglomerada.Estavam socorrendo uma prostituta, que acabara de dar a luz a um lindo menino.
Solidário, comprei um pacote de fraldas para presentear a prostituta...
Então, um PM, com 2 metros de largura, se aproximou e vendo o pacote nas minhas mãos, perguntou:
Pra onde vai isso?
E eu respondi: Vai pra puta que pariu.
Depois disso,..........não me lembro de mais nada
EDNA ALMEIDA

sábado, 26 de maio de 2012

Piadinha

Um grupo de cubanos abandona a ilha rumo a Miami.
> No meio da viagem, um dos cubanos, o mais velho, sofre um ataque cardíaco
> e pede como último desejo uma bandeira para se despedir da sua querida
> Cuba. Os outros, sensibilizados, começam a procurar em bolsas, sacolas e
> em todos os lugares onde pudesse estar guardada uma bandeira de Cuba.
> Depois de algum tempo, deram-se conta de que não havia nenhuma bandeira de
> Cuba com eles. Nisto, uma jovem de vinte anos, linda, vendo o sofrimento
> do velho, disse que tinha uma tatuagem com a bandeira de Cuba no bumbum.
> Muito constrangida, movida pelo sentimento de solidariedade, ofereceu-se
> para mostrá-la. A moça virou-se de costas para o moribundo, baixou as
> calças e mostrou o bumbum com a bandeira tatuada. Numa situação inusitada,
> o velho agarrou a moça com força e beijou a bandeira, emocionado, enquanto
> gritava: - Mi querida Cuba, me despido con recuerdos, mi vieja Havana, mi
> Linda tierra! O velho continuou com beijos e mais beijos na bandeira, até
> que, em lágrimas, disse à moça:
> - Ahora vira de frente, que quiero despedir-me de Fidel!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Uma homenagem aos homens...

Muito já se falou sobre a mulher madura, mulher de 40,
idade da Loba...
Que tal, agora, falarmos um pouco sobre esses homens maravilhosos que hoje estão na faixa de 40/50/60 anos de idade?
Há uma indisfarçável e sedutora beleza na personalidade
de muitos homens que hoje estão na idade madura. É claro que toda regra tem suas exceções, e cada idade tem o seu próprio valor. Porém, com toda a consideração e respeito às demais idades, destacaremos aqui uma classe de homens que são companhias agradabilíssimas: os que hoje são quarentões, cinquentões e sessentões.

Percebe-se com uma certa facilidade, a sensibilidade de seus corações, a devoção que eles têm pelo que há de mais belo: o sentimentalismo.
Eles são mais inteligentes, vividos, charmosos,
eloqüentes. Sabem o que falam, e sabem falar na hora certa. São cativantes, sabem se fazer presentes, sem incomodar. Sabem conquistar uma boa amizade.

Em termos de relacionamentos, trocam a quantidade pela qualidade, visão aguçada sobre os valores da vida, sabem tratar uma mulher com respeito e carinho.
São homens especiais, românticos, interessantes e atraentes pelo que possuem na sua forma de ser, de pensar e de viver.

Na forma de encarar a vida, são mais poéticos, mais sentimentais, mais emocionais e mais emocionantes.
Homens mais amadurecidos têm maior desenvoltura no trato com as mulheres, sabem reconhecer suas qualidades,
são mais espirituosos, discretos, compreensivos e mais educados.

A razão pela qual muitos homens maduros possuem estas qualidades maravilhosas se deve a vários fatores: a opção de ser e de viver de cada um, suas personalidades,
formação própria e familiar, suas raízes, sabedoria,
gostos individuais etc...
Mas eu creio, que em parte há uma boa parcela de influência nos modos de viver de uma época, filmes e músicas ouvidas e curtidas deixaram boas recordações de sua juventude, um tempo não tão remoto, mas que com certeza, não volta mais.

Viveram sua mocidade (época que marca a vida de todos nós) em um dos melhores períodos do nosso tempo:
os anos 60/70, considerados as "décadas de ouro" da juventude, quando o romantismo foi vivido e cantado em verso e prosa.
A saudável influência de uma época, provocada por tantos acontecimentos importantes, que hoje permanecem na memória e que mudaram a vida de muitos.

Uma época em que o melhor da festa era dançar coladinho e namorar ao ritmo suave das baladas românticas. O luar era inspirador, os domingos de sol eram só alegrias. Ouviam Beatles, Johnny Mathis,
Roberto Carlos, Antônio Marcos, The Fevers, Golden Boys, Bossa Nova, Morris Albert, Jovem guarda e muitos outros que embalaram suas "Jovens tardes de domingo, quantas alegrias! Velhos tempos, belos dias."

Foram e ainda são os homens que mais souberam namorar: namoro no portão, aperto de mão, abraços apertadinhos, com respeito e com carinho, olhos nos olhos tinham mais valor...
A moda era amar ou sofrer de amor. Muitos viveram de amor... Outros morreram de amor...
Estes homens maduros de hoje, nunca foram homens de "ficar". Ou eles estavam namorando firme ou estavam na "fossa" ou estavam sozinhos.

A juventude passou, mas deixou "gravado" neles, a forma mais sublime e romântica de viver.
Hoje eles possuem uma "bagagem" de conhecimentos,
experiências, maturidade e inteligência que foram acumulando com o passar dos anos.
O tempo se encarregou de distinguí-los dos demais,
deixando os seus cabelos cor-de- prata, os movimentos mais suaves, a voz pausada, porém mais sonora,
hoje eles são homens que marcaram uma época.

Muitos deles hoje "dominam" com habilidade e destreza essas máquinas virtuais, comprovando que nem o avanço da tecnologia lhes esfriou os sentimentos, pois ainda se encantam com versos, rimas, músicas e palavras de amor,
nem lhes diminuiu a grande capacidade de amar, sentir e expressar seus sentimentos.
Muitos tornaram-se poetas, outros amam a poesia.
Porque o mais importante não é a idade denunciada
nos detalhes de suas fisionomias e sim os raros valores de suas personalidades.

O importante é perceber que seus corações permanecem jovens... São homens maduros, e que nós, mulheres de hoje, temos o privilégio de poder admirá-los.
(Lisiê Silva)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O segredo da minhoca

O avô observa o neto brincando no quintal e vai perguntar o que ele está fazendo.
O neto diz:
- Enfiando as minhocas de volta para a toca delas...
- E como é que você consegue, meu neto, o bicho é todo molenguento?
- É segredo vovô!
- Te dou dez reais para você me ensinar a fazer isso.
- Bem, eu passo laquê, espero secar esticando a minhoca... aí é só colocar no buraco.
- Toma os dez reais...

No dia seguinte
O avô chega para o neto, tira cem reais do bolso e dá pro neto...
- Tá ficando esquecido, vô? O senhor já me deu os 10 reais.
- Eu sei. Esses 100 foi a tua avó quem mandou...

terça-feira, 22 de maio de 2012

Xuxa revela ter sofrido abusos sexuais

A apresentadora Maria da Graça Meneghel, a Xuxa, afirmou, em depoimento no quadro "O que vi da vida", do Fantástico, exibido neste domingo (20), que sofreu abusos sexuais até os 13 anos de idade. Emocionada, disse que luta para que "nenhuma criança sofra" algo parecido.


A apresentadora de 49 anos falou ainda sobre a infância no Sul do país, seus amores, o preço a se pagar pela fama e a importância da sua mãe nos momentos mais difíceis da vida.
Xuxa, que participa de uma campanha contra o abuso sexual de crianças, decidiu revelar sua própria experiência vivida na infância. "Quero lutar por elas. Tenho um sonho de um dia nenhuma criança sofrer nada, porque a criança é um anjo."
"Eu sei o que uma criança sente. Nós achamos que somos culpados. Eu sempre achei que eu estava fazendo alguma coisa: ou era minha roupa ou era o que eu fazia que chamava a atenção. Então, ao invés de falar para as pessoas, eu tinha vergonha, me calava, me sentia mal, me sentia suja, me sentia errada. E se eu não tivesse uma mãe, se eu não tivesse o amor da minha mãe, eu teria ido embora, porque o medo de você ter aquelas sensações de novo, passar por tudo isso, é muito grande. Só que eu não falei pra minha mãe, eu não tinha essa coragem de falar com ela. E a maioria das crianças, dos adolescentes, passa por isso."

domingo, 20 de maio de 2012

COMBATE AO CÂNCER


Poucos dias antes de completar 40 anos, a alemã Uta Melle ganhou um presente de grego. Soube que teria de extirpar os dois seios, por conta de um câncer de mama.

Logo veio a dúvida: "Será que vou deixar de ser sexy?". Teve certeza que não ao consultar o marido, um publicitário bem-sucedido que a presenteou com um quadro de uma guerreira amazona que cortara o próprio peito para usar melhor o arco e a flecha.

Animada com o desenho, Uta partiu para um projeto singular: fotografar mulheres com histórias semelhantes. O trabalho rendeu um livro de arte e a exposição fotográfica "Amazonas". São mulheres nuas, e a ideia é incomodar.

A exposição já percorreu três cidades alemãs e pode ser vista até meados de outubro em Viena. Nas fotos, 19 mulheres, entre 30 e muitos e 50 e poucos anos, estão nuas ou seminuas. Muitas, em poses sensuais. Em comum, os sinais da batalha contra a doença: algumas têm um único seio, outras próteses, outras apenas cicatrizes no colo. Como Uta.


http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/980177-depois-de-cancer-de-mama-alema-procura-resgatar-a-sensualidade.shtml — com Tania Go